Está patente ao público no Museu do Sabugal, de 11 de Setembro a 11 de Outubro, uma exposição de pintura da autoria de Zenoviy Klymco, artista plástico ucraniano radicado em Portugal.

pintorA mostra de pintura ocupa a Sala de Exposições temporárias do Museu do Sabugal e pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30. Aos fins-de-semana, o horário é limitado das 14h30 às 18h30. O Museu do Sabugal encerra à segunda-feira e feriados.
Zenoviy Klymco, de 58 anos, nasceu na região de Lvov, na Ucrânia. Desde 2000 que está a residir em Portugal.
Há muito dedicado às artes plásticas, obteve em 2004 uma Menção Honrosa no concurso de pintura e escultura da Academia Europeia das Artes.
A sua pintura percorre temáticas variadas, incluindo paisagem, retrato, nu, natureza morta, predominantemente na técnica de aguarela, apresentando no entanto, trabalhos em grafite, pastel, óleo e acrílico.
Conhecemos a conversámos brevemente com o pintor na Casa do Castelo, onde a Natália Bispo recebe como ninguém aqueles que vêm ao Sabugal e procuram quem lhes dê uma mão amiga. Zenoviy é um homem simples e despretensioso, mas revela ser meticuloso nas minudências da arte. «Não pude estar presente no dia da inauguração da exposição, mas logo que pude vim ver como as coisas estavam», revela-nos. Mostra-se muito satisfeito com o facto do Museu do Sabugal ter acolhido a sua exposição de pintura, porém, deixa uma pequena farpa: «uma exposição tem de ser bem organizada e hoje, quando fui visitara minha exposição, verifiquei que os quadros não estavam colocados da melhor forma, em termos do lugar que ocupavam nas paredes, mas isso é apenas um pormenor, porque não me posso queixar, já que tiveram amabilidade de acolher as minhas pinturas», disse-nos na sua pronuncia característica de homem do Leste da Europa.
Como outros pintores seus amigos Zenoviy Klymco gosta de percorrer o país, participando nas iniciativas de pintura ao vivo, como o «Pintar Sabugal». «Aprendemos muito uns com os outros e também convivemos muito entre nós e com as pessoas que vêm apreciar o nosso trabalho», justifica o pintor, que se afirmou encantado com o Sabugal e as gentes raianas.
plb