You are currently browsing the daily archive for Quarta-feira, 19 Agosto, 2009.

No passado ano de 2008 o Ricardo Paulouro escreveu uma crónica sobre a capeia de Foios com o seguinte título «Quando os toiros invadem a aldeia». Relativamente à capeia de 2009, que teve lugar no passado dia 18 do corrente mês de Agosto, escrevo a presente crónica com o título em epígrafe, tendo em conta que os largos e as ruas da aldeia foram poucos e pequenos para estacionar tanta viatura.

José Manuel CamposPor volta das 9 horas desloquei-me ao planalto do Lameirão que se situa em pleno coração da Serra das Mesas.
Aí tinha o Zé Nói os toiros encurralados com algumas centenas de pessoas a espreitar e fazer as fotos da praxe. Outros grupos tomavam um abundante pequeno almoço junto das carrinhas ou até nos barrocais que servem de mesa nestas alturas.
Por volta das 10,30 horas chegou o Zé Nói, a esposa Henriqueta e os dois filhos. Depois de terem descarregado os cavalos, colocaram as respectivas celas, e preparam-se para soltar os toiros que pretendiam concentrar no centro do Lameirão. Apenas abriram as portas dos currais os toiros e os cabrestos começaram a dar sinais de desconfiança e nervosismo. Os muitos cavaleiros que se encontravam no local tentavam controlar o gado, para que parasse, mas um toiro tresmalhado iniciou uma corrida que, pese os bons serviços dos cavaleiros, não foram capazes de o travar. Durante cerca de dez minutos correu, como um javali, até que se perdeu através da linha do horizonte.
Entretanto o Zé Nói deu ordens para que o gado iniciasse a caminhada até à praça, improvisada, de Foios.
Este percurso demora, aproximadamente, uma hora quando tudo decorre normalmente. Ontem, porém, demorou um pouco mais visto que estava muito calor e os toiros entravam facilmente no mato o que complicou, em parte, os movimentos. Mesmo à entrada da povoação os cabrestos entraram no mato e dois acabaram por lá ficar fazendo-se o encerro com os restantes.
Capeia Arraiana nos FóiosA avenida do Chapatal bem como os parames da praça encontravam-se repletos de gente. Portugueses, espanhóis e franceses constituem uma moldura humana que é verdadeiramente impressionante.
O toiro da prova entrou na praça por volta das 12 horas. Marrou bem ao forcão e a rapaziada divertiu-se imenso.
É costume dizer-se, na região, que quando o toiro da prova é bom a capeia promete e de tarde todo o mundo regressa para ver a capeia. Se este toiro falhar a maioria das pessoas dizem que não valerá a pena voltar porque a capeia não irá valer grande coisa. Tal não aconteceu desta vez. As ruas estavam repletas de carros e a praça tornou-se pequena para acolher alguns milhares de pessoas que se deslocaram até aos Foios.
Acontece também que a maioria das pessoas não são apenas atraídas pelos toiros. Muitas pessoas, especialmente, cavalheiros, vêm às capeias porque estas são verdadeiros locais de convívio. Dão-se fortes abraços e bebem-se umas minis, uns finos ou até mesmo umas águas fresquinhas.
Os mordomos da capeia e o ganadeiro Zé Nói estão de parabéns. A capeia constituiu, na verdade, um verdadeiro sucesso. O Zé Nói apresentou um curro de se lhe tirar o chapéu.
Mas, naturalmente, que tal não se verificou apenas nos Foios. Estive nas capeias anteriores, que se realizaram em outras freguesias vizinhas, e também foram muito boas. Reconheço que na zona raiana toda a malta é excelente ao forcão e a correr os bichos.
Para o ano haverá mais.
Viva a Raia!
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia dos Foios)

jmncampos@gmail.com

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Segunda-feira é dia de publicar a «Imagem da Semana». Ficamos à espera que nos envie a sua escolha para a caixa de correio electrónico:
capeiaarraiana@gmail.com

Data: 18 de Agosto de 2008.

Local: Fóios.

Legenda: Capeia Arraiana nos Fóios com as bancadas repletas de espectadores.

Autoria: Kim Tutatux.

Clique na imagem para ampliar

LISTAS NAS 40 FREGUESIAS DO CONCELHO
FREGUESIAS CDS-PP CDU MPT PS PSD INDEP.
Águas Belas x x SIM SIM SIM x
Aldeia da Ponte x x x x x SIM
Aldeia da Ribeira x x SIM SIM SIM x
Aldeia Santo António SIM x SIM SIM SIM x
Aldeia do Bispo x x SIM x SIM

x
Aldeia Velha x x SIM x x SIM
Alfaiates x SIM x x x SIM
Badamalos plenário
Baraçal x x x x SIM x
Bendada x x SIM SIM SIM x
Bismula x x SIM SIM SIM x
Casteleiro x x SIM SIM x x
Cerdeira x SIM x x SIM x
Fóios x x x x x SIM
Forcalhos plenário
Lageosa da Raia x x x x x SIM
Lomba plenário
Malcata x x x SIM SIM x
Moita Jardim x SIM x SIM x x
Nave x x x SIM x x
Penalobo x x x x SIM x
Pousafoles do Bispo SIM x x x SIM SIM
Quadrazais x x SIM SIM SIM x
Quintas São Bartolomeu x x x SIM SIM x
Rapoula do Côa x x x SIM SIM x
Rebolosa x x x SIM SIM x
Rendo x SIM x SIM SIM x
Ruivós plenário
Ruvina plenário
Sabugal x SIM SIM SIM SIM x
Santo Estêvão x x SIM x x SIM
Seixo do Côa x x SIM SIM SIM x
Sortelha x x x SIM SIM x
Soito x x SIM SIM SIM x
Vale das Éguas plenário
Vale de Espinho x x SIM SIM SIM x
Valongo do Côa plenário
Vila Boa x x x x SIM x
Vila do Touro x SIM x SIM SIM x
Vilar Maior x x x x SIM x
Total 2 6 14 20 24 7

A Associação dos Amigos de Ruivós marcou para o fim-de-semana de 8 e 9 de Agosto diversas actividades com destaque para a Capeia Arraiana nocturna e a assembleia geral anual no sábado e a feira anual no domingo.

Antecipando o segundo aniversário (14 de Agosto) a Associação dos Amigos de Ruivós convidou todos os sócios e amigos de Ruivós para um almoço nas instalações da sede. A confraternização foi antecedida da assembleia geral anual e teve o seu epílogo com a realização da capeia arraiana nocturna. A festa raiana com forcão dos toiros realizou-se pelo segundo ano consecutivo e juntou à volta da praça dezenas de aficionados.
A capeia arraiana de Ruivós ainda não pertence à primeira divisão da elite das terras raianas. Mas tal como no futebol talvez seja um dia candidata à subida.

GALERIA DE IMAGENS  –  RUIVÓS  –  8-8-2009
Fotos Capeia Arraiana – Clique nas imagens para ampliar

jcl

Acto Único com três cenas. Os tempos são actuais e passam-se na capital de Portugal. Personagens: Joana (psicóloga), marido, Campos e Manuela. Cenário: sala, secretária, relógio de mesa, etc., etc.

João Valente

Cena I – Joana, Marido (vestidos para a cerimónia e prontos para sair). Uma paciente (Que logo sai, à porta do fundo).
Joana – Sim, senhora sim, senhora! Avie essa receita. Maracamos nova sessão para daqui a oito, pela mesma hora.
Paciente – E estes comprimidos são para tomar como de costume? (exibe o papel da receita.)
Joana – Reduz a dose… meio cumprimido ao deitar e chega!
Paciente – Concerteza senhora doutora. (sai.)
Marido – (Entrando por uma porta interior e sentando-se.) – Sempre entras nas listas desta vez?
Joana – Duvido…
Marido – Porquê?
Joana – O Louçã ainda está de trombas por causa da campanha!
Marido – Para que te meteste nessa treta?
Joana – (Ainda passeando.) – E quem imaginava que o Soares estava acabado?
Marido – Bem te avisei…
Joana – Se não for no Bloco, vou noutro… Verás!
Marido – Fia-te na Virgem e não corras.
Joana – Estamos atrasados para sair…
Marido – (Consultando o relógio de mesa.) – Há duas horas e dois minutos.
Joana – (Embonecando-se ao espelho.) – Creio que não chegamos a tempo.
Marido – E o táxi na porta há tanto tempo? Vamos?
Joana – Vamos. (Vão saindo. Batem palmas.)
Ambos – Bateram.
Marido – Quem é?
Campos – Sou eu.
Joana – Eu quem?
Campos – (No mesmo.) – Um amigo.
Joana – Entre quem é.
Marido – (Espreitando à janela.) É o Campos das obras públicas! Conheces… (Entra Campos. Pisa macio e fala descansado.)

Cena II (Os mesmos e Campos)
Campos – (À porta do fundo.) – Dás licença, Joaninha?
Joana – Entra. (Vai outra vez por a mala na secretária.)
Campos – (Entrando e sentando-se numa poltrona que deve estar no meio da cena.) – Não te incomodes. Estou muito bem. E tu como tens passado desde a campanha do velho?
Joana – Bem, obrigado. O que pretendes?
Campos – Ah! Passava na rua… Vais no bloco?
Marido – Que bloco?
Joana – O de esquerda, qual havia de ser?
Joana – Não.
Campos – Pois estás com azar! (Sinais de impaciência em Joana e Marido.) O Louçã ainda não esqueçeu as presidenciais… (Recosta-se na poltrona.) Estou a ver…
Joana – (Interrompe-o.) – Ó Campos, temos muita pressa e não, podemos perder tempo. Íamos sair quando chegaste…
Campos – (Erguendo-se.) – Nesse caso… Fica para outro dia… Eu vim só trazer um recado, mas… (Cumprimenta.) Joana… Caro amigo… (Vai saindo.)
Joana – Vem cá; explica já agora o que pretendes.
Campos – (Voltando-se e preparando-se como para um discurso, sibilino.) – Somos amigos…
Joana – Nem tanto…
Campos – Há um lugar em aberto na lista por Coimbra… Que me dizes?
Joana – Digo-te o quê?
Campos – Estarias interessada?
Joana – E tu a dar-lhe!
Marido – Deixa-o para lá. (Vai para junto de Joana.) Que maçador! Não chegaremos a tempo.
Joana – E quem faz o convite?
Marido – (Olhando o relógio.) – Estamos atrasados.
Joana – Estamos com pressa…
Campos – O nosso primeiro… É evidente…
Joana – Não sei… Assim de repente… Bem vês!…
Marido – (Olhando o relógio.) – Estamos atrasados.
Campos – Se aceitares… Arranja-se mais um tacho de bónus… Que dizes?
Joana – Não sei…
Marido – (Olhando o relógio.) – Que seca!
Campos – Assim na tua área… Que achas?
Joana – Passa bem.
Campos – Mas, Joana…
Marido – Viva. (Volta-lhe as costas.)
Campos – Olha que te arrependes… (Saída falsa.)
Joana – Safa!
Marido – Vamos, Vamos quanto antes! pode vir outro… (Vão saindo.)
Campos – (Voltando.) – Já agora…
Joana – Outra vez?
Marido – Assustou-me até!
Joana – (Agarrando a mala.) Que pretendes agora?
Campos – E que dizias com um lugarzinho no governo também?
Ambos – Irra!
Campos – Tableau. (Desaparece.)

Cena III (Joana e Marido)
Joana – Vês, homem; vês como uma pessoa perde a cabeça?
Marido – Sim, sim, mas vamos, anda daí!
Joana – (Caindo na poltrona.) – E que dor de cabeça me fez este gajo!…
Marido – Espera… vou buscar a garrafinha de água-flórida. (Sai e volta com a garrafinha.)
Joana – Depressa… depressa, homem! (O marido esfrega-lhe as frontes com água-flórida.) Bem… chega… aliviou… Aí! que ferroadas! deita a garrafinha em cima a mesa e vamos, vamos! (O marido deita a garrafinha sobre a mesa e vai dar o braço a Joana.)
Marido – Vamos! (Saem e voltam.) Esqueci-me das chaves. (Entra à direita baixa.)
Joana – (Falando para dentro.) Que demora, homem, que demora! Ainda há- de vir mais alguém, verás! (Passeia.) Então não achas essas chaves! Aí! minha cabeça! (Quebra-se alguma coisa dentro.) O que foi isso?! O que foi isso?! (Corre também para a direita baixa.)
Marido – (Dentro.) – O meu frasco de água de colónia!
Joana – (Dentro.) – Que pena!
Marido – (Dentro.) – Ah! cá estão as chaves! (Voltam à cena, de braço dado e dirigem-se para a porta.)
Joana – Já estou cansada. (Procura na mala.) Não tenho lenço.
Marido – Oh que maçada! Quanto mais pressa, mais vagar. (Sai correndo pela direita baixa.)
Joana – Vê na cómoda!
Marido – (Voltando com um lenço na mão.) – Toma, toma… Gaita! (Dá-lho.)
Joana – Vamos! (Encaminham-se para a porta. Batem à porta.)
Ambos – Não!…
Joana – (Fora de si.) – Não estou em casa!
Manuela – (Aparecendo.) – Dão licença?…
Joana – (Caindo extenuada na poltrona.) – Uf!
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

O Teatro Municipal da Guarda (TMG), inaugurado há quatro anos, transformou o panorama cultural da região, contribuindo para a valorização cultural dos seus habitantes, segundo declarações de Américo Rodrigues, se director artístico.

Visita ao TMG guiada por Américo RodriguesSegundo a agência Lusa, Américo Rodrigues defende que o complexo cultural municipal revolucionar a cultura da região pelo facto de o teatro ter uma «programação contínua».
Em declarações à Lusa, o director disse que «já havia uma intensa actividade cultural e recreativa por parte das colectividades e dos grupos locais, mas o TMG, com as suas condições excepcionais, veio transformar o panorama cultural de toda a região».
O responsável sustenta que o espaço fez com que a Guarda pudesse «receber óperas, bailados e teatros de grandes produções, que até à altura não era possível» exibir na cidade.
«Pode dizer-se que houve uma revolução», disse, admitindo que o equipamento contribui «para a valorização cultural das pessoas» da Guarda, uma cidade da Beira Interior.
O TMG trabalha em parceria com outros teatros e é o único do país que integra a Rede de Teatros de Castilla y Léon (Espanha).
Para o vereador do pelouro da cultura da Câmara da Guarda, Virgílio Bento, que também falou à Lusa, a abertura do complexo cultural representou «uma lufada de ar fresco, não só para a Guarda como para toda esta região, porque finalmente pode assistir a espectáculos de qualidade».
Virgílio Bento lamenta, contudo, que seja apenas a Câmara a suportar as despesas com o seu funcionamento, reafirmando a importância de o Ministério da Cultura (MC) vir a apoiar o projecto.
Os utilizadores do espaço dão-lhe nota positiva e reconhecem a sua importância para o desenvolvimento da região.
O complexo do TMG, que foi edificado há quatro anos, custou cerca de 10,5 milhões de euros e é composto por dois cubos gigantes onde funcionam um grande auditório (626 pessoas), um pequeno auditório (164), um café-concerto e uma galeria de exposições.
No último ano recebeu e organizou 413 actividades culturais que foram vistas por 54.009 espectadores.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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