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O ministro do Ambiente, Nunes Correia e a sua homóloga espanhola, Elena Espinosa Mangana, assinaram em Penamacor esta terça-feira, 28 de Julho, Dia Nacional da Conservação da Natureza, um protocolo para a cedência de 20 linces nascidos em cativeiro em Espanha.

Reserva Natural da Serra da Malcata - Foto jusnmarO presidente da Câmara Municipal de Penamacor, Domingos Torrão, foi o anfitrião da cerimónia de assinatura do protocolo para a introdução na Serra da Malcata de linces nascidos em Espanha. O Fado, o Eucalipto, a Espiga e a Erika são alguns dos 20 linces (14 machos e seis fêmeas) integrados no Plano de Acção para a Criação em Cativeiro do Lince Ibérico que prevê a implementação em Portugal, no prazo máximo de três anos, de um programa detalhado para a reintrodução dos animais nas zonas de habitat histórico da espécie.
O ministro Nunes Correia afirmou que «a Serra da Malcata é uma zona de eleição e será uma das primeiras regiões a receber o lince». O governante e a sua homóloga espanhola sublinharam a importância do esforço conjunto dos dois países para a recuperação da emblemática espécie ibérica.
O presidente da Câmara de Penamacor, Domingos Torrão manifestou na sessão de assinatura do protocolo a vontade de receber linces. «O que queremos é o lince, porque o lince é de cá», acrescentando para reforçar o desejo que o município já registou a marca «Terras do Lince».
A Reserva Natural da Malcata, criada em 1981, está a tentar aumentar a densidade média de coelho-bravo (que representa 80 por cento da alimentação do lince). Em algumas zonas conseguiu passar de um coelho por hectare para cinco, no período de 1997 a 2006. Para isso promoveu o refúgio ao abrir clareiras e plantar centeio, construiu 180 abrigos e, em 1994 e de 1997 a 2003, repovoou a zona com 1200 coelhos.
Actualmente, Espanha tem 77 linces nos seus centros de reprodução em cativeiro. Os 20 animais que foram cedidos a Portugal virão de El Acebuche (em Doñana), La Olivilla (Raen) e de Jerez de la Frontera.

Os registos indicam 1992 para o último lince avistado em liberdade na Serra da Malcata «penamacorense».
jcl

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A cantora dos sapatos vermelhos, Rita Redshoes, que vai integrar o cartaz do concerto de abertura do Festival dos Oceanos, dia 1 de Agosto, nos Jardins de Belém, passa no dia anterior pelo Sabugal, onde actua na Festa da Europa.

Rita RedshoesO Sabugal marca o início de uma digressão de Rita Redshoes pelo País durante o mês de Agosto, onde apresentará temas do seu álbum «Golden Era». Depois do Sabugal e de Lisboa, estará no dia 2 de Agosto em Nisa, no dia 8 em Vila do Conde, dia 9 em Óbidos, dia 14 em Sines, dia 20 em Alcobaça, dia 22 em Alcains, dia 30 em Grândola.
Na actuação que fará no Festival dos Oceanos Rita Redshoes actuará com convidados especiais. Terá a seu lado, para cantarem em dueto, Daniel Bacelar, cantor que se tornou popular depois de se sagrar vencedor no concurso «Caloiros da Canção», da Rádio Renascença, sendo o prémio a gravação de dois singles. O artista gravou seis EPs e foi acompanhado ao vivo por grupos como os Siderais, Fliers e os Gentleman. Também integrará a formação no concerto de abertura do festival José Pino, o guitarrista de bandas como The Blue Jeans Band, Conjunto Mistério ou Soul Music.
Rita Redshoes, nome artístico de Rita Pereira, é uma cantora portuguesa, ex-vocalista dos Atomic Bees e que actualmente canta com David Fonseca. Ficou neste último trabalho especialmente conhecida por dar a voz na canção Hold Still. Em 2008 lançou o seu primeiro álbum a solo como Rita Redshoes, de nome «Golden Era».
plb

O tema de hoje é sobre o processo de Galileu porque é sempre actual e interessante, quanto mais não seja, pela controvérsia que suscita.

João ValenteA verdade é que a Igreja não «condenou» Galileu Galilei por este acreditar na mobilidade da terra, e na centralidade e imobilidade do sol como se diz. Passo a explicar:
O sistema heliocêntrico, como hipótese astronómica baseada em cálculos matemáticos e observações reais, já havia sido formulado por Copérnico no seu De Revolutionibus orbium coelestium e há dois séculos e meio pelo Bispo de Lisieux, Nicolau de Oresme, e era aceite, como hipótese astronómica, por membros do clero como o cardeal Giovanni Ciampoli, o cardeal Maurizio da Savóia e o padre Orazio Grassi, grande adversário das «heresias» de Galileu.
Os motivos pelos quais estes membros do clero, embora o aceitando como hipótese, ainda não defendiam o heliocentrismo abertamente, eram dois: Prudência , pelo facto de não haver, até então, provas suficientes a tornar o heliocentrismo seguro (a completa superação do sistema tradicional Ptolemaico pelo heliocentrismo, atemorizava pela novidade revolucionária); e pela eficácia das medidas astronómicas baseadas no sistema geocêntrico (o sistema Ptolemaico baseava-se também em cálculos matemáticos e astronómicos a que se contrapunham os do heliocentrismo).
Esta reserva prudente explica-se também porque a Igreja, seguindo a «teoria da boa ciência» de Santo Alberto Magno entendia que a prova pelos sentidos [a indução] era a mais segura no estudo da filosofia natural, e situava-se acima da teoria sem observação (Meteoros 3, tr. 1, c. 21) e que a experiência, através de repetidas observações, é a melhor mestra no estudo da natureza (Sobre os animais 1. c. 19) competindo à ciência natural não aceitar simplesmente o que foi narrado. Cabendo-lhe, muito mais, a serviço da filosofia natural, buscar as causas das coisas naturais (Sobre os minerais 2, tr. 2, c. 1).
Resumindo: Para os membros da Igreja que já admitiam no tempo de Galileu a hipótese do heliocentrismo, este ainda não possuía observações que o comprovassem seguramente, nem experiências, com observações repetidas, e muito menos buscava a sua demonstração em causas naturais.
O Padre Cristophoro Grienberg, matemático jesuíta, interlocutor científico favorável a Galileu e seu contemporâneo, também admitia como hipótese científica o heliocentrismo, mas expressou algumas reservas, precisamente porque nenhuma experiência ou demonstração permitia tornar certa e segura a verdade copernicana (Apud. Pietro Redondi, Galileu Herético, Editora Schwarcz Ltda, São Paulo, p.18.).
Por isso se compreende que o próprio inquisidor de Galileu, São Roberto Bellarmino (cardeal), afirmasse numa carta ao padre Foscarini, que também havia publicado uma teoria sobre o heliocentrismo, o seguinte:
«[…] eu digo que se houvesse uma demonstração verdadeira de que o Sol está no centro do Mundo e a Terra no terceiro Céu, e que o Sol não circula a Terra, mas a Terra circula o Sol, então, ter-se-ia de proceder com grande cuidado em explicar as Escrituras, na qual aparece o contrário. E diria antes que nós não as entendemos, do que, o que é demonstrado é falso. Mas, eu não acreditarei que exista tal demonstração até que esta me seja mostrada.» (Carta do Cardeal São Roberto Bellarmino ao padre Foscarini, 12 de Abril de 1615).
Isto é; para São Roberto Bellarmino, a haver qualquer discordância entre o heliocentrismo e as Sagradas Escrituras, seria porque não as entendíamos e não porque estas fossem falsas. Contudo, admitindo-o como hipotético, não acreditava que o heliocentrismo estivesse provado, até que lhe fosse cabalmente demonstrado.
GalileuEsta doutrina do cardeal Bellarmino sobre a relação complementar e não necessariamente antagónica entre a ciência e a fé, viria a ser consagrada alguns séculos depois na seguinte passagem da encíclica Providentissimus Deus de Leão XIII:
«Nenhum desacordo real pode certamente existir entre a teologia e a física, desde que ambas se mantenham nos seus limites e segundo a palavra de Santo Agostinho, tomem cuidado de nada afirmarem ao acaso, nem tomarem o desconhecido pelo conhecido» e «Quanto a tudo o que, estribando-se em provas verdadeiras, nossos adversários nos puderem demonstrar a respeito da natureza, provemos-lhes que não há nada contrário a esses fatos nas nossas Santas Letras. Mas, quanto ao que eles tirarem de certos livros seus e que invocarem como estando em contradição com essas Santas Letras, ou seja, com a Fé católica, mostremos-lhes que se trata de hipóteses, ou que absolutamente não duvidamos da falsidade dessas afirmações.» (In Gen.op. imperf.,IX,30) (Documentos Pontifícios, Providentissimus Deus, pg.28).
Isto é; se alguma tese da ciência moderna contradiz as Sagradas Escrituras, isso abre duas possibilidades: ou a contradição é aparente, ou a ciência moderna errou.
Como vemos, é o próprio inquisidor de Galileu, muito antes de Leão XIII, que afirma que o heliocentrismo nunca porá em causa as Escrituras. Não foi portanto esse o motivo da condenação de Galileu.
A verdade é que as teorias de Galileu eram muito mais do que científicas; tinham um profundo misticismo com raízes cátaras e pagãs.
Para Galileu, havia um espírito que aquecia e fecundava todas as substâncias corpóreas, o qual partindo do corpo solar se propagaria com enorme velocidade pelo mundo inteiro.
Este espírito que aquece e fecunda é curiosamente a mesma Luz Primordial e agente criador, adoptado no simbolismo maçónico, que irradiando por todos os lados em simultâneo, emana de um centro que não está localizado em parte alguma, mas que cada ser pode encontrar em si. (Oswald Writh, O Simbolismo Hermético Na Sua Relação Com A Franco-Maçonaria; Hugin Editores Lda. 2004, pág.122).
Falando dessa mesma Luz, numa carta ao padre Pietro Dini (felizmente os sábios do renascimento trocavam correspondência entre si), dizia Galileu que era uma substância espiritualíssima, sutilíssima e velocíssima que difundindo-se pelo universo penetra tudo sem resistência, aquece, vivifica e torna fecunda todas as criaturas viventes. (Carta de Galileu a monsenhor Pietro Dini, 23 mar.1615, Opere, V, p.289).
A substância espiritualíssima de que fala Galileu é também curiosamente o Fogo Vital da simbologia maçónica, «inerente a toda a célula orgânica e a todos os átomos minerais», que «propaga indefinidamente os seus raios, de tal modo que de todos os seres individualizados desprende-se uma radiação luminosa difundida através do espaço.» (ainda Oswald Writh na obra citada, pág. 123). A substância espiritualíssima ou fogo vital, seriam o «sopro divino» que existe em todas as criaturas.
Galileu defendia portanto mais que o heliocentrismo. Defendia, exemplificando com este, uma metafísica do Sol como símbolo de Deus, um verdadeiro triunfo da Luz, com referências textuais ao livro do Génesis e aos salmos:
«No princípio, quando Deus criou os céus e a terra, a terra era informe e vazia, as trevas cobriam o abismo… Deus disse: Faça-se a luz. E a luz foi feita. Deus viu que a luz era boa e separou a luz das trevas…» (Génesis)
«Deus colocou no sol o seu tabernáculo (…). Ele tal qual esposo que sai do próprio tálamo, saltou como um gigante para escapar.» (Salmo XVIII).
É certo que, sob a escolta de Dionísio Areopagita, Galileu fez a concordância do Génesis e do Salmo XVIII com as ideias sobre a emanação da luz celeste e terrestre, baseada em Hermes Trimegisto, que via a Luz como um espírito emanado de uma fonte eterna; o Sol.
Mas de facto, para Galileu, o Sol simbolizava Deus; e contemplar a Luz era apreciar o «sopro divino» que emana de todas as criaturas.
A condenação de Galileu nunca foi portanto a negação do heliocentrismo como verdade científica, mas a forma de eliminar este simbolismo hermético, que ao difundir-se através de uma figura de prestígio, ameaçava tornar-se uma séria heresia pela semelhança com o pagão culto de Mitra (Deus-Sol).
Sendo assim, a Igreja condenou em Galileu as crenças esotéricas; nunca a teoria do heliocentrismo que ela própria já admitia com hipótese.
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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