O V Congresso de Arqueologia do Interior Norte e Centro de Portugal decorre entre 13 a 16 de Maio nos concelhos de Pinhel, Mêda, Figueira de Castelo Rodrigo e Vila Nova de Foz Côa.

Estátua Menir em LongroivaOs municípios da Beira Interior Norte, Pinhel, Mêda, Figueira de Castelo Rodrigo e Vila Nova de Foz Côa, participam, entre os dias 13 e 16 de Maio, no V Congresso de Arqueologia do Interior Norte e Centro de Portugal.
No programa destaca-se na quinta-feira, 14 de Maio, a sessão «Pré-História e Romanização» na Casa Municipal de Cultura da Mêda, organizada pela ACDR de Freixo de Numão, pelo Parque Arqueológico do Vale do Côa e a Associação Para a Promoção da Arte e Cultura do Vale do Côa e Douro Superior.
O presidente do Município da Mêda, João Mourato, destacou «a importância desta realização de grande alcance cientifico e histórico, favorável ao debate, estudo, encontro de ideias e soluções para um dos vectores importantes que integram a nossa afirmação como povo: a nossa História». «Porque não presente sem passado e não há futuro sem compreendermos ambos. A dimensão e a riqueza que os sítios arqueológicos, os monumentos, os testemunhos legados pelo passado, as manifestações culturais, artísticas, enfim, um património colectivo que nos honra, merecem ser estudados e divulgados e transmitidos às novas gerações para que também elas alicercem o seu futuro», acrescentou ainda o autarca da Mêda.
Entre os participantes no colóquio da Mêda estão, entre outros, especialistas como Francisco Sande Lemos e Cala Braz Martins, Pedro Carvalho, António Sá Coixão, Pedro Pereira e Pilar Reis.
Na parte da tarde e antes do debate final intervêm Marcos Osório e Paulo Pernadas explicando os «Indícios de vitrificação da muralha proto-histórica do Sabugal Velho».
As jornadas na Mêda encerram com uma visita guiada ao sítio arqueológico do Vale do Mouro (Coriscada).
aps

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