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O maior mercado abastecedor do Oeste Peninsular abre dia 18, em Salamanca. O Mercasalamanca implicou um investimento de 40 milhões de euros e está orientado para agricultores e comerciantes da região centro de Espanha e das cidades portuguesas da Guarda, Viseu, Aveiro, Coimbra e Porto.

MercasalamancaO novo Mercasalamanca, maior mercado abastecedor agroalimentar do Oeste Peninsular, vai ser inaugurado no próximo dia 18 de Maio, concluindo um investimento de 40 milhões de euros.
As novas instalações situadas nos arredores de Salamanca, ocupam uma área de 250 000 m2 e passam a comercializar diariamente produtos frescos para o retalho, tais como frutas e hortaliças, peixe e carne.
Ao mesmo tempo, o Mercasalamanca é um centro de negócios agroalimentares orientado para agricultores e comerciantes da Península Ibérica, com enfoque na região centro de Espanha e nas cidades portuguesas da Guarda, Viseu, Aveiro, Coimbra e Porto. As obras de construção do Mercasalamanca iniciaram-se em 2005.
Segundo uma nota da organização, o Mercasalamanca é a opção mais vantajosa e rentável para os retalhistas lusos, dada a excelente relação distância/preço. O Mercasalamanca fica a 50 minutos da fronteira com Portugal, ligado directamente por auto-estrada à cidade do Porto.

Veja o portal oficial do Mercasalamanca Aqui.
jcl

A Câmara Municipal de Trancoso lançou um concurso, onde está previsto o investimento de 1,2 milhões de euros, para a construção do Centro de Interpretação Judaico a localizar na antiga Judiaria de Trancoso. No âmbito da candidatura do Programa de Regeneração Urbana está programada a requalificação do Largo Luís Albuquerque com a instalação de mobiliário urbano adequado e embelezamento.

Centro de Interpretação Judaico de TrancosoDecorreu em Trancoso, há cerca de 15 anos, o Primeiro Encontro Internacional da História das Beiras e dos Judeus Peninsulares que reuniu judeus portugueses oriundos das zonas de Guarda, Trancoso, Foz Côa, Moncorvo, Belmonte, Lisboa, Porto, Bragança, Fundão, Covilhã e Coimbra, entre outras. Estiveram ainda presentes elementos de Israel, Estados Unidos, Argentina, França, Bélgica, Espanha, Itália, membros de associações judaicas e das Associação Judaica Rosh Pinah e da Associação de Amizade Portugal-Israel, sedeadas na Guarda, promotores do encontro em parceria com a Câmara Municipal. Na altura foi salientada a importância desta cidade e da sua tradição judaica para a criação de um Centro Interpretativo dedicado à presença hebraica nesta região.
O Centro de Interpretação Judaica Isaac Cardoso que o Município de Trancoso vai construir, com um investimento de 1,2 milhões de euros, tem como objectivos a valorização, registo, defesa e promoção de diversos elementos ligados à cultura judaica, em particular à Comunidade Hebraica de Trancoso.
O presidente da Câmara Municipal, Júlio Sarmento, pretende que este equipamento venha a ser «um lugar de investigação, estudo e debate de ideias, temas e culturas relativas às religiões, mas também sobre a Tolerância, tendo como base um conjunto documental e bibliográfico e promovendo parcerias com entidades nacionais e estrangeiras, nomeadamente do Brasil, Holanda, Espanha, Estados Unidos e Israel com o objectivo de obter o máximo de investigação sobre os Judeus de Trancoso».
A criação de prémios de investigação, publicação de teses e trabalhos de investigação e artigos científicos nesta área em parceria com instituições congéneres, a realização de seminários, simpósios, congressos, dando continuidade às Primeiras Jornadas do Património judaico na Beira Interior realizadas em Trancoso em 2005, visitas de estudo e visitas guiadas vocacionadas principalmente para o turismo cultural e religioso, são alguns dos fins a que se destina o Centro de Interpretação Judaica Isaac Cardoso.
Fernando Cardoso, aliás Isaac Cardoso nasceu no início do século XVII em Trancoso. Foi viver em 1610 para Espanha com a família. Aqui estudou e doutorou-se em Salamanca. Médico, filósofo e defensor do judaísmo, foi uma das figuras proeminentes da época e das personalidades mais ilustres de Trancoso.A autarquia vai, igualmente remodelar a iluminação do Centro Histórico de Trancoso por forma a enriquecer o ambiente o urbano tornando-o mais visível e atractivo. A intervenção corresponde a um investimento estimado em 700 mil euros.
aps

O Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou junto à fronteira de Vilar Formoso um conjunto de controlos móveis, em cooperação com outras entidades, visando a visando o controlo de pessoas e veículos suspeitos.

GNRSegundo o comunicado semanal da GNR, no dia 28 de Abril o Comando Territorial da Guarda levou a efeito uma operação em colaboração com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e a Direcção-Geral das Alfândegas e Impostos Especiais sobre o Consumo (DGAIEC). A acção destinou-se à fiscalização rodoviária e prevenção criminal, tendo sido elaborados seis autos de contra-ordenação por infracções à legislação rodoviária.
No dia 2 de Maio, efectuou-se uma outra operação de controlos móveis multifuncionais na fronteira de Vilar Formoso, com a colaboração da Guardia Civil de Espanha, destinada ao controlo de pessoas e veículos suspeitos. Da acção resultou o controlo de 160 pessoas e a fiscalização de136 veículos, tendo sido elaborados quatro autos de contra-ordenação.
Foram ainda realizadas sete operações no âmbito da fitossanidade florestal, também na zona de fronteira com Espanha, direccionadas para a fiscalização do nemátodo do pinheiro. Foram fiscalizados 361 veículos e elaborados 18 autos de contra-ordenação.
Na semana passada, de 27 de Abril a 3 de Maio, a GNR egitaniense registou 56 ocorrências criminais. Dentre os crimes houve 14 furtos: dois em veículos, dois em edifícios públicos, dois em instituições de solidariedade social, três em residências e cinco outros furtos.
Na mesma semana foram detidos oito indivíduos. três por desobediência à autoridade (recusa efectuar teste Alcoolemia), três por condução sem habilitação legal e dois por mandado judicial.
Foram elaborados 291 autos de contra-ordenação, pelas seguintes infracções: 249 à legislação rodoviária, 37 à legislação da natureza e ambiente e cinco à legislação policial.
Registaram-se 22 acidentes de viação, sendo 13 por colisão e oito por despiste. Dos sinistros resultaram três feridos graves e oito leves.
Efectuaram-se sete acções de sensibilização e demonstração pelos Núcleos Escola Segura (NES) e equipas cinotécnicas, de Cavalaria e Posto de Montanha, nos concelhos da Guarda, Gouveia e Aguiar da Beira, subordinadas aos temas «Segurança Rodoviária» e «Segurança na Escola». Nas acções estiveram presentes 775 alunos 70 professores.
No âmbito das comemorações do 98º Aniversario da GNR o Comando Territorial efectuou, na cidade de Seia, uma acção de demonstração de meios humanos e materiais, afectos à actividade operacional.
plb

No dia 17 de Maio, domingo, a freguesia do Casteleiro, concelho do Sabugal, vai homenagear a memória da Professora Maria Lucinda Gouveia Pires, antiga presidente da Junta de Freguesia e vereadora da Câmara Municipal do Sabugal.

lucindaA homenagem inclui a inauguração de um busto da antiga autarca, que ficará instalado no Largo de S. Francisco, no centro da aldeia. O acto foi decidido pela Assembleia de Freguesia do Casteleiro e o programa iniciar-se-á ao meio-dia, com a celebração de uma missa por alma da falecida, seguindo-se depois o descerrar do busto, e algumas intervenções públicas.
A evocação da antiga autarca acontece passado precisamente um ano e sete meses do seu inesperado falecimento, na sequência de acidente vascular cerebral.
Lucinda Pires foi durante anos presidente da Junta de Freguesia da sua terra natal, onde realizou uma obra notável, sendo também grande activista do associativismo local. Militante do Partido Socialista, foi também vereadora da Câmara Municipal do Sabugal.
O Capeia Arraiana falou com Cristina Alexandrino, presidente da Assembleia de Freguesia do Casteleiro, que nos garantiu tratar-se de uma homenagem que mobiliza as pessoas da terra, dado o grande valor e a simpatia da antiga autarca. «Decidimos realizar uma homenagem muito simples e sem grandes evocações, muito à medida da personalidade da professora Lucinda, que era também uma pessoa simples e prática, que sempre foi avessa a protagonismos. O Casteleiro e o concelho do Sabugal devem-lhe muito, pelo que decidimos imortalizar a sua memória através da colocação do seu busto no centro da freguesia».
plb

A 2.ª Edição da Festa da Pecuária, organizada pela Associação Transumância e Natureza, com o apoio da Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo e da Junta de Freguesia de Castelo Rodrigo, vai decorrer no próximo dia 9 de Maio, na Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo. O evento pretende destacar a importância da criação de gado na economia local, com destaque para a existência de produtos de grande qualidade como são o borrego regional, o queijo e o fumeiro. Este certame pretende também lembrar um sector, por vezes esquecido, que interessa modernizar, dignificar e valorizar.

Festa da Pecuária em Figueira de Castelo RodrigoA Festa da Pecuária começa com um passeio equestre que liga Figueira de Castelo Rodrigo à aldeia histórica de Castelo Rodrigo. A música tradicional de gaiteiros e concertinas ouvir-se-á pelas ruas, convidando a população e visitantes a participar na festa.
Ao início da tarde, a aldeia de Castelo Rodrigo será palco do Desfile da Transumância, em que todos poderão participar, acompanhando os rebanhos pelas ruelas do castelo, ao som de música tradicional, com gaitas de fole, bombos, pífaros e concertinas à mistura. O desfile será também animado por personagens rurais do passado, vestidas a rigor e fazendo-nos lembrar a importância ancestral da pastorícia nesta região. Os participantes poderão ainda visitar uma mostra de produtos regionais de qualidade, fazer passeios em burro mirandês e experimentar iguarias regionais num lanche verdadeiramente tradicional, com porco e borrego assados. Já à luz da lua, a festa segue com Sebastião Antunes Trio, com canções que nos recordam histórias e sons antigos da terra.
A pecuária é um dos sectores de actividade mais importantes da comunidade rural da região de Riba-Côa, na qual se insere o concelho de Figueira de Castelo Rodrigo.
A presença de um importante efectivo pecuário neste concelho tem raízes muito antigas, nomeadamente a partir da Idade Média, com os Monges de Cister do Convento de Santa Maria de Aguiar, grandes promotores da criação de gado. Durante grande parte do século XX, o concelho de Figueira de Castelo Rodrigo passou a ser uma referência pela grande quantidade, qualidade e diversidade de animais de criação. Mereciam destaque a ovinicultura e a produção mulateira, sendo este concelho o maior centro de produção e venda na região Beirã. A actividade pecuária chegou saudável até aos dias de hoje, com 20000 ovinos e perto de 1000 bovinos, que se distribuem neste concelho por quase três centenas de explorações agro-pecuárias.
Apesar dos altos e baixos que esta actividade tem sentido durante as últimas décadas, a pecuária continua a ser determinante para a vida de centenas de agricultores. A sua sobrevivência dependerá da modernização das práticas e do fomento à produção dos alimentos de grande qualidade que dela derivam (queijo, leite, carne e fumeiro).
Para além destes produtos, a pecuária apresenta hoje potencialidades para relacionamento com outros aproveitamentos socio-económicos, nomeadamente a animação turística, a protecção florestal, a silvo-pastorícia e a gestão de espécies e habitats naturais.
António Monteiro

A Marreca e a Amarela são duas mediáticas vacas do Jarmelo, na Guarda. O processo de reconhecimento da raça jarmelista iniciou-se há dez anos tendo-se concretizado há apenas dois. Logo aí os criadores da raça mirandesa entraram com uma acção judicial. Para eles tudo se parece resumir aos euros dos subsídios. Para Agostinho da Silva tudo se resume à sua crença na raça jarmelista e no desenvolvimento apoiado na divulgação das suas terras.

Raça Jarmelista

(Clique na imagem para ver o directo no programa «Nós Por Cá» da SIC.)

É digna de admiração a capacidade de «invenção» e «argumentação-espectáculo» em defesa da causa jarmelista do presidente da Junta de Freguesia do Jarmelo. No entanto, no ano passado, por altura das vindimas, o Agostinho da Silva surpreendeu tudo e todos quando declarou aqui no Capeia Arraiana que não ia recandidatar-se nas eleições autárquicas.
Depois do desaparecimento do Silva da Ima a causa pode ficar duplamente mais pobre. E subscrevemos o Américo Rodrigues quando este escreve no Café Mondego: «Contem comigo se precisarem de alguém para atirar bostas jarmelistas à cara de políticos que não percebem quanto o Agostinho é valioso.» Subscrevemos e acrescentamos: «Até porque os políticos adormecidos, incompetentes e de vistas curtas sempre tiveram muita necessidade de alcunhar e denegrir as atitudes proactivas (sem interesses adjacentes) de cidadãos empreendedores e descomprometidos».
Resta dizer que as jarmelistas Marreca e Amarela de Luís Pereira portaram-se muito bem em frente às câmaras de televisão durante o directo da jornalista Joana Latino para o programa «Nós por Cá» da SIC.

Nesta «guerra» não sou imparcial porque sou beirão, não sou imparcial porque sou amigo do Agostinho, mas, acima de tudo, não sou imparcial porque recordo da meninice as juntas de vacas jarmelistas que havia na minha aldeia. Nesses tempos a adrenalina subia até ao vermelho enquanto corriamos a pendurar-nos nos estadulhos do carro de vacas do Tio Germano quando este passava no Largo, em direcção ao caminho das «sortes» da Carvalheira. E com quatro ou cinco calções empoleirados a esvoaçar ao vento a junta jarmelista puxava o pesado carro, todo construído em madeira, seguindo em ritmo cadenciado aquela figura altiva, de aguilhão ao ombro, resguardada do sol e da poeira pelo chapéu de abas. Tenho dessas «vacas de trabalho» uma imagem perdida no tempo que ainda hoje recordo. Um dia assisti ao nascimento da bezerrinha de uma delas. Na loje escura, sempre com palha limpa, apresentava uma linda roupagem em tons claros de castanho e amarelo. Cheia de força estava sempre à espera que lhe desatasse a corda, presa à manjedoura, para ir mamar. Passados uns tempos acompanhei o meu tio ao «Mercado de Alfaiates» que se fazia, antes da subida, nos lameiros do vale junto à ribeira. Em cima do carro, guardada pelas sebes do estrume, ia a vitelinha que por lá ficou negociada por um dos muitos homens, sempre acompanhados de cajado, que a vieram examinar e regatear. No regresso os urrus da mãe-vaca a despedir-se (ou a chamar) a filha trespassaram-me a alma. E eu… nunca mais quis ir às feiras de gado com o meu tio.
jcl

Porque se há-de dizer a verdade, se é mais benéfico dizer a mentira?

António EmidioLi num jornal uma entrevista ao sacerdote, político, artista, poeta e escritor, Ernesto Cardenal, um nicaraguence que neste momento está proibido de se manifestar no seu País, a Nicarágua. Proibido de se manifestar através da palavra ou de qualquer outra maneira, sobre questões políticas, económicas e sociais, está condenado ao silêncio. Lembrei-me então das cinco maneiras usadas pelas actuais democracias ocidentais quando querem silenciar algum dissidente do sistema. Se não conseguem marginalizá-lo, por qualquer motivo, actuam da seguinte maneira:
1 – Compra-se com um bom «tacho» e promessa de muito mais, para estar calado. Mas se esse dissidente é de elevada verticalidade moral e não está à venda?
2 – Nos meios de comunicação arremete-se contra ele com toda a contundência. Numa atitude democrática, claro…Não desiste?
3 – Começam os golpes baixos, as calúnias e a ridicularização. Coisa muito usada nas ditaduras, mas nessas é a ferro quente, por aqui é muito mais suave, mas não menos real. Ainda não desiste?
4 – Convida-se para um debate, num órgão de comunicação, de preferência na televisão. Se vai é esmagado por um qualquer politicamente correcto, ajudado pelo moderador do debate. Apresentam falsas estatísticas, coisas estéreis, generalidades vazias. O dissidente defende-se com a realidade. Essa quase ninguém a conhece. Não vai ao debate porque sabe que aquilo é uma farsa? É um cobarde que só fala de cor. Mesmo assim ainda não está derrotado animicamente?
5 – Criminalização da rebeldia. Um dia é processado por algo que afirmou acerca de um senhor qualquer do sistema, condenado primeiro pela comunicação social, depois pelos tribunais.
Nas ditaduras, as vitimas são reabilitadas quando essas ditaduras caem. Nestas actuais democracias não há vítimas, era impensável, há gente que não se consegue adaptar…
Quando me refiro a democracia, refiro-me a esta que presentemente o Ocidente adoptou. A do accionista e banqueiro. A do poder económico. Não me refiro à Democracia da dignidade e do respeito pelos cidadãos, Democracia onde são estes últimos que escolhem os seus governantes.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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