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A Junta de Freguesia do Sabugal, num acto de grande nobreza, homenageou um filho ilustre da terra: o escritor e jornalista Manuel António Pina.

Homenagem a Manuel António Pina (Foto by Kim Tomé - www.tutatux.com)Foi no passado sábado, dia 4 de Abril, que o Sabugal recebeu o seu filho ilustre e lhe prestou preito.
As iniciativas programadas começaram no Auditório Municipal, cedido pela empresa Sabugal+ para o efeito.
Arnaldo Saraiva falou da obra literária de Manuel António Pina. E a voz de Saraiva é uma voz autorizada nesta matéria. É professor universitário, investigador científico e literário, ensaísta, cronista e também poeta, tendo sido recentemente eleito Sócio Correspondente da prestigiada Academia Brasileira de Letras.
Foi pois este insigne pensador que ao início da tarde, no primeiro momento da homenagem a Manuel António Pina, reflectiu sobre a sua obra escrita, abordando-a nas suas diversas facetas.
Manuel António Pina como adepto do Sporting e cronista multifacetado, onde o desporto é também um dos seus temas. Saraiva leu mesmo uma crónica magistral do homenageado.
Manuel António Pina como poeta de ampla obra publicada e vencedor de vários prémios. Autor de uma poesia reflexiva e conceptual, que persegue a sabedoria como forma de harmonizar o mundo.
Manuel António Pina enquanto autor infanto-juvenil, sendo nesta vertente um dos escritores mais inventivos, que domina a arte de brincar a sério com as palavras.
Para o orador a obra literária de Manuel António Pina evidencia um autor de boa formação teórico-crítica, feita à margem das academias.
Arnaldo Saraiva leu e interpretou quatro poemas do homenageado e concluiu a intervenção dizendo que Manuel António Pina criou com poemas um castelo e um rio que corre e fecunda as nossas terras, numa evocação ao Sabugal, terra que o viu nascer.
Depois tomou a palavra o homenageado, que agradeceu o acto que ali se realizava, que ele teve de aceitar, pois as homenagens, mesmo excessivas, são actos de estima. «De repente, reencontrei-me com as minhas raízes», disse o homenageado, que falou da sua infância e adolescência, passadas de terra em terra devido à profissão do pai, fazendo amigos e desfazendo-se deles logo a seguir.
Para Manuel António Pina o regresso a casa está sempre na memória e confessa que a sua poesia é sobretudo feita de memórias. Por isso os lugares da sua infância, incluindo o Sabugal, terra onde nasceu e de onde saiu muito novo, estão presentes em muitos dos seus poemas.
Um primo do homenageado, vindo de Aldeia Viçosa, terra do seu pai, veio ao Sabugal para lhe fazer uma surpresa em nome desse ramo da família: a interpretação de um seu poema musicado.
Depois os convidados saíram do auditório e foram à Praça da República, onde o autor descerrou a placa colocada em sua homenagem: «Nesta casa nasceu o escritor e jornalista Manuel António Pina».
O vereador António Robalo, que representou a Câmara Municipal, levou o homenageado e a assistência ao salão nobre, onde lhe ofertou algumas das publicações da autarquia e recebeu das mãos de Manuel António Pina, uma colecção completa dos seus livros para a Biblioteca Municipal. O escritor Álvaro Magalhães, que também esteve presente, ofereceu igualmente uma colecção dos seus livros à biblioteca.
O programa concluiu-se na Casa do Castelo, onde a Natália Bispo, como grande entusiasta e colaboradora da organização da homenagem, ofereceu um delicioso lanche a todos os que ali se dirigiram.
Um dia memorável para o Sabugal, que pela mão da Junta de Freguesia, rendeu preito a um seu filho insigne. Um acto simples, mas de grande nobreza, que o autarca Manuel Rasteiro pegou com ambas as mãos, demonstrando assim que o Sabugal é uma terra pródiga.
plb

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A deputada social-democrata eleita pelo círculo da Guarda, Ana Manso, já saiu do Hospital de Santa Maria onde esteve internada em consequência de um desfalecimento em pleno plenário na Assembleia da República na passada sexta-feira. A parlamentar guardense já teve alta hospitalar mas ainda se encontra a recuperar na casa de familiares em Lisboa.

Ana Manso«Foi fulminante. Estava sentada ao lado da colega de Leiria que ia iniciar uma intervenção e apenas me lembro de lhe ter dito – Parece que me estou a sentir mal – e depois já não sei o que aconteceu», recordou ao Capeia Arraiana a deputada Ana Manso esta terça-feira, ao final da tarde, depois de ter tido alta do Hospital de Santa Maria onde esteve internada desde sexta-feira após um desfalecimento enquanto decorria a sessão plenária da Assembleia da República.
A parlamentar destacou a necessidade que sentiu em questionar a equipa médica sobre o que lhe aconteceu. «O nosso corpo é uma máquina perfeita que, normalmente, nos avisa quando algo não está bem e nos dá sinais de alerta, mas eu não me apercebi de nada. Tudo aponta para um conjunto de factores acumulados com cansaço e stress. O doutor José Ferro disse-me que estas situações acontecem uma vez na vida», esclareceu Ana Manso.
«Aproveito para agradecer o trabalho excepcional da equipa médica do Hospital de Santa Maria orientada pelo doutor José Ferro. Foram extraordinários», destacou Ana Manso acrescentando que «gostaria, igualmente, de agradecer a todos os que se preocuparam comigo gerando uma cadeia de solidariedade que não vou esquecer e me tocou muito».

Aproveitamos, também, para desejar à deputada guardense Ana Manso uma rápida recuperação sabendo, contudo, que é uma mulher de armas e que lhe vai ser muito difícil manter um ritmo moderado em ano de grandes desafios eleitorais.
jcl

A iniciativa da Junta de Freguesia de Ruivós, com o apoio da Associação dos Amigos de Ruivós, de colocar Internet por wireless na aldeia tem sido notícia na Comunicação Social. Ultrapassou os limites regionais e tornou-se assunto nacional… Em Ruivós há já quem diga que a chegada da Internet é comparada ao aparecimento da televisão. (Actualização.)

Ruivós no Público

Capeia Arraiana (15-3): «Internet por wireless chegou a Ruivós» Aqui.

O Interior (26-3): «Ruivós mais perto do Mundo» Aqui.
Diário Digital (4-4): «Internet Wireless chegou primeiro que esgotos» Aqui.
IOL Diário (4-4): «Internet sim. Esgotos não» Aqui.
Sol (4-4): «Aldeia não tem saneamento mas tem wireless gratuito» Aqui.
Correio da Manhã (5-4): «Banda larga chegou antes dos esgotos» Aqui.
Público (6-4): «Internet em Ruivós» Vídeo Aqui.
Nova Guarda (8-4): «Internet sem fios em Ruivós» Aqui.
A Guarda (8-4): «Internet sem fios gratuita» Aqui.

SIC (31-3): Reportagem no «Primeiro Jornal». Vídeo Aqui.
TVI (31-3): Reportagem no «Jornal da Uma». Vídeo Aqui.
RTP 1 (9-4): Reportagem no «Telejornal da Uma». Vídeo Aqui.
jcl

A Luz vem do Oriente.

António EmidioTodas as civilizações são perecedouras. A história mostra-nos isso com toda a evidência. O Ocidente (EU e UE), a nossa civilização, está a perder influência, e é muito provável que lhe tenha chegado o fim, não num futuro próximo, mas a longo prazo. As civilizações e os impérios são como os velhos guerreiros, não caem de um dia para o outro, demoram a cair. E quem virá ocupar esse lugar? Já há muito tempo que se fala no Oriente, quem não se lembra da potência económica que foi o Japão? Podemos considerá-lo o prelúdio do aparecimento das potências económicas asiáticas. O Ocidente tem que enfrentar-se de maneira cada vez mais acentuada ao desenvolvimento económico, produtivo, demográfico e militar desses países que têm à cabeça a China e a Índia.
Que armas vão ser usadas por esses países para liderarem o Mundo? O mesmo processo de Globalização criado pelo capitalismo americano e europeu: a conquista de mercados, a competitividade, a eficácia, a «cultura do esforço» e a «cultura do rendimento». Copiaram também os mesmos métodos do capitalismo da América e da Europa quando do seu auge, jornadas de trabalho esgotadoras, salários de miséria, pouca ou nenhuma cobertura social, exploração do trabalho infantil, e até a escravatura, que foi muito usada pelos USA. No Ocidente sabe-se que é assim que se trabalha nesses países, mas isso não obsta a que muitas empresas ocidentais se lá instalem para fabrico de grande parte dos seus produtos, reduzindo gastos com os salários para melhor competir no mercado.
Também a nível político vemos constantemente governantes americanos e europeus deslocarem-se à China para realizarem grandes negócios, importando-se pouco com a violação dos direitos humanos, que por lá é muito habitual. Presentemente, sem a ajuda da China, Washington não pode recuperar a sua economia, por aí se vê a potência económica que ela já demonstra ser.
Durante mais de um século a humanidade tem vivido debaixo do poder de dois partidos estado-unidenses, os Democratas e os Republicanos que desde Washington emanam as leis que pelas quais se rege o Mundo. Se o poder dos USA. for substituído pelo Chinês, as leis (principalmente as económicas) passarão a vir de Pequim, mas como na China existe um só partido, o Partido Comunista Chinês, a humanidade passará a ser regida por um partido comunista…É muito provável que alguns leitores (as) tenham começado já a rasgar as vestes ao lerem isto, não vale a pena! Muita água irá passar debaixo das pontes até que isso possa acontecer, se é que acontece. Mas uma coisa é certa, a nossa civilização perecerá para dar lugar a outra.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

O escritor, poeta e jornalista Manuel António Pina foi homenageado, este sábado, no Sabugal a terra que o viu nascer a 18 de Novembro de 1943.

Joaquim Martins - Altitude FMOs actos da homenagem a Manuel António Pina no sábado, 4 de Abril, centraram-se no Auditório Municipal do Sabugal, onde teve lugar uma palestra de Arnaldo Saraiva e a peça de teatro do grupo portuense «Pé-de-Vento». O programa incluiu, ainda, o descerrar de uma placa e visita à casa onde nasceu, troca de lembranças e oferta de livros do escritor à biblioteca municipal no salão nobre da Câmara do Sabugal, e a finalizar um porto de honra com uma mesa de luxo repleta de iguarias na Casa do Castelo.
Joaquim Martins, jornalista da Rádio Altitude, descreveu a homenagem como «Merecida. Incontornável. Pertinente. E justíssima.» «Mesmo tendo somente raízes afectivas ao Sabugal, não pude deixar de ficar de alma cheia quando ouvi Manuel António Pina – que, assumidamente, nunca teve uma grande ligação à terra – dizer agora sim, encontrei a minha casa, o meu lugar, onde posso deitar a cabeça», acrescentou Joaquim Martins.
O Capeia Arraiana publica, com reconhecido agradecimento pela disponibilidade demonstrada, a entrevista que Joaquim Martins fez a Manuel António Pina e editada por Francisco Carvalho na «Revista da Semana» da Altitude FM (90.9).

jcl

O originalíssimo livro-concertina «escrevo risco» da autoria de Américo Rodrigues, Jorge dos Reis e Zigud foi apresentado em Lisboa nas antigas instalações da Fábrica de Braço de Prata. Os riscos da memória de José Neto, pastor da Quinta da Taberna (Videmonte), foram desnudados, de forma surpreendente, no palco de um espaço onde antigamente se fabricava material de guerra. Só visto e… ouvisto.

escrevo riscoO robusto edifício da fábrica de material de guerra de Braço de Prata está protegido por grossa parede amuralhada que esconde um amplo pátio onde as árvores são sentinelas silenciosas da mutação de um espaço onde antes se fabricava material bélico e agora se respira cultura e se bebem ideias. O New York Times considerou, um dia, que a Fábrica de Braço de Prata «é um projecto aberto a todas as formas de arte, sem dogmas ou preconceitos, que se transformou no espaço cultural mais ambicioso de Lisboa».
À nossa chegada, já muito perto das 11 horas da noite, um rancho folclórico terminava a sua actuação, nos jardins exteriores. Uma ampla escadaria enquadrada numa fachada a lembrar um palacete (ou um seminário) dá acesso à porta de entrada que põe a descoberto um amplo corredor repleto de tranquilos visitantes que, em pequenos grupos, conversam e passeiam ao longo das paredes observando uma exposição de pintura.
A Fábrica de Braço de Prata é um espaço decorado de forma minimalista onde as portas, os azulejos, os mosaicos, as janelas, as salas se mantém como antes da revolução do 25 de Abril mas… transformados, agora, em espaços culturais multidisciplinares com destaque para os livros e para a sétima arte.
Os sons de uma banda de jazz ficaram mais nítidos depois de empurrar a porta que escondia a sala Nietzsche para onde estava marcada a apresentação do livro de Américo Rodrigues e companhia. Os ensaios de som, no palco, aconteceram imediatamente após as últimas notas de jazz e já com mais de uma centena de pessoas apinhadas na sala.
Américo Rodrigues, em palco, começou por referir que o pastor Zé Neto era um ser anti-social. «Tentei durante um ano falar com ele mas não consegui», foi a inédita confissão do autor dando o mote para uma invulgar apresentação que aí vinha.
«escrevo risco» é um livro-objecto inspirado na arte de um pastor da Quinta da Taberna (Videmonte), escrevinhador compulsivo que registava nas paredes de xisto da sua aldeia tudo o que ele considerava constituir memória.
O livro já se transformou em filme e está «digitalizado» com o título «Um bando de passarinhos». Uma realidade mais visual do realizador Carlos que descodificou a linguagem poética de Américo Rodrigues.
O gráfico-designer de serviço, Jorge dos Reis, chamou-lhe «estranho objecto livresco de frases do seu quotidiano autobiográfico». «É um objecto que se transformou em livro. Em livro de artistas. É um objecto colectivo a seis mãos. É um objecto dúbio em ruptura com o livro tradicional. Optámos por um objecto para dois planos 50×70 das máquinas tipográficas em offset em consequência dos limites orçamentais», explicou Jorge dos Reis desvendando de seguida que o grafismo inclui três conceitos: arado e relha, a superfície riscada da pedra e a translineação sem hifenização em ruptura com a leitura tradicional através do formato em concertina.
Deu-se início, de seguida, a uma desconcertante improvisação poético-musical para apresentação do «escrevo risco» com a presença em palco de Rodrigo Pinheiro (pianista), Rogério Neves e José Tavares (guitarras) e as superiores representações de Américo Rodrigues, José Neves e Dora Bernardo.
Só visto e… ouvisto.
«O homem que escreve nas pedras. Que olha para o céu, conta as nuvens e escreve… Risca, torna a riscar, emenda a mão. Uma mão atrapalha a outra mão…»
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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