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José Couto tem 63 anos de idade e é natural da Ilha Terceira, nos Açores. É um desportista assumido com êxitos no futebol, basquetebol e andebol mas considera-se, igualmente, um grande aficionado da festa tauromáquica. Este ano é responsável, mais uma vez, pelas Festas Sanjoaninas, e resolveu incluir duas touradas com forção (à moda da raia sabugalense) nos grandes festejos da Ilha Terceira. As Câmaras Municipais do Sabugal e de Angra já acertaram todos os pormaiores…

José Couto (Foto Jornal «A União»)Estivemos à fala, telefonicamente, com José Couto, o açoriano responsável pela divulgação da Capeia Arraiana nas açorianas Festas Sanjoaninas que decorrem este ano, entre 19 e 28 de Junho, na cidade de Angra do Heroísmo.
«Tenho 63 anos e profissionalmente pode-se dizer que fui, ou melhor, sou um desportista. Joguei futebol no Lusitânia, joguei basquetebol e andebol», começou por nos dizer José Couto que desde o primeiro contacto se disponibilizou, simpaticamente, para nos falar dos festejos.
As Festas Sanjoaninas são organizadas pela Câmara Municipal de Angra e pela Comissão das Sanjoaninas 2009. Os festejos são camarários e o presidente da comissão, alternadamente homem e mulher, é nomeado todos os anos pelo presidente da autarquia.
Miguel Costa é o nome escolhido para presidente das «Festas Sanjoaninas -Festa do Sol 2009». As diferentes áreas da festa – cortejos, gastronomia, desporto, etnografia, espectáculos e tauromania – têm, também uma pessoa responsável por cada equipa de trabalho num total de cerca de 60 pessoas que gerem um orçamento de aproximadamente um milhão de euros. José Couto é, pela quarta vez em cinco anos, o responsável pela equipa da tauromaquia e tem para investir 400 mil euros na promoção das festas dos toiros.
A 25.ª edição da Feira de São João apresenta na Monumental Praça de Toiros da Ilha Terceira um cartel de luxo com alguns dos maiores nomes do toureio internacional como os matadores El Juli e El Fundi.
– É uma programação arrojada?
– Vamos realizar 11 espectáculos com toiros. Seis corridas de praça, incluindo uma para crianças, três touradas de corda com duas para adultos e uma para crianças e duas esperas de gado, uma normal e outra para crianças. Os toiros são deixados num espaço fechado durante duas horas para que todos possam brincar com eles e depois fazem um percurso de cerca de um quilómetro à solta pelas ruas.
– Há muitos aficionados da festa tauromáquica na Ilha Terceira?
– Muitos. Temos, também, dois grupos de forcados, o Grupo da Tertúlia Tauromáquica Terceirense e o Grupo do Ramo Grande (Praia da Vitória) e 12 ou 13 ganadarias. Aliás os toiros para as touradas são todos açorianos.
– E como é que aparece uma Capeia Arraiana no programa das Festas Sanjoaninas para 2009?
– Esta terra é uma terra de toiros e todos os espectáculos tauromáquicos nos interessam. Vamos chamar-lhe «Tourada de corda com forcão». Nunca vi nenhuma Capeia Arraiana ao vivo mas já assisti na televisão a reportagens. Já há algum tempo que pensávamos trazer cá o forcão. Considero que vai ser uma forma de quebrar a monotonia trazendo alguma emoção e curiosidade por comparação com as tradicionais touradas de corda.
– Mas não têm experiência para fazer e manejar o forcão…
– Desloquei-me a Lisboa para falar com um sabugalense que é muito amigo de Rui Bento, administrador do Campo Pequeno. Acertámos pormenores, trocámos contactos e foi-me ofertado um livro muito interessante sobre a Capeia Arraiana. Posteriormente a Câmara Municipal de Angra entrou em contacto com a Câmara Municipal do Sabugal que escolheu e indicou os sabugalenses que se vão deslocar no dia 8 de Maio aos Açores para construir o forcão. Aproveito para mandar dizer que já cortámos as madeiras de acordo com as orientações que nos enviaram. Por altura das festas, em Junho, esses sabugalenses voltam para estar presentes durante as touradas. Vamos organizar duas touradas com forcão. Uma para adultos onde eu e o meu filho já decidimos que também vamos participar e outra para crianças com um forcão mais leve e com um animal adequado.

Interessante conversa com José Couto onde ficámos a saber mais pormaiores sobre a «Tourada de corda com Forcão» nas Festas Sanjoaninas nos Açores.
jcl

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A propósito da revista «Sabucale» e do artigo sobre «Armários de pedra na arquitectura tradicional do Alto Côa. Testemunhos de culto Judaico?» venho tecer algumas considerações.

Kim TutatuxNão sou historiador, pelo que não estou sujeito ao cinzentismo do rigor cientifico que o autor coloca no seu texto, permitindo-me a liberdade de admitir alguns aspectos sem esse peso que o autor aplicou no artigo.
Por essa razão, sou levado pelo conhecimento adquirido, pelo que ouvi os mais velhos dizer e opinar sobre o assunto e pelo raciocínio.
Quando em pequeno, tive oportunidade de assistir à que deve ter sido a ultima construção em pedra feita em Pouca Farinha, realizada pelo meu tio Joaquim, que não era arquitecto nem tinha estudos avançados, mas que era homem sabedor. Construiu essa casa, utilizando apenas o saber que recebeu dos nossos antepassados, recorrendo ao seu engenho, arte e ajuda de muitos amigos, que com muito esforço talharam e colocaram no seu devido sitio as lajes de granito.
Tive oportunidade de ver aplicadas na prática as técnicas de outrora, e lembro-me que o esforço era tremendo, sendo que algumas das pedras eram erguidas com recurso a ferramentas rudimentares, como rampas e alavancas construídas de madeira.
Colocar a pedra sobre a porta foi trabalho para alguns homens e levou mais de 2 dias, isto sem contar com a preparação e transporte para o local feito em carro de bois.
Casa do CasteloAo ler o referido artigo e tendo em conta o que me foi dado observar, várias foram as questões que se me levantaram.
Falo no caso da «Casa do Castelo» que é o que melhor conheço, deixando os outros um pouco à parte, sendo que o que vou dizer, são questões que também se podem colocar aos outros exemplos falados no referido artigo.
Sabendo o esforço necessário para construir uma casa de pedra, com recurso a técnicas ancestrais, por o ter presenciado, parece-me que seria demasiado tanto esforço e trabalho para construir um «Armário».
No caso da «Casa do Castelo», falamos de uma peça arquitectónica que pesa algumas toneladas composta por 9 pedras de granito, cuidadosamente talhadas, com cerca de 1,81 metro de altura por perto de 1,25 metro de largura.
Sabendo, porque presenciei, o trabalho que dá talhar no granito tais peças e o esforço que implica a sua colocação, a questão que se me coloca é a seguinte:
Será que quem construiu essas peças, as realizou com o intuito de lá colocar as «gamelas» onde se comia, e mais alguma pequena panela ou outro utensílio domestico que na época da construção eram escassos?
Lembro-me ainda bem. quando menino, em casa dos meus avós, familiares e amigos poucos eram os utensílios e mobiliário.
Na maioria existia, uma cântareira de madeira onde um ou dois cântaros continham a agua para beber com uma malga na boca para impedir a entrada de poeiras, uma ou duas panelas de ferro para cozinhar os caldos, um caldeiro para a vianda do porco, uma ou duas gamelas de onde todos comiam sentados em bancos baixos de 3 pés e algumas cucharras (colheres) e garfos de ferro.
Na época os lavatórios eram peças de mobiliário pouco comuns, e algumas casas tinham uma cadeira que se destinava a visitas importantes como o Sr. Padre ou o Sr. Doutor.
As mesas eram novidade na época e um luxo que apenas alguns tinham.
As camas eram enxergas de camisas de milho e quartos era coisa que não era comum, que a existirem não eram mais que o espaço de uma cama, até porque nas casas mais modestas chegavam a viver mais de meia dúzia de pessoas, sem cama sendo muitas vezes a «cama» um pouco de feno ajeitado, junto dos animais na loja.
Eram assim as casas modestas do povo de que eu me lembro.
O que me leva a crer que na época da construção da «Casa do Castelo» e das outras referidas, mesmo que porventura mais abastadas, seriam idênticas às mais modestas casas que conheci.
Assim, questiono-me porque razão quem construiu estas casas despendeu tanto tempo e recursos para construir um «armário» onde não cabia um cântaro?
Para construir o classificado como «armário» da Casa do Castelo utilizando as mesmas técnicas que o meu Tio utilizou, seria necessário o trabalho de muitos homens durante mais de um mês, desde a recolha da pedra até à sua colocação.
Então, será que o dono da casa iria optar por essa solução apenas para construir um «armário»?
Se fosse essa a finalidade não teria optado pela utilização da madeira, como acontecia na cântareira da minha Avó?
Então qual seria a utilidade de despender tantos recursos e matéria numa peça arquitectónica?
(Continua no próximo domingo, 29 de Março.)
«O Bardo», opinião de Kim Tomé

kimtome@gmail.com

Em resposta aos comentários, de 10 de Fevereiro de 2009, do João Duarte à minha crónia sobre a «Beira Alta, Beira Transmontana, Beira Interior», referi que tenho pena de não poder dizer que sou do Soito da Raia (…) por uma questão de melhor identificação geográfica.

José MorgadoEmbora, há muitos anos, seja corrente dizer Soito e não Souto (pelos vistos ainda é a designação oficial) mas desde a elevação a vila, também é designada «Vila do Soito», não havendo consenso, continuando-se a usar indiscriminadamente as três versões.
Não sei qual delas é a mais apropriada.
Vem isto a propósito de haver largas dezenas de aldeias e vilas com a designação de Souto, umas com acrescento outras não.
Há também anexas e lugarejos com a designação de «Soito», mas é raro.
A melhor pérola de que ouvi falar numa recente emissão radiofónica, foi do povoado “Soito da Ruiva”. É uma anexa da freguesia de Pomares, concelho de Arganil (a terra da confraria do bucho de Arganil, nada comparável ao bucho arraiano), distrito de Coimbra.
A origem do seu nome está relacionada, por um lado, com a existência de frondosos castanheiros e por outro como uma filha de cabelos ruivos, cujos pais possuíam o maior souto de castanheiros das redondezas, onde as gentes da povoação, na altura dos Magustos iam apanhar castanhas, gratuitamente, ao que chamavam «soito da ruiva», lugar pelo qual ficou conhecido o lugarejo e que deu origem a esta anexa.
Soito da RuivaO que actualmente contribui para alguma mediatização do lugar, é o facto de contar unicamente com 19 habitantes, tendo todos eles aderido às novas tecnologias de informação a 100 por cento.
Quem visitar a pagina na Internet de Soito da Ruiva, que aconselho vivamente, pode encontrar fotos identificadas de todos os habitantes e respectiva Biografia bem como uma galeria de fotografias que recordam as vivências de todos eles.
É um espanto! Deve ser caso único.
Contrariamente a Vila do Soito, está pouco familiarizada com as TIC e as tentativas individuais de criação de sites e blogues têm tido uma vida curta ou estão desactualizados e sem participação recente.

Veja a página na Internet de Soito da Ruiva aqui.

«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado
morgadio46@gmail.com

Ruralidades.

Tive o privilégio de almoçar num dos pouco sítios que existe em Portugal onde se mantêm viva a essência do mundo rural. Um local privilegiado pela serrania e pela comunhão entre o homem e natureza. Esqueçamos os pratos a rigor, os talheres a condizer e muitos outros semblantes de uma refeição de um regular restaurante.
Tendências que tendem a desaparecer a passos largos, entidades culturais de um povo que ainda continua a ser o segundo país da UE mais rural.

(Clique nas imagens para ampliar.)

«A Objectiva de…», galeria fotográfica de Pedro Afonso
pmiguelafonso@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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Em exibição nos cinemas UCI

Deste Lado da Ressurreição - Joaquim Sapinho - 2012 Clique para ampliar

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