You are currently browsing the daily archive for Quarta-feira, 11 Março, 2009.

Conversámos brevemente com Manuel António Pina, o escritor e jornalista sabugalense que no dia 4 de Abril será homenageado na sua terra natal. Por força da profissão do pai, que tinha de mudar de serviço e de localidade cada seis anos, Manuel António Pina saiu do Sabugal ainda menino, precisamente aos seis anos de idade, passando a andar de terra em terra e de escola em escola. Do Sabugal foi para Castelo Branco, depois para a Sertã, Cernache de Bonjardim, Santarém, de novo Cernache do Bonjardim, Oliveira do Bairro, Aveiro e Porto, onde acabou por se fixar. Entretanto licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e dedicou-se à escrita e ao jornalismo. Nesta breve conversa falou-nos das suas memórias de um Sabugal longínquo que, contudo, guarda na memória.

Manuel António PinaTendo saído do Sabugal aos seis anos de idade, e tendo mantido a partir daí pouco contacto com a sua terra de nascimento, que recordações ainda guarda dessa terra?
A recordação mais antiga que tenho de mim mesmo (falei dela há tempos numa entrevista a uma revista da Galiza) é uma criança de dois ou três anos, de chapéu de palha na cabeça, ao pé de uma fonte, acho que uma fonte de mergulho, circular, num largo talvez em frente de minha casa. Outra criança tira-me o chapéu da cabeça e atira-o à água. Eu – acho que sou eu essa criança – exijo-lhe que o vá buscar e mo devolva. O outro miúdo não o faz, e afasta-se rindo. Então, cheio de orgulho ferido, eu regresso a casa. Tenho medo do que minha mãe me dirá, que me castigue e me obrigue a voltar atrás para recuperar o chapéu, mas sei que não o farei. E não o farei porque não seria justo. Não fui eu quem o lançou à água, e seria uma humilhação ir buscá-lo eu. Vou preparado para tudo. Minha mãe, como previra, manda-me ir buscar o chapéu. Eu recuso e fujo para o meu quarto a chorar. Quem acaba por ir buscá-lo é a minha «ti Céu», a melhor amiga de minha mãe, a quem eu chamo de tia, e que se encontra naquele momento lá em casa com ela. Traz o chapéu de palha, e volta a pôr-mo, molhado e tudo, na cabeça. Minha mãe, à porta do quarto, observa em silêncio.
Depois tenho outras, mais recentes. A sessão organizada pela Junta de Freguesia há anos, salvo erro no Salão Nobre da Câmara, sobre os meus livros e o encontro com Maria Natália e sua mãe e a visita à casa onde nasci, além de uma breve passagem pela vila em direcção a Quadrazais, para assistir ao funeral de meu tio Juvenal Salada. Dessa viagem resultou um poema, «Ouro e prata» incluído no meu livro «Cuidados intensivos». Todas as outras memórias que tenho do Sabugal são passadas imagens confusas, misturadas com sentimentos presentes, de que falo em outros poemas: «Lugar» (de «O caminho de casa») «[Lugares da infância]» (de «Um sítio onde pousar a cabeça»), e ainda «O quarto cor-de-rosa» (sobre a casa onde nasci, que é hoje da mãe da Natália), «Branco», «Forma, só forma» e «Um casaquinho preto» (sobre o casaco, na verdade uma pequenina casaca de cerimónia, feita pela minha «ti Céu», que ainda tenho e que vesti aos dois ou três anos numa festa de Carnaval no Sabugal).
Podemos afirmar que enquanto poeta também se sentiu inspirado pelas recordações da infância no Sabugal…
A memória da infância, sonhada ou vivida (se a própria vida não é, como afirmam os budistas, um sonho), é, acho eu, um dos motores centrais da minha poesia. Em alguns dos poemas que tenho imprudentemente escrito, como os que referi, está de forma explícita e em recordações de sítios e situações concretos de que vagamente me recordo hoje e, sobretudo, na consciência mais ou menos magoada dessas recordações, que sei que são apenas isso, recordações, provavelmente, mas que sei eu?, imagens com que eu próprio fui construindo a minha memória e cuja «verdade», mais do que a dos acontecimentos distantemente invocados, é sobretudo a da própria distância e a dos sentimentos que a habitam. Há, por exemplo, outro poema «Junto à água», do meu livro «Um sítio onde pousar a cabeça» (e esse ‘sítio onde pousar a cabeça’ é justamente a infância perdida), em que julgo – nestas coisas não se pode dizer nada com certeza – falo a minha longa peregrinação por terras estranhas desde que deixei o Sabugal até hoje…

Os homens temem as longas viagens,
os ladrões da estrada, as hospedarias,
e temem morrer em frios leitos
e ter sepultura em terra estranha.

Por isso os seus passos os levam
de regresso a casa
às veredas da infância,
ao velho portão em ruínas; à poeira
das primeiras, das únicas lágrimas…

…e por aí fora.
Aliás, o tema do regresso a casa é um dos mais persistentes leitmotivs da minha poesia, e acho – até onde me é possível sabê-lo – que isso resulta de a minha vida ter sido sempre uma eterna partida, pelos motivos de que lhe antes lhe falei.
Como vê o acto de homenagem que os sabugalenses lhe preparam?
Como um regresso a casa. E levado por mãos tão amigas como as de Paulo Leitão Batista e da Natália.

«A esta hora,
– escrevo eu noutro poema –
na infância neva
e alguém me leva pela mão.
Quem me trouxe de tão
longe senta-se agora
à minha cabeceira
pegando-me na mão.
Senhor, que ao menos
a infância permaneça,
o espírito da neve / desfolhando-se no chão!»
plb

Na semana entre 2 e 8 de Março, a GNR da Guarda registou 61 crimes ocorridos em todo o distrito, deteve cinco indivíduos e registou 37 acidentes de viação.

Guarda Nacional RepublicanaSegundo o habitual comunicado semanal da GNR da Guarda, dentre os crimes registados houve 18 furtos, sendo dois de veículos, dois em veículos, três em estabelecimento comercial, um em residência e 10 outros furtos.
Foram detidos três indivíduos em flagrante delito: um por condução sob efeito do álcool, um por condução sem habilitação legal (carta apreendida), e outro por ofensas à integridade física e injúrias a militares da GNR. Foram ainda detidos dois indivíduos por cumprimento de mandados judiciais.
No dia 5 de Março o Comando Territorial da Guarda, através das Equipas de Protecção da Natureza e Ambiente, realizou uma operação na fronteira de Vilar Formoso, com o objectivo de fiscalizar o transporte e circulação de madeiras para combate ao «nematodo» do pinheiro. No decurso dessa acção foram fiscalizados 125 veículos, daí resultando a elaboração de oito autos de contra-ordenação.
Em 6 de Março realizou-se outra operação Distrital, vocacionada para o combate à criminalidade, contrafacção de vestuário e infracções fiscais e aduaneiras. Na Operação foi detido um indivíduo por excesso de álcool e foram ainda elaborados 76 autos de contra-ordenação.
No período em apreço registaram-se 37 acidentes de viação, sendo 26 por colisão e 11 por despiste, dos quais resultaram 13 feridos leves.
O Núcleo Escola Segura (NES) da Guarda realizou três acções de sensibilização, nas escolas de Amoreiras, Pínzio, Vale de Azares, Barracão e Famalicão da Serra, subordinadas ao tema «Segurança rodoviária». Estiveram presentes 111 alunos e sete professores
plb

A questão da regionalização é antiga e foi primeiramente discutida em Portugal por Amorim Girão, que em 1930 (in Esboço De Uma Carta Regional de Portugal, Coimbra, 1930), dividiu geograficamente o território continental com base nas 13 províncias geograficamente identificáveis e economicamente diferenciáveis (Minho, Trás-os-Montes, Alto Douro, Douro, Douro Litoral, Beira Litoral, Beira Alta, Beira Baixa, Beira Transmontana, Estremadura, Ribatejo, Alto Alentejo e Algarve) e na Carta Orográfica de Portugal de Barro Gomes, e que viriam a ser consagradas como entidades autónomas e autárquicas no Código Administrativo de 1936-1940. No entanto, o Estado Novo, pelo Código Administrativo de Marcello Caetano viria a consagrar apenas 11 províncias, que chegaram a funcionar como verdadeiras autarquias intermédias.

João ValenteMais tarde, em 1959, pelo fracasso destas autarquias e devido ao centralismo no rescaldo da campanha de Humberto Delgado, voltou-se aos distritos.
Depois, nos anos sessenta, por necessidade de aplicação do investimento estrangeiro e dos planos de fomento, a Câmara Corporativa propôs uma descentralização da orgânica regional, com a criação de órgãos consultivos e de coordenação, levado à prática pelo DL 46 909 de 1966, que criou junto da Presidência do Conselho um Secretariado Técnico com uma Direcção de Planeamento Regional, subdividida em Comissões Regionais de Planeamento. Foram igualmente criadas seis Regiões/Plano (Norte, Centro, Lisboa, Sul, Açores e Madeira) em que um dos objectivos era a cooperação das autoridades e interesses locais na elaboração dos respectivos planos regionais.
Finalmente, pelo Decreto-Lei n.º 203/74 as Comissões de Planeamento passaram para a tutela do MAI e aos seus presidentes foi atribuída a coordenação dos governadores civis distritais abrangidos pela respectiva área de planeamento, que são a génese das actuais quatro Comissões de Coordenação Regionais, que ainda existem.
Em 1975, o Plano Melo Antunes, que já não foi implementado devido aos acontecimentos do 11 de Março, previa a criação em cada Região/Plano de um Conselho Regional, um Gabinete Técnico e uma Assembleia Regional.
A Assembleia constituinte, viria a consagrar no artigo 255.º da CRP previa a criação de Regiões Administrativas, e no seu artigo 277.º atribuía-lhe «tarefas de direcção de serviços públicos e de coordenação e apoio à tarefa dos municípios, no respeito da sua autonomia e sem limitação dos respectivos poderes», tendo com órgãos, uma Assembleia Regional e uma Junta Regional.
Apesar de consagrada na Constituição a figura das Regiões Administrativas, ser defendida pelos diversos partidos que até apresentaram a partir dos anos oitenta projectos de concretização da previsão constitucional das Regiões Administrativas (MDP/CDE, PVE, PCP, PPM, PRD, CDS e PS) e haver uma lei-quadro (Diário da Assembleia da República, suplemento, 1 de Fevereiro de 1982 e depois o Decreto-Lei n.º 56/91 de 13 de Agosto) que regulamenta o seu processo de criação, o facto é que as Regiões foram sendo adiadas por falta de vontade política.
Todos os projectos partidários coincidiam mais ou menos na sua implantação territorial com base nas Comissões de Coordenação já existentes (excepto o PPM que retomava parcialmente as teses de Amorim Galvão), previam pelo menos oito Regiões mas divergiam e sua delimitação geográfica, concordavam quanto aos órgãos representativos das mesmas (Assembleia Regional deliberativa reunindo todos os municípios e uma Junta Regional com funções executivas), previam as competências (prossecução dos interesses próprios das populações respectivas), atribuições (ordenamento do território e ambiente, desenvolvimento económico e social, educação, cultura, saúde e assistência, juventude e desporto, abastecimento público, apoio às actividades produtivas e às acções os municípios, protecção civil), financiamento (v.g. o projecto 69/VI do PS para a nova lei das finanças locais), mas omitiam os objectivos, delimitações, localização, as sedes e a metodologia a seguir no processo de criação, o que inibiu o desenvolvimento do processo.
Estas divergências, aliadas à afirmação de que a dimensão do território nacional tornava desnecessários níveis intermédios de decisão político-administrativa em matérias que se queriam atribuir as futuras Regiões, acrescidas do facto de, à excepção do Algarve, não existirem verdadeiras regiões naturais, têm sido argumentos usados pelos adversários da regionalização.
Estes argumentos são infundados. Em primeiro lugar porque a criação de regiões ou de instituições a elas equiparadas se verifica em países de dimensão e população semelhante ou mesmo menores que as nossas, como a Dinamarca.
Depois, porque mesmo em países de maior dimensão coexistem regiões maiores com outras que não apresentarão diferença comparativamente às que provavelmente venham a ser criadas em Portugal. Por exemplo em Espanha onde a dimensão média das regiões ronda os 2,2 milhões de habitantes há as que não ultrapassam os 250 mil. Na Dinamarca a população das 14 regiões varia entre 200 e 600 mil habitantes. Em França há regiões com 270 e 700 mil habitantes. Na Itália onde as regiões apresentam uma população média de 2,8 milhões a menos populosa conta com 115 mil. Mesmo na Alemanha há regiões que abrangem uma população de 1,5 milhões de habitantes ou seja significativamente menores que pelo menos 2 das possíveis regiões administrativas a criar em Portugal.
Sublinhe-se que a área média das regiões é de 3070 Km2 na Dinamarca, 3290 na Holanda, 10170 na Bélgica e 15060 na Itália. Áreas que, de resto, se aproximam ou ficam mesmo aquém das que, por exemplo, as regiões do «Alentejo», «Estremadura, Oeste e Ribatejo» ou «Beira Interior», virão a deter.
Por último, a tradição histórica vai no sentido de existirem divisões regionais com base nas quais foi definida a área de actuação territorial da Administração Pública. Desde a Revolução Liberal houve estruturas intermédias eleitas entre o município e a Administração Central, excepto nos períodos de centralismo e/ou ditadura.
(continua.)
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

No passado sábado, dia 7 de Março, teve lugar, em Miranda do Douro, a apresentação do AECT – Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial. Foi num local paradisíaco. O dia, de um sol esplêndido, deu mais brilho às cerimónias.

José Manuel CamposOs Presidentes das Juntas do Município de Sabugal, aderentes ao A.E.C.T., foram transportados num autocarro da empresa «Viúva Monteiro», contratado pelo Município, já que o autocarro da Câmara estava comprometido para esse dia.
Agradecemos o gesto visto que através das viaturas particulares seria bastante mais difícil e complicada a deslocação.
Chegámos por volta das onze horas e as cerimónias apenas se iniciaram um pouco depois do meio-dia. Durante essa hora de espera deu para fazer umas bonitas fotos e admirar o Douro que corre num desfiladeiro digno de uma visita mais demorada.
Pouco antes do meio-dia começaram a chegar as entidades oficias com especial destaque para os dois Secretários de Estado, Deputados, Presidentes de Câmara e outras.
Abriu os trabalhos o Sr. Presidente da Câmara de Mogadouro visto que foi neste Município que mais se trabalhou para a constituição do A.E.C.T. De seguida usou da palavra o homem que mais tem trabalhado para que o agrupamento se tivesse constituído. José Luís, Alcalde de Trabanca.
Presidentes de Junta de Freguesia do concelho do SabugalChegou o momento de usarem da palavra os Secretários de Estado, de Portugal e España. Tanto um como o outro manifestaram o reconhecimento do A.E.C.T, por parte dos dois governos, tendo felicitado os seus promotores e todos os responsáveis pelas instituições aderentes. Câmaras, Juntas de Freguesia e Ayuntamientos.
Depois dos discursos as entidades deslocaram-se até ao cais onde se encontrava um barco turístico que, num gesto simbólico, se deslocou até ao meio das águas do rio Douro tendo aí assinado os documentos respectivos.
De realçar a actuação de um jovem grupo de pauliteiros que abrilhantou a festa num verdadeiro dia de Primavera. Ou não estivéssemos em Miranda do Douro.
As cerimónias terminaram já perto das 15 horas tendo todos os participantes feito uma viagem até à simpática localidade de Trabanca, España, onde foi servido um abundante e saboroso almoço numas deslumbrantes instalações.
Faço votos para que o A.E.C.T possa contribuir para o progresso e desenvolvimento das duas regiões que, tal como foi dito e redito, durante os discursos, são as mais atrasadas e desfavorecidas de toda a Europa Comunitária.
Assim seja.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia dos Foios)

jmncampos@gmail.com

As autoridades espanholas vão realizar trabalhos inadiáveis de desmonte em maciços rochosos no âmbito das obras da nova auto-estrada que vão levar ao corte da N620 entre Fuentes de Oñoro e Ciudad Rodrigo.

(Clique na imagem para ampliar.)

A Estrada Nacional Espanhola N620 entre Fuentes de Oñoro e Ciudad Rodrigo vai estar muito condicionada entre as 13 e as 17 horas de segunda a quinta-feira e por um período de cerca de 15 dias, dependendo do desenvolvimento dos trabalhos.
Os condicionamentos de tráfego vão ter início no dia 11 de Março e deverão decorrer até ao dia 2 de Abril.
Como alternativas para o desvio de tráfego estão previstos percursos alternativos no sentindo Espanha-Portugal para veículos ligeiros, pesados de passageiros e pesados de mercadorias com peso bruto inferior a 15 toneladas pela SA200 entre Ciudad Rodrigo – Albergaria de Argañan – Aldeia da Ponte, seguindo pela EN 332 até Vilar Formoso. No sentido Portugal-Espanha para veículos ligeiros, pesados de passageiros e pesados de mercadorias com peso bruto inferior a 15 toneladas pela EN332 entre Vilar Formoso – Aldeia da Ponte – Albergaria de Argañan seguindo pela SA200 até Ciudad Rodrigo.
Para veículos ligeiros e pesados de passageiros o desvio é feito em Fuentes de Oñoro até Ciudad Rodrigo nos sentidos Portugal-Espanha e Espanha-Portugal.
Os desvios de trânsito obrigam ao corte total de tráfego de veículos pesados com peso bruto superior a 15 toneladas.
As informações complementares ao nível local serão dadas informações complementares nos painéis de mensagens variáveis existentes na A23 e A25, complementados por instruções da GNR-BT.
As entidades oficiais recomendam às empresas profissionais de transporte de passageiros e de mercadorias para que programem as viagens de forma a ser evitada a transposição da fronteira de Vilar Formoso nos períodos indicados.
jcl

Cortes en la carretera
Será obligatorio el desvío desde Ciudad Rodrigo hasta La Alberguería de Argañán para después subir en paralelo por la frontera hasta Vilar Formoso
El lunes y el martes de la próxima semana, días 16 y 17 de marzo, y con motivo de las obras de acondicionamiento de la carretera N-620 (Burgos-Portugal) en el término municipal de Fuentes de Oñoro, es necesario cortar el tráfico a fin de llevar a cabo voladuras en la zona desde las 14:00 a las 18:00 horas, aproximadamente.
Durante las dos semanas siguientes será necesario interrumpir la circulación por nuevas actuaciones. El calendario de voladuras y, por tanto, los días en que se producirán cortes de tráfico es el siguiente:
– Semana del 16 al 22 de marzo: Voladuras y cortes los días 16 y 17.
– Semana del 23 al 29 de marzo: Voladuras y cortes los días 23, 24, 25 y 26.
– Semana del 30 de marzo al 5 de abril: Voladuras y cortes los días 30 y 31 de marzo, 1 y 2 de abril.
Para reducir los efectos de las obras sobre el tráfico se van a llevar a cabo una serie de actuaciones compatibles con la red viaria alternativa a la carretera N-620.
Desvío del tráfico ligero
– Tráfico ligero con origen en Portugal y destino España: se desviará por el casco urbano de Fuentes de Oñoro (tal como se puede ver en la fotografía aérea que se adjunta – fichero 1).
– Tráfico ligero con origen en España y destino Portugal: se desviará por la carretera autonómica SA-200 en el tramo español y por la N-332 hasta Vilar Formoso en el tramo portugués.
Actuaciones sobre el tráfico de vehículos pesados
El tráfico de vehículos pesados no podrá ser desviado por carreteras alternativas a la N-620, ya que tanto la SA-200 como la N-332 no tienen estructura suficiente para soportarlo. Por tal motivo, las actuaciones consisten en la colocación de carteles anunciando los días y horas en los que se producirán los cortes. Estos carteles están colocados antes de llegar a lugares que permitan la parada de los vehículos pesados.
Información en los paneles de mensajes de la A-62
La información sobre estos cortes se incluirá en la red de paneles de mensajes variables dependientes del Centro de Gestión de Tráfico, desde Burgos hasta Salamanca (Autovía de Castilla, A-62), a partir de las 8:00 horas de los días en que se proceda a las voladuras.
Informação do Salamanca24horas.com

JOAQUIM SAPINHO

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