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José Augusto Aristides, conhecido como o Ti Zé Impedido, completou no dia 3 de Março um século de vida.

Ti Zé ImpedidoNão são muitos os que chegam aos cem anos de vida. O Ti Zé Impedido, actualmente internado no Lar da Terceira Idade, no Soito, conseguiu essa proeza.
Na tarde do dia 3 de Março, na sua residência, na Av. São Cristóvão, no Soito, rodeado por alguns familiares e vizinhos, festejou um século de vida.
Homem muito aficcionado de touradas com forcão e de outras manifestações da cultura popular, nasceu ainda no tempo da Monarquia.
Nos seus tempos áureos não perdia uma tourada e ajudava, sempre, na construção do forcão.
Nos Festivais do forcão, realizados tanto em Aldeia da Ponte, como no Soito, levava um caderno de apontamentos onde escrevia o número de investidas no touro, no forcão. Há dois anos, em Agosto, foi ao Ti Zé Impedido que os mordomos da tourada pediram a praça, no mês de Agosto, no Soito.
Filho do Ti Impedido e de Benedita Dias, nasceu, por acaso em Vila Boa, mas veio ainda bebé para o Soito.
João Aristides Duarte

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Há várias semanas foi publicada aqui, a notícia de uma capeia com forcão na Ilha Terceira, em ocasião das festas Sanjoaninas.

Paulo AdãoEssa notícia solicitou de imediato alguns comentários, manifestando alguma curiosidade face à este evento e alguma inquietação. Nos últimos dias apareceu mesmo uma petição online (já com mais de 500 assinaturas), contra este evento. Todos os assinantes, manifestam algum desconforto face à esta iniciativa. Todos, estamos preocupados de uma maneira ou de outra, de perder uma tradição, com tanto valor, em favor de uma Ilha, com outras tradições taurinas, e com poder para fazer aquilo que nós ainda não soubemos fazer, ou seja reconhecer esta tradição como património da raia. O nosso amigo Kim Tomé fala disso no seu comentário ao artigo, outros na página da petição falam numa associação das aldeias do forcão, das juntas de freguesia, de outras entidades com interesses no concelho, para patentear o forcão e a capeia arraiana, ideias a serem ser exploradas e porque não concretizadas.
Faço duas leituras desta situação: de um lado a união raiana dos «filhos da raia» em fazer tudo o que seja possivel para defender, dando ideias em favor destas e outras tradições raianas. Demonstra, como estamos preocupados com a situação social, cultural, presente e futura do nosso concelho e das nossas aldeias, mesmo se por vezes não conseguimos manifestar ou fazer mais por isso.
Mas do outro lado, demonstra, também, talvez insconscientement e sem maldade, que iniciativas privadas e sem consenso, podem destruir grandes tradições. Vimos debates acerca dos recentes festejos de carnaval entre Aldeia do Bispo e o Sabugal, voltamos a assistir com este evento à uma situação menos positiva (à primeira vista) para o sabugal e as aldeias do seu concelho. Quem se ofereceu para «ensinar» os açorianos a pegarem ao forcão, talvez não tenha pensado nas consequencias, mas na realidade, ou porque não sabemos bem o que se seguirá à esta iniciativa, todos estamos preocupados.
Seria bem que «os professores» do forcão dessem a cara e explicassem a razão e as vantagens que esta iniciativa vai trazer ao concelho.
Seria mais positivo trazer açorianos às capeias da raia, que levar o forcão para os açores, mas isto é só a minha opinião.
Será talvez a ocasião e o momento oportuno, para que os poderes locais, Câmara, Juntas, Casa do concelho, Associações e outros, se sentassem à mesa e discutissem de uma solução rapida e definitiva para defender e definir este património que nos une.
Força raia, o forcão é nosso.
Um abraço desde Paris.
«Um lagarteiro em Paris», opinião de Paulo Adão

paulo.adao@free.fr

Por alturas do Carnaval, tiveram lugar em Aldeia da Ponte dois eventos, anteriormente programados, organizados pela AJP-Associação Juventude Pontense.

Associação Juventude PontenseO Torneio de Sueca decorreu nos Balneários, no sábado dia 21 de Fevereiro, com uma participação aquém do esperado, apenas sete equipas concorreram a este torneio, vindo a final a ser disputada por duas equipas de Aldeia: Fernando Lopes, António Gusmão (Cali) versus David Frango e José Rodrigues (Ganza), tendo esta última dupla vindo a sagrar-se vencedora do Torneio de Sueca. A prova decorreu normalmente, pese embora tenham concorrido poucas equipas.
Apenas um comentário, estas realizações servem para mobilizar as pessoas. Se não há, é porque não há, se há, poucos aparecem, esbanjando estas oportunidades de algum movimento na nossa Aldeia e por estas paragens.
Ao contrário, no dia seguinte, teve lugar o 1.º BTT, igualmente organizado pela AJP, onde o êxito desta iniciativa foi mais animador, com uma participação de respeito, englobando 40 ciclistas, que trouxeram alguma vivacidade e movimento à nossa terra e por onde passaram, que delas, bem precisam.
Com um percurso iniciado em Aldeia da Ponte, seguindo em direcção aos Forcalhos, Aldeia Velha, Sacraparte, Alfaiates, Rebolosa, regressando à nossa Aldeia, ponto de partida e chegada desta jornada de bicicletas.
Apesar de uma ou outra queixa de velocidade, também entendo, que deve ser um passeio, desfrutando calmamente as belas paisagens da nossa região, quem disse que não temos belíssimas paisagens, estará, por certo, bem equivocado, tudo o resto decorreu muito bem, sem qualquer incidente, que era o que interessava, acompanhado de um bom banho retemperador nos Balneários.
Seguiu-se o merecido almoço oferecido pela AJP, com o apoio da Junta de Freguesia de Aldeia da Ponte, bem como de alguns voluntários da referida Associação organizadora.
Foi uma magnífica festa de convívio, estando de parabéns a AJP por estas duas realizações na quadra de Carnaval, passado na nossa Aldeia.
Esteves Carreirinha e Direcção da AJP

A obra realizada pelo poder local desde 1976 na criação das infra-estruturas básicas indispensáveis, tais como redes viárias, ETARs, equipamentos de lazer (polidesportivos, piscinas, casas de cultura, bibliotecas) é inquestionável. Hoje são raros os lugares sem electricidade; praticamente todas as sedes de freguesia têm abastecimento domiciliário de água e rede de esgotos. O Concelho do Sabugal também registou este surto de desenvolvimento, embora com décadas de atraso.

João ValenteMas a interioridade do Sabugal traz dificuldades específicas de desenvolvimento, que outros municípios não sentem: com a litoralização demo-económica do país, os municípios do interior, como é o caso do Sabugal, registaram carência em recursos humanos e técnicos e na arrecadação de receitas próprias, em contraponto com os do litoral.
Por outro lado, a desertificação e envelhecimento (a Beira-Interior Norte perdeu, de 1950 para cá, mais de metade da população e tem mais de 40% da população acima dos 65 anos de idade), criaram novos problemas que não existiam há trinta anos: no interior criaram-se pólos urbanos em detrimento das freguesias existentes na periferia dos concelhos (como o Sabugal e Soito, no concelho do Sabugal), o que coloca novas exigências quanto á política de investimentos, os quais têm de ser mais concentrados.
Outro problema destes municípios é a tendência de realização de obras para granjear votos, e assim perpetuar o poder dos autarcas ou do partido, num universo de eleitores com uma qualidade reivindicativa claramente individualista, apenas preocupada na resolução dos problemas pessoais e individuais.
Daqui decorre a dispersão dos investimentos e uma ausência de políticas inter-municipais para tornar mais forte e densa a malha urbana, em que os dois únicos critérios são a satisfação de «clientelas» e a convicção de que cada concelho se pode desenvolver independentemente do contexto geo-económico da região onde se integra.
A falta de preparação dos autarcas também não ajuda. O critério de eleição é o «ser conhecido no concelho» e ter um enraizamento no quotidiano local que os torne iguais à generalidade da população, potenciando assim as suas condições de liderança; nunca se elege por ser política e culturalmente diferenciado.
Daqui o campo de recrutamento dos autarcas ficar amplamente reduzido, não se identificar muitas vezes com as verdadeiras elites locais, reflectindo-se na sua incapacidade de planeamento a médio e longo prazo, depois de realizadas as obras das infra-estruturas básicas do município.
A maioria dos autarcas não sabe como responder à perda de importância da actividade agrícola no seu município, à terciarização do país, e à transformação do tecido produtivo, à fraca densidade demográfica das freguesias periféricas, que são novas realidade a requererem mudanças e respostas inovadoras.
É neste contexto, que se coloca actualmente a problemática das próximas eleições autárquicas no Sabugal. As duas perguntas que gostava de ver respondidas pelos candidatos à Câmara são as seguintes:
É mais útil continuar a dispersar os investimentos por todas as freguesias que integram o concelho, ou ao invés, concentrá-los na sede do município, de modo a fortalecê-lo para que se torne pólo de fixação e atracção da população?
A julgar pela desertificação irremediável do concelho, não será tempo de políticas municipais que invistam no imaterial (formação animação urbana, cultural e desportiva), que reforcem as malhas urbanas ainda existentes?
A resposta a estas questões é complexa, mas exige um outro tipo de autarcas diferente dos que temos elegido; autarcas que arrisquem em outras políticas municipais que passem pela consciência que só há desenvolvimento num quadro sub-regional ou regional e de que as associações municipais são instrumentos importantes para a implementação dessas políticas.
Se as próximas eleições não forem para mudar alguma coisa ao que tem sido a política da municipal, mais vale cruzarmos os braços e conformarmo-nos já com o quadro que Eça dava dos nossos municípios rurais do séc. XIX:
«É a verdade. Há concelhos em que nem a câmara, nem a administração, nem a regedoria se manifestam mais do que em atravessar pomposamente a praça, no dia da procissão dos Passos, fazendo reluzir ao sol o óleo espesso do penteado. A vila está entregue aos casos naturais. Nenhumas obras; as vielas descalçam-se, os muros abatem, os enxurros empoçam. Nenhuma higiene: a imundice apodrenta o sossego, os maus cheiros fazem a atmosfera, os porcos fossam às portas, a praça é uma capoeira pública. Nenhuma polícia; no mercado a desordem, na taberna o jogo, nas esquinas os bêbados. A administração namora as moças, a regedoria barbeia os fregueses. Não se cria nada, não se conversa coisa algum. O que há serve tranquilamente para se estragar: desde a escola que vai perdendo as grades. È uma vila que apodrece. Há aí o silêncio dos sítios em que cresce o bolor. Um marchante que passa, uma égua que trota, surpreendem: as crianças escancaram a boca, as autoridades espreitam ao canto. Ninguém é rico, ninguém é vivo. Dizem-se apenas meias palavras e aperta-se apenas meio botão. Não se vive inteiramente, como não se vestem inteiramente os casacos: a vida e os casacos – trazem-se às costas.» Eça de Queirós, in «Campanha Alegre», 1872.
Porque se não houver alguém sem medo e com “ideias novas” que se chegue à frente, caros patrícios, será esta, “mutatis mutantis”, a pasmaceira em que acabaremos por viver!
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

Quem examinar um almanaque, verificará que o repertório de Março traz indicações de tempo vário, mas com predominância para a chuva e aguaceiros. No que respeita á vida agrícola, o anuário lembra que no início do mês ainda se podem podar as vinhas e árvores do pomar e manda preparar as terras para as sementeiras.

Cena Campestre - Foto TutatuxTambém é tempo de se proceder à estrafega do vinho, que é o mesmo que dizer transferi-lo da barrica ou da cuba onde ferveu e encorpou para novo vasilhame, para o separar da borra.
O mês em apreço quer-se ameno e aprazível, como sinal de bom ano. Aliás o povo, no seu fino filosofar, por via dos rifões e adágios, dá indicações do que se espera deste mês, em curiosas cambiantes:
Março amoroso, Abril chuvoso, Maio venturoso, fazem o ano formoso.
Janeiro geoso, Fevereiro nevoso, Março molinhoso, Abril chuvoso, Maio ventoso, fazem o ano famoso.
Janeiro gradeiro, Fevereiro rego cheio, Março amoroso, Abril chuvoso, fazem o ano formoso.
Mas outros ditos populares indicam o que é esperado neste mês em que o Inverno acaba e a Primavera começa:
Em Março, tanto durmo como faço, o que indica que os dias cresceram e passam a ser iguais às noites.
Enxame em Março, apanha-o no regaço. Nesta altura o frio que resta do Inverno faz com que o apicultor tenha especial esmero no trato das abelhas.
Espiga de Março, não chega ao saco. É bom que as searas ainda não estejam muito adiantadas, por via do possível tempo gélido que tudo pode fazer perder.
Março marçagão, de manhã inverno, à tarde verão, em sinal do tempo instável que se faz sentir.
Março virado de rabo é pior que o diabo, em aviso a possível invernia.
Se o Março vem bravo, não fica orelha nem rabo, noutro alerta para eventuais tempestades.
Não há Março sem Quaresma, nem Quaresma sem cieiro. E cieiro aqui significa o vento frio e seco, vindo de nordeste (de Espanha nem bom vento nem bom casamento), que provoca gretas e feridas nos lábios.
O grão em Março, nem na terra, nem no saco, porque a incerteza da meteorologia aconselha a que se preparem as sementeiras mas não indica que se lance a semente à terra.
Quando em Março arrulha a perdiz, ano feliz, em mais um sinal de bom ano se a natureza der sinais de tempo amoroso.
Quem em Março não merenda, à morte se encomenda, porque os dias a crescer, e a merenda regressa a meio da tarde, ficando até ao final do verão.
Quem em Março sereou, tarde acordou, mas quem a sua maçaroca fiou, com ela se achou. Mais um aceno para a justa medida dos dias e das noites, que nesta altura são de tempo equivalente.
Quem não poda em Março é madraço, ou, quem não poda em Março, vindima no regaço, em aviso a uma última oportunidade para o lavrador relapso tratar das vinhas e dos pomares.
Sol de Março, queima a dama no paço, porque são chegados os dias de forte e perigosa résca.
No que se refere à gastronomia importa enunciar que em Março há a Quaresma, quadra que impõe ao povo devoto restrições alimentícias, em respeito aos cânones. Quem segue o sacrifício, come moderadamente e arreda a carne das refeições nos dias assinalados. Hoje a regra é tomada com menos rigor, mas noutros tempos, em que o fervor religioso e o temor ao divino imperavam, o respeito pelo jejum e a abstinência eram seguidas à risca. As ementas eram mais pobres e os estômagos guardavam-se para a Ressurreição, altura em que se voltaria a comer à tripa forra.
Paulo Leitão Batista

JOAQUIM SAPINHO

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