You are currently browsing the daily archive for Terça-feira, 17 Fevereiro, 2009.

A presidente da Junta de Freguesia de Aldeia do Bispo, Ana Cristina Lopes, solicitou-nos a divulgação de um comunicado oficial referente à polémica que se tem criado relativamente ao Carnaval de Aldeia do Bispo. Aqui ficam, na íntegra, os esclarecimentos dos responsáveis da Junta de Freguesia de Aldeia do Bispo.

Aldeia do Bispo - Sabugal«Em nome da Junta de Freguesia de Aldeia do Bispo gostaria de esclarecer alguns aspectos referentes à polémica gerada por conversas paralelas e por falta de comunicação entre as pessoas envolvidas, relativamente à organização Carnaval, um tradição já há algum tempo comemorada nesta freguesia.
A Equipa da Câmara Municipal que organizou o Carnaval, teve a preocupação de entrar em contacto com a Junta de Freguesia de Aldeia do Bispo no sentido de aferir se já teria sido organizado algum programa para os dias do evento em causa. No caso de não haver nada concretizado até à data por parte desta Junta, a Câmara Municipal de Sabugal pretendia contar com a actuação dos “Cabeçudos de Aldeia do Bispo”, em programa festivo a realizar na Cidade de Sabugal, e oportunamente delineado por aquela Câmara.
Como a Junta de Freguesia ainda nada tinha planeado em relação às actuações dos “Cabeçudos”, fomos informados, como representantes desta Freguesia, de que elementos da Associação Cultural e Desportiva de Aldeia de do Bispo, uma das entidades promotoras do Atelier dos supracitados “Cabeçudos”, já tinha dado, no ano transacto, resposta positiva ao pedido da Câmara da participação dos “Cabeçudos”. Sobre este assunto, esta Junta esclareceu perante a Câmara Municipal que não sabíamos precisar os dias do evento, mas que o desfile iria ser efectivado.
Em Janeiro, p.p., mês em que esta Junta teve conhecimento da criação da Associação Mocidade de Aldeia do Bispo, falámos com um dos elementos daquela Associação para saber se estariam interessados em realizar os tradicionais festejos de Carnaval. Como estavam ainda em início de actividade, a Associação recém formada precisava de reunir para definir alguns aspectos e discutirem a proposta.
Neste contacto informal, comunicámos à Associação da intenção da Câmara em realizar as actividades do Carnaval nos quais iriam incluir um desfile com a participação dos “Cabeçudos” da nossa Aldeia, reiterando a referência a este assunto aquando da em fase de definição do programa.
A Câmara Municipal, na altura da elaboração da Agenda Municipal, onde constam o programa dos festejos do Sabugal e de Aldeia do Bispo, esclareceu que avançou com as datas do desfile no Sabugal, porque da parte de Aldeia do Bispo ainda não tinham decidido o programa definitivo.
Certos das nossas competências e face aos constrangimentos desnecessariamente gerados, sublinha-se não ter havido em altura alguma referência formal ou informal de que “Os Cabeçudos” pertenceriam à Junta de Freguesia, por tal facto simplesmente não ser verdadeiro, nem caber nas nossas atribuições. Pelo contrário, temos plena consciência de que “Os Cabeçudos” pertencem, desde sempre, à nossa Aldeia.
Não será demais relembrar que na concepção dos “Cabeçudos” estiveram envolvidas a Associação Desportiva e Cultural de Aldeia do Bispo, a Junta de Freguesia (como entidade a quem compete apoiar organizacionalmente e/ou financeiramente eventos culturais e promover a disseminação da cultura nos mais diversos contextos) e, sublinhe-se, a participação de pessoas que não estavam ligadas a entidade alguma, e cujo envolvimento se revelou inexoravelmente importante na criação deste grupo cultural.
Face aos esclarecimentos aqui expostos, estamos convictos de que este assunto terminará por aqui, não sendo demais sublinhar que não houve má-fé nem da parte da Câmara, nem da parte da Associação da Mocidade de Aldeia do Bispo, nem no que diz respeito a esta Junta de Freguesia.
Colocamo-nos à disposição para apoiar todos os eventos considerados pertinentes, como aliás temos vindo a fazer desde sempre, sendo a nossa função fomentar o associativismo no sentido da promoção dos bens culturais que a todos nós pertencem.
Desmoralizar qualquer força viva da nossa terra só terá efeitos nefastos. Todas as festividades ajudam a dar vida ao Concelho e é a isso, tão só, que se deve dar importância.
Ana Cristina V. Lopes, pela Junta de Freguesia de Aldeia do Bispo»

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Um dos elementos da Associação da Mocidade de Aldeia do Bispo, Sandra Martins, solicitou-nos a divulgação de um esclarecimento referente à polémica que se tem criado relativamente ao Carnaval de Aldeia do Bispo. Aqui ficam, na íntegra, o que pensam os membros da Associação da Mocidade de Aldeia do Bispo.

Associação da Mocidade de Aldeia do Bispo«Antes de mais gostaríamos de esclarecer a toda a população interessada no “assunto” Carnaval em Aldeia do Bispo que toda esta polémica se gerou à custa de uma opinião pessoal de uma pessoa de Aldeia do Bispo. Esta opinião não pode ser por isso generalizada ao nome da Associação da Mocidade de Aldeia do Bispo, visto não ter sido nenhum membro desta Associação a tecer tal comentário.
Quanto aos cabeçudos a Associação NÃO teve qualquer conhecimento se estariam ou não emprestados ao Sabugal, pelo que se decidiu realizar o desfile, como se tem feito todos os anos.
Só há pouco tempo a Associação da Mocidade de Aldeia do Bispo, recebeu a informação por parte da Presidente da Junta de Freguesia de Aldeia do Bispo, Ana Cristina Lopes.
Esta transmitiu-nos o facto de que a Câmara teria “falado” com o Gabriel Bárrios (presidente de uma outra Associação de Aldeia do Bispo, Associação Desportiva e Cultural de Aldeia do Bispo) sobre o empréstimo dos cabeçudos.
Nesta conversa com a Presidente de Junta ficou esclarecido que a Associação da Mocidade de Aldeia do Bispo faria o Carnaval e realizaria o desfile no Domingo dia 22. Não houve mais nenhuma comunicação, por parte de mais ninguém relativa a este facto à nossa Associação, pelo que não se entendem as declarações de que a Associação de Aldeia do Bispo sempre teve conhecimento do Carnaval do Sabugal.
Acrescenta-se ainda o facto que os cabeçudos são propriedade da Junta de Freguesia (assim o esclareceu a presidente), não sendo por isso da responsabilidade de Gabriel Bárrios proceder ao seu empréstimo. Desta forma, podemos dizer que se agiu incorrectamente tanto por parte de quem pediu os cabeçudos emprestados (pois não os pediu à entidade competente) como por parte de quem os emprestou (visto não ser da responsabilidade dele).
Agora o facto que nos deixou completamente indignados foi o facto de se dizer que ” o Carnaval de Aldeia do Bispo poderia não se realizar este ano se a Câmara Municipal do Sabugal não tivesse dado o sim ao financiamento da nova Associação” (…) ” um dos motivos porque avançaram foi o facto do apoio à iniciativa da Câmara Municipal (ajuda na promoção/divulgação e comparticipação financeira para o plano de actividades de Associação)”. Certamente que não foi com o pequeno incentivo por parte da Câmara, que a Associação da Mocidade de Aldeia do Bispo tomou a iniciativa de organizar o Carnaval, visto que uma verba incerta de 500€ e uma pequena divulgação na Agenda Cultural do município (que visa divulgar todas as iniciativas do concelho) não são suficientes para organizar um Carnaval com um custo previsto de 3500€.
Não queremos com tudo isto gerar conflitos com a Câmara Municipal do Sabugal nem com a equipa que organizou o Carnaval do Sabugal, mas sim esclarecer o que realmente se passou.
Associação da Mocidade de Aldeia do Bispo»

Pela mão do José Carlos Callixto, apaixonado pelas terras, serras e gentes raianas, o Grupo de Caminheiros Gaspar Correia esteve no passado fim-de-semana, pela terceira vez, na raia sabugalense da Junta de Freguesia dos Fóios onde teve início a grande jornada. Aqui deixamos o relato na primeira pessoa do responsável mor, José Carlos Callixto, daquela que foi a 232.ª Caminhada ordinária daquele grupo de caminheiros.

Caminheiros Gaspar CorreiaChegados aos Fóios no sábado dia 14, pelas 12.30 horas, e gozando do magnífico Sol que caracterizou todo o fim de semana, o Grupo começou por um almoço piquenique à beira do Côa, no Parque de Merendas, a que se seguiu uma recepção da Junta de Freguesia no Centro Cívico. Iniciada então a jornada caminheira, e de «carregos» às costas, os participantes subiram as rotas do contrabando em direcção à nascente do Côa e à raia, inflectindo depois para Navasfrias. Atravessado o Águeda, o Alcalde e Tenente-alcalde de Navasfrias, Celso Ramos e Florencio Ramos, esperavam-nos para uma muito apreciada visita ao Centro de Interpretação da Natureza de El Bardal, junto do qual o Grupo ficou aliás alojado, nas instalações do Albergue Juvenil local.
À noite, depois do jantar, seguiu-se uma muito animada festa de Carnaval, tradicionalmente realizada no Grupo durante a actividade mais próxima do Entrudo. Houve música, baile … e originalíssimas máscaras às vezes indecifráveis…
Domingo foi a caminhada principal desta jornada caminheira. As condições meteorológicas, até poucos dias antes, não ofereciam garantias do que seria ou não possível fazer. Mas o Grupo foi afinal brindado com um espectacular dia de radioso Sol, a iluminar a vastíssima panorâmica alcançada do cume do Pico Jálama (a «nossa» serra da Enxalma), sobre a muita neve que testemunhava o forte nevão que, ainda oito dias antes, tinha atingido, nalgumas zonas, mais de metro e meio de altura. Em pouco mais de duas horas vencemos os 500 metros de desnível, desde o Puerto de Santa Clara até ao cume, com todos os caminheiros a extasiarem-se com os horizontes que cada vez mais se lhes abriam em todas as direcções.
O almoço fez-se já na descida para terras estremenhas, sobre o vale de Acebo e da pequena barragem de Cervigona. Já em terrenos mais baixos, os carvalhais, mesmo despidos de folhagem, emprestavam beleza e misticismo à Natureza que rodeava os caminheiros.
Pouco depois das quatro da tarde o Grupo entrava em Trevejo. Tinham sido percorridos quase 17 km, mas ainda houve forças, claro, para uma visita à aldeia medieval e ao seu vetusto castelo, do qual infelizmente só a torre de menagem resta de pé. Uma única caminheira não fez o percurso de domingo, por lesão num pé, o que contudo lhe permitiu assistir, juntamente com o motorista do autocarro, a um espectáculo de folk estremenho, em Trevejo, no âmbito da programação do respectivo IV Inverno Cultural, em que por coincidência também constava uma caminhada com início e fim em Trevejo, organizada por duas associações estremenhas, a Asesgat e a Ademoxa.
E de Trevejo os Caminheiros tiveram de regressar a Lisboa. O sentimento geral era de grande satisfação, pelas espectaculares paisagens apreciadas, pela camaradagem dentro do Grupo, pela forma como foram recebidos, de ambos os lados de uma fronteira que, cada vez mais, é apenas um traço num mapa.
José Carlos Callixto

Tomei conhecimento, através da edição de 13 de Fevereiro do jornal Diário XXI, que a Águas de Portugal propôs aos Municípios que integram a empresa Águas do Zêzere e Côa (AZC), que esta passasse a fazer a distribuição de água «em baixa», isto é, desde os depósitos até ao consumidor. Porque esta não é apenas uma questão técnica, sinto que é meu dever tecer alguns considerandos.

António DionisioAntes de mais faço notar que actualmente a AZC detém as redes de saneamento e faz já a distribuição de água «em alta», isto é desde a captação até aos depósitos existentes. Aquilo que é proposto significa na prática que esta empresa passe a monopolizar o saneamento e a distribuição de água ás populações, anulando o papel dos municípios nesta matéria.
A questão é eminentemente política, pois envolve a alteração profunda de toda uma tradição autárquica de gestão das redes de distribuição de água. Tal mudança, a acontecer, terá, como a seguir demonstrarei, consequências para todos os habitantes do concelho do Sabugal.
Penso que os actuais Executivos Municipais, incluindo o do nosso Concelho, não têm condições políticas para, a cerca de seis meses das eleições, assumirem compromissos desta importância.
Permito-me então levantar as questões que me parecem mais importantes:
A questão do planeamento – Sendo a gestão da empresa de carácter supra-municipal, será esta a definir onde, quando e como se farão os investimentos. Sendo assim, qual o papel que cabe a cada Município na definição das intervenções a realizar no seu próprio território e como se conciliam os seus interesses com os dos outros Municípios? Todos sabemos os problemas que as políticas de investimento da AZC têm representado para muitas freguesias do nosso Concelho, onde ainda hoje os depósitos de água são abastecidos pelos Bombeiros…
Como ficará salvaguardado que os planos de investimento da empresa atendam ás prioridades definidas pelo poder autárquico local?
A questão da coesão – A distribuição e comercialização da água são factores de coesão social e territorial, não só no que diz respeito ao acesso de todos a água em boas condições, mas também, enquanto instrumento de garantia. Isto é, a Autarquia pode definir tarifários diferenciados ou mesmo isenções de taxas tendo em conta as necessidades de alguns sabugalenses ou os papéis sociais de algumas entidades, como as IPSS e os Bombeiros…
Hoje a utilização da água enquanto factor de coesão social, tem na prática um efeito de perda de receitas, mas com a cobrança das taxas pela empresa alguém terá de pagar a factura, caso a Autarquia decida baixar os valores por motivos sociais. Neste caso, não se trata apenas de uma perda de receita, mas igualmente de mais uma despesa, mas agora ao preço que a dita empresa venderá a água ao consumidor.
A questão tarifária – O preço da água é definido pelas Autarquias, que têm sido sensíveis às questões sociais e aos custos da interioridade, mas nada nos garante que a empresa tenha essa sensibilidade. A entrega da exploração das redes de distribuição poderá ter como consequência o aumento das taxas. Outro pormenor é saber se a empresa vai manter tarifários distintos consoante os municípios, ou se passa a correr tudo pela mesma bitola.
A questão da manutenção das redes – Importa saber a quem se passará a dirigir o consumidor se houver um corte de fornecimento. A um «call-center» localizado algures, como hoje acontece, por exemplo, na PT ou na EDP? Ou à Câmara? E as equipas de manutenção pertencerão aos serviços municipais? Então, como é? Existem equipas em cada Concelho ou é uma entidade única localizada na Guarda, na Covilhã ou noutro qualquer local, de onde partem as equipas de intervenção? E, já agora, como pode a Autarquia intervir em caso de má qualidade de serviço?
A questão dos trabalhadores das Autarquias – Esta é igualmente uma questão importante. Se toda a gestão das redes de distribuição de água passa para a empresa, o que vai acontecer aos trabalhadores das Autarquias que hoje desenvolvem a sua actividade neste sector? Passam para os quadros da empresa? E neste caso, mantêm o vínculo à Administração Pública, ou continuam nas Autarquias a desenvolver outras tarefas?
Pessoalmente, e porque não conheço em pormenor a proposta apresentada, não me considero em condições para tomar uma posição definitiva em relação à mesma.
O que está aqui em causa é, acima de tudo, o bem-estar e a qualidade de vida dos sabugalenses, o que passa pelo acesso de todos a um serviço eficiente de distribuição de água de qualidade e a preços adequados.
Passar este serviço da alçada directa das Autarquias para uma empresa como a AZC, pode ser bom ou pode ser um desastre. Por isso afirmei que, a seis meses de eleições, esta decisão não pode ser tomada. É um assunto demasiado importante, e que mexe com a vida de todos. Nestes termos, a decisão deve ser precedida por um amplo debate.
Aqui deixo desde já o meu contributo.
António Dionísio

Uma das crises que despoletou neste princípio de século foi a alimentar. E vai ser uma das batalhas do século XXI. Tendo isso em vista, muitos países com elevado crescimento económico e demográfico, mas sem terra arável, recursos naturais e água, estão a comprar e a controlar amplas extensões de terra em países pobres de África, Ásia e América Latina.

António EmidioOs países que mais enveredaram por este negócio foram os do Golfo Pérsico, a Coreia do Sul, o Japão e a China. E como não podia deixar de ser, os especuladores, os mesmos que lançaram o Mundo na actual crise económico-financeira, já começam a grunhir: «comprai terras », afirmando que a alimentação será o ouro negro do futuro!
O banco Morgan Stanley e um grupo agro-industrial francês já compraram milhares de hectares de terra no Brasil. George Soros, um dos maiores especuladores do Mundo, na Argentina e o grupo Sul Coreano Daewoo tem um acordo com o governo de Madagáscar para alugar milhares e milhares de hectares de terra cultivável, ou seja, mais de metade da ilha. A propósito deste negócio, um jornal inglês chama-lhe um caso de rapina neocolonial.
Enquanto isso, milhões de camponeses sem terra, desempregados e esfomeados, olham para os camiões e comboios cheios de carne, trigo e milho a caminho dos portos de mar, muitos deles controlados por multinacionais estrangeiras, saindo toda essa riqueza alimentar para os países ricos da Ásia, do Médio Oriente, e para a UE e USA.
E como conseguem os países ricos e os especuladores esses negócios? Corrompendo os governantes desses países pobres, senhores da guerra e outras elites corruptas, pondo-lhes nas mãos milhões de dólares.
Qual o beneficio do país que vende ou aluga terra arável? O emprego de alguns trabalhadores agrícolas manuais cujo salário não ultrapassa um ou dois dólares diários, sem cobertura social, nem sindical, e reprimidos com dureza por um exército e polícia ao serviço, não do país, mas dos governantes e elites corruptas.
Dizia monsenhor Óscar Romero, arcebispo de El Salvador, assassinado enquanto celebrava a eucaristia, pelos esbirros de Washington, e por já se opor a esta rapina: «Não há pecado mais diabólico do que tirar o pão a quem tem fome».
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

São muitas e variadas as iniciativas para o período do Carnaval no concelho do Sabugal. Existem tantas iniciativas nas terras beirãs da raia sabugalense que só falta mesmo… participar.

Roteiros GastronómicosO período do Carnaval permite libertar muito da pressão acumulada ao longo de meses. No concelho do Sabugal poderá usufruir de muitas iniciativas entre 21 e 24 de Fevereiro. No âmbito da realização dos Roteiros Gastronómicos, promovidos pela Câmara Municipal de Sabugal, vai realizar-se no próximo dia 20 de Fevereiro, pelas 11 horas, no Museu Municipal, uma acção de divulgação onde estarão representados os onze restaurantes aderentes que apresentarão uma mostra das iguarias que compõem a cozinha tradicional típica deste concelho.
No domingo, 22 de Fevereiro, decorre no Salão de Festas da Junta de Freguesia do Sabugal o almoço anual de domingo gordo da Confraria do Bucho Raiano. Aproveita e viva momentos da tradição raiana. O almoço é aberto aos confrades e a todos os que se lhes queiram juntar desde que façam a sua marcação até à data limite.
Programa dos Festejos de Carnaval no concelho do Sabugal
Roteiros Gastronómicos do Concelho de Sabugal: de 21 a 24 de Fevereiro.
Almoço da Confraria do Bucho Raiano: 22 de Fevereiro pelas 12 horas.
Desfiles de Carnaval no Sabugal: 22 e 24 de Fevereiro pelas 14 horas.
«O Pão da Nossa aldeia» pelo Grupo Guardiões da Lua: 22 de Fevereiro pelas 11 horas.
Carnaval em Aldeia do Bispo: 22,23 e 24 de Fevereiro.
Baile de Finalistas: 21 de Fevereiro pelas 22 horas.
Vários bailes de Carnaval em diversas freguesias do concelho.
Juntos fazemos um concelho activo…e divertido.
fr

Vasco Nunes, cujos pais são de Aldeia do Bispo e fixou residência nos Estados Unidos, tem triunfado enquanto realizador e produtor de cinema. Há dias viu novamente o seu trabalho premiado no mundo da sétima arte, com o filme We Live in Public, tendo sido distinguido na edição de 2009 do Sundance Film Festival com o galardão «Grand Jury Prize: U.S. Documentary». (Actualização.)

Vasco NunesVasco Alves Henriques Lucas Nunes é um cineasta português nascido em Lisboa, descendente de Aldeia do Bispo, freguesia raiana do concelho do Sabugal, mas há muito radicado nos Estados Unidos da América. Para além de realizador de cinema também é produtor, e director de fotografia.
Em 2003 completou o mestrado no conservatório do American Film Institute, mas começou a trabalhar em cinema e televisão no princípio da década de 1990. É um dos sócios da Interloper Films, uma conhecida produtora de Los Angeles.
Vasco Nunes é sobejamente conhecido pelo seu trabalho documental, em especial com a realizadora Ondi Timoner, com destaque para o filme «DIG!». Já recebeu diversos prémios de cinematografia. O maior destaque vai para um «Grand Jury Prize» no festival «Sundance». Também merece referência a sua presença em festivais de cinema mundiais, incluindo Cannes, Londres, e Sundance.
plb

Actualização pela irmã de Vasco Nunes
A Patrícia Lucas Nunes e Melo, irmã de Vasco Nunes, pediu-nos para fazer uma actualização ao texto. Aqui fica com o nosso agradecimento pelo «retocar» dos factos:
«Aproveito para fazer uma pequena correcção porque os nossos pais não são naturais de Aldeia do Bispo, Sabugal, mas apenas o pai.
É verdade que o meu irmão vive faz alguns anos nos EUA, mas apenas agora pediu cidadania.
Ele tem triunfado nos EUA e trabalha como Director de Fotografia, Produtor e Realizador, por essa ordem.
O Vasco faz trabalhos relacionados com música, telediscos, DVD’s e não só; e documentários, com os quais tem tido maior visibilidade e já tem também trabalhado com publicidade e séries, nomeadamente para a MTV, Coca-Cola entre outros.
E para além dos filmes que ganharam no Sundance, «Dig» e «We live in public» também já ganhou outros prémios como:
– Permanent Collection – Museum of Modern Art (MoMA) NYC – DIG!;
– Peabody Award – Nimrod Nation (2008);
– Grand Jury Prize – Sundance Film Festival 2004 – DIG!;
– Special Jury Prize – IDFA 2007 – Planet BBoy;
– Special Jury Prize – Sidewalk Film Festival 2007 – Join Us;
– Sustainability Award – Media That Matters Film Festival 2006 – Recycle;
– Best Cinematography – International Cinematographer’s Guild 2004 – Recycle;
Se quiserem mais informações sobre o meu irmão vejam aqui
Patrícia Lucas Nunes e Melo

Realizou-se no passado dia 15 de Fevereiro em Portimão, o Campeonato Nacional de Esperanças (cadetes). Dos oito atletas do distrito da Guarda apurados, apenas sete se apresentaram à prova, sendo três do Sporting Clube do Sabugal.

JudoO fim-de-semana foi cansativo, tendo em conta a deslocação realizada, mas, por si só o facto de se estar numa prova desta envergadura e com uma organização ao nível de qualquer prova profissional, é um prémio para qualquer participante na competição. O distrito da Guarda desta vez não alcançou qualquer medalha mas foram três atletas femininas (-57kg, -52kg e -48kg) que estiveram a um combate de o conseguir.
Dos atletas raianos, foi Ana Rita Figueiredo, do Sporting Clube do Sabugal, em -48kg, que se aproximou mais do pódio, com um bom quarto lugar, tendo em conta que era a atleta menos graduada das competidoras dessa categoria de peso. Ana Sofia Figueiredo, em -57kg, no seu primeiro ano neste escalão etário, ainda foi fazer um combate de repescagem mas foi eliminada por uma judoca mais velha. No sector masculino, Gabriel Almeida, em -73kg, passou a primeira eliminatória, com a pontuação máxima, mas indo posteriormente perder com o que viria a ser o campeão nacional naquele peso.
Segundo o treinador, os jovens judocas raianos ainda têm margem para evoluir e atingir a maturidade competitiva necessária para atingir bons resultados. O próximo mês será dedicado ao aperfeiçoamento técnico e posteriormente á preparação para o Torneio Internacional de Portugal de Esperança (15-16 anos) que se irá realizar em Abril e no qual o SCS pretende participar.
djmc

JOAQUIM SAPINHO

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