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O candidato pelo MPT- Partido da Terra à Câmara Municipal do Sabugal, Joaquim Ricardo, foi o convidado, este sábado, do programa «Hora Informativa» da Rádio Caria.

Joaquim Ricardo na Rádio CariaAos sábados, entre as 12 e as 13 horas, a Rádio Caria emite o «Hora Informativa», um programa de informação, reportagens e entrevistas, da responsabilidade do jornalista Sérgio Paulo Gomes. No passado sábado, 14 de Fevereiro, esteve em estúdio, Joaquim Ricardo, candidato pelo MPT-Partido da Terra à Câmara Municipal do Sabugal. Após uma breve apresentação o moderador do programa radiofónico colocou a primeira questão a Joaquim Ricardo:
– Considera que veio baralhar as contas na corrida à Câmara do Sabugal?
– Não estou para baralhar. Tenho perfil profissional e académico para ajudar e quero contribuir para que o nosso concelho dê um salto em frente. Definitivamente não sou mais um candidato e, se for eleito como espero, vou contribuir para mudar o Sabugal.
O tema da campanha do Partido da Terra para o mês de Fevereiro aponta para a gestão da autarquia para servir as pessoas. «Uma autarquia que não tem em vista servir as pessoas é uma autarquia de costas viradas para a população. Os cidadãos são clientes. O munícipe tem direito a ser servido com dignidade e sem burocracias. Há que mudar mentalidades. Os funcionários são pessoas dignas e competentes», foram algumas das ideias-força defendidas por Joaquim Ricardo enquanto explicava o tema de campanha escolhido para o segundo mês do ano.
«No primeiro ano de mandato pretendo criar um centro de formalidades de empresas onde o potencial investidor é ajudado na parte burocrática do processo», explicou o convidado da «Hora Informativa» mas acrescentou que não tenciona «transferir competências para as Juntas de Freguesia sem a correspondente responsabilidade e verba». O concelho do Sabugal tem freguesias que distam muitos quilómetros da sede do concelho e por isso Joaquim Ricardo propõe que «o cidadão deve dirigir-se à Junta de Freguesia onde um funcionário, através da Internet, faz o correspondente pedido aos serviços camarários sem necessidade de deslocações». Tudo para acabar com as barreiras burocráticas nos serviços municipais.
A ligação à A23, os serviços de saúde, a educação, a fixação de jovens nas terras, a desertificação, pólos profissionais, o meio ambiente, os recursos hídricos e o rio Côa foram temas abordados por Sérgio Paulo Gomes na entrevista ao candidato pelo MPT-Partido da Terra à Câmara Municipal do Sabugal, Joaquim Ricardo, que terminou com três ideias-força: «Eu candidato-me porque tenho um projecto. Eu candidato-me porque tenho um rumo. Eu candidato-me porque tenho uma certeza. Mudar é possível.»

O Capeia Arraiana está em condições de avançar que foram, igualmente, dirigidos convites aos candidatos António Dionísio (Partido Socialista) e António Robalo (Partido Social-Democrata) para uma participação no programa «Hora Informativa». Aproveitamos para agradecer a colaboração da Rádio Caria na disponibilização dos conteúdos radiofónicos da referida entrevista.

Oiça, aqui, no Capeia Arraiana, a entrevista de Joaquim Ricardo à Rádio Caria…

jcl

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Mais que um despertar para o turismo é um despertar para as coisas belas das raianas terras beirãs. Os caminhos percorridos, vezes sem conta, pelos nossos avós com o gado tornam-se agora numa atracção turística na freguesia de Fernão Joanes no concelho da Guarda.

Fernão JoaneA Junta de Freguesia de Fernão Joane na pessoa do seu presidente informou que irá colocar placas de sinalização nas dez canadas (percursos pastoris) em declarações ao jornal «A Guarda» afirmou que «o nosso objectivo é incentivar a realização de passeios pedestres pelas antigas canadas da nossa freguesia, com o auxílio de guias, que explicarão aos visitantes qual a utilização dessas canadas».
Alguns dos trajectos, ladeados por paredes em pedra de granito, incluídos na iniciativa são os da Canada do Torneio, da Cortelha do André, do Urtigal, do Braceiro, das Lameiras, da Lage da Serra, da Cortelha do Pereiro e do Grifo. Estes trajectos serão assinalados com placas em Madeira de Castanheiro serigrafadas por professores da Escola C+S de São Miguel na Guarda.
Mas a freguesia de Fernão Joanes tem muito mais que isto mais mostrar a quem lá passa desde a sua Igreja Matriz, a Ermida de Nossa Senhora do Soito, as Eiras ou a Necrópole Medieval.
Mais uma forma de incentivar o turismo dentro de portas.
Portugal tem História só temos que a descobrir.
aps

A edição do romance Celestina, do etnógrafo Joaquim Manuel Correia, da Ruvina, entrelaçando a vida raiana da nossa região, sugere-nos uma breve meditação sobre o amor e a morte.

Jesué Pinharanda – Carta DominicalCoisas do tempo, criando cenários propícios à ficção romanesca. Temos aí três óbvios exemplos das gestas de coragem e de ousadia entrelaçando com as saudades e as frustrações do amor. Por ordem cronológica: A Rosa da Montanha, o Celestina (se bem que longamente inédito) e o Maria Mim.
Em todos os romances as aventuras guerrilheiras (ao fim e ao cabo, a prática do contrabando era uma espécie de guerrilha…) e a procura da donzela, ao gosto romântico. Em A Rosa da Montanha, duas donzelas, Laura (a Rosa), a Florinda, a quadrazenha, que, ferida e mal ferida de amor, vem a ser a verdadeira heroína do romance; no texto de Joaquim Manuel Correia, Celestina e, no Maria Mim, a própria, morrendo de amor, ou sobre o amor frustrado adormecendo, cansada e destruida, num verde tapete de relva do arraial da Senhora da Póvoa.
Joaquim Manuel Correia aproveitou da sua informação etnográfica para construir um texto muito diferente dos de Carvalho e de Montemor. Com efeito, e conforme escreveu Fernando da Silva Coreia, «o romance é recheado de notas etnográficas e costumes já esquecidos, surpreendendo-se nele conversas, linguagem, cenas familiares e rurais, episódios políticos e religiosos… que o autor colheu com a máxima fidelidade». Dir-se-ia que Celestina foi um exercício pelo qual o autor ensaiou a transposição da colheita etnográfica para a obra de arte literária, repleta também, não apenas do pitoresco, mas da análise psico-social e da escultura do perfil das nossas gentes.
CelestinaO capítulo 55, único que ainda pudemos ler em texto impresso, resulta num admirável painel da religiosidade popular e do significado de Nossa Senhora da Póvoa para os povos da Raia, por isso também motivo no Maria Mim de Nuno de Montemor. O pitoresco, o colorido dos cortejos de carros de bois engalanados com colchas, transportando mães e filhas para a romaria, a animação profana e religiosa durante o tríduo festivo (Domingo, segunda e terças-feiras de Pentecostes) prende a nossa imaginação e sensibilidade. A Senhora da Póvoa foi o santuário mariano por excelência da região. O culto terá começado lá por fins do século XVIII, quando dois pastorinhos encontraram, escondida numas silvas, uma imagem de Nossa Senhora que o povo de Vale do Lobo moveu para a igreja onde pouco tempo esteve, pois se deu o fenómeno de a imagem ter voltado para o silvado. Do ponto de vista das «imagens milagrosas» (aparecidas) esta é apenas uma das dezenas com semelhantes histórias já contadas por Frei Agostinho de Santa Maria. Fosse como fosse, logo em 1802 foram erigidos os cruzeiros, assinalando um novo santuário, cuja capela foi construída em 1874. O sítio atraiu os fiéis, mas também os queixosos de doenças do fígado que se sentiam melhores bebendo água da fonte do santuário. Não sabemos se a imagem antiga ainda se conserva, mas o cancioneiro noticia a existência de duas, a velha e a nova, como se cantava no refrão das Loas poveiras: «Nossa Senhora da Póvoa / Viva a velha / Viva a nova!»
E com isto chegamos ao ponto em que seria lógico começar, indagando quem é a Celestina, que dá o nome ao romance de fundamentação histórica e geograficamente bem definida. No contexto dos episódios da última guerrilha carlo-miguelista, Celestina é uma bonita e educada jovem, filha oculta de um padre que, todavia, revelou a sua existência ao seu bispo. Celestina apaixonou-se por Benito, um carlista castelhano, que vivia oculto na região do Sabugal, e que os acidentes da vida não lhe consentiram dar a felicidade a Celestina, que veio a casar com outro, Alfredo chamado, que felicidade lhe não deu. No epílogo, Celestina e o marido têm ocasião de assistir a uma tourada, em Salamanca. Figura principal do cartaz era Benito, famoso toureiro. Foi este colhido, sem que Celestina o reconhecesse, mas o romancista conta que a última palavra pronunciada pelo toureiro, já no hospital, onde morreu, foi o seu nome: Celestina.
De novo as três infelizes donzelas de Riba Côa: Florinda, prometida a Tomás, mas que se apaixonou pelo estudante Eugénio, que amou sem ser amada, conforme ao entrecho de A Rosa da Montanha; Maria Mim, prometida ao Lareia e que deveio doente de paixão pelo alferes Marinho, que de todo a não merecia; e, agora, Celestina, doente de amor por Benito, e alfim casada com outro, e desfeita em lágrimas face à morte do amado intangido. O enquadramento histórico sustém a credibilidade dos factos e a verosimilhança das ficções, sempre úteis à arte do romance. Por saber fica se o retrato que idealizou da menina Celestina e que ilustra a capa da edição, corresponde apenas à imaginação do escritor. Pouco importa, todavia, para o caso.
«Carta Dominical», opinião de Pinharanda Gomes

pinharandagomes@gmail.com

Em 1950 a população do concelho do Sabugal, chegou perto dos 45000 habitantes. Cerca de 20 povoações tinham mais de 1000 habitantes. Com o surto da emigração, gradualmente a população jovem e meia-idade, começou a abandonar as aldeias e mais tarde a ida de famílias inteiras. Segundo o Censo de 2001 o concelho tinha apenas 14000 residentes.

José MorgadoContrariamente à opinião de que o Sabugal é o concelho com pior qualidade de vida, acredito plenamente nestes elementos porque são objectivos, os dados fornecidos pelo INE, nomeadamente que:
– Perdeu mais de 7000 residentes em seis anos;
– É uma das regiões mais envelhecidas do país;
– Grande índice de Envelhecimento (perto de 500 idosos/100 jovens);
– Terceiro concelho da Guarda, com menor densidade populacional (16hab/Km2);
– Muito fraco número de nascimentos (3 por 1000 hab);
– Taxa de mortalidade (22 por 1000 hab).
A relação entre a redução da população e o número de óbitos dos mais idosos, não é mais drástica, porque a iniciativa privada, aproveitando as estruturas das Misericórdias e comparticipações da Segurança Social, foi criando Lares para a 3.ª Idade, espalhados por todo o concelho melhorando e de que maneira a qualidade de vida dos residentes.
A ideia de que os mais novos, serão o amparo dos mais velhos não colhe na presente sociedade, por razões que todos conhecemos.
O falecido Dr. Diamantino, Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal, além de grande pedagogo, deixou o Lar Senhora da Graça no Sabugal para aqueles que dele precisam.
Com a devida vénia transcrevo este texto anónimo que encontrei num café-tertúlia da zona da Grande Lisboa:

avô e neto«Tu já foste criança um dia, mas os anos dobraram-se e fizeram de ti um jovem, quase adulto… agora olhas-me com certo desprezo só porque muitos anos se dobraram para mim e hoje sou velho.
Observas as minhas mãos trémulas e esqueces que foram as primeiras a acariciar as tuas, inseguras, na infância. Criticas meus passos lentos e vacilantes e esqueces que foram eles que orientaram os teus primeiros passos. Reclamas quando te peço para leres uma palavra que os meus olhos já não conseguem vislumbrar com precisão, esquecido das várias palavras que eu repeti inúmeras vezes para aprenderes a falar.»
Dizes que sou um velho desactualizado, mas, confesso que pensei muito pouco em mim, para fazer de ti um homem de bem.
Reclamas da minha saúde debilitada, mas crê, muito trabalho foi preciso para garantir a tua. Ris quando não pronuncio correctamente uma palavra, mas, eu afirmo que me esqueci de mim para que tu pudesses cursar uma Universidade.
Dizes que não possuo argumentos convincentes em nossos raros diálogos, todavia muitas foram as vezes em que advoguei em teu favor nas situações difíceis em que te envolveste.
Hoje cresceste… és um rapaz robusto e a juventude empolga-te as horas… esqueceste a tua infância, os teus primeiros passos, as primeiras palavras, os primeiros sorrisos, mas, acredita, tudo isso está bem vivo na memoria deste velho cansado. É verdade que o tempo passou, mas eu nem me dei conta… só notei naquele dia…naquele dia que me chamaste velho pela primeira vez e eu me olhei no espelho.
Lá estava um velho de cabelos brancos, rugas profundas e um certo ar de sabedoria que na imagem de ontem não existia. Por isso te digo que o tempo é implacável e um dia também tu te verás ao espelho e perceberás que a imagem nele reflectida, não é mais a que hoje admiras. Sentirás que no teu peito o coração ainda pulsa ao mesmo compasso. Que o afecto que cultivaste não se desvaneceu, que as emoções vividas ainda podem ser sentidas como nos velhos tempos, que as palavras amargas ainda te ferem com a mesma intensidade e apesar dos longos anos suportados, não ficaste frio diante da indiferença dos seres que embalaste na infância. Por isso te aconselho meu filho: não rias nem faças pouco do estado em que estou, eu já fui o que tu és e tu serás o que eu sou.»
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

morgadio46@gmail.com

Barragem M. Carmona (Idanha-a-Nova) ao entardecer.

(Clique nas imagens para ampliar.)

«A Objectiva de…», galeria fotográfica de Pedro Afonso
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