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Por volta das 9,30 horas de sábado, dia 7 de Fevereiro, chegaram as primeiras personalidades responsáveis pelo encontro transfronteiriço promovido pela Cáritas que, por causa da neve, já havia sido adiado duas vezes. Mas como à terceira é de vez, e visto que o tempo ajudou, realizou-se o desejado encontro.

José Manuel CamposConfesso que me agradou imenso a entrega de todos os participantes. A vontade de fazer coisas boas em prol do próximo e, sobretudo, dos mais desfavorecidos agradou-me de sobremaneira.
Muito embora já algumas vezes tivesse ouvido falar da Cáritas a verdade é que desconhecia, quase por completo, a acção desta Instituição. O levantamento que fizeram da zona raiana deixou-me deveras satisfeito. É absolutamente necessário e conveniente que façam chegar às mais diversas entidades e instituições os resultados dos referidos trabalhos.
Tenho em meu poder os resultados e já lhes dei imensas voltas. Leio, releio e comparo. Chego sempre à triste conclusão que se de um lado da fronteira as coisas correm mal no outro lado também não correm muito melhor.
Encontro da Cáritas nos FóiosA desertificação e o despovoamento das freguesias da raia assustam-nos e atormentam-nos. Todos os anos morrem, nas nossas localidades, cerca de duas dezenas de pessoas e nasce uma ou duas de dois em dois ou de três em três anos. E todos sabemos que de onde se tira e não se põe falta faz.
Vivemos na zona mais atrasada e mais desfavorecida da Península Ibérica ou de toda a Europa comunitária. Quem nos poderá acudir?
Parabéns Senhoras e Senhores responsáveis pela Cáritas. Coragem, força e determinação. Água mole em pedra dura tanto dá até que fura. Assim seja.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia dos Foios)

jmncampos@gmail.com

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Chama-se profundidade de campo (DOF) à zona nítida à frente e para trás do plano de focagem da imagem.

(Clique nas imagens para ampliar.)

A profundidade de campo não muda em nenhuma região da imagem de modo abrupto. De forma gradual, observa-se a transição de nitidez para desfoque. Desta forma tudo o que se encontra imediatamente em frente ou atrás do plano de foco já começa a perder nitidez.
A profundidade de campo é inversamente proporcional em relação à abertura. Quanto maior for a abertura, menor será a profundidade de campo e vice-versa. No caso destes dois fotogramas foi usado uma abertura de f1.4 o que implica uma menor profundidade de campo contribuindo para um desfoque quase total do que está para lá do motivo.
A escolha da profundidade de campo é uma das opções mais importantes quando se define a abertura e o tempo durante o qual que se expõe um fotograma e claro consoante o motivo que estejamos a fotografar.

«A Objectiva de…», galeria fotográfica de Pedro Afonso
pmiguelafonso@gmail.com

O artigo «Candidatura à UNESCO da Cultura Arraiana» de Kim Tomé suscitou vários comentários e respondendo ao repto que o João Duarte faz aos visitantes e colaboradores do Capeia Arraiana e sem desprimor da histórica designação de Beira Alta e até da Beira Baixa com quem temos também muitas afinidades (Belmonte, Penamacor e Covilhã) recolhi alguns elementos para clarificar a questão.

José MorgadoO Estado Novo adoptou desde o seu início uma politica de regionalização do País, prevista na Constituição de 1933, através da divisão de Portugal Continental em «autarquias regionais» denominadas províncias e criadas em 1936. A divisão provincial, baseou-se nos estudos de Amorim Girão publicados entre 1927 e 1930 que dividiu Portugal Continental em 13 regiões «naturais».
Acabaram por ser criadas somente 11 porque a região de Trás-os-Montes e a região do Alto Douro, bem como a região da Beira Alta e a região da Beira Transmontana, foram fundidas em duas, a de Trás-os-Montes e Alto Douro e a província da Beira Alta que aglutinou a Beira Transmontana.
Paralelamente à divisão em províncias, manteve-se a divisão em distritos, cujos limites não coincidem.
Em 1959 as funções das províncias passaram para os distritos, sendo extintas as Juntas de Província e criadas as Juntas Distritais.
As Províncias mantiveram-se unicamente como divisões históricas, só sendo formalmente extintas com a Constituição de 1976. Apesar disso mantiveram-se até recentemente, nos manuais escolares, talvez por razões económicas com a feitura de novos manuais, continuando a ser, por ignorância a divisão regional de referência da maioria dos portugueses.
Os distritos, embora em vias de extinção pelo processo de descentralização prevista, permanecem actualmente como a divisão mais relevante do país e base dos círculos eleitoras e campeonatos regionais de futebol.
A divisão de Portugal em NUTS (Nomenclatura de Unidades Territoriais) foi estabelecida em 1986, tendo vindo a tornar-se a divisão territorial de Portugal, em detrimento dos distritos.
O Decreto-lei 244/2002 criou três regiões principais: Continente (subdividido em Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve), Região Autónoma dos Açores e Região Autónoma da Madeira.
Relativamente à Zona Centro que apanha globalmente as três Beiras encontra-se subdividida em: Baixo Vouga (com 12 municípios), Baixo Mondego (8), Pinhal Litoral (5), Pinhal Interior Norte (14), Pinhal Interior Sul (5), Dão / Lafões (15), Serra da Estrela (Fornos de Algodres, Gouveia e Seia), Beira Interior Norte (Almeida, Celorico, Figueira, Guarda, Manteigas, Meda, Pinhel, Sabugal e Trancoso), Beira Interior Sul (4), Cova da Beira (3), Oeste (12) e Médio Tejo (10).
Estas Unidades Territoriais foram criadas em conformidade com as directivas da União Europeia, para todo o seu espaço e utilizadas fundamentalmente para efeitos estatísticos.
Embora estas divisões e subdivisões já sirvam de base com as devidas adaptações noutros campos como no Turismo, ordenamento do território e planeamentos diversos, continua a dar-se primazia a divisão por Distritos e Municípios.
E qual o papel da tão propagada Regionalização no meio disto tudo?
A proposta do Governo de António Guterres, para a criação de oito regiões (Entre Douro e Minho, Trás-os-Montes e Alto Douro, Beira Interior, Beira Litoral, Estremadura e Ribatejo, Região Lisboa e Setúbal, Alentejo, Algarve) é rejeitada em 61 por cento dos eleitores, em 8 de Novembro de 1998.
Serão propostas mais tarde cinco regiões-plano e que estão traduzidas nas actuais NUT II (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve.
Agora, José Sócrates, quer levar novamente a Regionalização a referendo, defendendo um país dividido em cinco grandes regiões, mas só com amplo consenso popular, que garanta a vitória do SIM reconhecendo o «erro» do passado, de não se ter proposto as cinco regiões, porque até os serviços do Estado, já foram reestruturados «na lógica das cinco regiões».
Do antecedente, anularam a Beira Transmontana do estudo de Amorim Girão, integrando-a na Beira Alta.e agora lá se vai a Beira Interior que agregava as terras da Guarda e Castelo Branco, para pertencermos todos «à molhada» do «Centrão».
Que mais nos irá acontecer!
Saudações Raianas, João Duarte
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

morgadio46@gmail.com

Um exemplo concreto, que não só os turistas, mas nos também deveríamos apreciar.

Jardim Natural AutóctoneO conceito de «jardim natural autóctone» deve estar presente sempre que se idealizar um novo espaço, dando preferência a espécies autóctones em detrimento das exóticas que podem ser encontradas em qualquer lado. Isso dará especificidade e carácter próprio. Temos de adquirir um novo olhar para aquilo que sempre esteve à nossa frente. Será que muita gente sabe que neste momento os amieiros estão com a candeia em flor (parte masculina equivalente à candeia dos castanheiros), ou que o Mostageiro, belíssima arvore endémica na nossa região nunca foi aproveitada para efeitos ornamentais e de sombreamento, o próprio medronheiro com a sua folha persistente, encaixa muito bem neste conceito de jardim natural autóctone. As vantagens são inúmeras, melhor adaptação ao nosso clima e solo, menor utilização de mão de obra e de água na manutenção dos espaços.
Os extensos relvados, são o exemplo acabado daquilo que não serve,nem para o nosso clima nem para a nossa economia. As várias Urzes existentes no concelho, poderiam com grande vantagem substituir os relvados, fornecendo florações ao longo de todo o ano.
Floração da Torga, (Erica Austrális), Março e Abril.
Floração da Queiró, (Erica Umbellata), Abril a Junho.
Floração da Caluna, (Calluna Vulgaris), Agosto a Outubro.
Floração da Urze Branca, (Erica Arborea), Março/Julho.
Floração da Esteva, (Cistus Ladanifer), Abril/Maio.
Floração do Rosmaninho, (Lavandula Stoechas), Abril/Maio.
Floração do Medronheiro, (Arbutus unedo), Outubro/Novembro.
Sem querer tornar fastidiosa a leitura finalizo com um endemismo ibérico conhecido por Rosa Albardeira (Paeonia broteroi), que floresce na Primavera.
Criar jardins com estas espécies seria um acto cultural e um excelente cartão de visita.
António Moura

JOAQUIM SAPINHO

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