«Marley Dinis» é um gato de um ano de idade feito a 22 de Junho de 2008 que venceu a classe de Melhor Gato Doméstico na II Exposição Felina que a empresa Municipal Trancoso Eventos organizou no Pavilhão Multiusos de Trancoso em 24 e 25 de Janeiro em colaboração com o Clube Português de Felinicultura.

II Exposição Felina de TrancosoO presidente do Clube Português de Felinicultura (CPF), João Noronha, manifestou-se profundamente satisfeito com esta realização atendendo à participação crescente de expositores nacionais e estrangeiros, designadamente de Espanha, devido «à proximidade geográfica».
Um gato persa, propriedade de José Manuel Dias, de Vila Real de Trás-os-Montes que tem como criadora Júlia Alexandra Carvalho, é campeã Mundial e esteve presente neste certame que reuniu mais de 130 exemplares de 30 raças de gatos das 47 reconhecidas.
Estiveram ainda presentes gatos e expositores da Alemanha, França, Holanda, Itália, entre outras proveniências.
O Júri da exposição felina de Trancoso, patrocinada pela Royal Canin, foi composto por elementos oriundos de França, Alemanha e Holanda.
A grande participação espanhola, estimada em 40 por cento dos expositores, foi justificada por João Noronha pelo facto de «os espanhóis terem gostado muito do espaço do Pavilhão Multiusos de Trancoso, aliada à simpatia da organização, visitantes e população em geral mas também à redução das exposições naquele país devido à renovação da Federação de Clube de Felinicultura».
O Presidente do CPF regista com agrado o aumento dos amantes dos gatos e da Felinicultura, nomeadamente o interesse dos mais jovens, traduzido no aumento dos animais e expositores nos certames organizados pelo CPF que actualmente envolve cerca de 1.400 associados.
O presidente da Trancoso Eventos, Santos Costa, numa breve intervenção que realizou, disse que «os gatos são a companhia de escritores, de pintores, de poetas , de músicos e também de crianças e idosos».
Recuando na História recordou que no século XIV «Trancoso perdeu uma terça parte da população porque menosprezou os gatos» numa altura em que proliferava a peste transmitida pelos ratos que faziam com que a epidemia alastrasse. E isto tudo porque os animais eram encarados como símbolos de bruxaria, designadamente os gatos pretos.
aps (com gabinete de Imprensa da CMT)