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Hoje, dia 28 de Janeiro, vindo de Navasfrias (España), decidi tomar um copo na discoteca, recentemente reaberta, de Aldeia do Bispo. Conversando com o patrão, o Senhor Manuel Faísca, caí das nuvens.

José Manuel CamposPasme-se! Disse-me que tinha ido contratar uma cozinheira e uma moça para o bar à vizinha povoação espanhola de Navasfrias. Conheço, muito bem a cozinheira que contratou visto que também o havia sido na «Hosteria de La Raya» do meu amigo Celso, Alcalde de Navasfrias. É do meu conhecimento que o Celso já lhe pagava um razoável vencimento visto que a Mary é uma excelente profissional.
espanholFiquei, na verdade, perplexo quando o Senhor Manuel Faísca me disse que tinha procurado, na zona, as convenientes empregadas mas não encontrou. Acrescentou ainda que também recorreu ao Centro de Emprego mas que também não foi bem sucedido.
É caso para perguntar se a crise também por aqui anda. Não é por acaso que estamos os tais trinta ou quarenta anos atrasados em relação a nuestros hermanos. Que saibamos aproveitar as lições! Depois não nos queixemos.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia dos Foios)

jmncampos@gmail.com

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A rematar os artigos sobre a mantança, e correspondendo a estímulos que nos foram chegando, elencamos um conjunto de expressões populares ligadas à criação do porco, à matança e à preparação das peças gastronómicas que dali se aproveitam.

MatançaARGANEL – arame que se coloca no focinho dos porcos para que não revolvam a palha da cama. Também se diz prego.
ASSADURA – lombo de porco que vai a assar na brasa. Mais a sul (em Monsanto) designa o pedaço de carne que se dá de presente por ocasião da matança.
BÁCORO – porco pequeno; leitão. Também se usam as corruptelas bácro e báquero. Também se diz berrelho, reco, rengo.
BANCO DE MATAR – robusta base de madeira, com quatro pés, onde o porco é deitado para ser morto.
BANHA – gordura; cada uma das cavidades abdominais do porco.
BARBELADA – carne da parte de baixo do focinho do porco, da barbela.
BARRASCO – porco de cobrição.
BOFES – pulmões do porco, fessura. Também se diz boches – «Mostra coração e há-de ter bofes» (Nuno de Montemor).
BOLETA – bolota ou lande, fruto do carvalho e da carrasqueira, usada para a ceva dos porcos. Nalgumas terras raianas dizem beleta.
BUCHO – Peça do enchido, feita à base de carne, ossos, rabo, orelha e outras partes do porco, que tradicionalmente é comido no Domingo Gordo. É feito a partir do enchimento da bexiga ou do estômago (bucho) do próprio porco.
BURZIGADA – cozinhado dos dias de matança feito com sangue cozido e pão, regado com gordura do redanho derretida (adubo). Também se diz borgigada.
CABEÇADA – a cabeça e a papeira do porco.
CALUVA – carne da cabeça e do pescoço do porco. Mais a sul (Penamacor) usa-se a expressão calubra.
CARCHAIS – ossos da cabeça do porco (Fóios).
CARRILHEIRA – maxilares do porco depois de limpos, isto é, arrebanhados da carne. Era guardada na tarimba ou no caniço e servia para curas: se havia inchaço em homem ou em animal barrava-se com a sua medula.
CASCABULHO – grande quantidade de cascas de fruta e de batatas, que se dão de vianda aos porcos. Também se diz retassos.
CEVA – acto de alimentar o porco, preparando-o para a mantança.
CHAMBARIL – pau curvo com recravas nas extremidades, que se enfiam nos jarretes do porco da matança, para o dependurar. Também se diz chambril.
CHAMUSCA – acto de queimar os cabelos do porco na matança.
CHELPA – gordura de banha de porco. O mesmo que unto ou untura.
CHICHORRO – torresmo. Também se diz chicharrão ou chichorrão e ainda torrezno ou churro (do castelhano).
CORAGEM – pedaço de sangue coalhado que ficou na barranha que apulou o sangue na matança – «A apular o sangue vai uma mulher experiente, que tem de saber bem tirar as coragens» (Maria José Bernardo Ricárdio Costa – Aldeia do Bispo).
CORTELHO (ou CORTELHA) – local onde se recolhe o porco. Também se diz pocilga, chiqueiro, cocho. Na Beira Baixa dizem furda, chafurda ou furdão.
DESMANCHA – acto de desmanchar o porco, um ou dois dias após a matança, quando a carne já assentou. Também se diz desmaranha (Rapoula do Côa)
EMBIGALHO (ou UMBIGALHO) – parte da carne à volta do umbigo que após a matança era assada e comida na adega. Nas terras do Campo (Penamacor, Monsanto) usam o termo tempereiro.
ESBANDULHAR – acto de abrir o porco e extrair-lhe as tripas (bandulho) logo após a matança.
FACEIRA – carne do focinho do porco. Também se diz focinheira.
FARINHEIRA – peça do enchido, feita com gordura derretida amassada com pão e farinha, condimentada com alho, cebola, louro e sal. Também se diz farinhata.
GRUNFANTE – porco na gíria quadrazenha. A mesma gíria, que sobretudo pretendia iludir os Guarda Fiscais aquando do exercício do contrabando, tinha outros termos com o mesmo significado: gringo, grunhato, grunho, vista-baixa.
JANETE – tendão da pata do porco, onde se enfia o chambaril para o dependurar. Também se diz jarrete.
LACÃO – perna de porco; pernil.
LAGARTO – cada um dos dois lombinhos do porco. Também se diz lombilho.
LUMIEIRA (ou ALUMIEIRA) – mão-cheia de palha que se acende para chamuscar o porco.
MARRÃ – porca, marrana.
MARRANADA – manada de porcos, vara. Também se diz porcada.
MARRANO – porco. Para designação do porco usam-se variadíssimos termos: berrão, cerdo (do castelhano), cevado, cochino, gorrilho, gorrino, chico, corricho, focinhudo («triste vivia a família que não criava, pelo menos, um focinhudo por ano» – Francisco Carreira Tomé), gorrinato.
MASSEIRÃO – pia de madeira onde comem os porcos. Também se diz seirão e conco (Batocas).
MATACHIM – homem que mata e abre os porcos.
MOLEJA – gordura das tripas do porco, da qual se fazem torresmos. Também se diz molareja.
PALAIO – peça do enchido, constituído pelo cego (apêndice) do porco com febras de ossos. Também se diz paio. Em Sortelha diz-se palagaio.
PASSARINHA – pâncreas, ou baço, do porco. Nas matanças, a passarinha assada era petisco para as crianças. Nalgumas terras dizem passarilha.
PIA – recipiente de pedra para deitar comida aos porcos.
PROVA – primeiro petisco da matança; amostra da massa dos enchidos, que é confeccionada numa sertã para verificar os temperos.
REDANHO (ou REDENHO) – rede de gordura que envolve os intestinos do porco, de onde se fazem os torresmos mais apreciados. Também se diz ordenho.
SANGRADEIRA – faca de lâmina comprida e com dois gumes, que se utiliza na matança do porco. Também se lhe chama cochilho (do castelhano).
SOVENTRE – parte da barriga do porco, entre os mamilos, que se corta de alto a baixo no dia matança para cozer na panela.
SOVINA – peça do formato do chambaril, mas pequena, que serve para atar o bucho, normalmente feita com pau de buxo.
SUÃ – coluna vertebral do porco. A carne dos ossos da suã é petisco muito apreciado e come-se cozida.
TALHADOR – tabuleiro de madeira com um pau cilíndrico ao centro, que serve para cortar a carne de porco para o enchido.
TORNILHÃO – pé de porco (Aldeia da Ponte).
VIANDA – refeição do porco, que consiste em água de lavagens com verduras e farelo.
Paulo Leitão Batista

Muito se tem escrito, sobre a história da nossa terra e região, algumas vezes com fundamento, outras especulando. O pior é quando se aventam hipóteses não documentadas e sucessivos escritores as repetem, tornando-as em quase verdades, que outros posteriormente repetem.

João ValenteSão exemplos disso, o Rio Cesarão como derivando de Júlio César, a pia baptismal da Senhora do Castelo como sendo datada do paleo-cristão, as singulares Capeias Arraianas, como reminiscência étnico-cultural da dominação Leonina, talvez com origem em lutas medievais entre o povo e cavaleiros.
Assim sendo, também eu vou especular, quanto mais não seja, para contrapor a posições «tradicionalmente» veiculadas, agradecendo desde já as correcções e críticas das pessoas mais autorizados na matéria, que tenham amabilidade de se prenunciar.
É sabido que os Romanos começaram a conquista da Península a partir do ano 218 a.C., e foi só Júlio César, então Pretor da Lusitânia, que por volta do ano 61 a.C., após 150 anos, pôs fim aos periódicos levantamentos dos povos autóctones. Por isso as guerras de resistência à conquista romana, não se resumem a Viriato ou Sertório e têm um substrato étnico e sócio-cultural muito complexo, que resumiríamos assim:
Deixando de lado as descrições de Plínio, Frei Bernardo de Brito, inscrição da ponte de Alcântara e outros, resumidamente, os Lusitanos estendiam-se desde a Margem Ocidental do Rio Côa até ao mar, com o Douro a estabelecer o limite da fronteira norte, dedicando-se fundamentalmente à pastorícia de gado ovino e caprino; os Vetões, fiéis aliados destes, estendiam-se da Margem Oriental do Côa pelo interior da actual Província Salamanquina, dedicando-se também à pastorícia, mas de gado bovino e porcino.
Os costumes e religião destes dois povos de raiz celtibera, eram basicamente os mesmos, com adoração do sol, lua, elementos da natureza, como cursos de água e árvores, adivinhação nas entranhas de animais, grandes hecatombes sacrificiais, transumância, herança dos filhos primogénitos, pilhagem em bandos, jogos colectivos de guerra, campanhas de pilhagem., etc.
Na arte, além dos frugais ornamentos de uso pessoal, de culto e combate, levantavam altares de culto, piras de sacrifício, e representavam vários, deuses, entre os quais o sol, com círculos concêntricos, a lua em forma de pendentes, amuletos, elementos decorativos de origem celta, etc.
Da procura de pastagens para o gado resulta a transumância, que originou consuetudinários direitos de passagem (exemplo das canadas em Espanha), e de pastagem (na Andaluzia e Alentejo, Estrela e Douro) que se mantiveram mesmo em períodos de guerra (ocupação romana, árabe, reconquista, idade média até séc. XIX) e locais de acampamento de pastores (as malhadas, como Malhada Sorda, Almeida; ou Malhada dos Castelhanos, na Estrela, onde ainda se conta na tradição oral o episódio da refrega com os pastores do mosteiro de Ouguela, Espanha) e de passagem do gado entre as serras (os portos, como Porto de Ovelha, Porto da Carne etc).
Na primeira fuga de D. Quixote, no contexto do funeral de um pastor morto pelo seu amor não correspondido a uma bela camponesa, descreve Cervantes o modo de vida destes pastores transumantes, dos seus acampamentos, dos conflitos de propriedade com as populações locais e que eram ainda constantes no séc. XVI.
O sistema hereditário entre os celtas, baseado na progenitura, provocou grandes grupos de deserdados em bandos de salteadores ou o alistamento mercenário a soldo de cidades do sul península, entre as quais, as colónias cartagineses. Um grande contingente de Lusitanos e Vetões, chefiado por um outro Viriato, integrou com assinalável êxito as hostes de Aníbal Barca, na segunda das guerras púnicas.
As lutas dos lusitanos contra os Romanos (que traziam um conceito de propriedade individual, conflituante com o status quo vigente), visavam assegurar os direitos de pastagem a Sul, na actual Andaluzia. Por este motivo a resistência foi tão longa e contou também com o levantamento dos povos autóctones do Sudoeste Peninsular.
Mais tarde, a instituição dos cavaleiros vilões nos primórdios da monarquia, teve também como objectivo acompanhar e proteger os movimentos de transumância para Sul. As posteriores algárias da reconquista, coincidiam amiúde com os períodos de transumância entre Abril e Setembro de cada ano, que visavam proteger, a isso não sendo alheio os nossos primeiros reis, terra-tenentes e ordens religiosas e militares serem também proprietários de grandes rebanhos (lembro como exemplo o testamento de D. Sancho I, que legou muitas cabeças de gado a conventos).
Foi neste caldo, de matiz sócio-cultural celtibero, conceito de propriedade, sistema hereditário, da transumância, banditismo ou mercenarismo, que resistiram os lusitanos 150 anos, sob o comando de vários chefes além de Viriato e Sertório, também conhecidos, como Púnico Cesari e outros.
Por tudo isto, abstraindo das consequências de uma posterior influência moçarabe (Jimnez do séc. IX a X encontrado na Santa Marinha, Vilar Maior) e do possível repovoamento por colonos galegos nos tempos de Leão (provado pelo falar peculiar que ficou no Vale do Elges), várias dúvidas me atormentam particularmente:
A pia baptismal que se encontrava na Senhora do Castelo, pela peculiaridade dos seus elementos decorativos (círculos concêntricos e cordão em forma de serpente, possivelmente de origem celta) não terá sido um caldeirão sacrificial celta, adaptado a posterior culto cristão?
Uma pessoa amiga, estudiosa das religiões da antiguidade levanta a hipótese de os círculos, também presentes nas civilizações Cretense e Fenícia, bem como de vária religiões orientais, serem druidas e semelhantes as do santuário proto-romano de Panóias.
Que excitação não seria, os nossos avós terem sido baptizados num objecto de origem pagã, ponte entre os a religião antiga e nova!
O Rio Cesarão, não radicará antes no nome do chefe Lusitano Cesario, que no genitivo Cesarionis é até a raiz mais directa, por catarse e nasalação da palavra Cesarão?
O singular gosto pelas touradas das gentes transcudanas, mais próximo das do outro lado da fronteira, não terá origem na singularidade da pastorícia dos Vetões, que diversamente aos lusitanos, privilegiava o pastoreio intensivo do gado bovino e porcino?
O encerro, o forcão e o desfile com alabardas das capeias, não remontará mais à condução colectiva do gado, aos desfiles guerreiros acompanhados de sacrifícios de animais, dos povos pré-romanos do que às lutas medievais do povo contra os cavaleiros ou na mais recente ida dos mancebos às sortes?
Responda, quem souber e puder!
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

«Marley Dinis» é um gato de um ano de idade feito a 22 de Junho de 2008 que venceu a classe de Melhor Gato Doméstico na II Exposição Felina que a empresa Municipal Trancoso Eventos organizou no Pavilhão Multiusos de Trancoso em 24 e 25 de Janeiro em colaboração com o Clube Português de Felinicultura.

II Exposição Felina de TrancosoO presidente do Clube Português de Felinicultura (CPF), João Noronha, manifestou-se profundamente satisfeito com esta realização atendendo à participação crescente de expositores nacionais e estrangeiros, designadamente de Espanha, devido «à proximidade geográfica».
Um gato persa, propriedade de José Manuel Dias, de Vila Real de Trás-os-Montes que tem como criadora Júlia Alexandra Carvalho, é campeã Mundial e esteve presente neste certame que reuniu mais de 130 exemplares de 30 raças de gatos das 47 reconhecidas.
Estiveram ainda presentes gatos e expositores da Alemanha, França, Holanda, Itália, entre outras proveniências.
O Júri da exposição felina de Trancoso, patrocinada pela Royal Canin, foi composto por elementos oriundos de França, Alemanha e Holanda.
A grande participação espanhola, estimada em 40 por cento dos expositores, foi justificada por João Noronha pelo facto de «os espanhóis terem gostado muito do espaço do Pavilhão Multiusos de Trancoso, aliada à simpatia da organização, visitantes e população em geral mas também à redução das exposições naquele país devido à renovação da Federação de Clube de Felinicultura».
O Presidente do CPF regista com agrado o aumento dos amantes dos gatos e da Felinicultura, nomeadamente o interesse dos mais jovens, traduzido no aumento dos animais e expositores nos certames organizados pelo CPF que actualmente envolve cerca de 1.400 associados.
O presidente da Trancoso Eventos, Santos Costa, numa breve intervenção que realizou, disse que «os gatos são a companhia de escritores, de pintores, de poetas , de músicos e também de crianças e idosos».
Recuando na História recordou que no século XIV «Trancoso perdeu uma terça parte da população porque menosprezou os gatos» numa altura em que proliferava a peste transmitida pelos ratos que faziam com que a epidemia alastrasse. E isto tudo porque os animais eram encarados como símbolos de bruxaria, designadamente os gatos pretos.
aps (com gabinete de Imprensa da CMT)

JOAQUIM SAPINHO

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Em exibição nos cinemas UCI

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