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Os «Anuários Estatísticos Regionais» publicados recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que o Sabugal é o concelho do distrito da Guarda que perdeu mais população e que para cada 100 jovens existem 423 idosos. Os números resultam da comparação com o Censo de 2001. A discussão política em 2009 devia começar neste documento que os candidatos autárquicos deviam estudar com muita, muita atenção.

Anuários Estatisticos RegionaisForam recentemente publicados pela Instituto Nacional de Estatística (INE) os «Anuários Estatísticos Regionais» organizados em 27 subcapítulos agrupados em quatro grandes capítulos: O Território, As Pessoas, A Actividade Económica e o Estado.
O documento do INE é uma publicação de referência sobre informação estatística comparativa à escala regional e municipal sobre as problemáticas dos desenvolvimentos territoriais. A edição de 2008 faz um comparativo entre os Censos de 2001 e o ano de 2007 mrecendo destaque, no capítulo «Território» a disponibilização de dados sobre a Rede Nacional de Áreas Protegidas e sobre a Rede Natura 2000 apoiados em informações do Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade.
Os dados referentes à Beira Alta (ou Beira Interior Norte) e em especial do concelho do Sabugal mereceram-nos uma análise mais cuidada. Mas… em comparação com os números do último Censo (2001) o cenário é mesmo muito mau.
Todos os concelhos da Beira Alta viram diminuir a sua população à excepção da Guarda (concelho) que «ganhou» 432 novos habitantes. O Sabugal lidera a lista do concelho que perdeu mais população (1338 habitantes).
Nos Censos 2001 a população do concelho do Sabugal foi identificada em 80 lugares pertencentes a 40 freguesias (incluindo uma cidade e uma vila) com um total de 14871 habitantes.
A 31 de Dezembro de 2007 residiam no Sabugal 13533 cidadãos divididos em 1137 (com idades entre os 0 e os 14 anos), 1390 (15-24 anos), 6197 (25-64 anos) e 4809 com 65 e mais anos registando, portanto, uma variação negativa de 1338 habitantes.
Os indicadores de densidade populacional (hab./km2) por município do distrito da Guarda, em 2007, revelam os seguintes números: Almeida, 13,9; Celorico da Beira, 35,0; Figueira de Castelo Rodrigo, 13,1; Guarda, 62,1; Manteigas, 30,4; Mêda, 20,2; Pinhel, 20,7; Trancoso, 28,8; e Sabugal, 16,5.
As taxas de crescimento efectivo e natural são negativas para todos os concelhos. Em primeiro lugar posiciona-se Almeida com –2,59 e em segundo o Sabugal com –1,73 pontos percentuais. Na taxa de crescimento natural o Sabugal aparece em primeiro com –1,89 por cento. A finalizar a taxa bruta de nascimentos coloca a Guarda em primeiro lugar com 8,0 por mil e o Sabugal em último com 3,3 igualmente por mil. Inversamente na taxa bruta de mortalidade o Sabugal surge em primeiro com 22,2 por mil e em último a Guarda com 10,7. [pág. 68].
Índice de envelhecimento em percentagem para o distrito da Guarda: Sabugal, 423,0; Almeida, 316,6; Figueira de Castelo Rodrigo, 289,2; Mêda, 288,0; Pinhel, 270,0; Trancoso, 224,4; Celorico da Beira, 213,9; Manteigas, 183,2; e Guarda, 140,4. O valor de 423 por cento significa que para cada 100 jovens há 423 idosos residentes no concelho do Sabugal.
No dados referentes à população residente nos municípios a Guarda aparece em primeiro com um total de 44191 (21205 h/22986 m) e o Sabugal em segundo com 13533 (6374/7159) residentes. Em 2007 nasceram 45 bebés no concelho sabugalense, foram registados 303 óbitos e celebrados 29 casamentos.
O concelho do Sabugal nos indicadores de participação política nas eleições:
2005 – Assembleia da República: partido mais votado, 45,3%; abstenção, 45,3%. Autarquias Locais: partido mais votado, 45,1%; abstenção, 45,1%. 2006 – Presidente da República: candidatos mais votado, 63,3%; abstenção, 47,0%. 2007 – Referendo sobre o Aborto: Sim, 41,0%; abstenção, 62,6%.
Estatísticas oficiais sobre o território do Sabugal: área, 822,7; perímetro, 182; comprimento máximo, 33 (Norte-Sul), 47 (Este-Oeste); altitude, 1 215 (máxima) e 450 (mínima). O PDM publicado em 1994 em Diário da República está em revisão. Reserva Agrícola Nacional (RAN), 6145,7 ha e Reserva Ecológica Nacional (REN), 14500,4 ha.

A desertificação e o envelhecimento da população são dois dos mais importantes temas em discussão na próxima campanha eleitoral. Aliás o primeiro tema provoca, por consequência, o segundo porque a fixação dos jovens é um dos grandes desafios para os próximos anos.

Pode fazer uma cópia dos «Anuários Estatísticos Regionais» (INE, IP, Lisboa, Portugal, 2008) aqui e aqui.
jcl

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António Cabanas, vice-presidente da Câmara Municipal de Penamacor, revelou que está a ser negociado com a empresa Generg a instalação de dois novos parques eólicos junto às freguesias de Vale da Senhora da Póvoa, na Serra d’Opa e de Salvador na Serra do Ramiro.

António CabanasEm declarações ao programa radiofónico «Dar que Falar», da Urbana FM, o vice-presidente da Câmara Municipal de Penamacor, António Cabanas, esclareceu que a Serra d’Opa, na freguesia do Vale da Senhora da Póvoa e a Serra do Ramiro junto à aldeia de Salvador na zona sul do concelho poderão receber em breve dois parques de energia eólica.
Um dos parques poderá atingir cerca de 50 megawatts de potência produzida com a instalação de 16 aerogeradores pela empresa Generg que já tem investimentos semelhantes na Serra da Gardunha e no Pinhal Interior.
Actualmente são produzidos no concelho de Penamacor cerca de 60 megawatts de energia através da empresa Tecneira junto ao Meimão e na Serra de Santa Marta.
De acordo com uma notícia publicada pelo jornal «Reconquista» a Câmara Municipal de Penamacor pretende ser compensada pela impossibilidade de exploração do potencial eólico da Serra da Malcata que António Cabanas «considera ter um grande potencial mas que não pode ser aproveitado devido às restrições do plano de ordenamento desta área protegida» acrescentando ainda que «há um grupo espanhol que vai instalar um parque eólico do lado de lá da raia e nós estamos em negociações porque achamos que temos direito a uma compensação porque ficamos impossibilitados de instalar um parque na mesma cumeada mesmo com a fronteira pelo meio». «Temos que defender os nossos interesses», disse ainda António Cabanas.
jcl

A Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) criou, especificamente para o efeito, um portal na Internet onde é possível comparar os preços dos combustíveis nos postos de abastecimento no território português do continente.

Estação de Venda de CombustiveisA página electrónica da DGEG vai disponibilizar os preços de venda praticados por litro em euros, em qualquer posto de abastecimento de Portugal continental, da gasolina IO 95, gasolina IO 98, gasóleo rodoviário, biodiesel e g.p.l. auto.
Os preços são transmitidos pelos titulares da licença de exploração dos postos de abastecimento com a indicação do dia e da hora da alteração, a partir dos quais passam a ficar disponíveis ao público.
Para além dos preços disponibiliza-se, igualmente, a informação sobre a localização, horário de funcionamento e serviços existentes em cada posto de abastecimento.
Os postos de abastecimento com vendas totais anuais inferiores a 500 m3, estão isentos de prestar a informação relativa aos preços, embora possam efectuá-la de forma voluntária.
No entanto, em Fuentes de Oñoro, território espanhol encostado à fronteira de Vilar Formoso, a gasolina 95 na Cepsa é mais barata 28,1 cêntimos (0,798) do que no posto da Galp português da aldeia fronteiriça. No gasóleo poupa-se 12,6 cêntimos (0,823). A diferença de preço faz com que as gasolineiras do lado de lá continuem a ser muito procuradas pelos portugueses.
Com a publicação do Decreto-Lei n.º 243/2008, de 18 de Dezembro e do despacho n.º 32631/2008 do Director-Geral de Energia e Geologia da mesma data, o diploma impõe, obrigatoriamente, aos postos de abastecimento a afixação dos preços na Internet a partir de 16 de Fevereiro de 2009. Os titulares dos postos de abastecimento têm agora 15 dias para solicitar a senha de acesso à página da DGEG que lhes permite actualizar on-line os preços em vigor e manter, com carácter obrigatório, uma informação completa e actualizada.

Compare os preços praticados nos postos de abastecimento de combustíveis em Portugal Continental aqui.
jcl

Nestes dias gélidos de inverno a acalmia das aldeias é entrecortada pelo guinchar ocasional dos porcos em estertor, sucumbindo após a faca sangradeira lhes entrar no gasnete.

Abrindo o porcoNão é qualquer um que se arma em matachim. Mestre magarefe tem que dominar a técnica de enfiar o cochilho nas golas do gorrino, de forma a botar boa sangria. No geral é homem sereno, senhor pleno de suas acções, confiante na arte de matar. No tempo glaciar anda de curral em curral com o facalhão debaixo do braço, envolvido num pedaço de papel rasgado de uma saca de ração e o bico cravejado numa rodela de cortiça.
Além do matachim, ao pátio do habitante que mata desaguam meia dúzia de homens, dispostos a ajudar nas tarefas de segurar o cochino, lavá-lo e dependurá-lo no chambarim.
Tarefas encerradas, o alimpador, que abriu e esbandulhou o animal, desata a cortar carnes que de imediato vão a confeccionar. Um trancão de soventre é enfiado na panela de ferro, a passarinha vai para cima do borralho e um conjunto de febras são estendidas na grelha, sobre o braseiro. Os acepipes são depois emborcados, na carava de uma boa pinga, servindo de entrada ao suculento almoço que está reservado para os que colaboraram nas fainas da matança.
Porém, a mais peculiar peça do animal comida na ocasião é o embigalho. Trata-se da carne que rodeia o aparelho urinário do porco. É-lhe cortado ainda sobre o banco, antes de ir para o chambaril. Via de regra, o embigalho é atirado aos cães que farejam em redor. Mas alguns convivas gostam de lhe experimentar o sabor, que dizem ser divinal. Quando assim se decide, o petisco é guardado num prato e, no fim das tarefas, é aberto com uma navalha de bom fio para o livrar da uretra. Em geral tal preparado é da conta de quem é mestre no talhar das carnes, embora a sua confecção nada tenha de especial. Tempera-se com sal grosso e coloca-se numa grelha sobre o borralho vivo do lume. Depois da carne estar bem passada é traçada em pequenos pedaços e disposta numa almofia, assim indo à mesa dos comensais que estarão reunidos na adega, à roda do pipo ou da cuba. É degustada com manifesto agrado, acompanhada com um carcho de pão e meio quartilho de bom tinto.
O momento em que se come o tempereiro, designação também usada para a gulodice, é de descontracção, depois de encerrados os trabalhos que na matança aos homens dizem respeito. As demais funções pertencem às mulheres, que andam numa fona. Entre os convivas, que saboreiam o embigalho contam-se façanhas e anedotas, fala-se na vida e nos afazeres, comenta-se o viver alheio e bebe-se de rijo. Por vezes puxa-se do baralho de cartas e joga-se até que alguém berre a dar conta que chegou a hora de ir à mesa.
Já a cambalear, falando alto, os convivas dirigem-se ao almoço, que dantes era chamado jantar (o almoço era a primeira refeição da manhã). À mesa alambazam-se com o soventre cozido na panela de ferro, fêveras assadas na brasa, iscas de fígado frigidas na sertã, tudo acompanhado com fartura de batatas e couves cozidas.
Paulo Leitão Batista

O Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda recebe um concerto do Mississipi Gospel Choir, um fabuloso grupo de canto afro-americano vindo dos Estados Unidos da América.

MississipiA Guarda será um dos pontos de passagem no «tour» que traz os Mississipi Gospel Choir a Portugal, que passarão também por Lisboa, Portalegre, Leiria e Coimbra.
A actuação na Guarda acontecerá no dia 8 de Janeiro, pelas 21h30. Cada entrada custará 20 euros, mas valerá bem a pena pagar essa quantia para assistir ao fenomenal concerto do grupo norte-americano que cantará as suas conhecidas elegias divinas, enquadradas na quadra natalícia que atravessamos.
Nascido no seio da «Afro American Cultural Society», associação criada em 1968 para participar de forma activa na luta pelos direitos civis então em curso nos Estados Unidos, o coro manteve como propósito a divulgação do gospel, base de quase toda a música negra americana, e da espiritualidade que a caracteriza.
De um pequeno núcleo de cantores, o Mississipi Gospel Choir evoluiu, contando actualmente com mais de 300 membros que se desdobram em ininterruptas actuações pelo mundo fora.
Nascido como refúgio, onde se sublimavam as agruras de um quotidiano de escravatura, o gospel deixou há muito de ser voz de resistência. Quando a banda acelera e o coro sobe aos agudos, procura êxtase divino e redenção do pecado. Na sua digna serenidade, quando os instrumentos se silenciam e apenas se ouvem vozes em harmonia, procura uma brecha que permita ao espírito manifestar-se.
Trata-se de uma música profundamente religiosa, com temas como «God is moving», «I am the Lord» ou «Your God», que não deixam ninguém indiferente.
Espectáculo pura e simplesmente imperdível!
plb

JOAQUIM SAPINHO

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