Como economista e técnico oficial de contas há muitos anos que sou utilizador das obras publicadas por dois fiscalistas de renome: o Prof. Doutor José Casalta Nabais e o Dr. Joaquim Fernando Ricardo.

José MorgadoO primeiro é professor associado na Faculdade de Direito de Coimbra, mestre em Direito Fiscal e doutor em Ciências Jurídico-Politicas, com a sugestiva dissertação em 1998 sobre «O dever fundamental de pagar impostos» (actualmente parece que este dever só se aplica a funcionários públicos e à classe médio/baixa). É autor, ainda, do livro «Por um Estado fiscal suportável – estudos de direito fiscal».
O segundo é autor de uma colectânea de legislação com o titulo «Direito Tributário» que é um verdadeiro vademecum, para os profissionais que lidam diariamente com os códigos fiscais, instruções, diplomas e constantes alterações ás leis fiscais, agrupando num só volume toda a legislação do sistema fiscal português, com remissões, anotações e exemplos práticos.
Dispensa qualquer apresentação, por ser já sobejamente conhecido dos sabugalenses.
Mas a razão porque, em simultâneo, os refiro é a seguinte:
Através do José Prata, fiquei a saber que o Prof. Casalta Nabais é seu primo e que como ele é natural de Aldeia da Ponte (Sabugal).
Quanto ao Dr. Joaquim Ricardo fiquei a saber que é natural da Urgueira, anexa da Aldeia de Santo António, através dos seus escritos, sobre a problemática do Concelho do Sabugal nunca imaginando que já eram sementes de uma pré-campanha para presidente da Câmara.
Inicialmente concorria como independente sem fazer parte de qualquer formação partidária. Ainda pensei, que para queimar etapas, passasse de Presidente da Liga dos Amigos da Aldeia de S. António, para a formação de um movimento cívico do género «Associação de Amigos do Concelho» congregando algumas associações existentes a nível de freguesia que já concorreram nas eleições de 2005, nomeadamente: Amigos de Aldeia Velha, Amigos de Rendo, Amigos do Soito, Foios No Caminho Certo, Amigos da Lageosa, Os de Vale de Espinho e Os Independentes da Cerdeira.
É pena que não enveredasse antes por este caminho ou mesmo unicamente como figura carismática que já granjeou com a obra meritória na sua freguesia, quiçá do Concelho desperdiçando os seus créditos com o Partido da Terra, que nada tem ver com as gentes da nossa terra (Sabugal).
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

morgadio46@gmail.com

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