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As diabruras do tempo tinham-no feito crescer e por consciência aprendida havia confirmado que esse crescimento era directamente proporcional à distância que fora cavando entre tudo aquilo que ia conseguindo ser, e tudo o que lhe tinha servido de berço.

JarmeloEm primeiro, ainda regressara a casa nas festas, ainda viera às ceifas e às malhas, mas lá para o depois, aqueles rituais de andar agachado sobre a terra, como se precisasse de mendigar alguma coisa, e a escassez de água na bacia com que lavava a cara, o pescoço, os sovacos e os braços despersuadiram-lhe os afectos e a cidade ganhou.
Decerto que lhe agradava regressar, de quando em vez, até porque em nenhum outro lugar a sua distinção académica lhe luzia sobre o pêlo como naquele lugar. Mas mal a noite assomava desorbitava-se dali com a cumprida desobriga de ver os velhos, sem que agora alguém lhe censurasse a escassez da visita ou a fidalguia de já não poder dormir entre cobertores de papa.
Uma e outra vez regressara com a intempestividade das razões fúnebres e com essas mesmas fechou o ciclo de abandono, intervalado apenas com as notícias de que, lá para os seus lados, caíra neve ou um incêndio consumira mato.
Anos e anos a ver o mundo girar sobre o seu eixo e ele a espreitar, clandestino, para dentro de si como pelo buraco de uma fechadura, sem que ninguém suspeitasse que o fazia, com os filhos a enfeitarem as suas casas de árvores com bolas, luzes e fitas e atarefados já na marcação do reveillon nalguma cidade da Europa.
E foi assim que, num dia em que espreitou com mais intensidade, deu por si no outro lado da fechadura, com o carro a galgar as escassas centenas de Kms e com a cabeça a percorrer cada metro do caminho tão igual e tão diferente.
O frio, marcado no termómetro do carro, era intenso mas desta vez não era uma notícia de rádio ou de televisão e por isso aguentava-se perfeitamente, porque o frio das notícias, por não ter de ser suportado por quem as ouve, pode ser sempre maximizado pela imaginação até ao exagero que nos convém.
Saiu da auto estrada e esta outra já tinha o sentido familiar das tabuletas avisadoras das povoações, o contorno sabido das curvas e declives e a previsão dos lugares de gelo, que foi soletrando até chegar ao entroncamento que assinalava o monte.
Estava tudo branco e a visão de um nevoeiro espesso era apenas a ilusão da neve que caía em farrapos generosos enquanto ele subia, devagar, sentindo as rodas quebrar o intacto da tarde.
Lá em cima parou o carro e aquilo que viu desafogou-o de comoção e quentura.
Mesmo a pegar à única edificação deixada de pé por um rei desviado da sua rota, e que ainda assim se mantinha como sinal de uma história de compromisso entre a memória e o futuro, alguém se lembrara de fazer um presépio de proporções dignas e que agora, coberto de neve, podia ser apreciado em todo o seu esplendor, pois quanto menos forem visíveis as feições das imagens mais possível é colocarmos a nossa na que mais nos convier.
Sim senhor, belíssima ideia a de quem se tinha lembrado de aproveitar a altura monte e a cercania dos castanheiros para ali fazer semelhante presépio, com figuras de tamanho porte deixando a quem dele se aproximasse a sensação de ser mais um pastor ou rei mago.
Olhava atento, de dentro do carro, cada uma das figuras mas alguma coisa começava a não fazer sentido.
Que os reis magos fossem três e permanecessem de pé, batia certo. Que se tivessem omitido as figuras do burro e da vaca, não era mal que viesse ao mundo. Mas que Nossa Senhora fosse apresentada de joelhos, com um pastorito agarrado ao pescoço enquanto um outro se agarrava a São José que por sua vez segurava também num braço da Virgem, parecia-lhe uma ousadia despropositada e uma inovação sem jeito que lhe fez imprecar todos aqueles que haviam tido a ideia de recriar ao seu jeito uma coisa séria e tão tradicional como o Presépio.
Sim, o presépio para o ser teria não apenas de conter todas as figuras de preceito mas também que cada uma delas ocupasse o lugar que ao longo dos anos a tradição lhe destinara e não havia meio de que os pastores se pudessem atrever a abraçar Nossa Senhora da mesma maneira que não havia motivo para que esta se apresentasse de joelhos perante os reis magos enquanto estes, de pé, ostentavam uma realeza e império que ninguém se atreveria ao pé do menino recém nascido, que pelo volume que a neve oferecia às formas parecia estar deitado no chão à direita de sua mãe.
Não. Aquilo não estava nada bem.
E porque uma plaqueta vertical parecesse assinalar um qualquer comentário junto do presépio, talvez explicando as ousadias do artista, saiu do carro e atreveu-se no frio, que já não na neve, que entretanto parara, se calhar de tanta e tão semelhante estupefacção.
Leu atentamente e com a mão libertou de neve a foto que constava da tabuleta informadora confirmando em cada figura cada elemento da foto e percorrendo aquilo que por um momento julgara ser um presépio voltou para o carro e pensou esclarecidamente que quando um homem deserta de forma tão gratuita as suas memórias, deixando de procurar no lugar delas a água que lhe lave o destino, fica de tal modo carecido de um berço, que todas as imagens colocadas em cima de um monte lhe parecem um presépio capaz de o deixar menos órfão de si.
Por Mimganço (Manuel Capelo)

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Um queijo de cabra amanteigado produzido na fábrica «Lacticínios Progresso do Mileu», da Guarda, foi distinguido em Valladolid, Espanha, com o prémio «Cincho de Oro».

Lacticinios Póvoa do MileuO queijo de cabra «Quinta do Pontão» produzido na Guarda, na fábrica «Lacticínios Progresso do Mileu», foi premiado com a medalha de ouro num concurso internacional de queijo realizado em Novembro em Valladolid, pela Junta de Castilla y León e pelo Instituto Tecnológico Agrário daquela província espanhola.
«O prémio Cincho de Oro distinguiu o queijo da Guarda num evento onde estiveram a concurso mais de 600 amostras de países como Espanha, França, Itália e Inglaterra», disse à agência Lusa, Micaela Rodrigues, responsável pelo controlo de qualidade da empresa guardense.
A responsável admitiu que a distinção é mais um motivo para que a fábrica aposte «na qualidade e no desenvolvimento de novos produtos porque podemos dizer de boca cheia que este prémio vem destacar a qualidade dos nos nossos queijos a nível internacional».
Micaela Rodrigues lamentou apenas que «os produtos nacionais só sejam premiados no estrangeiro» mas considerou que a sua atribuição «irá contribuir para aumentar a visibilidade dos nossos queijos no mercado internacional e especialmente em Espanha».

Parabéns à Lacticínios Progresso do Mileu, uma empresa beirã com produtos de muita qualidade que existe desde 1947.
jcl

O comboio seguro, rápido, confortável e pontual a chegar às estações é e será um excelente meio de transporte em qualquer parte do mundo. Também a minha vida está cheia de viagens de comboio do Porto para a estação do Barracão-Sabugal.

Estação da CP do Barracão-Sabugal

Durante muitos anos, sempre que ia de férias da escola, entrava no comboio às 9.30 nas Devesas e depois de 18 estações chegava à Pampilhosa. Deixava a Linha do Norte e às 12.30 entrava na linha o comboio procedente de Coimbra com destino a Vilar Formoso, pela Linha da Beira Alta. Mais 18 estações e algumas horas depois chegava à Estação da Guarda já o relógio marcava as 16.30. Toca a estar atento e ouvir através dos altifalantes a indicação da carruagem que seguiria para Lisboa, via Beira Baixa, só assim o comboio me deixava na Estação do Barracão-Sabugal. Era um alívio quando descia nesta estação e sempre que podia apertava a mão ao chefe da estação, ao conterrâneo Armando. Mas não havia tempo a perder porque a
camioneta da Viúva Monteiro estava à espera de seguir viagem até ao Sabugal. Era o famoso Serviço Combinado com a CP, que muitas vezes a espera pelos passageiros do comboio era tão longa que quando nós entrávamos na camioneta só ouviamos suspiros de alívio. E depois de muitas curvas, paragens e despedidas lá chegava à Vila do Sabugal. O relógio marcava as 18 horas e a viagem ainda não tinha acabado. Agora tinha que procurar um carro de aluguer e pagar mais 10 quilómetros de frete. Finalmente podia sentar-me num banco confortável e sem ter as malas a incomodar as minhas pernas. Para trás ficaram muitas estações, alguns empurrões e calcadelas, as bilhas de barro com a água fresca do Luso e os olhos só se fixavam na velha estrada que me levaria ao encontro da minha mãe, familiares e amigos.
Isto era antes, lá pela década de 70/80. E hoje o que mudou? A Estação Barracão-Sabugal ainda lá está. Agora, só tem um par de carris, está vazia, envelhecida, não tem chefe, não tem bilheteira, não tem taxis, não tem pessoas e até o tempo do relógio parou. Será que ali passa algum comboio?
O transporte ferroviário pode de facto ser importante para o desenvolvimento do Concelho do Sabugal. Não é o facto de as linhas estarem longe da cidade, ou as pessoas já não utilizarem este meio de transporte de mercadorias e pessoas como antes. As coisas estão como estão porque continua tudo longe, distante e os acessos são ainda os mesmos. Há muito para transformar, há muito para trabalhar e o comboio, se as pessoas quiserem, se os decisores políticos apresentarem ideias e planos tudo será melhor e eu serei um dos que escolherei o comboio para viajar e enviar as minhas coisas para a «central» do Sabugal.
José Nunes Martins (João da Malcata)

Estará o Concelho a aproveitar as potencialidades do transporte ferroviário?

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»Na crónica anterior demonstrei que, apesar de tudo, o Concelho do Sabugal não está tão mal servido de ligações ferroviárias como muitas vezes se houve dizer.
A questão que se coloca é assim de nível diferente, isto é, será que os sabugalenses nas suas deslocações de e para Lisboa, Coimbra ou Porto estão dispostos a utilizar o comboio ou preferem o autocarro ou o carro individual?
Por outro lado, estarão facilitadas as ligações da sede do Concelho e das nossas freguesias às estações da Cerdeira e do Barracão, ou pelo contrário tudo está preparado para desincentivar o uso do comboio?
Sou daqueles que pensam que a via ferroviária deveria reganhar o papel que já teve enquanto meio privilegiado de transporte de passageiros e mercadorias – lembro-me bem do alvoroço que era ir com o meu pai à «Central», onde hoje funciona uma Agência Bancária, para receber o «cesto» de verga que a minha bisavó mandava de Casal Mundinho, pelo comboio; ou de quando estudava em Lisboa e vinha de férias ao Sabugal pela Linha da Beira Baixa, numa viagem épica que começava em Santa Apolónia às sete e meia e terminava no Sabugal às quatro da tarde…
A modernização da Linha da Beira Alta já concluída até Vilar Formoso; a conclusão dos trabalhos de modernização da Linha da Beira Baixa desde a Covilhã até à Guarda; a ligação ferroviária da Linha da Beira Baixa, junto ao Barracão à Plataforma Logística na Gata; eis um conjunto de alterações profundas da ferrovia que, quer queiramos quer não, irão ter impactos sobre a vida do Concelho, a que se deve associar a plena utilização das Termas do Cró, servidas directamente pela Estação da Cerdeira.
A importância desses impactos depende claramente da postura que tivermos perante o transporte ferroviário: apostamos ou não na ferrovia.
É que não basta dizer que estamos isolados do mundo, é necessário tirar partido de eixos de ligação ao País e ao Mundo tão importantes como as linhas férreas.
Para isso, torna-se necessário:
– Criar boas acessibilidades à Cerdeira e ao Barracão;
– Encontrar as formas de transportar as pessoas para as mesmas;
– Estabelecer parcerias com a CP e transportadores rodoviários (e há-os no Sabugal…) permitindo, por exemplo, abrir um «despacho» de mercadorias no Concelho, ou criando incentivos à utilização do comboio (por exemplo, descontos aos idosos ou aos estudantes do Concelho);
– Desenvolver campanhas de sensibilização ambiental visando a utilização do comboio.
Receio que esta minha crónica apareça um pouco ao arrepio do que é hoje a adoração ao automóvel.
Mas, para quem utiliza como eu o comboio para ir ao Porto, a Coimbra ou a Castelo Branco, ou, mais próximo, para me deslocar de minha casa a Lisboa ou a Vila Franca de Xira, não me restam dúvidas de que pela Cerdeira e pelo Barracão também passa o futuro do Concelho do Sabugal!
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos

rmlmatos@gmail.com

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