You are currently browsing the daily archive for Quinta-feira, 20 Novembro, 2008.

Eduardo Sucena, escritor natural da Guarda, na companhia dos seus conterrâneos Fernando Pinto Ribeiro, poeta, e o irmão deste, coronel Carlos Silva Ribeiro, ilustrador, aceita uma conversa informal. O local de encontro é no Restaurante Possolo, em Lisboa. (Entrevista de José Leitão Baptista.)

foto-sucena-cO que tem escrito, Eduardo Sucena?
Colaborei com artigos sobre a Guarda para o jornal dirigido por Virgílio Afonso. Vou procurar reuni-los. Publiquei «Crime e Polícia», sobre problemas de criminalística; «O Fabuloso Repórter X», sobre o conhecido jornalista Reinaldo Ferreira; «A Sé Patriarcal de Lisboa»; «Dicionário da História de Lisboa», em colaboração com Francisco Santana. Este último livro, por estar esgotado, surge agora em segunda edição de três volumes com a chancela da Editorial Presença. Com particular destaque, refiro «Lisboa, o Fado e Fadistas», que, modéstia à parte, teve notável sucesso e está de novo esgotado. Recentemente a Nova Vega publicou o meu último livro: «A Epopeia Templária e Portugal».
Retomemos a sua ligação aos intelectuais da Guarda, abordado que foi já o seu relacionamento com o poeta Fernando Pinto Ribeiro.
Conheço o Pinharanda Gomes, por quem tenho grande apreço e que teve a gentileza de me oferecer vários livros, mas os contactos com ele são escassos. É um estudioso que vive um tanto reservado. Com João Bigotte Chorão, é diferente. Almoçamos regularmente, tenho muita consideração por ele. Travei conhecimento com ele já em Lisboa, tal como em relação ao Pinharanda, que são ambos de uma geração mais nova. Conheci o Dr. João Patrício, filho do Dr. Ladislau Patrício. O pai foi director do Sanatório Sousa Martins e um escritor notável, um dramaturgo. Quanto ao Dr. João Patrício, também escritor e jornalista, fez a apresentação do meu livro «Lisboa, o Fado e Fadistas» no Páteo Alfacinha, no lançamento da primeira edição. O Adriano Vasco Rodrigues foi nosso condiscípulo do liceu. Amigos desde miúdos, essa amizade sempre se manteve. É um historiador e arqueólogo que muito tem investigado e divulgado sobre a história da Guarda.
Fernando Pinto Ribeiro coloca de novo a tónica sobre Lisboa e o Fado, lembrando um acontecimento pertinente a que Eduardo Sucena está ligado, pois partiu dele a ideia de criação do Museu do Fado.
Bem, lancei efectivamente a ideia da criação do Museu do Fado, pois sendo a canção típica de Lisboa, não havia registo de memória. Era presidente da Câmara de Lisboa o Eng. Nuno Krus Abecasis, a quem apresentei a ideia e ele pediu-me um memorial sobre o assunto. Quando o apresentei, o então vereador da Cultura mostrou também um grande interesse e a CML aprovou a proposta. Entretanto o Eng. Nuno Abecasis deixou de ser presidente e o assunto ficou esquecido. Surgiram então Jorge Sampaio, como presidente da Câmara, e João Soares, como vereador do pelouro da Cultura. Este teve conhecimento do caso e pediu a minha comparência. Falei-lhe então de um dossier que eu organizara e que devia estar em poder da Câmara, mas ele informou-me que tinha procurado e não o encontrara. Acabei por reorganizar o dossier. Eu tinha sido entrevistado várias vezes e tinha conhecimento do que se devia fazer. Deu-se então um caso lamentável. Quando esperava que João Soares levasse por diante o intento, acabou por remeter o assunto para um vereador da CDU, o Vítor Costa. Este ouviu-me ainda uma vez. Julgo que se aproveitou da ideia, correu comigo e pôs lá quem muito bem entendeu. Na inauguração do Museu deram-lhe um nome esquisito: Casa do Fado e da Guitarra Portuguesa. Mandaram-me o convite e marquei presença. Quando cheguei, o Daniel Gouveia, que também é um estudioso do Fado, veio ter comigo e disse-me: «Eu faço parte da Comissão Instaladora. Sei que a ideia lhe pertence. Porque é que nunca esteve na Comissão Instaladora?» Respondi: «A razão é simples: nunca me convidaram. Como não me convidaram, não me meto onde não sou chamado». Aquilo estava dominado por gente da CDU, do Partido Comunista. Como sabiam que eu não era da cor, pura e simplesmente ignoraram-me. Mas não me ralei nada com isso. Não sou despeitado. Se eu tivesse integrado a Comissão Instaladora, teria procurado dar outra ordem à exposição. O museu deve ter uma função pedagógica. Eu imaginei que o Museu do Fado era para uma pessoa chegar e ficar a saber o que é o fado, saber como ele evoluiu até chegar aos dias de hoje. Pois fizeram tal baralhada que o visitante entra e, se não souber nada sobre o fado, assim continua. Agora o nome foi recuperado. Chama-se já Museu do Fado.
Voltemos à Guarda, Eduardo Sucena.
Eu nasci na Guarda e tenho orgulho nas minhas origens, como já disse. Tenho mesmo em preparação um volume sobre a cidade, que penso publicar. São histórias dos anos quarenta.
Chegou a conhecer o João Coito?
Muito bem. Era da minha criação. Depois foi para o Seminário do Fundão e só o voltei a ver quando ele, obtidas as respectivas equivalências, foi completar o curso secundário no liceu. Anos mais tarde, reencontrámo-nos em Lisboa, já ele estava no jornal «Novidades». Fui a uma homenagem que lhe fez uma instituição chamada Tábua Rasa, era já ele chefe de redacção no «Diário de Notícias». Mantive com ele uma amizade de conterrâneo.
O poeta que nos acompanha recorda que João Coito foi seu colega no sétimo ano, frequentando ambos o Liceu da Guarda. Começa a querer desenvolver um episódio com uma rapariga de quem gostava… Eduardo Sucena interrompe-o:
Você era um pinga-amor, Fernando. A Alice Sampaio…
«A Alice Sampaio é de um tempo anterior», diz Fernando Pinto Ribeiro. «O caso que eu referia tem a ver com o aparecimento da primeira turma mista e com a Maria Adelaide… Ciúmes, por certo. Mais tarde, já em Lisboa, o Coito era uma figura carismática no ‘Diário de Notícias’, onde eu também trabalhava» – esclarece. Sucena prossegue:
O meu convívio com o João Coito ocorre já em Lisboa, para onde ele viera como repórter do «Novidades», na ocasião em que eu estava na PJ. Por vezes ele estava de piquete na União Gráfica, a Santa Marta, e estando eu de folga, ficávamos lá no paleio. Eu colaborava na revista «Flama», com o Mário Simas como director.
Vamos terminar esta conversa com a Guarda dos seus tempos de estudante, em que os acontecimentos, por insignificantes que fossem, tinham sempre algum eco social.
Naquele tempo a Guarda era uma cidade pequena, de escassos dez milhares de habitantes. Qualquer ocorrência despertava a atenção. Recordo, por exemplo, um caso de maior brado, que envolveu a filha de um dos sócios da Mobiladora, que também tinha uma pensão na Rua Vasco Borges. Um hóspede dessa pensão, açoriano, funcionário do Banco Nacional Ultramarino, envolveu-se com ela mas gorou-lhe as expectativas de casamento. Rejeitada, a moça não esteve com meias medidas. Alvejou-o com a própria pistola que ele usava e só por mero acaso não o mandou para o outro mundo. Como dizia, a Guarda era uma cidade pequena e as pessoas conheciam-se. Circulavam entre o Café Mondego e a Praça Velha.
(Fim da entrevista)
José Leitão Baptista

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No sábado, dia 22 de Novembro, vai realizar-se o tradicional magusto da Casa do Concelho do Sabugal, em Lisboa.

Os associados e amigos da Casa do Concelho do Sabugal terão ao seu dispor castanhas assadas, vinho e jeropiga, a partir das 15 horas, na sede da associação, na Avenida Almirante Reis, 256, 2.º, esquerdo, em Lisboa. Para além disso haverá morcelas, farinheiras e chouriças assadas, que se poderão comer como petisco.
As castanhas e os enchidos virão do concelho do Sabugal e também podem ser adquiridos pelos sócios.
O magusto é uma das realizações mais antigas da Casa. Ficaram conhecidos os magustos da Mata dos Olivais, da Estrada de Benfica, do Estádio de Alvalade, da Herdade de José Dias em Benavente. O tempo porém foi confinando o magusto às paredes da sede da associação, como acontece este ano.
Espera-se uma tarde de forte convívio e de reencontro entra a malta sabugalense. A Direcção apela aos sócios para participarem e para que cada um traga também um amigo.
plb

Sabemos que o fígado é o maior órgão do corpo humano e é responsável por cinco mil funções vitais. Dele vem a maior parte das substâncias essenciais ao mesmo tempo que remove o que não presta. Claro que quando o fígado está doente as complicações podem ser muitas e todas elas sérias.

HepatiteHEPATITE – Uma das complicações é a hepatite (significa inflamação do fígado) que pode ser de origem viral que é a mais comum, no entanto o consumo de drogas e de alguns medicamentos ou doenças imunológicas podem estar também da origem da inflamação do fígado.
Os sintomas da hepatite podem variar se é crónica (dura há mais de seis meses) os sintomas são:
– Fadiga inexplicável; dor nas articulações; vermelhões na pele; perda de memória.
Se é aguda os sintomas são:
– Fadiga intensa; olhos amarelados; pele amarelada; urina escura; febre baixa; problemas gastrointestinais.
No entanto alguns pacientes não apresentam sintomas nenhuns.
Existem neste momento sete tipos de vírus (A, B, C, D, E, F, G) conhecidos que provocam Hepatite.
No caso da Hepatite A – A inflamação é aguda e é possível ficar-se doente durante alguns dias ou semanas assim que o tratamento faz efeito o paciente melhora e não há destruição do fígado e a cura é total.
No caso da Hepatite B – O quadro é semelhante mas mais complicado.
No caso da Hepatite C – Esta è a situação mais perigosa até porque consegue enganar o sistema imunológico e como consequência desta (Habilidade) consegue sobreviver e torna-se crónica.
Os restantes vírus são raros.

Como se pode se transmite
Se soubermos como evitar este tipo de doenças elas também podem ser travadas.
No caso da Hepatite A é transmitida de pessoa para pessoa o vírus está nas fezes e nos alimentos. Como consequência disto a higiene do corpo e do alimentos é muito importante.
No caso da Hepatite B já não passa pelos alimentos, mas sim pelo contacto com as secreções humanas ou via sanguínea. O Uso de drogas, tatuagens, sem que o material seja esterilizado a passagem de mãe para filho e também é possível transmitir-se por via sexual. Todas as mulheres com desejo de ter um bebe devem fazer testes à hepatite.
No caso da Hepatite C o modo de transmissão é semelhante por via sexual ou de mãe para filho o contágio é mais difícil.
O tratamento nos casos de A e B são relativamente simples passam pelas vacinas, por hábitos de higiene rigorosos com as pessoas doentes e a imunização a quando do contacto com doentes.
O importante é também ter presente que o pânico é mau conselheiro e quando se esteve exposto a estes vírus devemos falar com o médico assistente e pedir análises pois só assim poderá evitar o contagio de outros como também se pode iniciar se o tratamento. Este se for feito no inicio é mais simples para o paciente. Devemos conhecer o plano de vacinação disponível nos nossos centros de saúde. Alguns deste casos podem ser evitados.
Atenção: esta é uma exposição generalista da Hepatite para que haja um conhecimento superficial desta doença, e de uma forma geral tentar que as pessoas se interessem tanto por si mesmas como pelo seu carro ou pelos seus animais de estimação.
Vera Villanova

O deputado Pedro Quartin Graça confirmou ao Capeia Arraiana que Joaquim Ricardo vai ser o cabeça-de-lista do MPT-Partido da Terra à Câmara Municipal do Sabugal nas próximas eleições autárquicas.

MPT-Partido da TerraO Capeia Arraiana está em condições de avançar que o candidato à presidência da Câmara Municipal do Sabugal, Joaquim Ricardo, vai ser o cabeça-de-lista do MPT-Partido da Terra.
A informação foi-nos dada por fonte próxima da candidatura e confirmada por Pedro Quartin, presidente da Mesa do Congresso e deputado na Assembleia da República pelo partido que «se assume antes de mais como partido ecologista, tendo por base o humanismo e a solidariedade».
A candidatura de Joaquim Ricardo remeteu, para breve, um comunicado oficial sobre o acordo alcançado com o MPT adiantando, contudo, que há uma grande coincidência na defesa de valores comuns como «a igualdade de condições e de dignidade para todos os portugueses, a defesa da Terra e o eco-desenvolvimento sustentável participado activamente pelas comunidades naturais e locais e pelos cidadãos».
Fonte próxima da candidatura fez ainda questão de destacar em sintonia com o MPT que «a proposta envolve profundas alterações de comportamento e nos modos de fazer política que estão para além das reformas possíveis no contexto existente porque acreditamos no equilíbrio entre o Homem e a Natureza e na solidariedade entre as pessoas e os povos» e que «é nas mãos dos cidadãos que deixamos a possibilidade de reforçar este espaço cívico, de dar corpo a esta ideia, vida a este projecto e à possibilidade de introduzir uma ruptura no bloqueio em que a engrenagem parece estagnar».
O deputado Pedro Quartin em conversa com o Capeia Arraiana disse-nos que «as conversações tinham chegado a bom termo entre as partes e confirmava a candidatura pelo MPT à Câmara Municipal do Sabugal de Joaquim Ricardo». «Vamos ter um congresso na Madeira em Março e depois apresentamos as candidaturas do distrito da Guarda onde, também, já chegámos praticamente à acordo para uma candidatura do MPT à Câmara de Celorico da Beira».
À nossa pergunta sobre se iria ao Sabugal e se foram impostas algumas condições à candidatura o presidente da Mesa do Congresso do Partido da Terra foi bem claro. «O doutor Joaquim Ricardo é uma pessoa acima de qualquer suspeita e com reconhecido prestígio e nessa medida e nessa qualidade que apostamos na sua candidatura. É uma candidatura séria. É uma candidatura para ganhar. E é muito possível que vá ao Sabugal apoiá-lo», disse-nos. Mas voltámos a questioná-los sobre as condições prévias. «Evidentemente que temos um código de conduta autárquica que todos os candidatos assinam antes das eleições e que já foi entregue a Joaquim Ricardo. Temos a preocupação de garantir que os nossos autarcas tenham uma postura e uma prática política consentânea com os princípios do Partido da Terra», esclareceu-nos Pedro Quartin.
Portanto é oficial. Joaquim Ricardo vai concorrer à presidência da Câmara Municipal do Sabugal nas listas do MPT- Partido da Terra.
jcl

As Caritas Diocesanas de Ciudad Rodrigo, Guarda e Salamanca promoveram um estudo subordinado ao título «A Raia como é – Realidade problemática, futuro de esperança», e tendo como Objectivo «investigar em pormenor as possibilidades de travar o gravíssimo despovoamento da zona a partir do estudo e da procura de potencialidades reais de criação de empresas e empregos através da exploração dos seus recursos próprios».

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»A importância deste Estudo, que abrange a zona fronteiriça hispano portuguesa de Salamanca e da Guarda, e que no Concelho do Sabugal se debruçou sobre as freguesias de Aldeia da Ponte, Forcalhos, Malcata, Lageosa, Aldeia do Bispo, Vale de Espinho, Fóios, Sabugal, Casteleiro e Soito, leva-me a dedicar as próximas crónicas ao mesmo, retirando do seu Relatório os aspectos que me parecem mais significativos.
Referir-me-ei hoje às conclusões do Grupo de Discussão do Sabugal que se realizou em 13 Novembro de 2007, tendo estado presentes onze participantes e três coordenadores, todos eles membros activos no âmbito da acção social na região.
Como consta do Relatório elaborado, o discurso deste grupo, pode resumir-se, entre outros, nos seguintes pontos:
«1) O principal problema da zona é o despovoamento – desertificação e, consequentemente, o envelhecimento da população, bem como a emigração dos jovens por falta de emprego e de espírito empreendedor.
3) Mais do que insistir em quê, ou em quem está a culpa do problema, há que procurar soluções, e estas passam por:
• Formação de qualidade dos jovens. Investir em recursos humanos.
• Incentivo aos empreendedores.
• Eficácia na utilização dos recursos públicos.
• Medidas e políticas fiscais de descriminação positiva para as regiões do interior.
• Equipamentos adaptados às necessidades (envelhecimento), a nível de saúde e de serviços à 3ª idade.
• Melhoramento de infra-estruturas a nível de estradas e outras vias de comunicação (telemóveis, ADSL, etc.).»
O principal problema… Como criar emprego na região?
«O grande problema é a falta de massa crítica, a falta de jovens, e sem população em idade activa, é difícil atrair investimento para actividades produtivas criadoras de riqueza, investimentos que gerem postos de trabalho. (…) «Essa situação só se pode superar com um grande empenho dos nossos governantes, o que não tem sucedido».
A solução final passa, pois, por atrair investimentos, desde que haja vontade política de que isso aconteça. Em relação a isso, outros intervenientes apontam outros factores.
«É preciso apostar na qualificação profissional das pessoas, como incentivo para os empresários que queiram investir», sabendo que aqui existe mão-de-obra qualificada. «Há que apostar em cursos de formação». Advoga-se, também, incentivos e apoios aos empreendedores «porque os jovens, muitas vezes, têm formação mas não têm capital nem apoio, que é fundamental para criar emprego».
«É importante uma política de discriminação fiscal positiva para o interior, por exemplo, redução do IRC para as empresas que aqui se fixem».
Na próxima crónica continuarei a apresentação deste Documento que considero de grande importância para o nosso concelho.

ps. Infelizmente, hoje dia 14 de Novembro, para quem queira consultar o documento, o mesmo não está disponível no site da Caritas da Guarda. Mas se se consultar o site da Caritas de Salamanca, o mesmo disponibiliza a versão espanhola e portuguesa do Relatório. Não me perguntem porquê…
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos

rmlmatos@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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