You are currently browsing the daily archive for Terça-feira, 18 Novembro, 2008.

Eduardo Sucena, escritor natural da Guarda, na companhia dos seus conterrâneos Fernando Pinto Ribeiro, poeta, e o irmão deste, coronel Carlos Silva Ribeiro, ilustrador, aceita uma conversa informal. O local de encontro é no Restaurante Possolo, em Lisboa. (Entrevista de José Leitão Baptista.)

foto-sucena-aEduardo Sucena, conheço-o como amigo, amigo dos meus amigos, nomeadamente do seu conterrâneo Fernando Pinto Ribeiro, aqui presente. Gostaria de trocar impressões consigo, revelando-me aquilo que, no seu entender, possa contribuir para um maior conhecimento de si e da sua obra.
Não vejo grande interesse naquilo que lhe possa dizer de mim. Sei que já escreveu um artigo para o semanário “Terras da Beira” sobre o Fernando Pinto Ribeiro, que é poeta de mérito. Mas eu não sou poeta…
Tem obra publicada, tem um mundo de vivências que vale a pena conhecer… A referência ao seu nome e ligação à Guarda, remete-me para uma casa comercial, a Casa Sucena, que existiu junto do Café Monteneve, perto da Igreja da Misericórdia…
Era a loja do meu pai, de artigos religiosos e papelaria.
Recordo também o nome Sucena relacionado com um jovem que nos anos sessenta frequentava o café Mondego, a Madrilena… Parece-me vê-lo ainda hoje, moderno, de calças boca-de-sino…
Talvez fosse o meu sobrinho, o António José Sucena, filho da minha irmã e que morreu na guerra, na Guiné. Ou então o Mário Francisco, filho do meu irmão, dedicado ao desporto automóvel, aos ralis, com ligação ao Clube Escape Livre. Morreu há cerca de vinte anos. Vinha de Celorico e suponho que terá chocado com outro automóvel.
Esclarecida a referência ao apelido, Eduardo Sucena incita Carlos Ribeiro:
Chegue-lhe, Carlos! Mais um copo. Faça ver aqui ao seu irmão. Você é mais novo.
Eduardo Sucena não se coíbe e bebe também.
Pois aqui o Fernando Pinto Ribeiro veio para Lisboa primeiro do que eu, logo a seguir à guerra, em 1945. Em 1949 vim eu para o serviço militar.
Dirige-se ao poeta e interpela-o:
A propósito do fado «Noites Perdidas»… em que música é cantado? Franklim ou António Maria?
Fernando Pinto Ribeiro esclarece que foi cantado no Franklim e com música de Alfredo Marceneiro. Reservo o assunto do fado para mais tarde e, para manter o rumo da conversa, trago à baila personalidades da Guarda. O poeta lembra-se então de referir o Casimiro e os encómios ao Casimiro como figura típica, numa publicação da cidade, com o que está em manifesto desacordo. Eduardo Sucena corrobora essa posição:
Sabe, as pessoas por vezes empolam os factos. O Casimiro era um simples empregado da Casa Veritas, uma loja idêntica à do meu pai, mas ligada à União Gráfica. Terá arranjado umas coroas para montar aquela papelaria-livraria entre a loja do meu pai e a Farmácia Central, numa área diminuta. Eu era adolescente e cheguei a comprar lá vários livros. Mas o Casimiro, sem desprimor, era apagadíssimo. Apresentaram-no como uma figura castiça da Guarda. Conhecido como caixeiro da Veritas, tornou-se notado por ter montado a Livraria Académica. Para além disso, só o distinguiu o facto de ter sido boa pessoa.
Eduardo Sucena prossegue e generaliza a situação:
Esta gente que actualmente está na ribalta já não conheceu a Guarda verdadeiramente típica. A cidade desse tempo era diferente. Havia características específicas na Guarda da década de quarenta. A partir dos anos cinquenta houve modificações substanciais. Coincidiu com a expansão urbanística para cotas inferiores. A Guarda do nosso tempo era o centro histórico, entre o Jardim e a Praça Velha, incluindo o Bairro de São Vicente; coisa pouca. Quanto ao resto, mesmo o Bonfim, era tudo periférico.
Fernando Pinto Ribeiro, matutando ainda na referência anterior, incide ainda o seu cepticismo na figura do Casimiro, e Eduardo Sucena retrocede:
O Casimiro era um bom homem, repito. Enfim, talvez fosse popular entre a estudantada, mas nada mais. Aliás, o seu estabelecimento não era o único no género. Havia também um em frente à Leitaria Cristal, o do Vinhas, que tinha três filhos: o José e o António já morreram, mas um deles, o Manuel Vinhas, ainda é vivo. Olhem, é camarada aqui do nosso amigo Carlos. Seguiu a carreira das armas, mas na Força Aérea.
Quer referir alguns aspectos da sua biografia, Eduardo Sucena? Como viveu na Guarda e que ligações mantém com a cidade?
A minha biografia é pouco relevante. Resumo-a em meia dúzia de frases. Tive um contratempo de saúde que me levou a repetir o último ano da instrução primária. Aqui o Fernando ainda me visitou enquanto convalescia. Tive uma peritonite e estive quase a ir desta para melhor. Frequentei depois o liceu e cheguei ao ano de 1948 disposto a tentar um curso superior. Tudo se inviabilizou com a minha ida para a tropa. Contrariamente ao que acontecia com a maior parte dos indivíduos da Guarda, que iam para Tavira, para a Infantaria, eu e outro, não sei por que cargas de água, fomos com guia de marcha para Lisboa, para o curso de sargentos milicianos de Cavalaria, no Regimento de Lanceiros 2. Foram dois anos: 1949 e 1950. Acabada a tropa, regressei à Guarda. E por ali estava, sem curso superior, sem emprego…
Eduardo Sucena retoma a narrativa:
Um dia, estava eu no Café Mondego, e um mocinho do meu tempo, o Joaquim Correia de Figueiredo, com quem me dava muito bem, disse-me: «Eh pá, vem no jornal que há um concurso para a Polícia Judiciária!» Eu nunca ouvira falar da Polícia Judiciária. «Mas o que é isso? Não me agrada a ideia de polícia fardado». «Não, pá, esta polícia é à paisana». Enfim, eu polícia fardado não queria, mas como era sem farda, resolvemos concorrer os dois. Meia folha de papel selado, e fizemos o requerimento. Tempos depois, de novo e como sempre no quartel-general do Café Mondego, vem um polícia com uma contrafé para me apresentar na esquadra. Como era normal fazermos umas traquinices, questionei-me sobre o que seria dessa vez. E lá fui. «Você requereu para ir para a PJ. Tem de se apresentar tal dia em Lisboa para fazer o concurso», disse-me o agente que me atendeu. Respirei de alívio. Fui então prestar provas com o meu amigo. Ele, que me incitara a concorrer, chumbou. Eu fui admitido na Judiciária em 1951.
A alusão ao Café Mondego motiva a intervenção do poeta, questionando se não seria propriedade do Balsemão. Sucena responde:
Não. Era do Abel Pereira. Lembro-me que tinha uns azulejos lindíssimos e julgo que os querem recuperar.
Questiona-se a referência a Balsemão, ex-primeiro ministro, mas trata-se obviamente de Balsemão tio, também Francisco. O coronel Carlos Silva Ribeiro traz à baila a casa de fazendas na Praça Velha e a fábrica de lanifícios do Rio Diz, que era propriedade de Francisco Balsemão. Sucena interfere:
Tenho uns escritos para publicar, uma espécie de memórias, em que falo disso. A fábrica era de um Sr. Proença e, com a sociedade que fez, a firma passou a Proença & Balsemão, salvo erro. Esse senhor morava na Praça Velha, onde está hoje o Banco Espírito Santo. O gerente da fábrica era então Alfredo Silva, que morava no palacete da Rua 31 de Janeiro, do lado direito de quem desce.
(Atendendo à sua extensão, a entrevista prosseguirá brevemente)
José Leitão Baptista

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Na semana passada a GNR da Guarda realizou grande operações de fiscalização, uma voltada para a prevenção da criminalidade e outra de fiscalização ao exercício da caça, das quais resultaram cinco detenções.

GNR - Operação StopNo dia 13 de Novembro, a GNR da Guarda fiscalizou uma zona de caça municipal, de onde resultou a detenção de um caçador furtivo, por exercer acto venatório em área de refúgio, sendo ainda apreendida uma arma de caça e cartuchos de zagalotes.
No dia 14 realizou-se uma operação a nível distrital, destinada à prevenção da criminalidade, com especial incidência na posse ilegal de armas, tráfico de estupefacientes, estrangeiros em situação irregular no País e fiscalização de Transito. Foram elaborados 44 autos de contra-ordenação e houve quatro detenções.
No período em referência, de 10 a 16 de Novembro, registaram-se 49 ocorrências criminais, dentre as quais oito situações de furto. A GNR deteve oito indivíduos, sendo quatro por condução sob efeito do álcool, três por condução ilegal e um por permanência ilegal no País. Foi ainda detido um outro indivíduo no cumprimento de um mandado de detenção e de busca.
Registaram-se 21 acidentes de viação, sendo 14 por colisão e sete por despiste, dos quais resultaram cinco feridos leves.
A GNR realizou também acções de sensibilização no âmbito dos temas «Segurança Rodoviária» e «Segurança nas
Escolas». Estas acções decorreram em várias escolas dos concelhos de Guarda e Seia, dirigidas a 124 alunos e cinco professores. Realizaram-se ainda diversas acções de sensibilização dirigidas a idosos, no âmbito do projecto «Apoio 65».
plb

«A tortura é um meio de obter verdades ou mentiras mediante a humilhação e a dor» (Augusto Pinochet Ugarte).

António EmidioFiquei contente quando li no sítio oficial da Câmara, que a cidade do Sabugal se juntou a centenas de outras cidades em todo o Mundo, tornando-se assim uma cidade membro de «Cidades para a vida / Cidades contra a pena de morte», este evento tem o apoio da Amnistia Internacional.
Os pragmáticos, os que dizem que o que conta na vida são as obras e os acontecimentos, dirão: «Isso não serve para nada, não traz lucro a ninguém». A esses até lhes podemos perguntar: será que o dinheiro é tudo e o homem já não é nada? Ou será que o irracionalismo de uma sociedade de consumo, como a que vivemos presentemente, aliena de tal maneira o homem que este já não pensa? Não pensa que centenas de homens e mulheres foram condenados à morte por lutarem pela Democracia e pela Liberdade? Quantos homens e mulheres estarão neste momento a ser torturados, e depois assassinados, porque o único crime que cometeram foi pedir paz, pão e liberdade? Não! Isso não era antigamente, é agora, e em muitos países do Mundo que se dizem civilizados, modernos e com governos democráticos.
A Amnistia Internacional deu um prazo de cem dias ao novo governo democrata norte-americano para encerrar Guantánamo, e acabar com as flagrantes violações dos direitos mais elementares dos que estão lá presos, muitos sem terem cometido crime algum.
Um bem-haja para quem de direito, por ter feito do Sabugal uma Cidade para a Vida. Isto devia ser motivo de orgulho para todos nós sabugalenses e gentes do concelho.
Se somos livres, a muitos mártires o devemos.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

O Padre Júlio Luís Esteves, natural de Aldeia do Bispo, concelho do Sabugal, foi hoje, dia 17 de Novembro, nomeado Cónego da Sé Catedral de Évora, pelo Arcebispo de Évora, Dom José Alves.

Padre Júlio na Rádio DespertarO sacerdote sabugalense nasceu em 29 de Outubro de 1935, tem 73 anos de idade e 49 anos de sacerdote e é um dos muitos padres do concelho do Sabugal que fizeram carreira no Alentejo. Júlio Luís Esteves foi ordenado padre em 28 de Junho de 1959. Para além da vida sacerdotal foi durante vários anos professor de Português e de Latim na Escola Secundária de Estremoz e no Seminário de Vila Viçosa.
O padre raiano tem sido pároco em Estremoz, onde foi fundador da Rádio Despertar, sendo actualmente membro da direcção desta estação de inspiração cristã. Foi ainda grande dinamizador de Cursos de Cristandade dirigidos aos paroquianos e de viagens dos seus paroquianos a diversas localidades do país e do estrangeiro, incluindo muitas vezes as terras do Sabugal nos percursos.
A dedicação e o empenho do Padre Júlio dotaram esta nomeação como Cónego da Sé Catedral de Évora, pelo também raiano Arcebispo D. José Alves, natural da Lageosa da Raia.
plb

Na tarde do Domingo, dia 16 de Novembro, reuniram-se os paroquianos das paróquias de Ruivós, Ruvina, Vale das Éguas, Rapoula do Côa, Bismula, Badamalos e Vilar Maior no recinto da Capela da Santíssima Trindade, em Ruivós, para aí conviverem em clima de comunhão, comendo castanhas, bolos e muitos doces, acompanhadas de deliciosa jeropiga.

GALERIA DE IMAGENS – MAGUSTO – 16-11-2008
Clique nas imagens para ampliar

 

A iniciativa partiu dos Conselhos Económicos Paroquiais de Vale das Éguas, Ruivós e Ruvina e rapidamente se estendeu às outras comunidades. A iniciativa contou com o apoio do pároco, Pe. Hélder Lopes, que fez questão de estar presente na iniciativa inter-paroquial.
Foi uma tarde bem passada, com muito convívio e alegria, muita castanha assada, muito desporto e bonitas canções, próprias da quadra que se celebra.
Deste acontecimento brotou o desejo de continuar a caminhar em conjunto com as comunidades vizinhas. Ficou a promessa de continuar a organizar actividades conjuntas, e as paróquias começam agora a preparar-se para receberem outras iniciativas inter-paroquiais.
Correspondente do «Amigo do Sabugal» e do «Capeia Arraiana»

Depois do encerramento da Escola do 1º Ciclo, há três anos, a Junta de Freguesia candidatou, através da Pro-Raia, um Projecto de utilização do Espaço. É neste local que funciona um equipado Espaço Novas Tecnologias, com quatro computadores com ligação à internet, TV LCD uma mini-biblioteca e um espaço para formação.

Novas Tecnologias na RebolosaCom a colaboração do Centro de Emprego da Guarda, é aqui que têm decorrido algumas acções de formação contínua, a saber: «Introdução à Internet», «Processador de Texto» e a mais recente, concluída este mês, «Folha de Cálculo». Cada uma delas com a duração de 50 horas. Concretizou-se também o programa «Novas Oportunidades – 9º Ano» e, ainda este mês, começará o processo de equivalência ao 12º Ano.
E para além desta oferta formativa, a Junta tem colaborado com a população na entrega das declarações de IRS, pagamento do Imposto de Circulação (selo do carro), e, mais recentemente, a Rebolosa tem, desde o dia 30 de Outubro, um serviço pay-shop, a funcionar na Junta de Freguesia, onde a população paga todo o tipo de facturas, carrega telemóveis, etc. Foi uma aquisição que demorou a concretizar, uma vez que, durante quase três anos, mantivemos contactos com a direcção dos CTT. De realçar que o serviço de cobranças há muito tempo que era realizado, mas a Junta tinha que dirigir-se a uma estação dos CTT para proceder aos pagamentos e, no mês seguinte, devolver os recibos aos utentes. Agora, com este serviço, é mais fácil e cómodo.
Manuel Rei E. Barros

O Largo da Igreja de Cima, a pedra de montar para o cavalo de Inês de Castro, a Fonte de Santa Maria, o Redondel, o conjunto escultório em ferro, a pedra das medidas dos feirantes, os pais de Agostinho da Silva e… aquelas de quem se fala: as vacas jarmelistas.

GALERIA DE IMAGENS
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