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Setembro vai ser o mês da «viragem» para as Termas do Cró com o arranque das obras de construção do edifício-balneário do complexo termal. As qualidades terapêuticas das águas foram confirmadas com o despacho ministerial assinado no dia 3 de Março de 2008 e publicado a 18 de Março no «Diário da República».

Termas do CróEm recente entrevista ao jornal «Nova Guarda» o Presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Rito, confirmou o arranque das obras do balneário do complexo termal do Cró durante o mês de Setembro de 2008.
Obra fundamental na estratégia de revitalização e reaproveitamento da marca «Termas do Cró» com o objectivo de alargar a sua frequência a utilizadores além-limites do concelho do Sabugal.
As Terma do Cró dispõem, actualmente, de um balneário provisório que tem vindo a ser utilizado para tratamento de problemas reumáticos e musculo-esqueléticos.
As técnicas utilizadas consistem em duche de jacto, vapor parcial à coluna, banhos de imersão simples, de imersão com bolha de ar e de imersão com hidromassagem. Os tratamentos das vias respiratórias são feitos com irrigação nasal, nebulização e aerosol.
A época termal de 2008 teve início com o primeiro turno (2 a 14 de Junho) e termina com o 13.º turno entre 17 e 29 de Novembro. Até lá estão ainda calendarizados o 8.º turno (8 a 20-9), 9.º (22-9 a 4-10), 10.º (6 a 18-10), 11.º (20 a 31-10) e 12.º turno (3 a 15-11).
Uma equipa de funcionárias camarárias, supervisionada por Felismina Rito, garante o programa «Saúde & Bem-estar» e todo o apoio durante as consultas que funcionam de segunda a sábado, das 8 às 16 horas.
A água, com características sulfúrica sódica, do tipo das sulfúreas, fracamente mineralizada, doce, com reacção muito alcalina e sob o ponto de vista iónico designa-se por bicarbonatada sódica, carbonatada, fluoretada e sulfidratada. Regista 23º a 30 metros de profundidade e o povo diz que a água «cheira a ovos podres» e tem um sabor «estranho e desagradável que só por obrigação é bebida». A sua utilização é muito antiga e os registos históricos indicam um pedido de concessão em 1909 acompanhado de um relatório com a análise química da água da nascente por Bonhorst. Nesse tempo os aquistas acampavam nos lameiros junto à Ribeira do Cró (afluente da margem esquerda do Rio Côa) também conhecida por Ribeira do Boi, traziam as banheiras de casa e aqueciam a água dos banhos com fogueiras de lenha apanhada nas redondezas.
A 13 de Julho de 1912 foi atribuído o alvará de concessão e a 30 de Janeiro de 1922 foi considerada abandonada. A Empresa Balnear do Cró retomou a actividade a 5 de Novembro de 1936 para nova declaração de abandono, oito anos mais tarde, a 5 de Julho de 1944.

Registo histórico para o dia 8 de Setembro: Joaquim Manuel Correia relata no seu livro «Memórias do Concelho do Sabugal» que «concorre ali muita gente, atraída pela fama destas águas». (As termas eram frequentadas por pessoas dos concelhos do Sabugal, Guarda, Penamacor, Almeida, Pinhel, Castelo Rodrigo e até de Espanha). Dá também a conhecer que «cada banho custa 50 reis, módico preço, atendendo à falta de combustíveis, carvalho, giesta, carvão e lenha de pinho ou amieiro». Já em relação à taxa de utilização, aponta números curiosos: «Em 8 de Setembro de 1885 contámos no Cró 180 pessoas e em igual dia de 1893 contámos 240 e 300 em 1896.»

As inscrições podem ser feitas na Câmara Municipal do Sabugal (tel. 271751040), Biblioteca Municipal (tel. 271 752 230) ou nas Termas do Cró (tel. 271 581 818).
jcl

Conversámos com António Gata, que durante vários mandatos foi presidente da Junta de Freguesia de Vilar Maior. Agora algo afastado da política concelhia mantém-se porém atento, sobretudo aos assuntos referentes à sua terra, aldeia histórica do concelho do Sabugal que considera desprezada e desaproveitada. O mote da conversa foi a decisão recente do povo de Vilar Maior em manter a festa do Senhor dos Aflitos no primeiro domingo de Setembro, cumprindo a tradição. Nessa espécie de referendo António Gata bateu-se por opção diferente, defendendo que a festa deveria ocorrer em dois momentos distintos, o primeiro em Agosto e o segundo em Setembro, na data tradicional.

António GataDefende que a festa de Vilar Maior poderá acabar com a manutenção da mesma na sua data tradicional. O que o leva a pensar assim?
A manter-se a festa nos moldes em que se vem realizando considero que ela pode acabar um dia. A festa religiosa não duvido que se mantenha mas o restante, como o arraial, o fogo preso e a presença da banda filarmónica, pode de facto vir a acabar. O arraial leva largas centenas de pessoas a Vilar Maior, que ali vão sobretudo para assistir ao fogo de artifício, que é um momento fabuloso. Toda essa gente, quando acaba o espectáculo, debanda em direcção às suas terras, muitas sem sequer beberem algo no bar da festa. Esse enorme gasto com o fogo de artifício bem poderia ser aplicado num programa musical ou de variedades, que levasse a que as pessoas permanecessem na aldeia durante várias horas.
Mas não vale a pena cumprir a tradição?
Claro que vale a pena e as pessoas optaram por isso, o que deve ser respeitado. Mas temos de ponderar até onde podemos aguentar, porque a capacidade para isso esgota-se ao comportar elevadíssimos custos que um dia poderemos não ser capazes de suportar. Estou sempre com muito gosto na festa e gosto muito de ali rever amigos que não vejo durante a maior parte do ano, mas também tenho pena de não poder ver muitas pessoas que estão longe da terra e cuja vida não lhes permite estarem presentes.
O Capeia Arraiana referiu-se há algum tempo a uma casa recuperada para museu que agora está ao abandono, por alegada incúria das entidades locais. Na altura manifestou-se contra essa ideia, dando a entender que a responsabilidade não era da Junta de Freguesia de Vilar Maior. Quer esclarecer?
O edifício em questão nunca foi recuperado para museu, aliás Vilar Maior tem um museu instalado noutro local. Mas a questão é que o edifício de que se fala é propriedade da Câmara Municipal, pelo que a responsabilidade pelo seu estado nunca pode ser da Junta de Freguesia. Aliás a recuperação desse edifício tem uma história. Ele era propriedade particular e eu, enquanto presidente da Junta de Freguesia convenci o então presidente da Câmara, que era o José Freire, a adquiri-lo. A Câmara comprou-o ao particular e ficou registado como sua propriedade, sendo depois recuperado e passando a existir ali um forno comunitário, um espaço destinado a posto de turismo e outro a ponto de venda de produtos locais.
Mas a Câmara Municipal não se considera responsável pelo estado de degradação a que o edifício chegou.
Está tudo ao abandono e num estado lastimável, com o telhado em perfeita degradação. E face a isso então eu também pergunto: sendo o edifício propriedade da Câmara Municipal, quem é que deve responsabilizar-se pela sua conservação e pela sua funcionalidade?
Disse que Vilar Maior tem um museu instalado noutro edifício, mas esse também tem estado encerrado.
O museu de Vilar Maior está instalado no edifício da antiga Câmara Municipal. Fui eu, enquanto presidente da Junta de Freguesia, que o recuperei para esse efeito, tendo em conta que era urgente acautelar as peças que a professora Delfina tinha no edifício da escola. Foi aliás um projecto pioneiro ao nível das juntas de freguesia, porque representou uma grande responsabilidade dado o tipo de projecto e os encargos financeiros envolvidos, o que, ao tempo, não era comum ser assumido pelas juntas de freguesia. Para além da recuperação do edifício a Junta arranjou ainda e instalou o espólio exterior. Mas o museu está hoje também votado ao abandono e este Verão foi um claro exemplo disso, pois esteve sempre encerrado.
E, neste caso, de quem é a culpa?
Quero deixar claro que a culpa não é de certeza da professora Delfina, que pouco ao nada pode fazer. Também não considero que seja da Junta de Freguesia, que foi arredada disso. E sobre o assunto mais não digo.
Sendo Vilar Maior uma aldeia histórica, o que se poderá fazer para se tornar num destino turístico?
Alguns criticam-me por eu falar sempre em Vilar Maior, mas a verdade é que eu falo da minha terra no contexto do concelho do Sabugal. Considero que Vilar Maior pode e deve complementar Sortelha. Ambas as aldeias históricas estão em extremidades do concelho. A aposta na recuperação e dinamização de Vilar Maior poderia fazer com que as pessoas, para visitarem as duas aldeias, tenham de cruzar o concelho, seguindo percursos que lhes podem ser sugeridos, beneficiando com isso todo o concelho do Sabugal. Mas no que particularmente se refere a Vilar Maior, espero que a Junta de Freguesia avance com o projecto dos trilhos, em que de resto colaborei. O projecto prevê a recuperação de alguns caminhos antigos ao redor da aldeia. Alguns foram já limpos pela população, faltando apenas sinalizá-los e divulgá-los. Os trilhos, além de proporcionarem e possibilidade de se praticarem saudáveis caminhadas, permitem conhecer Vilar Maior numa perspectiva diferente, observando as diferentes paisagens, as sepulturas antropomórficas, o antigo falcoal e muitos outros locais de interesse histórico.
Como homem atento à politica concelhia, e elemento do PSD há muito descontente com as opções do partido para o concelho, o que acha da escolha de António Dionísio por parte do PS para candidato a presidente da câmara nas próximas eleições?
Somos amigos e dou-me muito bem com ele, mas neste momento não tenho qualquer decisão tomada sobre a minha posição. Apenas o farei quando conhecer todos os candidatos.
plb

Acabou ontem, 7 de Setembro, o Iberfolk/2008, que durante três dias animou as ruas da aldeia histórica de Sortelha, no concelho do Sabugal, obtendo um estrondoso êxito e conseguindo mesmo o acompanhamento por parte de vários órgãos da comunicação social.

Iberfolk em SortelhaO original festival de cultura tradicional afirmou-se definitivamente e é agora um dos eventos marcantes do concelho do Sabugal. A sua maior originalidade consiste na abertura a todas as colaborações, mesmo fora do programa definido, desde que não colidam com este e se insiram no espírito do Festival. Quem aparece é assim desafiado a mostrar as suas habilidades.
A terceira edição do festival, organizado pela Transcudânia, associação dedicada à valorização do património histórico e natural do concelho do Sabugal, enfatizou o valor histórico e patrimonial de Sortelha e cativou as largas centenas de visitantes para as mais singulares formas de fazer cultura.
Houve música tradicional, workshops de música tradicional e de dança, escalada, caminhadas, passeios de burro, artesanato e, muita animação e convívio. À semelhança dos anos anteriores a participação no Iberfolk foi gratuita e aberta ao voluntariado, conseguindo-se um fim-de-semana repleto de vivência e descoberta.
Esta edição foi amplamente divulgada pela comunicação social, que acompanhou o evento com muito interesse.
Para um balanço da iniciativa e para sua perspectivação futura, Capeia Arraiana foi ao festival, ao encontro do seu maior promotor, o sabugalense Carlos Alexandre. Em breve, na rubrica «À fala com…» publicaremos a entrevista.

O festival esteve em risco de se realizar, porque os apoios oficiais apenas foram garantidos a um mês da iniciativa, embora estivessem pedidos há muitos meses. É isto que se lamenta, porque este evento deve ser acarinhado e apoiado. É com iniciativas destas, originais e marcantes, que o Sabugal poderá ter expressão comunicacional e assim se promover.
plb

Continuação da crónica sobre o concerto mítico dos «Faíscas» no dia 27 de Maio de 1978 no Cine-Teatro do Sabugal.

Joao Aristides DuarteMuitos dos presentes apresentavam-se trajados, também, de forma bastante Punk e provocatória. Alguns jovens com gravata e outra indumentária Punk. E o Rui Rito com um casaco cheio de latas, numa de Punk!!! Também presentes estavam jovens da Guarda e até de Celorico da Beira. Punks a tocar nunca tinha havido por estes lados!!!
Os «Faíscas» começam a tocar e, passado pouco tempo, têm início uma série de provocações entre o público e a banda. Rocky Tango tocava com o «jack» da guitarra todo esticado. O amplificador lá atrás e ele aos saltos de um lado para o outro, no palco. Os «Faíscas» gostavam de tocar bem perto do público. Os concertos dos «Faíscas» tinham uma energia muito rara. Em Portugal não havia banda com tanta energia como os «Faíscas». Ao mesmo tempo Horácio (o teclista dos Stradivarius), escondia-se lá atrás e aproveitava para baixar o som dos amplificadores que Rocky Tango tinha colocado quase no máximo!!!
Dedos Tubarão usava uma t-shirt onde tinha escrito a esferográfica «Musa, a tua ausência é o despertar da minha angústia».
Lembro-me de tocarem muito Rock’N’Roll, temas como «Roll Over Beethoven» ou «Rock Around The Clock». Dos temas em português é que guardo poucas memórias, mas sei que alguns deles tinham letras bem provocatórias.
De repente um espectador cospe no baixista. Este cospe também e ameaça o espectador. Trocam-se uma série de insultos. Ele sai do palco e tenta tirar satisfações. Depois tudo acalma e o espectador oferece-lhe uma cerveja. O baixista Dedos Tubarão (hoje famoso) só diz «mas pagas tu, mas pagas tu!».
A organização, devido à chegada tardia dos Faíscas, estava com problemas financeiros. Então os membros da banda andavam sempre atrás do rapaz que tinha o dinheiro para receberem. Este dava-lhes algum cacau e mandava-os tocar mais um pouco. E foi assim a noite toda. Tocavam três ou quatro temas e vinham pedir as coroas (o termo que eles utilizavam).
Actuação dos Faiscas no SabugalSei que aquilo terminou e fiquei lá no recinto a noite toda. Fiz uma directa, com outros jovens do Soito que estavam lá, também.
No dia seguinte, de manhã, recorremos à boleia para ir para casa.
Alguns dos presentes que tinham tomado speeds e até comprimidos para dormir (devido à falta de «outro material») regressaram a casa, mal o concerto terminou, sabe-se lá como.
Pelo menos dez (!!!) deles vieram na cabine de uma camioneta de carga, marca Saviem, para o Soito. Tratava-se da famosa Saviem que transportava os frangos dos Ritos, do Soito. Como lá couberam todos é que ninguém consegue explicar. O condutor da camioneta que era o Antero Rito teve que fazer a viagem de 16 km com a porta aberta (!!!!) Mas todos chegaram sãos e salvos. Alguns, mal chegaram a casa, dormiram no primeiro canto que encontraram, sem se preocuparem em encontrar a cama, tal a dose de comprimidos para dormir que tinham tomado.
E foi assim este concerto inesquecível. De certeza que nenhum dos presentes esqueceu, jamais, esse concerto.
De músicos Punk até aos dias de hoje, os elementos que constituíram os Faíscas continuam a dar cartas na música portuguesa. Efectivamente, Dedos Tubarão é Pedro Ayres Magalhães dos Corpo Diplomático, Heróis do Mar, Madredeus e Resistência; Gato Dinamite é Emanuel Ramalho, que foi baterista dos Corpo Diplomático, Street Kids, Rádio Macau, Delfins e João Pedro Pais, entre outros e Rocky Tango é Paulo Pedro Gonçalves, dos Corpo Diplomático, dos Heróis do Mar, dos LX 90, dos Kick Out The Jams e dos Ovelha Negra.

Na foto estou eu a fingir que canto, acompanhado pelos Stradivarius, mesmo antes da chegada dos Faíscas. Foi uma das únicas fotos tiradas por Viriato Lopes, nessa noite.
«Música, Músicas…», opinião de João Aristides Duarte

akapunkrural@gmail.com

Resumo da acta n.º 17 da reunião ordinária de 8 de Agosto de 2008 da Câmara Municipal do Sabugal que teve lugar no salão nobre do edifício dos Paços do Concelho.

Camara Municipal do SabugalO livro de presenças na reunião de 8 de Agosto de 2008 da Câmara Municipal do Sabugal foi assinado pelo presidente do município, Manuel Rito Alves, e pelos vereadores Manuel Fonseca Corte, José Santo Freire, Luís Manuel Nunes Sanches, António dos Santos Robalo, Ernesto Cunha e Rui Manuel Monteiro Nunes. Segue-se o resumo da Acta n.º 17 referente à citada reunião.

Acta n.º 17/2008 da Câmara Municipal do Sabugal

Hasta Pública – O Presidente da Câmara deu início ao Acto de Arrematação de 10 Lotes do Loteamento do Vale da Carreta em Sabugal, com a leitura do respectivo Regulamento, em cumprimento da deliberação tomada em 18 de Abril de 2008, pondo em licitação:
– Lote n.º 14 – Base de licitação: 21.750,00 euros e lance mínimo de 50,00 euros. Jaime Lino Neto Pereira Pinto declarou a intenção de arrematação pelo preço de 21.800,00 euros. Arrematado.
– Lote n.º 15 – Base de licitação: 25.200,00 euros e lance mínimo de 50,00 euros. Tiago João Rito Alves declarou a intenção de arrematação pelo preço de 25.250,00 euros. Arrematado.
– Lote n.º 16 – Base de licitação: 21.000,00 euros e lance mínimo de 50,00 euros. Manuel Ramos Martins declarou a intenção de arrematação pelo preço de 21.050,00 euros. Arrematado.
– Lote n.º 17 – Base de licitação: 26.150,00 euros e lance mínimo de 50,00 euros. Cláudia Sofia C. Mendes Mariz declarou a intenção de arrematação pelo preço de 26.200,00 euros. Arrematado.
– Lote n.º 18 – Base de licitação: 25.100,00 euros e lance mínimo de 50,00 euros. Sem interessados. Não foi arrematado.
– Lote n.º 19 – Base de licitação: 21.750,00 euros e lance mínimo de 50,00 euros. Sem interessados. Não foi arrematado.
– Lote n.º 20 – Base de licitação: 21.150,00 euros e lance mínimo de 50,00 euros. Stefan Arva declarou a intenção de arrematação pelo preço de 21.200,00 euros. Arrematado.
– Lote n.º 23 – Base de licitação: 19.750,00 euros e lance mínimo de 50,00 euros. Sem interessados. Não foi arrematado.
– Lote n.º 24 – Base de licitação: 17.000,00 euros e lance mínimo de 50,00 euros. Sem interessados. Não foi arrematado.
– Lote n.º 25 – Base de licitação: 16.300,00 euros e lance mínimo de 50,00 euros. Sandra Cabral declarou a intenção de arrematação pelo preço de 16.350,00 euros. Arrematado.
– Lote n.º 39 (Bairro da Calçada) – Base de licitação: 141.200,00 euros e lance mínimo de 100,00 euros. Sem interessados. Não foi arrematado.
Depois de encerrada a hasta pública e antes da ordem do dia tomou a palavra o Vereador Luís Sanches para:
– saber o ponto da situação relativamente à limpeza das bermas e valetas. Em resposta o Vereador Ernesto Cunha disse que o trabalho estava a ser executado pelas equipas dos Bombeiros Voluntários de Sabugal e Soito;
– alertar para o facto de no recinto onde é realizado o Mercado quinzenal ainda não se encontrar efectuada a limpeza, tendo o Vereador Ernesto Cunha respondido que a mesma já estava a ser feita pela brigada de limpeza;
– questionar qual a previsão de funcionamento das ETAR’s, ao que o Presidente da Câmara respondeu que a última informação que tinha das Águas de Zêzere e Côa era a de que estariam a funcionar em finais do mês de Julho. Referiu ainda que iria contactar a empresa com brevidade para aferir a situação.
O Vereador Rui Nunes tomou a palavra para:
– dizer que a Praia Fluvial do Sabugal era bastante frequentada nos meses de Maio e Junho, pelo que se deveria promover as diligências necessárias na limpeza da mesma. Em resposta o Presidente disse que em Maio se tinha efectuado a limpeza dos açudes inclusive uma descarga da barragem.

Ordem do Dia

– Aprovação de Acta – Deliberado, por maioria, com a abstenção do Vereador António dos Santos Robalo por não ter estado presente aprovar a acta da reunião ordinária de 25 de Julho de 2008.
– Águas Belas – Deliberado, por unanimidade, deferir o pedido de destaque de parcela, formulado por Maria Joaquina Pires, para uma parcela única de um prédio rústico sito no Sítio dos Amarelos, freguesia de Águas Belas, com fundamento na informação prestada pelos respectivos serviços.
– Badamalos – Informação da Divisão de Estudos e Planeamento Urbanístico (DEPU) sobre a declaração de interesse público municipal relativo ao «Arranjo da Zona Fluvial e de Lazer de Badamalos», Freguesia de Badamalos. Deliberado, por unanimidade, emitir parecer favorável à declaração de interesse público municipal, devendo o pedido ser remetido à Assembleia Municipal.
– Centro de Negócios Transfronteiriço do Soito – Informação da DEPU sobre a concessão de autorização de utilização para uma edificação destinada à instalação de áreas de indústria, armazenagem, comércio e serviços (Centro de Negócios Transfronteiriço do Soito), sito na Av. São Cristóvão, Freguesia de Soito, edificação esta adquirida pela Câmara em 13 de Maio de 2005 (Aquisição de Bem Futuro) a Manuel J. Godinho–Administrações Prediais S.A. O Presidente da Câmara considerando que os trabalhos objecto do contrato se encontram concluídos, propôs a aceitação do edifício e nessa perspectiva o pagamento da terceira tranche, dando cumprimento ao preceituado na alínea c) da 3ª cláusula do contrato. Deliberado, por unanimidade, aprovar a proposta.
– Aldeia Velha – Carta do Centro Recreativo e Cultural de Aldeia Velha a enviar o Relatório de Actividades e a solicitar apoio financeiro para a realização das suas actividades. Deliberado, por maioria, indeferir o pedido, com os votos a favor do Presidente, do Vice-Presidente, dos Vereadores Ernesto Cunha e António Robalo, o voto contra do Vereador Luís Sanches e com as abstenções do Vereadores José Freire e Rui Nunes que fez a seguinte declaração de voto: «Abstenho-me porque efectivamente há um regulamento para apresentação de propostas de actividades financiadas que não foi cumprido. Por outro lado há situações que devem ser analisadas caso a caso.»
– Rebolosa – Carta da Associação Social Cultural e Desportiva da Rebolosa a solicitar apoio financeiro para a realização de actividades de âmbito cultural e desportivo. Deliberado, por maioria, indeferir o pedido, com os votos a favor do Presidente, do Vice-Presidente, dos Vereadores Ernesto Cunha e António Robalo, o voto contra do Vereador Luís Sanches e com as abstenções do Vereador José Freire e Rui Nunes que fez a seguinte declaração de voto: «Abstenho-me porque efectivamente há um regulamento para apresentação de propostas de actividades financiadas que não foi cumprido. Por outro lado há situações que devem ser analisadas caso a caso.»
– Bombeiros Voluntários do Soito – Deliberado, por unanimidade, aprovar o protocolo a celebrar com a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Soito, com o objecto de «ajudar as corporações de Bombeiros do Concelho na obtenção das condições de operacionalidade e capacidade de resposta no desenvolvimento das tarefas definidas pelos seus estatutos e na sua acção perante o Plano de Emergência Municipal» devendo o mesmo ser outorgado pelo Presidente da Câmara.
– Bombeiros Voluntários do Soito – Carta da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Soito a solicitar a verba relativa às despesas dos Sapadores Florestais referente ao mês de Junho de 2008. Deliberado, por unanimidade, indeferir o pedido, em virtude da Câmara ir fornecer biotrituradores com os quais gerarão receita.
– Orçamento – Deliberado, por unanimidade, aprovar a 6.ª Alteração ao Orçamento para 2008 e Grandes Opções do Plano 2008/2011.
– Quadrazais – Deliberado, por unanimidade, autorizar a transferência de 7.500 euros à Fábrica da Igreja da Freguesia de Quadrazais relativo a «Obras de Manutenção na Igreja Matriz de Quadrazais», em cumprimento da deliberação tomada em 30 de Novembro de 2007.

Transferência de verbas

– Junta de Freguesia de Rendo – Deliberado, por unanimidade, transferir para a quantia de 14.055 euros, acrescido de IVA à taxa legal em vigor, da verba de capital referente à «Pavimentação de Arruamentos em Rendo (Travessa de S. Miguel e Largo de Santo António) e Pouca Farinha (Rua do Cemitério)».

Delegação de competências

– Junta de Freguesia de Malcata – Deliberado, por unanimidade, celebrar um protocolo de colaboração para «Calcetamento nas Ruas do Cabeço, da Estrada e da Escola Primária», com fundamento na delegação de competências oportunamente formalizada, sendo da responsabilidade da Câmara o encargo financeiro, no montante de 8.470 euros acrescido de IVA à taxa legal em vigor, bem como a fiscalização dos trabalhos.
– Junta de Freguesia de Aldeia de Santo António – Deliberado, por unanimidade, celebrar um protocolo de colaboração para «Execução dos Trabalhos de Pavimentação da Rua da Procissão na Urgueira», com fundamento na delegação de competências oportunamente formalizada, sendo da responsabilidade da Câmara o encargo financeiro, no montante de 12.435 euros acrescido de IVA à taxa legal em vigor, bem como a fiscalização dos trabalhos.
– Junta de Freguesia de Aldeia da Ponte – Deliberado, por unanimidade, celebrar um protocolo de colaboração para «Ampliação do Cemitério de Aldeia da Ponte», com fundamento na delegação de competências oportunamente formalizada, sendo da responsabilidade da Câmara o encargo financeiro, no montante de 55.060 euros acrescido de IVA à taxa legal em vigor, bem como a fiscalização dos trabalhos.

VERBAS A TRANSFERIR PARA ARRANJO DE CAMINHOS VICINAIS
Águas Belas 1.957,78   Penalobo 1.906,91
Aldeia do Bispo 2.050,56 Pousafoles do Bispo 2.115,65
Aldeia da Ponte 2.427,65 Quadrazais 2.666,33
Aldeia da Ribeira 2.173,26 Quintas São Bartolomeu 1.820,86
Aldeia de Santo António 2.570,56 Rapoula do Côa 1.809,64
Aldeia Velha 2.199,45 Rebolosa 1.851,54
Alfaiates 2.384,26 Rendo 2.220,40
Badamalos 1.816,37 Ruivós 1.707,89
Baraçal 1.983,97 Ruvina 1.695,17
Bendada 2.940,17 Sabugal 4.150,00
Bismula 1.918,13 Santo Estevão 2.240,60
Casteleiro 2.728,43 Seixo do Côa 2.022,13
Cerdeira do Côa 2.204,69 Sortelha 2.852,63
Fóios 2.270,53 Soito 3.219,24
Forcalhos 1.897,93 Vale das Éguas 1.567,97
Lageosa da Raia 1.890,45 Vale de Espinho 2.631,91
Lomba 1.621,84 Vale Longo 1.674,22
Malcata 2.144,08 Vila Boa 1.960,03
Moita 1.729,58 Vila do Touro 2.164,29
Nave 2.054,30 Vilar Maior 2.048,32
Valor Total: 87.289,72 euros

 

– Vilar Maior – Deliberado, por unanimidade, autorizar o pagamento da 4.ª e 5.ª revisão de preços da obra de «Rede de Infraestruturas Gerais de Vilar Maior», no montante de 33.725,09 euros e 12.843,94 euros, respectivamente, acrescido de IVA à taxa legal em vigor, à firma Maquisusi – Sociedade de Construções e Transportes, Lda.
– Santo Estêvão e Vilar Maior – Deliberado, por unanimidade, receber definitivamente as seguintes obras: «Arranjo do Largo as Eiras de S. Estevão – 2.ª Fase»; «Pavimentação de Arruamentos em Vilar Maior (Arrifana)» e bem como restituir as quantias retidas a título de reforço de garantia e extinção das garantias prestadas.
– Rebolosa – Fax de Palmira Santos, na qualidade de advogada de Manuel Almeida Santos a comunicar que no decurso das obras de «calcetamento a decorrer no Bairro dos Santos», Freguesia de Rebolosa, terá sido efectuada uma ligação de esgotos de uma exploração animal ali existente directamente à rede de águas pluviais dessa via. Face à informação prestada pelo Sector de Obras Públicas foi deliberado, por unanimidade, remover o pavimento, retirar o tubo e repavimentar o troço, a expensas do proprietário e/ou empreiteiro.
– Ruvina – Informação prestada pela Divisão de Obras Municipais, sobre «Cobrança de Ramais de Saneamento» na Freguesia da Ruvina. Deliberado, por unanimidade autorizar a cobrança dos ramais aos munícipes que efectuem novos contratos, no montante de 110 euros, acrescido de 15 por cento para administração e IVA à taxa legal em vigor, nos termos do n.º 2 do art. 7.º do Regulamento de Abastecimento de Água desta Câmara.

Fonte: Câmara Municipal do Sabugal.
O Capeia Arraiana irá, sempre que lhe for possível, reproduzir as actas da Câmara Municipal do Sabugal.
jcl

Segunda-feira é dia de publicar a «Imagem da Semana». Ficamos à espera que nos envie a sua escolha para a caixa de correio electrónico:
capeiaarraiana@gmail.com

Data:13 de Agosto de 2008.

Local: Largo do Castelo (Sabugal).

Legenda: O artesão Carlos Oliveira manufactura cadeiras em corda em frente à Casa do Castelo.

Autoria: Capeia Arraiana.

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