Casteleiro: Lar de São Salvador. Para além do serviço social que presta, esta Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), contribui para o desenvolvimento económico da freguesia já que é a principal entidade empregadora da localidade, com 20 postos de trabalho directos.

Joaquim RicardoA freguesia do Casteleiro (ou Castelejo, como também era conhecida), situa-se no extremo sul do concelho de Sabugal que confina com o de Belmonte, sendo atravessada pela estrada nacional Terreiro das Bruxas – Caria. É uma freguesia muito rica no que diz respeito à agricultura, já que desfruta de um clima ameno (em contraste com o que se verifica na maior parte do concelho do Sabugal) e por isso produz-se aqui bom azeite e vinho de qualidade.
Para quem se desloca em direcção a Caria, já de saída desta linda localidade, junto às antigas escolas primárias, na Rua das Escolas, situa-se o Lar Centro de Dia São Salvador. O seu mentor e fundador é o Senhor Hélder Soares da Cunha, de 72 anos, que desde 1988 está à frente dos seus destinos. Homem de grande dinamismo, ex-emigrante no Canadá, onde trabalhou arduamente durante 22 anos, esteve já também à frente dos destinos da freguesia, como presidente da Junta, durante alguns mandatos. Logo após o seu regresso a Portugal, meteu ombros à obra que muito o deve honrar e ergueu este equipamento social, primeiro como Centro de Dia e depois também com as valências de Lar e Apoio Domiciliário. Devido à forte procura dos seus serviços, não só pela população local mas também de terras vizinhas, foram construídas novas instalações onde o conforto e a qualidade dos seus serviços não foram esquecidos, donde os seus utentes sairão privilegiados. Actualmente presta serviço social a 57 idosos, distribuídos pelas valências de Lar (42 utentes), Apoio Domiciliário (10 utentes) e Centro de Dia (5 utentes).
Para além do serviço social que presta, esta IPSS contribui para o desenvolvimento económico da freguesia já que é a principal entidade empregadora da localidade, com 20 postos de trabalho directos e outros tantos indirectos, pois toda a batata produzida na aldeia é ali consumida, desta forma combatendo a desertificação que graça por toda esta região.
«Ideias Soltas», opinião de Joaquim Ricardo

dr_jfricardo@hotmail.com

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