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Aldeia de Santo António – «Agora há outras pontes, mas esta, do Sabugal, é mítica: abriu as portas de Portugal a Ribacôa e as portas de Ribacôa a Portugal.» Assim pensava e escrevia recentemente mestre Pinharanda Gomes na sua crónica dominical. De facto quando se fala de Aldeia de Santo António é obrigatório falar da ponte que une e… divide como nenhuma outra as duas margens da Côa porque… para lá da ponte mandam os que lá estão. Mais do que uma rivalidade ou uma guerrilha é o orgulho do «Bairro da Ponte» que vai passando de geração em geração ao jeito de sentido de vida.

Aldeia de Santo António

Fomos até Aldeia de Santo António para dar continuidade ao tema «Equipamentos Sociais nas Freguesias do Sabugal» recuperados ou construídos, desde 2001, pelas Juntas de Freguesia ao abrigo das delegações de competências, atribuição de verbas e apoio suplementar da Câmara Municipal.
Encostado ao cajado enquanto olhava de soslaio para o carro que acabava de parar a poucos metros o pastor aguardou para perceber ao que vinhamos. As ovelhas e as cabras fizeram, também, uma pausa na escolha das ervas que iam petiscando no verde lameiro junto a um bonito fontanário empedrado.
Estávamos junto ao edifício da sede da Junta de Freguesia de Aldeia de Santo António, presidida por Maria Delfina Alves. Aldeia de Santo António é uma das 40 freguesias do concelho do Sabugal e inclui as localidades de Urgueira, Alagoas e Ameais.
O edifício rasteiro, cor de cal, está «escondido» pelo arvoredo verdejante e fresco. Observado exteriormente apresenta-se com bom aspecto. Recuperado pela Junta de Freguesia serve actualmente como auditório, posto médico (dependendo da afluência de utentes) e como assembleia de freguesia.
Não muito longe crianças a brincar provocam um som cada vez mais raro nos tempos que correm. São os miúdos de Aldeia de Santo António, Sortelha e Bairro da Ponte que utilizam um moderno infantário construído de raiz na sequência de uma candidatura ao POCentro3.
«Tivemos a capacidade de ir buscar cerca de 20 milhões de euros ao QCA3-POCentro que incluía sub-programas e eixos comunitários para infra-estruturas de saneamento básico», esclareceu-nos, depois, o Presidente Manuel Rito Alves a propósito do Jardim de Infância.
E porque o Bairro da Ponte tem a sua identidade própria foi construído na estrada de acesso à Senhora da Graça um pavilhão cultural que serve para reuniões, para torneios de sueca e como secção de voto nas eleições.

A freguesia de Aldeia de Santo António tem muitos «bairros» e identidades. O Bairro da Ponte do Ti Zé Ricardo, o Bairro da Sacor do meu amigo Paulo Leitão, a estrada da Senhora da Graça, a estrada para Santo Estêvão ou a estrada para Sortelha. Todos diferentes e todos iguais até porque nos permitem avistar em inúmeras perspectivas (qual delas a melhor) o castelo que há só um em Portugal.
jcl

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A Câmara Municipal do Sabugal e a Universidade Aberta (UAb) vão celebrar um protocolo de cooperação com vista à formalização de uma parceria que permita criar um Centro Local de Aprendizagem (CLA) no concelho.

A UAb vai celebrar no dia 10 de Julho protocolos de cooperação com as câmaras municipais do Sabugal, Abrantes, Coruche, Grândola, Mêda, Pêso da Régua, Ponte de Lima, Ribeira Grande (Açores) e Silves, com vista à formalização de parcerias que permitam criar Centros Locais de Aprendizagem (CLA) da UAb nestes concelhos.
A cerimónia de assinatura dos acordos conta com a presença do Presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Rito Alves, do Reitor da UAb, Carlos Reis, dos presidentes das restantes câmaras e vai decorrer no dia 10 de Julho no Salão Nobre da UAb, em Lisboa.
A ocasião será aproveitada para a apresentação do conceito de e-learning, dos objectivos e dos modos de funcionamento dos CLA que irão proporcionar de acordo com a explicação do Reitor «o desenvolvimento de uma rede local de apoio à aprendizagem a distância, vocacionada para os novos ambientes virtuais».
Através da criação desta Rede, a UAb tem como objectivo desenvolver uma adequada inter-relação Universidade/Sociedade, estendendo o serviço público de ensino superior a sectores da população que de outra forma se veriam privados dele.
Os Centros garantirão, no seu âmbito geográfico, o apoio a todas as formações e estudos e à dinamização de acções educativas de âmbito formal, não-formal e informal, dirigidas para o aumento de competências académicas, profissionais, culturais e cívicas e nas áreas técnica, artística, cultural, científica e económica.

Depois da assinatura do protocolo com a Universidade Aberta, instituição universitária de referência nacional, é preciso agarrar «com unhas e dentes» esta oportunidade de excelência para o concelho do Sabugal.
jcl

No passado dia 28 de Junho, na Ermida de Nossa Senhora da Graça, em Aldeia de Santo António, Sabugal, estiveram reunidos, em confraternização, os profissionais pertencentes à Associação de Electricistas do Distrito da Guarda.

A organização do encontro coube este ano aos associados sabugalenses: José Alberto, do Sabugal e ao Carvalho, das Quintas de S. Bartolomeu, ambos excelentes profissionais do ramo da electricidade.
Houve, leitão assado como entrada, Sardinha (da boa) assada ali mesmo na brasa o mesmo acontecendo às costelas de porco, como manda a boa tradição, regado abundantemente com vinho e cerveja.
Depois e pela tarde dentro, juntaram-se à festa as violas e as gargantas sempre bem afinadas dos amigos José Chapeira, do próprio Zé Alberto e do Rochinha. E, podem acreditar, eu nunca vi tanta afinação e alegria juntas!… É verdade! Foi um bocado bem passado debaixo do telheiro, transformado em assador público mandado construir por antigos mordomos da festa de Nossa Senhora da Graça, em terrenos da «Freguesia» mas desde tempos idos realizada pelos irmãos do lado de lá do Rio – o Côa, que a separa da bela cidade do Sabugal.
Joaquim Ricardo

O artista plástico Kim Prisu, natural de Aldeia da Dona, inaugurou este domingo, 6 de Julho, no Museu do Sabugal, uma exposição de pintura que integra criações de vários anos.

O artista que deu origem ao conceito Nuklé-Art e que quis transformar a «sua» Aldeia da Dona numa aldeia cultural está de volta ao concelho do Sabugal.
Joaquim António Gonçalves Borregana que assumiu o nome artístico de Kim Prisu inaugurou no passado domingo, 6 de Julho, uma exposição retrospectiva que inclui obras de diferentes anos.
A descrição do artista e da sua obra por Xavier Silva Rodrigues tem algumas afirmações desconcertantes e deixa alguns avisos aos visitantes. «Para assimilar a obra de Kim Prisu necessita-se sacholar a essência original numas distintivas inextinguíveis do urbano e do campo no qual ele viu a luz pela primeira vez. (…) A sua obra evolui num discernimento que o levam ao início da Dona Aldeia de onde ribombam linguagens, aromas e pigmentações no mundo inconcebível de Kim Prisu.»
É um artista único com um estilo único. Sabugalense, emigrante em França para onde foi levado com apenas nove meses, vive há nove anos no Pinhal Novo, junto ao Montijo.
A sua exposição estará patente no Museu do Sabugal até ao dia 3 de Agosto, de terça a sexta-feira, das 9 às 12.30 e das 14 às 17.30 horas e aos fins-de-semana das 14.30 às 18.30 horas.
Antes da visita aproveite para reler a excelente crónica de José Robalo publicada nas «Páginas Interiores» sobre Kim Prisu intitulada:
«Aldeia da Dona – Museu a céu aberto» Aqui
E também: «A arte do Kim Prisu de Aldeia da Dona» Aqui.

Mesmo assumindo a nossa amizade de sempre com o Kim consideramos que a «Sabugal+» concretizou uma das mais importantes exposições do seu historial.
De visita obrigatória…
jcl

A aldeia histórica de Sortelha foi o ponto de partida para o passeio comemorativo do primeiro aniversário do Porsche Fans Portugal. Os membros participantes concentraram-se com as suas potentes máquinas na manhã do dia 5 de Julho, no Largo do Castelo e seguiram após o almoço para a Serra da Estrela.

O Porsche Fans Portugal, presidido por José Luís Jacob, comemorou o primeiro aniversário no fim-de-semana de 5 e 6 de Julho com um passeio turístico pela Serra da Estrela.
A concentração dos membros e proprietários das potentes máquinas deu-se em terras do Sabugal na aldeia história de Sortelha a partir das 9 horas da manhã. Para os que preferiram chegar de véspera a organização reservou alojamentos nas casas de turismo de habitação.
Os participantes tinham à sua espera uma recepção organizada pelo presidente da Junta de Freguesia de Sortelha, Luís Paulo, que aproveitou para promover a sua «jóia» com uma visita guiada pelas ruelas do interior das muralhas do castelo.
Entre as 11 e as 12.30 horas os motores das máquinas fizeram-se ouvir em competição cronometrada desde o cruzamento da Bendada até Sortelha devorando a rampa ladeada de barrocos do lado Norte.
O troço de estrada utilizado tem todas as condições, com curvas apertadíssimas e beleza natural, para se transformar num prémio anual de automobilismo denominado «Rampa de Sortelha» contribuindo para a promoção turística da nossa região. A pensar…
O almoço-convívio com diversos pratos da gastronomia raiana decorreu em Sortelha no Restaurante D. Sancho. A partida da caravana deu-se pelas duas e meia da tarde para o kartódromo de Seia, com passagem por Tortosendo, Unhais da Serra e Sabugueiro.
No fim-de-semana de 13 e 14 de Setembro as belíssimas máquinas voltam ao concelho do Sabugal numa organização conjunta do Porsche Fans Portugal e do Capeia Arraiana.
O programa inclui a concentração no sábado de manhã no Largo do Castelo do Sabugal, uma prova cronometrada de perícia durante a tarde, uma visita ao Centro Cívico Nascente do Côa à noite, uma passagem pelas freguesias acasteladas durante a manhã de domingo e muitas surpresas.
jcl

As conquistas do Sporting dos anos 40 e 50 – que o transformaram no mais poderoso clube de futebol em Portugal – valeram-lhe, portanto, grande capacidade de mobilização um pouco por todo o país, conquistando o clube uma dimensão claramente nacional e cada vez mais populista.

José GuilhermeEm todas as regiões de Portugal cresceram núcleos numerosos de simpatizantes e sócios do Sprting, surgindo inúmeras filiais. Espalhava-se a «identidade sportinguista», Zonas como o Alentejo e as Beiras tornaram-se «bastiões» particularmente fortes desta identidade. As vitórias da equipa de futebol catapultaram o clube definitivamente para uma dimensão popular, afastando-se assim o espectro elitista dos primeiros anos. Para este crescendo de popularidade muito ajudou a humildade e a qualidade humana e futebolística de muitos dos jogadores sportinguistas que formaram a fabulosa equipa dos anos 40 e 50. As origens sociais humildes de muitos destes jogadores permitiram o aproximar do clube ao povo amante do futebol. E não tivesse sido o imparável Benfica dos anos 60 e 70, o Sporting poderia hoje ser o maior clube português em termos de simpatlzantes.
Apesar da hegemonia «encarnada» dos anos 60 e 70, os «leões» conseguiram manter uma assinalável regularidade competitiva, alcançando mesmo uma extraordinária vitória no plano europeu, com a conquista da prestigiada Taça das Taças, em 1964. Foi um momento único na história do clube. Nessa gloriosa campanha europeia, o Sporting foi um conjunto eminentemente ofensivo, marcando 36 tentos em 12 partidas … Num só jogo, contra o Apoel Nicósia, os «leões» marcaram 16 golos. Na equipa brilhavam nomes como Carvalho, Fernando Mendes, João Morais, Mascarenhas (melhor goleador do Sporting na prova, com 11 golos) ou Hilário, entre muitos outros. Mas o que fez realmente a diferença foi o «todo» e não as individualidades, com a equipa a apresentar sempre uma forte coesão defensiva, eficácia no ataque e uma grande determinação. Para a história ficou a eliminatória dos quartos-de-final frente ao Manchester United, em que depois de uma pesada derrota por 1-4 em Inglaterra, os «leões» conseguiram uma reviravolta extraordinária em Lisboa, vencendo por 5-0. A «raça leonina» ficava assim comprovada, com os jogadores a assumirem em campo uma postura combativa, aliada a um grande talento, acreditando sempre na vitória. Essa mística era assegurada por jogadores como Fernando Mendes (o «capitão» de equipa) ou Hilário da Conceição.
No plano nacional, o Sporting sofreu então os efeitos da hegemonia benfiquista, tendo apenas conseguido amealhar cinco títulos nacionais nas décadas de 60 e 70. Mas soube sempre resistir e lutar contra o enorme poderio «encarnado». Registe-se que apenas em 1965 o Benfica ultrapassou definitivamente o Sporting em número de títulos nacionais conquistados. Até aí, a superioridade fora quase sempre do Sporting, que em 1954 liderava por 9-7 (sendo que estamos a contabilizar os três títulos benfiquistas na I Liga). A identidade do clube está também grandemente ligada à aposta na formação, «nascendo» nas escolas do Sporting grandes talentos do futebol português e internacional, como foram os casos dos históricos Jorge Vieira e Adolfo Mourão, ou, mais recentes, de Vítor Damas, Paulo Futre, Luís Figo e Beto. O clube tentou desta forma criar e manter sempre um espirito muito próprio, o que nem sempre foi alcançado nas duas últimas décadas do século, marcadas pela passagem, muitas vezes em catadupa, de treinadores pelo «banco» do Sporting. Esta instabilidade em nada contribuiu para a manutenção e reforço dessa mística «leonina», tantas vezes maltratada pelos erros de gestão directiva que conduziram a um largo periodo dominado pelo insucesso desportivo.

Atravessar o deserto com galhardia
Não foram nada agradáveis os tempos vividos então pelo Sporting. A partir de 1982 (ano em que se sagrou campeão e vencedor da Taça de Portugal), o clube entrou no periodo mais negro da sua história desportiva, somando 18 longos anos sem conseguir conquistar qualquer título de campeão nacional (repetindo o que tinha sucedido ao FC Porto entre 1959 e 1978), e apenas ganhando uma Taça de Portugal, em 1995.
Mas na derrota, como na vitória, os sportinguistas souberam, então, mostrar por que é que costumam afirmar que são um clube diferente dos outros: não deixaram de apoiar as diferentes equipas que tentaram inverter a situação, encheram muitas vezes o Estádio José de Alvalade quando tudo parecia correr mal, enfim, demonstraram que o Sporting não queria «ganhar a todo custo» (como os outros, afirmam). Talvez nesta postura viva ainda algum do elitismo característico do nascimento do clube. Uma espécie de herança «genética» dos seus fundadores e mentores.
Para o Sporting, a «travessia do deserto» resultou na custosa perda do segundo lugar no «campeonato dos campeonatos nacionais» para o FC Porto, mas acabou por ser também uma prova de resistência e de força moral, além de que o segundo lugar em número de adeptos continua a ser «verde-e-branco», apenas superado pelo incontável universo «encarnado».
Como não há bem que sempre dure, (os «cinco violinos») nem mal que, não acabe (a década de 90), também o fim do deserto de vitórias sportinguistas no futebol surgiu em 2000, para comemorar o final de um século em que o clube deixou marca indelèvel no desporto português.
E da mesma forma que raramente se pode acusar os «leões» de não saberem perder, ninguém pode dizer que o Sporting de 1999/2000 não soube ganhar … O mesmo se pode dizer da equipa 2001/02, que chegou à «dobradinha» 20 anos depois.
Extracto de «A Paixão do Povo – História do Futebol em Portugal», de João Nuno Coelho e Francisco Pinheiro (2002).
«Futebol – A Paixão do Povo», opinião de José Guilherme

joseguilherme.r@gmail.com

José Leite de Vasconcelos, o grande etnógrafo e antropólogo português nasceu em 7 de Julho de 1858 em Ucanha, concelho de Tarouca, na Beira.

Durante a sua vida, dedicada ao estudo e à investigação antropológica, publicou mais de 1200 estudos e empenhou-se na criação do Museu Etnográfico, hoje Museu Nacional de Arqueologia. Esse museu guarda um invulgar espólio documental, com mais de 24 mil documentos epistolares de José Leite de Vasconcelos, parte dos quais estão agora em exposição naquele museu, a par de uma mostra fotobiográfica.
Licenciou-se em medicina na Universidade do Porto e foi durante três anos delegado de saúde. Em 1888 tomou posse como conservador da Biblioteca Nacional, em Lisboa, passando então a dedicar-se por inteiro ao estudo da Arqueologia.
Em 1901 doutorou-se em Filologia pela Universidade de Paris e fundou a revista cientifica «O Archeologo Português», órgão oficial do museu, cuja edição ainda se mantém actualmente.
Investigador incansável, gostava de pisar o terreno e contactar com o povo. Correu o País de lés a lés, falou com as pessoas, observou as suas tradições, recolheu testemunhos do saber popular, analisou documentos e efectuou escavações.
Enquanto peregrino do saber arqueológico deixou uma obra de vulto, onde se distingue «Etnografia Portuguesa», de dez volumes, contendo o que apurou sobre o saber do povo português, incluindo referências à origem da nação, ocupação do território, religiosidade popular, tradições sociais e culturais.
Dessa vastíssima obra respigámos uma importante referência às nossas terras, que a seguir transcrevemos:

«Casas do concelho do Sabugal:
No concelho do Sabugal, pelo menos em algumas povoações que percorri (Aldeia do Bispo, Aldeia Velha, Souto, Vila Boa, Rendo), as casas têm, frequentemente, balcões exteriores que dão para a rua, ou para um curral, isto é, para um recinto descoberto mas murado, onde às vezes sobe uma alpendrada ou cabanal, nomes que ambos se usam conforme as terras, onde se aguardam aprestos de lavoura (carros, arados, etc.). O balcão consta de escadaria de pedra, encimada de um lajedo ou pátio descoberto, ou com telhado suspenso por colunas, a que também se chama alpendrada. As casas dos pobres são imundíssimas e rodeadas de estrumeiras, que até dificultam a passagem. À entrada das casas, que são altas e têm por baixo lojas para os animais, há uma saleta para a cantareira cheia de pratos na parte superior, e os cântaros da água na inferior. Segue-se a cozinha, com caniço, onde pende uma corrente que sustenta uma caldeira sobre o lume. Na parede do lar há um missão, espécie de poial para o lume a não queimar; correspondente à boneca do Sul. Também na cozinha está a pilheira, um compartimento para a cinza. Aos lados da saleta de entrada ficam os quartos de dormir.»

Aqui fica a nossa sentida homenagem ao grande etnógrafo português que foi José Leite de Vasconcelos.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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