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Realizou-se no Sabugal, no dia 22 de Junho, a única festa onomástica que se mantém na cidade: o convívio dos que foram baptizados com o nome Manuel e suas respectivas famílias.

Os Manéis na Senhora da GraçaA festa dos Manéis deste ano realizou-se na Senhora da Graça, onde se juntaram cerca de 50 convivas. Na capela do santuário houve uma missa, presidida pelo Padre Manuel Janela, pároco da Bendada, coadjuvado pelo Padre Manuel Igreja Dinis, pároco do Sabugal.
Depois do serviço religioso, os convidas de nome Manuel tiraram a fotografia da praxe na escadaria fronteira à capela. Depois houve o tradicional e indispensável o almoço de convívio, com muita degustação e confraternização. Depois de momentos de conversa e distracção o dia acabou a comer, com a realização do jantar.
As iguarias gastronómicas que marcaram presença foram a chanfana, leitão assado no forno, cabidela de leitão, para além de muitos outros petiscos, não faltando doçaria variada e muitas bebidas.
A festa dos Maneis tem-se realizado todos os anos, sem falhas, facto que orgulha os naturais do Sabugal com aquele nome, tanto mais porque são os últimos resistentes. As restantes festas onomásticas, que tanto estiveram em voga há uns anos, parece estarem extintas.
A mordomia deste ano foi constituída pelo Manuel Rasteiro, Manuel Martins, Manuel Franco Ramos, Manuel Margato e Manuel da Rita.
plb

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Hoje é noite de São João no Sabugal. Merece o nosso destaque e a publicação da «Imagem do dia». Ficamos à espera que nos envie a sua escolha para a caixa de correio electrónico:
capeiaarraiana@gmail.com

Data: 23 de Junho de 1958.

Local: Largo da Fonte (Sabugal).

Legenda: Festejos do São João no Sabugal em 1958.

Enviada por: Luís Carlos Carriço.
Propriedade da fotografia: Alcino Oliveira.
Clique na imagem para ampliar

O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) vai desenvolver a partir de hoje, 23 de Junho, e até ao próximo domingo, dia 29, no Centro Comercial Serra Shoping (Covilhã) uma mostra das suas várias valências e ofertas formativas, por parte das Escolas Superiores que integra.

Serra ShoppingO programa engloba, hoje, várias actividades promovidas pelo Departamento de Línguas e Culturas da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG) e, amanhã (24 de Junho) uma exposição sobre o projecto Egiecocar; apresentação do projecto de motor térmico e actividades orientadas de matemática; à noite (pelas 21h) vai actuar a Copituna de Oppidana (Tuna do Instituto Politécnico da Guarda).
No dia 25 de Junho as actividades agendadas ficam a cargo da Escola Superior de Turismo e Telecomunicações de Seia, que promoverá várias actividades de animação, e do Departamento de Engenharia Civil da ESTG/IPG.
Por seu turno, no dia 26 de Junho, o Departamento de Informática da ESTG vai apresentar, no espaço daquele centro comercial, uma exposição onde estará patente o sistema de simulação de voo, o sistema de injecção electrónica Egitronic, o projecto Magic Key e do Robô Bombeiro.
No sábado, dia 28 de Junho, a Escola Superior de Saúde vai promover um rastreio analítico, entre outras actividades, e o Centro de Treino e Animação Desportiva do IPG apresentará várias propostas de participação aos visitantes.
O programa desta mostra terminará no domingo, com jogos de mesa, sessões de aeróbica e jogos recreativos para crianças.
plb

António Fernandes («Tó Chuco» para os amigos) é natural da freguesia da Nave, concelho do Sabugal. Reside na Aldeia de Santo António num chalet decorado com um relvado banhado pelo Rio Côa e onde se nota já a futura pista para o giroscópio que deverá chegar em Setembro. Mas quem é António Fernandes? Se dissermos que foi o inventor da Discoteca Teclado fica mais do que apresentado. Mas há novos investimentos no horizonte solar do perturbante visionário «engenheiro-pássaro» que tem o dom de antecipar o futuro…

À fala com... António Fernandes«Gosto de desafios, sou e sempre fui um homem de arriscar. Desde sempre sonhei que poderia voar. Fechava os olhos e imaginava-me a voar. É um sonho.» Assim o apresentava recentemente o nosso ilustre opinador José Robalo na sua excelente crónica sobre António Fernandes.
Fomos visitar o investimento de António Fernandes no projectado parque industrial do Sabugal junto à estreita e curvolenta estrada que liga o Sabugal à Guarda. O edifício com traço arquitectónico vanguardista faz lembrar quando o avistamos ao longe uma nave espacial preparada para levantar voo.
O empresário chegou ao volante de uma máquina cor de prata, último modelo, da marca da estrela de Estugarda.
«Tenho 57 anos já com IVA incluído e sou curioso como os gatos», diz-nos naquele seu jeito brincalhão enquanto nos cumprimenta e acende uma cigarrilha «para fazer ver porque já deixei de fumar e para dar um ar mais sério à reportagem».
«Vivi cerca de 40 anos em França para onde emigrei em 1968 com apenas 17 anos. Durante muito tempo vendi material para hotelaria e actualmente sou proprietário de uma empresa francesa de fabrico de inox», acrescenta à sua apresentação.
Pelo meio era inevitável a referência à sua discoteca. «Inaugurei o Teclado em 28 de Agosto de 1977. Houve noites nos meses de Agosto que no final da sessão vinha pela estrada abaixo com um brouette (carrinho de mão das obras) carregadinho de dinheiro tapado por cima com um plástico», recorda-nos com um brilhozinho nos olhos.
É (foi) uma discoteca emblemática. Se não tivesse existido o «Teclado» a juventude de muitos de nós (a minha incluída) não teria sido nem melhor nem pior… Apenas diferente.
A conversa decorria agora dentro do edifício num enorme e amplo hangar. Na área virada ao Sol do final da tarde estão em fase de acabamento os escritórios e as salas de reuniões e de formação profissional servidos por uma escadaria com início no hall da entrada principal.
– Como surgiu a ideia de investir numa fábrica de painéis solares?
– Somos dois sócios: eu e o engenheiro José Luís Manso, meu vizinho e dono da ENAT, uma empresa que se dedica à venda e instalação de energias alternativas. Falamos vezes sem conta sobre projectos num grupo que se reúne para almoçar às sextas-feiras. A tecnologia avança a passo de cavalo e quando o petróleo começou a subir surgiu a ideia de apostar na construção de painéis solares. Esta fábrica é um investimento de cerca de meio milhão de euros sem recurso a créditos porque não gosto de estar dependente dos bancos. No arranque contamos criar 12 postos de trabalho com a possibilidade de chegar até 40 colaboradores. Tivemos o apoio da Câmara Municipal do Sabugal e em especial da doutora Glória a quem aproveito para agradecer toda a colaboração. Esperamos iniciar a produção depois do Verão, talvez em Outubro próximo.
À fala com... António FernandesAntónio Fernandes foi desde sempre um inventor autodidacta. «Ainda tenho na recordação a carrinha da biblioteca itinerante da Gulbenkian guiada pelo senhor Silva. Devorava todos os livros de engenharia que ele trazia. Se tivesse estudado tinha sido piloto da Força Aérea. Há uns tempos tive que arrumar uma casa que tenho na Nave e fui lá encontrar livros de aeronáutica e de construção de painéis solares com mais de 20 anos. Nesse tempo ainda pouca gente sabia o que isso significava.»
Colocámos de seguida, em jeito de brincadeira, uma questão que provocou largos sorrisos em António Fernandes.
– Sabemos que adquiriu uma espécie de helicóptero para uso pessoal. É para fugir ao trânsito do Sabugal?
– Em muitos momentos da minha vida acho que voo em lugar de andar. Sempre desejei e sonhei voar. Quando era miúdo roubei o motor de rega lá de casa para tentar inventar um aparelho que voasse. Não o consegui concretizar… mas concretizou-se uma valente malha que a minha mãe me deu. (mais alguns sorrisos.) Mais tarde construi um helicóptero com o motor de um Renault Alpine. Ainda está na Nave mas nunca chegou a levantar. O projecto do parque industrial prevê a possibilidade de construir aqui perto um aeródromo com 120 metros. Na minha propriedade já estou a preparar uma pista relvada. Curta, porque o aparelho que comprei, um girocóptero, necessita de apenas 30 metros para levantar e de 10 para aterrar. Estamos a equacionar a oportunidade de construir hangares para arrendar a privados que queiram estacionar ou mesmo construir o seu próprio aparelho com recurso a um kit de montagem.
O autogiro ou girocóptero é uma aeronave sustentada em voo por asas rotativas. Mas, ao contrário dos helicópteros a propulsão é fornecida por um motopropulsor convencional. O primeiro autogiro foi desenvolvido e construído pelo engenheiro espanhol Juan de La Cierva em 1923 mas o projecto parou com a Guerra Civil no país vizinho.
Mas Portugal é para o empresário um país de dificuldades desmotivadoras por comparação com outros estados europeus. «Em Portugal, para dirigir um girocóptero é preciso uma licença de piloto. Na Europa apenas é necessário um brevet com 15 horas de instrução. Eu tirei o VFL (voo à vista) em França», diz-nos contrariado com as dificuldades legais portuguesas.
António Fernandes, o «engenheiro-pássaro», é um empresário visionário que está a investir e a criar postos de trabalho no concelho do Sabugal. Merece ser escutado com atenção mesmo quando as suas ideias e projectos parecem chegar com alguns anos de antecipação.
jcl

É habitual a referência, mesmo nos meios jornalisticos ligados ao futebol, o denominado estilo de jogo «à Porto».

José GuilhermeUma forma de jogar caracterizada pela disciplina, pela organização rigorosa, em que o espectáculo é subordinado ao resultado, e que corresponde a toda uma maneira de estar e ser em que os habitants do Porto se reconhecem, fazendo parte de uma representação social mais vasta, ligada à autovisão dos habitants da cidade como esforçados, trabalhadores, sérios e leais. É conhecido, aliás, o velho ditado que diz: «Em Lisboa as pessoas divertem-se, em Coimbra estudam, em Braga rezam e no Porto trabalham.»
A disciplina, a organização e o trabalho árduo, que caracterizam o estereótipo ideal do estilo de jogo da equipa, parecem estar ligados a este culto do trabalho e esforço, mas também ao modo como os adeptos do FC Porto vivem os resultados e o quotidiano da sua equipa, e à transcendência com que estes são encarados. Para os adeptos o importante é a vitória do clube, quase a qualquer preço, surgindo o desporto ou o espectáculo como algo perfeitamente secundário. Os adeptos do FC Porto são considerados geralmente como os mais «fanáticos» em Portugal. E provavelmente isto acontece porque atribuem uma dramática importância ao comportamento e resultados da equipa. Este apoio tão exigente e inquieto, mas sempre tão intenso, resultará provavelmente do dramatismo com que vivem os jogos da sua equipa, verdadeiras questões de «vida e morte».
Extremamente original e significativa é a forma de comemoração dos grandes feitos do clube. A romaria ou festa popular que abrange e envolve toda a cidade do Porto é bastante reveladora da identificação quase total entre cidade e clube. A congratulação com a vitória, a constante insistência na sua importância, extensão e significado, fazem parte de um processo de autovalorlzação dessa identidade local, de afirmação da sua superioridade.
O facto de na essência desta forma de celebração estar uma tradição da cidade, elemento importante da sua cultura particular, ou seja, a festa popular nas ruas da cidade (veja-se o caso da noite de S. João), enquadra-se no carácter local da identificação colectiva com o clube de futebol. A estas celebrações, que possuem também elementos ou traços ritualisados, não faltam o sarcasmo e ironia para com os rivais vencidos, nem as práticas destinadas a humilhar e estigmatizar os adversários, destacando-se a intervenção do elemento «carnavalesco», que assume no caso dos adeptos do FC Porto caracteristicas próprias, como é o caso do «enterro» do adversário, que toma muitas vezes a forma de uma «procissão» de onze burros vestidos com camisolas do Benfica ou do Sporting.

A «mística»: de «andrades» a «dragões»
Se entre os adeptos do FC Porto existe uma afeição especial pelos jogadores que se entregam corajosa e totalmente ao jogo, na defesa das cores do clube, principalmente aqueles que foram formados nas suas escolas, isto acontece provavelmente porque estes são vistos como os que melhor podem prolongar o estilo de jogo da equipa, por um lado, e assumir também para si os significados e sentidos atribuidos ao jogo e ao clube pelo adepto (os casos de, por exemplo, Hernâni, Fernando Gomes, João Pinto, Vítor Baía ou Jorge Costa). Isto está possivelmente ligado à muito divulgada «mística especial» do FC Porto, criada nos últimos anos, e que se reporta directamente à oposição, desportivamente conseguida, aos clubes de Lisboa. No entanto, é importante recordar que na história do FC Porto, desde os seus primórdios, sempre tiveram papel crucial futebolistas estrangeiros, começando pelo guarda-redes, e depois treinador. Siska (anos 2O e 30), passando mais tarde pelo técnico brasileiro «Yustrich» (anos 50) que devolve ao clube as vitórias, e terminando em Rabah Madjer, o herói de Viena, em 1987. Tal como acontece com qualquer clube, a história do FC Porto é marcada por períodos (ou ciclos) de sucesso, alternados com outros bem menos felizes. A conquista dos mais importantes títulos do futebol europeu e mundial, em 1987 e 1988, materializou a chegada de um sucesso inédito e surpreendente, até porque foi alcançado após anos consecutivos marcados por desaires e frustações, nomeadamente nas décadas de 60 e 70, que eram sentidos como injustos e provocados por uma situação de discriminação regional. Qualquer adepto, mesmo entre os mais novos, conhece esta transformação radical na vida do clube. No entanto, é importante lembrar que o FC Porto foi o primeiro clube português bem-sucedido na compita nacional, ao vencer as edições inaugurais de todas as «provas de regularidade»: 1922 – Campeonato de Portugal, 1934 – Liga, 1939 – I Divisão. Depois a década de 40 trouxe o reinado dos «Cinco Violinos» no Sporting e os portistas passaram a ter que aceitar a superioridade dos «grandes» da capital. Sendo o FC Porto encarado como grande representante da luta e resistência perante as supostas injustiças de que a Cidade Invicta, e por arrastamento o clube, são vítimas, não surpreende que esta inferioridade tenha sido especialmente penosa.
Pelo mesmo motivo, os principais protagonistas da resistência perante Lisboa e o seu poder no futebol (e não só…) fazem obviamente parte da hist6ria do clube como uma espécie de heróis. O treinador Pedroto e o presidente Pinto da Costa são exemplo disso. Estão entre os maiores símbolos humanos do clube porque conseguiram inverter a tendência geral da sua história, transformando-o em vitorioso e conhecido internacionalmente (a famosa e simbólica transformação de «andrades» em «dragões»), utilizando exactamente uma política de oposição aberta, de conflito até, em relação às identidades «inimigas», consideradas genericamente como o «poder de Lisboa» pelos adeptos do FC Porto.
Extracto de «A Paixão do Povo – História do Futebol em Portugal», de João Nuno Coelho e Francisco Pinheiro (2002).
«Futebol – A Paixão do Povo», opinião de José Guilherme

joseguilherme.r@gmail.com

Segunda-feira é dia de publicar a «Imagem da Semana». Ficamos à espera que nos envie a sua escolha para a caixa de correio electrónico:
capeiaarraiana@gmail.com

Data: Junho de 2008.

Local: Aldeia da Ponte (Sabugal).

Legenda: Esteves Carreirinha exibe habilidades do cavalo de José Carlos Rito do Soito.

Autoria: Zeca Neves.
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Em exibição nos cinemas UCI

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