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Há cerca de dois meses aconteceu em Hoyos, España, um encontro de pueblos hermanados. Estivemos presentes, Juntas de Freguesia dos Foios e do Soito, e realizámos reuniões com muito interesse. Agora foi a vez de uma delegação de Le Porge visitar o Soito e os Foios.

Geminação do Soito com Le PorgeVisto que o Soito está geminado com a localidade francesa – Le Porge – e tendo recebido uma delegação de 65 pessoas planearam uma passagem pelos Foios incluindo também uma visita à nascente do Côa.
Antes, porém, portugueses, franceses e espanhóis concentraram-se no auditório do Centro Cívico Nascente do Côa onde foram feitos os discurso habituais nestes actos. Os dois autocarros seguiram, depois na direcção da nascente do Côa onde, como de costume, se fizeram as fotos da praxe. Tanto a delegação francesa como a espanhola ficaram maravilhados com o ar puro e com as maravilhosas vistas lá do alto da serra.
Cerca da uma e meia da tarde chegou-se à Senhora da Granja onde a Junta de Freguesia do Soito brindou as cerca de 150 pessoas com um excelente arroz de marisco seguido do cabritinho da ordem. De referir que antes do almoço verificou-se a troca de prendas e galhardetes como é costume nestes encontros. Mesmo com uma tarde de chuva, mas protegidos pelo telheiro, actuou o grupo folclórico de Sortelha que também agradou aos presentes.
Os elementos da Junta de Freguesia da Vila do Soito foram oportunos e dedicados. Trabalharam afincadamente e dignificaram o nome do Soito. O Presidente Matias já andava tão cansado que quando ia falar para os espanhóis até se baralhou e começou em francês. Teve piada. Parabéns a todos.
jmc

José Robalo – «Páginas Interiores»Estamos em plena celebração dos santos populares, o Santo António, o São João e o São Pedro, santos com grande capacidade de atracção em termos de festejos já que a folia destes santos está profundamente enraizada nas nossas gentes.

São João
Se fores ao São João
Trazei-me um São Joãozinho
Se não puderes c’um grande
Trazei-me um mais pequenino

São João adormeceu
Nas escadinhas do coro
Deram as moças com ele
Chuparam-lhe o sangue todo

Onda andará o São João
Que o não vejo na Igreja
Anda a correr as fogueiras
Para ver quem o festeja.
Canção popular de Trás-os–Montes, pela Brigada Victor Jara

Sem pretender meter a foice em seara alheia, julgo que estas festas populares vieram substituir rituais e celebrações pagãs, que o cristianismo tentou apagar com a introdução destes santos populares. Esta talvez seja a razão porque nestas festas a folia ainda se sobrepõe ao culto religioso.
Como se refere no texto de origem popular transmontano superiormente interpretado pela Brigada Victor Jara, São João era atacado pelas moças num misto de matreirice até porque os santos populares eram casamenteiros e foliões.
Por outro lado e apesar de já termos abandonado as nossas raízes em termos de actividades produtivas, não devemos esquecer que a riqueza destas terras assentava na agricultura e nas lides do campo, onde se exigia muito esforço físico e trabalho braçal; estes homens e mulheres de granito das mãos calejadas e do suor, também tinham as suas festas.
Não devemos esquecer que estávamos em plena actividade produtiva, no solstício de Verão, com trabalhos colectivos que por si também propiciavam estas festas e folias. Refiro as tosquias, as ceifas, as malhas, as regas, as mondas, a recolha dos fenos, com ranchos de trabalhadores onde no final do dia ainda havia tempo para a festa, sobretudo quando as colheitas justificavam todas as canseiras.
Não é assim estranho que o nosso Sabugal mergulhando nas suas raízes mais profundas celebre o São João numa dimensão concelhia e regional com alguma atractividade.
Estas são razões mais do que suficientes para colocar esta temática sobre a mesa e discutir com seriedade a possibilidade de transformar estas festas em festas concelhias da responsabilidade da autarquia, esquecendo bairrismos doentios que são sempre perniciosos para o desenvolvimento.
Enquanto tal não acontece, aí vem mais uma festa de São João da responsabilidade de um corajoso grupo de mordomos, a quem devemos dar todo o nosso apoio nela participando.

:: :: Para ler :: ::
«O Malhadinhas», de Aquilino Ribeiro, Bertrand Editora.
«A Selva», de Ferreira de Castro, Guimarães & C.ª
:: :: Para ouvir :: ::
«Brigada Victor Jara, Tamborileiro», Editorial Caminho, Mundo Novo.
«Nocturnes, Chopin», Arthur Rubinstein, Sony BMG.
«Ópera do malandro», Chico Buarque, Polygram.
:: :: :: ::
«Páginas Interiores» opinião de José Robalo

joserobaload@gmail.com

Os Foios são ponto de passagem quase obrigatório para quem visita o concelho do Sabugal. Ou pela nascente do Côa, ou pela gastronomia, ou pela cultura ou… pela simpatia e jeito de bem receber dos fojeiros.

Caravanistas nos FóiosCerca de 70 pessoas, transportadas em 30 caravanas, visitaram o Centro Cívico dos Foios. Depois de um café ou porto de honra sentaram-se nas cadeiras do auditório tendo-lhes sido exibidas bonitas imagens alusivas aos encantos da nossa serra e do nosso rio. Falou-se do contrabando e da emigração bem como da evolução da nossa Querida Terra.
De salientar que alguns dos caravanistas ainda compraram pão, queijos e outros produtos.
Por volta do meio-dia todas as caravanas subiram ao cimo da serra e os seus ocupantes deslocaram-se a pé até à nascente do Côa onde a maioria bebeu água e tirou fotos para recordar.
Partiram, de seguida, em direcção da Quinta das Sereias onde os esperava um típico almoço da região. Convidaram os elementos da Junta e a assessora da Cultura, Amélia Rei, que com muito gosto os acompanharam no almoço.
De referir que a maioria dos caravanista já haviam estado nos Foios no passado ano e na despedida apenas disseram: Até breve.
Estão de parabéns o Sr. Nando e esposa Judite porque é através deles que vem toda esta gente ao nosso concelho. Tudo isto são mais valias para o nosso Município porque quem vem sempre por cá deixa algum dinheiro.
jmc

A XXX Capeia Arraiana da Casa do Concelho do Sabugal foi um sucesso. O «novo» Campo Pequeno recebeu com esplendor cerca de 2500 aficionados que vibraram em Lisboa com a nossa tradição. O grande responsável por esta jornada de promoção do Sabugal foi José Eduardo Lucas, presidente da Direcção da «Casa». Vamos conhecer um pouco melhor este raiano genuíno.

À fala com... José Eduardo LucasA conversa com José Eduardo Lucas decorreu numa esplanada tendo como pano de fundo a Praça de Touros do Campo Pequeno após mais uma reunião com a administração responsável pelo moderno espaço taurino e de espectáculos.
– Quem é José Eduardo Lucas?
– Sou natural de Aldeia do Bispo, concelho do Sabugal. Nasci em 1944 no dia 13 de Maio. Os meus pais, Lucinda e José Lucas, tiveram mais um filho, o meu irmão Florentino. Andei até à 3.ª classe em Vale de Espinho e fiz o exame da quarta em Aldeia do Bispo. Foi, depois, estudar para o Sabugal. Tirei o antigo quinto ano como interno no Colégio de Tondela. – Porquê? Porque o meu pai era muito amigo do director. – Desse tempo recordo a grande aventura de ter ido de abalada até Paris, sózinho, com apenas 16 anos.
A tropa, com a especialidade de atirador, foi cumprida em Lisboa, Tavira, Guarda e em Angola nas cidades de Luanda, Nova Lisboa, e Dembos. Regressou a Lisboa, terminou o curso comercial e ingressou no Banco Pinto e Sotto Maior. Reformou-se cedo e tornou-se consultor financeiro numa empresa de material de guerra que fechou arrastada pelo queda do muro de Berlim. Actualmente é um empresário com interesses em áreas tão díspares como gasolineiras, energias eólicas, agências de viagens e empresas marítimas sedeadas no Porto de Lisboa.
Quisemos saber qual era a sua relação com a Casa do Concelho do Sabugal. «Sou sócio da Casa desde sempre. Apercebi-me das dificuldades na sua gestão durante o ano passado e decidi candidatar-me formando uma lista com o apoio de vários amigos», recorda demonstrando a quem o escuta grande firmeza nas decisões.
«Depois de termos tomado posse em Janeiro deste ano verificámos que as finanças da Casa estavam num estado crítico. Havia dívidas que não estavam relatadas no relatório aprovado em Assembleia Geral pela anterior Direcção. Mas não desistimos. A minha experiência bancária permitiu-me contactar as entidades credoras, Estado e particulares, e negociar prazos para pagamento das dívidas. É com satisfação que já posso afirmar que temos tudo controlado e em fase de resolução. A actividade gastronómica tem cada dia mais adesão e os sócios sentem o empenhamento da minha Direcção», esclarece num tom onde se confunde o bancário e o empresário.
– E quando é que surge a hipótese da Capeia Arraiana no Campo Pequeno?
– No início de Abril, os problemas da «Casa» estavam controlados e achei que deviamos retomar a nossa tradição no novo Campo Pequeno. As primeiras reacções ao meu querer foram unânimes – Impossível – mas… alcançámos o impossível e a praça de touros nunca tinha atraído tantos raianos como em 2008. Num espaço de um mês superámos muitas dificuldades inesperadas e conseguimos autorização para que a corrida se realizasse. A entidade nacional que autoriza as festas taurinas no Campo Pequeno solicitou um documento detalhado a explicar como funcionava uma capeia. Esta nova administração do Campo Pequeno nunca tinha ouvido falar num forcão e quando chegou o dia da corrida estavam assustados porque praticamente não tinham vendido ingressos na bilheteira. Já tinhamos avançado com um cheque de 50 por cento e na manhã do próprio dia 31 de Maio, contrariando o acordo firmado, solicitaram a entrega antecipada do cheque que liquidava a totalidade do valor acordado. O afluxo de raianos superou todas as expectativas. Em duas horas (entre as 15 e as 17 horas) foram vendidos na bilheteira 1197 bilhetes tendo os funcionários comentado que não estavam habituados a um movimento tão intenso. No final foram contabilizados cerca de 2500 espectadores.
À fala com... José Eduardo LucasOs cinco imponentes touros (um grande olé para o último a entrar na praça) e uma bezerra (de fraca figura) vieram da ganadaria de José Dias em Benavente, Santo Estêvão. «Era um gado forte e fino. O povo raiano do forcão portou-se com valentia e determinação. O espectáculo foi abrilhantado com a charanga La Mosca de Ciudad Rodrigo, o salero do casal sevilhano e com a arte e mestria do cavaleiro soitense José Manuel muito aplaudido pela assistência», fez questão de realçar o presidente da «Casa».
– Como conseguiram autorização para o convívio no espaço desportivo?
– Tivemos, atempadamente, negociações com a direcção do Clube Operário que foram, desde o primeiro contacto, de uma simpatia extrema. Negociámos um valor aceitável e o espaço pôde ser utilizado por centenas de sabugalenses antes e depois da tourada. Foi um convívio inesquecível.
– E para o ano há mais?
– A corrida foi um sucesso e as bilheteiras satisfatórias. Agradeço à Câmara Municipal do Sabugal, às Juntas de Freguesia e empresas que nos apoiaram e a todos os que marcaram presença na capeia. Soubemos depois que pela primeira vez numa tourada a cerveja esgotou nos bares concessionados dentro da praça. Infelizmente a Casa não teve autorização para gerir nenhum. O balanço final é muito positivo e vamos arranjar soluções para melhorar alguns pormenores. Já estamos a trabalhar na edição de 2009 e muito em breve vamos ser recebidos pela administração do Campo Pequeno para discutirmos a organização da capeia do próximo ano.
A terminar quisemos saber quais os projectos em que está empenhada a Direcção da Casa do Concelho do Sabugal…
– Queremos que o futuro da embaixada do concelho do Sabugal em Lisboa seja risonho e que continue activa como até aqui. Não sou de desistir e sinto o apoio da minha Direcção, dos associados e da Câmara Municipal do Sabugal. Assinámos um protocolo com a autarquia e a cooperativa para a promoção e venda dos produtos raianos em Lisboa. Estamos muito empenhados em nos associarmos à Pró-Raia porque lhe reconhecemos capacidade e iniciativa interventiva. A «Casa» está disposta a apoiar todas as actividades das associações do concelho e em especial da ADES. Apelo às Juntas de Freguesia que ainda não são sócias que reconheçam o nosso esforço em prol das nossas gentes em Lisboa e que nos apoiem associando-se. Como presidente da Direcção da Casa do Concelho do Sabugal reafirmo a minha disponibilidade para lutar pelos interesses das gentes de Ribacôa.
Sentimos que a «Casa» está em boas mãos. José Eduardo Lucas é um bom conversador, com opinião crítica e vocação natural para a gestão empresarial. Enfim… com muito «jeito para o negócio».
jcl

Tal como já vem sido habitual também este ano se realizou a designada festas dos caçadores. Teve lugar no sábado, 7 de Junho, e contou com a presença de cerca de 200 pessoas.

José Manuel Campos - «Nascente do Côa»O Presidente da Associação de Caça e Pesca, José Pêra, com a colaboração de mais cinco ou seis voluntários e elementos da equipa de sapadores, trabalharam afincadamente para que tudo corresse bem. Assim foi na verdade. O empenho da Adosinda deve igualmente ser realçado porque foi ela que temperou e acompanhou a cozedura das quatro panelas. Duas de javali, ao almoço, e duas de veado ao jantar.
Por volta do meio-dia abriram-se as portas do bar para que todos os interessados pudessem tomar os aperitivos que havia para todos os gostos e vontades.
Após o almoço organizou-se a ronda até à praça, animada por três amigos acordeonistas. Depois do café e copa organizou-se um animado baile na esplanada do Pedro e quando este terminou passou-se pelo «Pub da São» onde o baile foi retomado. De seguida e como é costume, fez-se a ronda pelas ruas tendo-se visitado todas as capelinhas da terra.
À noite, por volta das 21 horas, serviu-se o saboroso veado que, pelos vistos, dava para outras tantas pessoas. Viva a fartura.
Após o saboroso pitéu subiu ao palco o grupo de fados da Guarda que cantou e agradou a todos os presentes. Cerca de uma centena. Os fadistas concluíram a actuação por volta da meia-noite muito embora os mais responsáveis e os mais alegres ainda tivessem prolongado o serão.
Parabéns à organização e às muitas pessoas que estiveram presentes. As festas só são bonitas com muita gente. Para o ano haverá mais. Se Deus quiser.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos
(Presidente da Junta de Freguesia dos Fóios)

jmncampos@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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