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Estão já à venda os bilhetes para a XXX Capeia Arraiana organizada pela Casa do Concelho do Sabugal. A festa está marcada para o dia 31 de Maio de 2008 na monumental Praça de Touros do Campo Pequeno em Lisboa.

Bilhete para Capeia Arraiana no Campo PequenoA Casa do Concelho do Sabugal já colocou à venda na sua sede os bilhetes de ingresso para a XXX Capeia Arraiana que se realizada no dia 31 de Maio de 2008, às 17 horas, na Praça de Touros do Campo Pequeno.
Há dois tipos de bilhetes: os sócios com a quota de 2008 pagam 10 euros e os não sócios 15 euros. As crianças até 12 anos (inclusive) têm entrada gratuita desde que se façam acompanhar do bilhete de identidade ou de outro documento comprovativo.
As entradas no recinto estão a cargo de uma empresa de segurança contratada pela administração do Campo Pequeno e como tal tudo irá decorrer de forma muito rigorosa.
A Direcção da «Casa» aconselha todos os sócios e sabugalenses em geral que antecipem a sua compra para evitar confusões de última hora. Nesse sentido os interessados poderão passar pela sede na Avenida Almirante Reis, 256, 2.º, esquerdo, aproveitar para almoçar e provar os petiscos do Hélder, actualizar a quota de associado e adquirirem tranquilamente os bilhetes pretendidos.
Tendo tomado conhecimento que várias associações do Sabugal estavam a organizar excursões e viagens em grupo a Direcção da «Casa» decidiu colaborar com o esforço e dedicação de todos. Nesse sentido solicita aos organizadores das viagens em grupo que entrem em contacto com a «Casa» pelo telefones 218403805 ou 969666666 para se informarem das condições especiais para os que viajam organizados.
A concentração de todos os sabugalenses está marcada para um espaço desportivo que se situa junto à Praça de Touros do Campo Pequeno a partir das 12 horas.
Os pedidos de acreditação para a Comunicação Social deverão ser feitos para o email: casadoconcelhodosabugal@gmail.com.

Excelente oportunidade para conhecer o novo Campo Pequeno e para promover o Sabugal na capital.
jcl

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E O MORDOMO ERA O ARMANDO…
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A Associação dos Amigos de Vale das Éguas organiza nos fins-de-semana a partir de 17 de Maio descidas do Rio Côa em canoa.

Canoagem em Vale das ÉguasO Rio Côa está sempre presente nas vidas dos sabugalenses. Nasce na Serra das Mesas nos Fóios e atravessa o concelho, dividindo-o ao meio, até desaguar tranquilo, mais de 130 quilómetros depois, na margem esquerda do Rio Douro, em Vila Nova de Foz Côa.
Caracteriza e dá nome às Terras de Ribacôa correndo gelado e cristalino na direcção Sul-Norte por entre sabugueiros, freixos e outras árvores típicas da paisagem raiana.
Mas a grande maioria dos sabugalenses apenas conhece «a Côa» em pontos de fácil acesso, junto a pontes ou, agora, nas cada vez mais bem apresentadas praias fluviais. E porque falamos de praias fluviais… temos de falar do Parque da Ínsua em Vale das Éguas com excelentes condições e uma paisagem fantástica. E é, precisamente, na praia fluvial da Ínsua que terminam as descidas de canoas propostas pela Associação dos Amigos de Vale das Éguas presidida pelo Joaquim Gonçalves.
Se é amigo do Ambiente e quer gozar as belezas naturais de um rio que se mantém no seu estado primitivo, se gosta de ouvir o som dos remos a entrar na água misturado com o chilrear dos pássaros, então… viaje pela Natureza entre o Roque Amador e a praia Fluvial de Vale das Éguas. A aventura dura cerca de duas horas e para compensar das duras remadas estará à espera dos participantes um petisco grelhado para retemperar forças e recapitular todas as sensações vividas.
O Capeia Arraiana assistiu, recentemente, na praia fluvial de Vale das Éguas à chegada do grupo que preparou este programa «Descida do Rio Côa em Canoa» e foram muitas as peripécias que contaram quando estacionaram os caiaques. À passagem por zonas turbulentas mas de dificuldade reduzida ainda houve algumas molhas imprevistas. Para garantir a segurança as crianças foram distribuídas por canoas que permitem dois passageiros de forma a que ficassem acompanhados por um adulto.
As inscrições que incluem um monitor, seguro e almoço na praia fluvial de Vale das Éguas podem ser feitas através dos telefones 963307772, 961889791 ou através do e-mail: amigosdevaledaseguas@gmail.com.
jcl

Fomos à Cerdeira do Côa, onde conversámos com o Padre António Teixeira Souta, capelão do Colégio Regional José Dinis da Fonseca, que, mau grado ter deixado de paroquiar a cidade do Sabugal, continua com um intenso trabalho pastoral.

O Padre Souta com o livro «Celestina»A vinda para a Cerdeira não representou para o padre Souta o merecido «descanso do guerreiro», que muitos vaticinaram. Sendo capelão do colégio, presta assistência religiosa às 22 irmãs e às 80 alunas internas que o integram, incluindo-se aqui uma missa diária. Presta também auxílio ao arciprestado do Rochoso, celebrando missas na Cerdeira do Côa, Parada, Peroficós, Monte Margarida, Penedo da Sé, Marmeleiro e Miuzela do Côa. Ajuda ainda nas confissões e nos funerais, para além de concelebrar e dizer sermão nas festas religiosas da redondeza, sempre que é a isso chamado pelos demais párocos.
Recebeu-nos na casa que agora ocupa com a sua irmã, mesmo ao lado do colégio. Estava a ler o livro «Celestina», de Joaquim Manuel Correia, recentemente editado pela Câmara Municipal do Sabugal e a cujo lançamento assistiu no Sabugal. «Aqui há dias fui ao colóquio comemorativo dos 150 anos do nascimento de Joaquim Manuel Correia. Ia sobretudo para me encontrar com o Pinharanda Gomes e com o Manuel Leal Freire, mas acabei por falar com muitas outras pessoas de grande interesse, como foi o caso da neta do homenageado, a Drª Natália Correia Guedes, que acabaria por me assinar uma dedicatória no livro», disse-nos o padre Souta, mostrando com ar prazenteiro a primeira página do volumoso livro, onde estava redigida a dedicatória.
Acha então que valeu a pena editar agora esse livro, escrito há mais de um século?
Claro que valeu a pena, é um livro muito bonito, que fala muito das nossas terras e das nossas tradições de antigamente, para além de nos dar um enquadramento histórico muito importante. Tudo isso surge à medida que evolui o romance, cuja personagem central é a Celestina, que era filha de um padre, coisa algo comum na época. Hoje isso seria um escândalo mas à época havia casos destes. Enfim, estou agora a meio na leitura do livro, que tem 500 páginas.
Falando sobre a Cerdeira e as suas novas funções, diga-nos se está satisfeito por estar aqui no Colégio Regional como capelão.
Tem sido uma experiência muito enriquecedora. O que mais me impressiona é a fortíssima ligação das jovens alunas internas às suas famílias. Muitas são de longe, mas à sexta-feira à tarde a Cerdeira enche-se com os carros de familiares que as vêm buscar para passarem com eles o fim-de-semana. Tirando uma jovem, cujos pais vivem na Holanda, todas as outras raparigas vão para casa nos fins-de-semana, deixando o colégio vazio. Confesso que pensava que estas jovens apenas eram aqui recolhidas pelas famílias quando começavam os períodos de férias, mas vejo com satisfação que isso não é assim, e ainda bem porque isso significa que os pais não abandonam aqui as filhas, entregues à instituição.
E quanto ao Sabugal, sente saudades das funções que ali desempenhou enquanto pároco?
Sinto muitas saudades do Sabugal e dos meus antigos paroquianos. Muitas pessoas vêm-me cá visitar e manifestam preocupação com a minha saúde. Eu próprio vou ao Sabugal todas as semanas visitar e almoçar com uma sobrinha minha que lá vive e trabalha. Sempre foram 57 anos de pároco no Sabugal e isso marcou-me muito. Posso mesmo dizer que me orgulho muito da obra que considero ali ter deixado.
E qual foi essa obra?
Podemos dividir essa obra paroquial em dois campos, o material e o pastoral. No referente à obra material, houve a ampliação da Igreja de S. João, a construção do santuário da Senhora da Graça, a ampliação da igreja da Aldeia de Santo António, a construção das capelas dos Amiais e das Alagoas, a edificação da casa paroquial. Pastoralmente também penso ter deixado uma boa obra. Entre outras coisas fundei o Centro de Preparação para o Casamento, que foi um dos melhores da diocese, e o Agrupamento de Escuteiros. Ambas as obras acabariam por progressiva falta de interesse dos paroquianos, mas elas marcaram. Sobretudo deixei um bom ambiente, o que do ponto de vista paroquial julgo terem sido raízes importantes para o trabalho que o novo pároco está agora a realizar.
E quanto ao Amigo da Verdade, a sua publicação ao longo dos anos, também foi um marco importante do seu trabalho enquanto pároco?
Quando o Sr Bispo me contactou no sentido de me informar da sua intenção de me libertar da paróquia do Sabugal, coloquei-lhe duas condições, que ele aceitou. A primeira era que não me obrigasse a «vir com a casa às costas» para a Cerdeira, tinha a casa paroquial mobilada mas a mobília ali existente teria de ficar para o novo pároco. A segunda condição era que a edição sabugalense do Amigo da Verdade tivesse continuidade. Isto para dizer que considero o Amigo da Verdade o elo de ligação entre o pároco e os paroquianos e também entre as diversas aldeias do concelho do Sabugal. E como uma grande parte dos assinantes estão em França e noutros países onde há sabugalenses, o jornal também ligou essas comunidades ao Sabugal. Eu considero até que dei a conhecer o concelho ao concelho através do Amigo da Verdade. Dantes as terras do concelho conheciam-se pouco umas às outras, porque algumas estão muito distantes e as tradições são muito diferentes, e o jornal passou a levar a umas o conhecimento daquilo que se passava nas outras e isso foi muito importante.
Como observador atento à vida do concelho do Sabugal, considera que essas diferenças entre as suas freguesias são mesmo muitas?
Isso é claro e pode ser bem visível nalgumas manifestações populares. As maiores diferenças estão nas freguesias do sul do concelho, que têm tradições e maneiras de estar completamente diferentes. Por exemplo, nas terras do sul, como Santo Estêvão ou Casteleiro, o povo vai em procissão em duas filas, uma de cada lado da estrada, constituindo um longo cortejo, de que as pessoas se orgulham muito. Já nas restantes terras do concelho, sobretudo na Raia, as pessoas caminham juntas ocupando toda a estrada. Outro exemplo está nas touradas. Na raia têm a capeia com forcão e nas outras terras, que também gostam dos touros, preferem as touradas á vara larga ou as garraiadas.
Ainda encontra tempo para ir a Belmonte, a sua terra de nascimento?
Vou lá com a minha irmã todos os meses. Temos lá família, que gosto de visitar, e temos até algumas propriedades, de onde recebo umas rendas. Além do mais gosto de ir lá nas festividades. Ainda agora, no dia 26 de Abril, lá estive por ocasião da «Festa dos Brasileiros», que se celebra todos os anos. A mesma é alusiva à descoberta do Brasil em 1500 por Pedro Álvares Cabral, natural de Belmonte, e à primeira missa ali celebrada pelos portugueses, segundo o que descreve o Pêro Vaz de Caminha na sua carta. É uma festa muito importante que corresponde ao feriado municipal e onde gosto sempre de participar, e às vezes me cabe dizer sermão na cerimónia religiosa.
plb

Estão já em fase de instalação algumas das 12 torres eólicas com aerogeradores para produção de energia eléctrica que vão ocupar o alto da Serra do Homem de Pedra, entre o Soito e os Fóios, facto que agrada muito ao presidente da Junta de Freguesia dos Fóios, José Manuel Campos, indiferente ao facto do parque ainda não estar licenciado.

As eólicas povoam o horizonteEm declarações ao Jornal de Notícias, de ontem, 6 de Maio, o presidente do Município do Sabugal, Manuel Rito, declarou que o parque ainda não está licenciado. Perante a informação de que as obras estão já em andamento, mostra-se surpreendido: «Se está a avançar, desconheço!», declara.
O Jornal de Notícias foi mesmo ao local, e falou com José Manuel Campos, que se mostrou entusiasmado com a instalação dos aerogeradores: «É progresso! É dinheiro! É futuro!», diz satisfeito. Apesar da falta de licença, o presidente da Junta de Freguesia olha para a obra como um maná financeiro para o cofre da Junta.
Em contrapartida pela cedência do terreno ganhou o alcatroamento dos seis quilómetros de caminho que liga a sua aldeia ao Soito. Mas isto é apenas o começo, porque espera para breve a instalação de 50 aerogeradores na cumeada da Serra das Mesas, onde existem 500 hectares de baldios. Só em rendas pelo terreno ocupado, José Manuel Campos, estima o recebimento da 135 mil euros, o que fará quintuplicar as receitas da freguesia, que agora se ficam pelos 26 mil euros.
«Eu disse ao presidente da Câmara: temos que aproveitar esta oportunidade!”, contou José Manuel Campos, orgulhoso do trabalho à frente da Junta. Revela ainda o seu grande projecto para o futuro, tendo em conta as receitas geradas com a instalação do parque eólico: criar uma mini-zona industrial com pavilhões cedidos a actividades de valorização de recursos locais, como o queijo, a castanha e os enchidos.
Entretanto o jornal revela que os trabalhos avançam em forte ritmo, com o enchimento das fundações de meia dúzia de torres, envolvendo a descarga de 50 camiões de betão. Este parque da Serra do Homem de Pedra, junta-se aos parques, já licenciados, da serra do Mosteiro, Serra do Mosteiro, Cabeço de S. Cornélio e Serra da Malcata.
Capeia Arraiana falou com o autarca José Manuel Campos, que nos confirmou o avanço das obras, facto que muito o satisfaz, pela importância que a produção da energia eólica traz para a região, e em particular para os Fóios. «A obra está andar e espero que não venha a ter qualquer impedimento», disse-nos o autarca, que considerou que nem a Junta nem a Câmara estão envolvidas nos trabalhos de instalação, já que os mesmos são apenas da responsabilidade da empresa Tecneira – Tecnologias Energéticas.
Quanto à instalação de algumas dezenas de torres na Serra das Mesas, José Campos confirmou-nos que o processo está a andar. «Quero contudo informar que as torres não serão ali instaladas ao acaso, isso será analisado caso a caso, pois temos preocupações com a protecção ambiental da serra e procuraremos evitar danos», declarou-nos o autarca.
plb

Até ao dia 18 de Maio está patente no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, uma exposição intitulada «Gente do Salto», que retrata em fotografia e em vídeo a vida difícil dos emigrantes portugueses em França.

Capa do livroPara os menos atentos e que por ventura estejam interessados, informo que está patente ao publico, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, com entrada gratuita, até ao próximo dia 18 de Maio, uma importante exposição de fotografia e filmes sobre a vida dos emigrantes em França, nas décadas de 50 e 60. Também para quem se interesse por estes assuntos (e passo a publicidade) foi recentemente editada pela editora francesa «La Huit Production» uma colectânea com dois DVD, acompanhada de um pequeno livro ilustrativo, intitulada “Gente do Salto – Gens du Salto – Memórias de Portugueses que fugiram para França nos anos 60».
Esses mesmos filmes estão agora em exibição na exposição do Centro Cultural de Belém, retratando a vida difícil desse período conturbado da nossa história contemporânea. Esta colectânea está a venda nas lojas da FNAC.
José do Bernardo

É urgente que a zona urbana da cidade do Sabugal seja alargada para sul e compreenda naturalmente a freguesia de Aldeia de Santo António e até mesmo a freguesia de Quintas de São Bartolomeu.

Joaquim Ricardo («Ideias Soltas»)Continuando a viagem pelas aldeias do concelho do Sabugal, cabe hoje analisar a freguesia que partilha com a sede do concelho uma fronteira comum e um limite natural como é o rio Côa – Aldeia de Santo António, ou a «Freguesia», como carinhosamente é ainda conhecida pelos vizinhos sabugalenses.
As actuais duas freguesias não se limitam somente a partilhar «o risco» no mapa dos limites legais das duas freguesias. Essa partilha é também de espaço que pertence ao território da «Freguesia», como são os casos do Santuário de Nossa Senhora da Graça, cuja administração e veneração é feita pela população dos vizinhos, sabugalenses; Do grande lago e reservatório de água – a Barragem da Senhora da Graça, que abastece o regadio da Cova da Beira e as populações situadas nas cidades vizinhas, através da empresa «Águas do Zêzere e Côa»; O rio Côa com vegetação verdejante dos dois lados das suas margens e por último e em termos políticos partilham também o eleitorado residente na «Freguesia», nos bairros da Ponte, Poldras, S. Pedro, etc., cujos votos são distribuídos para ambas as autarquias locais – freguesias de Sabugal e Aldeia de Santo António. Aliás para quem percorre a estrada nacional nos sentidos Guarda-Sabugal ou Castelo Branco-Sabugal, depara em território ainda pertencente à «Freguesia» com a indicação de que está entrando na cidade do Sabugal.
Pelo exposto, são muitos os pontos comuns e partilhados «amigável e silenciosamente» por ambas as populações residentes nos dois lados do rio. Entretanto, a Junta de Freguesia de Aldeia de Santo António «marcou» bem o seu território, ao construir no caminho de Nossa Senhora da Graça, instalações que abrem portas para as eleições locais e nacionais e onde se realizam, no seu amplo salão, grandes convívios frequentados tanto pelos habitantes de um, como do outro lado do rio – fronteira natural destas populações.
A cidade do Sabugal, tem dentro das suas fronteiras um território e um número de população irrisório, face à realidade nacional, que a torna, quiçá, a mais pequena, tanto em território como em número de habitantes. Por outro lado a cidade tem necessidade de se expandir e naturalmente o sentido dessa expansão é para o lado da «Freguesia», pois é neste território onde já existem pontos claros e naturais de partilha: O curso de água existente – o rio Côa, que carece de ser explorado com zonas de lazer e espaços verdes nos dois lados das suas margens, para promover a qualidade de vida e bem – estar da população local; A Barragem de Nossa Senhora da Graça, lugar que merece um equipamento turístico, que sirva de apoio às actividades de pesca, motonáutica, campismo e caravanismo, etc. Em termos políticos – a partilha de votos e em termos religiosos – a partilha do Santuário de Nossa Senhora da Graça.
Por tudo quanto ficou exposto resulta que é urgente que a zona urbana da cidade do Sabugal seja alargada e compreenda naturalmente a freguesia de Aldeia de Santo António e até mesmo a freguesia de Quintas de São Bartolomeu. Assim se criariam condições para desenvolver projectos mais abrangentes e de outro tamanho; Evitar-se-ia algum atrito injustificado que ainda persista entre as duas populações e naturalmente e dentro do espaço urbano sabugalense caibam todas as infraestruturas que criem desenvolvimento à cidade como, por exemplo, as novas zonas industriais, que se estão a projectar no lugar do alto do Espinhal, com a abertura da via que irá ligar à A23.
«Ideias Soltas», opinião de Joaquim Ricardo

dr_jfricardo@hotmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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