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A Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo, está apoiar a plantação de Amendoeira, através de uma campanha que se mantém até ao dia 15 de Março.

Flor da amendoeiraTendo em conta a importância da amendoeira para o turismo da natureza, de que o município beneficia, lançou-se esta campanha de sensibilização e de apoio monetário. Por cada pé que plantarem, os agricultores vão receber dois euros e meio, podendo cada um receber um valor máximo de 500 euros, equivalentes ao plantio de 200 novas amendoeiras.
A Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo disponibiliza nesta iniciativa uma verba total de 50 mil euros, parte deles já distribuídos no ano transacto, altura em que a campanha foi lançada e onde já teve uma adesão bastante expressiva.
A época da amendoeira em flor, que agora decorre, traz até ao concelho de Figueira de Castelo Rodrigo largos milhares de visitantes, que se deslumbram com as encostas salpicadas de branco, num quadro único e inigualável. Para que esse quadro melhore e contribua para que mais gente venha visitar o concelho, é crucial que se proceda a novos plantios, facto que determinou o lançamento da iniciativa municipal, cujos objectivos têm sido cumpridos.
plb

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Segundo um despacho do ministro da Administração Interna, os proprietários dos bares e das discotecas podem contratar elementos da PSP ou da GNR para prestarem serviços de segurança à porta dos estabelecimentos de diversão nocturna.

PSPO despacho autoriza aquelas forças de segurança a «prestarem colaboração aos estabelecimentos de restauração ou de bebidas que a solicitarem, para garantir a segurança de pessoas e bens». Os pedidos podem ser formulados junto da autoridade de polícia territorialmente competente, que deve garantir a «rotatividade dos agentes» que prestarem colaboração junto dos estabelecimentos.
Os serviços prestados pelos elementos policiais são pagos pelos proprietários dos bares e das discotecas, como actualmente acontece nos bingos, casinos e campos de futebol.
O despacho vai ao encontro de uma luta antiga movida pelos proprietários dos estabelecimentos, que assim pensam ver garantida a segurança, ficando menos expostos aos actos de violência que é costume acontecerem, sobretudo no período nocturno.
O serviço é porém apenas feito no exterior das discotecas, continuando a caber aos proprietários garantir a segurança no interior das mesmas.
plb

No Dia Internacional da Mulher o Capeia Arraiana presta homenagem a todas as mulheres com um poema de Florbela Espanca.

Dia Internacional da Mulher (8 de Março de 2008)Ser poeta é ser mais alto

Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim…
É condensar o mundo num só grito!

E é amar-te, assim, perdidamente…
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!

Capeia Arraiana
8 de Março de 2008

À beira da Côa, Dona Sesaldina, a última moleira do Sabugal soleniza os dias entregando a sua vida às pedras alveira e borneira, actividade ancestral que incólume perdura no terceiro milénio como a luz da candeia! Antigamente quem tinha um moinho tinha um padre! Dizia-se que era a pedra no altar e a mó a andar.»

José Robalo – «Páginas Interiores»Junto ao Rio Côa, «à Côa», como ela intimamente lhe sabe de cor o leito feminino, fui reencontrar uma amiga de muitos anos, uma mulher de armas, única moleira do concelho que conheço. Tem o nome de baptismo Sesaldina Janela Palos, 94 anos já cumpridos «a caminho dos 95, lá para o mês de Novembro».
Ao abordá-la não me reconhece de imediato, «por causa da luz, já não vejo contra a luz», mas depois, franqueia-me as portas, pede-me para não lhe tirar fotografias porque já é muito velha. Digo-lhe em tom sério e galanteador que é das mulheres mais bonitas que conheço. Não desarma e num sorriso de orelha a orelha, lembra-me que quando era nova era uma das raparigas mais bonitas da redondeza.
Nas paredes da casa a Dona Sesadina deslinda-me a sua veia artística porque também foi pintora autodidacta. E que pintora!… Numa pintura naïf, inspirada no cubismo sem nunca ter ouvido falar de tal corrente artística, os quadros são povoados por elementos do quotidiano. Ocorre-me de imediato o pensamento de Picasso, quando afirmava: «Os meus quadros são uma soma de destruições.»
De porta escancarada convida-me a um chá, uma filhós, um doce, tudo concebido pelas suas mãos e com a hospitalidade da gente humilde.
«Quando era mais nova tinha aqui sempre raparigas aprender a arte de pintar, de costurar e de fazer rendas, porque sempre fui boa costureira. Nunca ninguém serviu estas artes. Sempre tive boas máquinas de costura», diz-nos com algum orgulho na voz.
Na minha perspectiva, poderia ter sido desenhadora e criadora de alta costura, já que a Dona Sesaldina tem mesmo sensibilidade e graça artística. No entanto, os tempos eram de míngua e na terra estava o ganho. Diz-nos: «Éramos sete irmãos e uma vez a Côa invadiu-nos o moinho tendo arrasado e abalroado tudo à sua passagem.»
Moinho de Água da Rapoula do CôaA rogo de sua mãe e porque não a queria ver em tanto sofrimento e tão «consumida», mais o marido, «o meu Zé», deitaram mãos à obra e recuperaram o moinho de água a que Dona Sesaltina se entregou de alma e coração, durante toda a sua existência.
O marido que era lavrador «não girava com isto», ela sim, fazia da noite dia e moía sem cessar, acordada junto à pedra alva, de candeia acesa, ansiando pela madrugada e por novos fregueses. O moinho das Poldras era dos mais famosos das redondezas: «Tem uma pedra alveira para o trigo e uma pedra borneira para o centeio. Vinham os agricultores com os talegos do grão e trocavam por farinha, tirando-lhe a maquia. Era uma boa jorna, não tínhamos mãos a medir. Tínhamos um criado que percebia disto. Sabe, antigamente os ricos é que tinham os moinhos, mas não os exploravam, arrendavam-nos. Antigamente quem tinha um moinho tinha um padre! Dizia-se que é a pedra no altar e a mó a andar.»
Sobre o vetusto moinho, deve dizer-se que a sua engrenagem funciona pela força motriz da água que vem dum açude colocado a montante, açude que esta senhora para que conste afirma «estar às suas costas».
Tento explicar-lhe que agora as coisas estão complicadas, que até existe a ASAE, respondendo-me que já lá estiveram uns senhores bem vestidos que se deram de «ares e tomares», mas ela não lhes deu importância, que anda na sua santa vida.
Informa-nos com a mesma ilusão da juventude que neste momento o moinho está parado porque está a restaurar os rodízios para colocar dois novos.
Recorda-me que aquando das últimas enchentes se recusou a abandonar os seus haveres quando a água já lhe dava pelo peito: «Ainda vieram aí com um tractor a tentar levar-me, mas recusei-me a abandonar a casa. Nunca tenho medo porque apesar de viver aqui sozinha, ando sempre na companhia de Deus, nunca me sinto desacompanhada. Ando com Deus e com Nossa Senhora das Preces, que é minha amiga e minha vizinha, ao mesmo tempo que lança o olhar para a capela. Às vezes subo ao cabeço e faço-lhe uma visita. Somos muito amigas», diz-nos, referindo-se à senhora das Preces – guardiã da capela antiga que coroa o Cabeço da Atalaia, no termo administrativo da Ruvina.
– Ai, não me tire mais fotografias, que já sou muito velha!», diz-nos com algum pudor.
Dando-me conta da magia que a vida encerra, na presença desta jovem anciã, despeço-me da D. Sesaldina, moleira eterna dos dias à beira da Côa e deste modo simples de existir, que se mantém perene no terceiro milénio, como a luz da candeia.

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Em pleno Dia da Mulher aqui deixo sugestões de leitura e música no feminino:
Para ouvir: «Salt Rain», de Susheela Raman e «The Salieri Album», na voz melodiosa de Cecília Bartoli
Para ler: «Memórias de Adriano», «Como o água que corre», «O tempo esse grande escultor» da autoria da escritora de língua francesa, Marguerite Yourcenar, a primeira mulher a fazer parte da Academia Francesa.

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«Páginas Interiores» opinião de José Robalo
joserobaload@gmail.com

O Centro Cívico Nascente do Côa vai comemorar este dia com uma pequena cerimónia, que se pretende, seja uma homenagem à Mulher.

Dia Internacional da Mulher nos Fóios (Sabugal)Programa da cerimónia de homenagem à Mulher no Centro Cívico Nascente do Côa na freguesia dos Fóios:
– Recepção;
– Breve historial do papel da Mulher ao longo dos tempos;
– Recitação de poemas de poetisas marcantes na literatura nacional e internacional;
– Projecção de imagens relativas à data;
– Debate sobre assuntos de interesse comum;
– Momento de confraternização com um Porto de honra.

Mulher dos Foios! Vem ao Centro Cívico no dia 08 de Março, pelas 15.30 horas, conviver com outras mulheres e viver em alegria este dia que é teu.
José Manuel Campos

Comemora-se hoje, dia 8 de Março, o Dia Internacional da Mulher. E, como sucede sempre nestes casos, as celebrações ocorrerão um pouco por todo o lado neste planeta Terra, com mais pompa e circunstância nalguns países do que noutros, como é de esperar.

Amélia ReiEntrevistas a mulheres famosas, artigos elaboradíssimos na imprensa, transmissões prolongadas nos canais televisivos, cerimónias públicas e privadas, ofertas de presentes e flores, etc., etc., etc, tudo a pretender lembrar que, nesse dia, a Mulher é Muito Importante.
É justo, é agradável, é bom que assim seja. Mas é pouco. Um dia não chega para celebrar a importância da Mulher. Ela é importante todos os dias e sempre o foi, desde os primórdios do Homem e das sociedades matriarcais, como um dos dois pilares da Humanidade.
Vimo-la, ao longo dos tempos, sentinela vigilante e guerreira corajosa em defesa da família; vimo-la esposa submissa e mãe amantíssima encarregue da educação dos filhos, autêntica rainha do lar, pobre rainha sem ceptro totalmente dependente da autoridade incontestável e incontestada do marido. Vimo-la e vemo-la deitada numa cama, sofredora e feliz no supremo acto de trazer ao mundo mais um filho.
Vimo-la debruçada sobre outras camas de hospitais de campanha, enfermeira voluntária e meiga, tentando com o seu sorriso minimizar o efeito de guerras devastadoras de que estava inocente.
Vimo-la, tantas vezes, ser considerada um mero objecto de prazer, jóia rara e preciosa, sim, mas desprovida do direito humano do livre arbítrio porque o seu corpo era a única coisa que interessava. A alma fica de fora nestes casos.
Com os tempos, a mulher foi-se emancipando e conquistou o seu lugar ao sol. Hoje podemos vê-la em pé de igualdade com a outra metade, o Homem, na política, na justiça, na saúde, no ensino, nas empresas, nos trabalhos agrícolas mecanizados, em todos os ramos de actividade, em suma, com um desempenho que demonstra cabalmente ser mulher portadora de uma inteligência e competências que nada ficam a dever aos seu belo corpo.
Todavia, há ainda um longo caminho conjunto a percorrer para que o Dia Internacional da Mulher seja algo com sentido. Enquanto for vítima de descriminação laboral, números clausos para cargos políticos, violência e violação, etc. etc. etc. e, acima de tudo, enquanto não estiver em pé de igualdade plena com o Homem no que toca a direitos e deveres, esta comemoração tem um o sabor levemente amargo. Igualdade de direitos e deveres, sim, não que se pretenda sequer afirmar ou pensar que a mulher é igual ao homem, Felizmente, são diferentes e é nessa diferença que a Humanidade se completa e complementa de forma harmoniosa e enriquecedora.
Recrie-se a citação comodista e desactualizada «Atrás de um grande homem há sempre uma grande mulher» para «Ao lado de um grande homem há sempre uma grande mulher».
E assim será digno de celebração o Dia Internacional do Homem e da Mulher (lado a lado e sempre juntos como é natural).
Amélia Rei

JOAQUIM SAPINHO

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