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«Baú das memórias» é o nome da exposição temporária que está patente no Museu do Sabugal, onde se irá manter até 9 de Setembro.

Telefonia, realejo e telefone numa casa antigaDurante as férias de Verão os interessado poderão visitar no Sabugal uma interessante e bem enquadrada mostra etnográfica, a qual revela as formas de vida de antigamente nas nossas terras. Por iniciativa da empresa municipal Sabugal+, a exposição temporária foi montada no Museu do Sabugal. Recorrendo-se ao acervo do Município e ao de alguns particulares, assim se obtiveram os objectos etnográficos que revelam o quotidiano de outros tempos.
Olhando a exposição os mais novos poderão aprender o modo de viver dos seus antepassados nestas terras raianas, enquanto que os mais velhos nela reavivarão as memórias dos tempos difíceis que fizeram parte do seu passado.
Ali estão patentes as vivências do lavrar da terra e do sachar do renovo, da junta das vagas junguida à canga e da burra tocando a nora, do joineiro a carrejar a lenha e da forneira a cozer o pão, dos pobres ao rebusco e dos contrabandistas de carrego às costas, do moleiro a medidor a maquia e do pastor tosquiando as ovelhas. Dentro de um bom arrumo, a exposição divide-se por áreas temáticas, onde se mostram os objectos ligados ás tarefas antigas que ali se recordam. A destoar, apenas a representação de um alvo moinho de vento, certamente recordando outras paragens, que não as do concelho do Sabugal, onde o cereal era moído nos moinhos da ribeira ou azenhas.
Vale a pena ir ao Museu do Sabugal visitar a mostra, porque quem assim optar não dará o tempo por mal empregue.
plb

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No âmbito da campanha «Beira Baixa, Desvende este Segredo, a Associação Empresarial da Região de Castelo Branco (NERCAB) está a divulgar os locais onde o turista pode pernoitar, falando também nos sabores gastronómicos da região.

saboresbeirabaixa02a.jpgUma brochura de 75 páginas, em papel de óptima qualidade, profusamente ilustrada, de excelente concepção gráfica e com textos em português e castelhano, está a ser distribuída gratuitamente por toda a região, nomeadamente nas áreas de serviço da A23. Assinalam-se 36 hotéis e restaurantes da região e referem-se dezenas de ementas que aí são servidas. Para cada restaurante faz-se uma descrição da localização e da qualidade do serviço, enumeram-se os pratos que tem ao dispor e fazem-se mesmo sugestões gastronómicas indicando-se o preço médio das refeições. Há expressivas fotos com os pratos tradicionais, que fazem, por si só, crescer água na boca. É isso que resulta das imagens dos diversos pratos de bacalhau, dos maranhos, do cabritinho no churrasco, da sopa de peixe, da chanfana e do arroz de carqueja com enchidos. Outro tanto acontece com as sobremesas, com destaque para as farófias, o arroz doce, as tigeladas, as compotas com requeijão e os doces de ovos com amêndoa.
Uma iniciativa louvável, que resulta da necessidade de se promover a região nos mercados nacional e internacional, dando ênfase ao que a Beira Baixa tem de melhor para oferecer a quem a visita.
«Beira Baixa, Desvende este Segredo», pretende ser uma marca que identifique o distrito de Castelo Branco, contribuindo para que se torne um destino turístico privilegiado. Para tal a NERCAB procurou parceiros estratégicos, ligados à hotelaria e à restauração fortemente enraizada na região.
A publicação foi apoiada pelo Programa Operacional da Região Centro e co-financiada pelo Estado Português e pela União Europeia.
plb

Taberneiro e moleiro grande parte da vida, foi agarrado a esses ofícios que criou e educou os filhos, ao mesmo tempo que angariava o pecúlio para mais tarde fazer florescer os negócios. A história de vida de um homem respeitado e honrado.

À fala com… José Ricardo no moinhoNasceu na Aldeia de Santo António há 74 anos, no seio de uma família pobre, cujo pai criou os filhos com extremas dificuldades. «A nós em casa nunca nos faltou o pão mas meu pai passou muita fome para que aos filhos nada faltasse», revela-nos o Senhor José Ricardo que nos recebeu no velho moinho, hoje desactivado.
Na adolescência andou a servir na casa de gente abastada, para ganhar algum sustento. Saiu da terra para cumprir o serviço militar e, mais tarde, para ir trabalhar como ajudante na indústria da construção naval na Gafanha da Nazaré, onde esteve três anos: «Ganhava 26 escudos por dia e juntei algum dinheiro».
Em 1959 regressou à aldeia e arrendou a taberna da ponte do Sabugal, por 50 escudos mensais. Casou em 1961 com Maria Cândida Vinhas, sua conterrânea. Passados 3 anos, em 1964, soube que o Ti Bota a Fugir, verdadeiramente chamado Joaquim Augusto Esteves, queria vender o moinho que ficava a dois passos da taberna. Tinha acabado de tirar a carta de condução e estava «depenado», mas ainda assim comprou o moinho por 31 contos, pedindo dinheiro emprestado a várias pessoas. Seguiram-se anos de muito trabalho, como taberneiro e moleiro, ganhando para criar os filhos e para pagar as dívidas.
Graças ao intenso trabalho conseguiu equilibrar a vida e aos poucos aventurou-se noutros negócios. Iniciou-se na compra e venda de materiais de construção. Primeiro a medo, arriscando pouco, mas depois lançando-se na actividade, que lhe rendeu bons ganhos. Comprou viaturas, construiu armazéns, ergueu uma casa nova e instalou aí um café e um comércio, abandonando a velha taberna. Em 1989, após uma forte cheia do Côa, que alagou o moinho, largou também o negócio da moagem, para se dedicar por inteiro, já em sociedade com os três filhos, à gestão da empresa Ricardo & Ricardos, uma das mais promissoras do concelho, que desenvolvia actividade em diversas áreas e empregava muitos trabalhadores.
José Soares Ricardo é hoje um homem feliz, tirando a mágoa sempre presente da morte de um dos filhos, o Manuel Júlio, mas satisfeito por ver que o resto da descendência, composta agora por dois filhos e seis netos, vive venturosa.
Moinho de José RicardoFazendo um balanço da vida olhando para concelho do Sabugal e para a muita gente que conhece e que muito estima, não hesita em considerar ter sempre apoiado as boas causas. «Nunca quis ser eu a dar a cara, por mais que mo pedissem. Um homem tem de saber o lugar que pode ocupar. Nunca tive feitio para certas coisas, como a política, embora andasse sempre interessado em saber como as coisas corriam. Tinha uma vida muito ocupada, com negócios para gerir e os filhos para criar.» Acerca dos filhos, revela que sabe que foi duro com eles: «Os meus rapazes nunca souberam o que eram férias e pouco tempo tinham para brincadeiras. Carregaram muitas sacas de farinha, grades de bebidas, blocos e tijolos. Mas não estou arrependido, souberam o que era a vida e hoje fazem o que comigo sempre aprenderam: trabalham e vivem honestamente.»
Como homem atento à vida concelhia, aceita o nosso repto de se pronunciar sobre o estado do concelho: «O desenvolvimento que houve não foi suficiente, podia ter-se feito muito melhor. Veja-se o Rio Côa, que é o nosso principal recurso. Pouco se fez para o aproveitar em todo o percurso que faz junto ao Sabugal. Gasta-se muito dinheiro em festas mas não no que é necessário para o futuro das nossas terras».
José Ricardo foi sempre um homem de causas e de muita elevada honradez. «Quantas vezes as pessoas da minha freguesia vindo da vila me passavam à porta carregadas, a pé, que isto de haver automóveis para todos não era coisa de antigamente, e eu lhes dizia: Ó Zé ou Ó Manel, espera aí um pouquinho que eu já te vou levar na carrinha. E lá deixava o meu trabalho, pedindo à mulher e aos filhos que se ocupassem do ofício, para dar uma saltada à Aldeia ou à Urgueira a levar as pessoas e as mercadorias. Mas nunca me arrependi do que fiz, porque também nunca me aconteceu pedir um favor a alguém que não recebesse pronta ajuda».
Paulo Leitão Batista

Não resisto a deixar neste «À fala com… José Soares Ricardo» do Paulo uma pequena nota de rodapé. Cresci a ouvir o meu pai falar com muita amizade do Ti Zé Ricardo. Também eu subscrevo as qualidades humanas que todos lhe reconhecem. Mas… gostaria de recordar com muito carinho e saudade um grande amigo que nos deixou antes do tempo. Para o Manuel Júlio vai o meu pensamento e a minha emoção enquanto leio este artigo.
José Carlos Lages

O ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território, Nunes Correia, anunciou no passado dia 27 de Julho que o primeiro centro português de criação em cativeiro do lince ibérico vai ser construído na Herdade das Santinhas no Algarve.

José Sócrates e Nunes CorreiaO ministro do Ambiente, Nunes Correia, aproveitou a visita às obras da Barragem de Odelouca, no barlavento algarvio, acompanhado pelo primeiro-ministro José Sócrates, para divulgar a assinatura no próximo dia 1 de Setembro de «um protocolo que faz com que Portugal e Espanha participem no programa de repovoamento do lince ibérico».
«Aqui, numa área de 150 hectares, vai nascer o primeiro centro português de reprodução do lince em cativeiro com animais vindo de Espanha» esclareceu Nunes Correia no Algarve acrescentando que «se a experiência for bem sucedida como em Espanha, dará origem a várias estirpes de lince, que vão depois permitir fazer o repovoamento devidamente monotorizado».
O projecto da construção da Barragem de Odelouca que deverá estar pronta em 2010 contempla vários programas de conservação da natureza como o repovoamento do coelho bravo e da águia de bonelli, a recuperação de habitats e a replantação de matas ripícolas.
A componente ambiental tem orçamentada 11 milhões de euros que servirão para por em prática 62 medidas de minimização, compensação e sobrecompensação do habitat natural.
Na altura de decidir o poder central opta invariavelmente por esquecer e prejudicar a Beira Interior.
jcl

A empresa de telemóveis Uzo está em Vilar Formoso até 5 de Agosto a dar as boas-vindas aos emigrantes com uma campanha promocional.

Fronteira de Vilar FormosoA Uzo (empresa de telemóveis) tem até 5 de Agosto duas equipas de acolhimento na fronteira de Vilar Formoso para dar as boas-vindas aos emigrantes.
Os assistentes presentes na fronteira estão a distribuir cartões com 2,50 euros de saldo para que os emigrantes possam, assim que chegam a solo luso, falar com familiares e amigos.
Em paralelo o «Jornal de Notícias» e o desportivo «O Jogo» têm também uma oferta diária de mil exemplares.
Para que a sua presença não passe despercebida a marca preparou tendas de acolhimento onde os condutores podem relaxar do cansaço da viagem. As forças de segurança presentes na fronteira sensibilizam para os cuidados a ter em termos rodoviários para uma condução segura até ao destino de cada um.
O Capeia Arraiana aproveita para desejar um bom regresso a todos os emigrantes. Que tenham umas boas férias no mês de Agosto nas suas terras.
jcl

Cerca de 15 mil litros de vinho de Pinhel poderão ser exportados para a China. Este é o resultado visível da estratégia de internacionalização dos vinhos de Pinhel, decidida pela direcção da Adega Cooperativa.

Vinho de PinhelSegundo noticiou a Rádio Elmo, de Pinhel, a Adega Cooperativa da cidade está a receber a visita de um elemento de uma empresa chinesa de comercialização e importação de vinhos, daí podendo resultar a compra de 15 mil litros de vinho, numa primeira fase.
A iniciativa resulta de uma estratégia encetada pela cooperativa, que no mês passado esteve na China, para participar na «Interwine 2007», uma feira de vinhos realizada em Cantão. A participação contou com o apoio da Câmara Municipal de Pinhel, cujo presidente, António Ruas, integrou mesmo a comitiva.
O empresário chinês que está de visita a Pinhel considera a sua vinda de extrema importância e adianta que para já existe a possibilidade de negócio, no entanto é preciso avaliar custos.
Depois de anos de crise, os vinhos de Pinhel poderão ter um futuro promissor à vista, o que é fundamental para um concelho em que o vinho é o principal recurso.
plb

As obras na estrada de ligação a Malcata, no concelho do Sabugal, não oferecem segurança a quem circula naquela via, a única que dá acesso à aldeia.

Obras na estrada de MalcataDesde há meses que decorrem obras de melhoria de traçado, alargamento e repavimentação na estrada municipal de ligação à aldeia de Malcata, sendo porém muitos os perigos que espreitam, não se verificando um mínimo de cuidado na sua sinalização por parte da empresa construtora.
Segundo informa o blogue «Malcata.Net», as obras estão para durar. Depois de algum tempo paradas arrancaram de novo mas tudo está mal sinalizado, pelo que quem circula terá de o fazer com redobradas cautelas. «As obras estão muito mal assinaladas e um condutor distraído a olhar para as torres eólicas pode sair da estrada facilmente», afirma o bloguista Josnumar.
Revela ainda que o empreiteiro, na pouca sinalização existente, utilizou ramos de árvores, em vez de o fazer com recurso a barreiras ou fitas plásticas vermelhas e brancas. No meio da via surgem pedras e montes de areia que é preciso contornar, e até postes de electricidade que ainda não foram removidos.
O malcatense, atento ao que ocorre na sua terra, denuncia os perigos e deixa um alerta: «Vou estar atento e não ficarei calado se algo de anormal acontecer a quem necessariamente ali tem que passar sempre que vá ou venha de Malcata».
plb

Segunda-feira é dia de publicar a «Imagem da Semana». Ficamos à espera que nos envie a sua escolha para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com

Garraiada na Rua dos Pontões (Sabugal) - Imagem da Semana (30-7-2007)Data: 21 Julho 2007
Local: Rua dos Pontões (Sabugal)
Autor: Pedro Afonso
Legenda: Garraiada na Rua dos Pontões no Sabugal organizada pelos bares Danilo e Bravo’s (Tó de Ruivós)
Enviada por: Pedro Afonso (Sabugal)

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Alguém nos questionou como terá sido possível que, no 12.º volume do «Portugal Antigo e Moderno» publicado em 1890, Valverde del Fresno tenha sido identificado como lugar da freguesia de Quadrazais.

Jesué Pinharanda - Carta DominicalÉ quanto lá consta. E bem pior do que isso. O autor da notícia que, após a morte de Pinho Leal, foi o Abade de Miragaia, Padre Augusto Ferreira, escreve que ali se travou a batalha de Valverde, em que Nuno Álvares Pereira, seguindo com as suas tropas desde Estremoz por Vila Viçosa e Olivença, acabou por ficar cercado, pelo inimigo. Mas, ajudado pela fé e pelo génio, Nuno Álvares desbaratou o exército castelhano, maior do que o de Aljubarrota, numa batalha em que, do lado castelhano, combateram os Mestres das Ordens Militares de Alcântara, Calatrava e Santiago, nela morrendo os Condes de Niebla e de Medinaceli.
Onde o anacronismo? O Abade de Miragaia confundiu a povoação espanhola de Valverde de Mérida, perto do Rio Guadiana, com Valverde del Fresno, povoação vizinha, na Raia do Sabugal. Assim a lenda se faz História. E não é por mal…
Com esta nos ficamos, com sua licença, durante o Verão, pelo menos durante os meses de Agosto e de Setembro.
Depois, estando bom tempo, voltaremos.
Boas Férias! Boas-vindas aos emigrantes! E, no mercado do Sabugal não comprem logo tudo o que é enchido e queijo. Deixem um tanto para os que já cá estamos!
«Carta Dominical» de Pinharanda Gomes

pinharandagomes@gmail.com

Por três votos Andrade Poço foi reeleito presidente da direcção da Associação de Futebol da Guarda (AFG), derrotando João Abel, o candidato da ruptura que incluía na lista alguns sabugalenses que acreditavam na mudança.

Andrade PoçoEmílio Barroso, natural de Aldeia da Ponte, era candidato a vice-presidente da direcção, na lista de João Abel, que acabou por perder na noite de hoje, 28 de Julho, a gestão da AFG. Os clubes associados apostaram na continuidade, reelegendo Andrade Poço e a sua lista de candidatos para continuarem a dirigir o futebol distrital.
O presidente do Sporting Clube do Sabugal (SCS), Carlos Janela, apostou na lista de João Abel, antigo jogador, treinador e dirigente da Desportiva da Guarda, que se propunha mudar o rumo do futebol distrital empenhando-se num projecto alternativo.
Face aos resultados da eleição de hoje o Capeia Arraiana contactou Carlos Janela, presidente do SCS, que afirmou lamentar a derrota tangencial do projecto que defendeu, mas garantiu que a vida continuava e que o clube sabugalense se manterá confiante na disputa dos campeonatos distritais de futebol tentando fazer o melhor.
Na lista perdedora concorreram naturais do concelho do Sabugal, a começar pelo candidato a vice-presidente, Emílo Barroso, acompanhado por Manuel Nabais, natural do Sabugal, e António Barroso, de Aldeia da Ponte.
plb

Era assim que se designava uma pequena casa que se localiza na área geográfica de Valverde del Fresno, muito próximo da fronteira com os Foios.

José Manuel Campos - «Nascente do Côa»Ainda hoje lá está a dita caseta já com o telhado caído e paredes degradadas. Situa-se num enorme barrocal com umas vistas encantadoras. Esse casebre funcionava como um posto de vigia. Aí estavam sempre três carabineiros para poderem vigiar e controlar os contrabandistas. Rendiam-se à semana e havia um, a quem chamavam o da mula, que era uma espécie de moço de recados. Levava e trazia os géneros alimentícios bem como os capotes, a roupa das camas e o contrabando que iam apanhando àqueles e aquelas que trabalhavam como formigas para matar a fome aos muitos filhos, que a maioria dos casais tinham, com particular destaque para os mais pobres. Nos anos de 1940 e 1950 vivia-se muito mal na zona fronteiriça. Pior do lado Português visto que o clima era bastante agreste. Para as bandas de Valverde, Eljas e S. Martin de Trevejo existe um clima mediterrânico onde todos os produtos agrícolas se desenvolvem facilmente. Do lado Português, com mais barrocos e mais frio, tudo se complicava. Por vezes até com os doentes se ia a Valverde ou a Navasfrias. Sempre com medo que aparecessem os carabineiros porque não era fácil convencê-los de que havia alguém enfermo. Só se a cara ou o estado débil o demonstrassem.
Caseta dos CarabineirosMas voltando à caseta pretendo dizer que os carabineiros, na maior parte dos dias, faziam-se acompanhar por um cão que era temido como a farda ou como as balas. Ainda lá se encontram os barrocos, tipo choça, que serviam de abrigo ao dito animal. Cerca de cinco quilómetros mais abaixo havia uma outra caseta para controlar mais o pessoal de Quadrazais e de Vale de Espinho já que primeira servia mais de controlo às gentes de Foios, Soito e Aldeia do Bispo. Parte de arriba como eles diziam.
Confesso que ainda hoje não gosto da caseta muito embora nada de anormal me lá tivesse acontecido. Mas as muitas histórias que quase todas as noites se ouviam, ao serão, deixavam-me triste e arrepiado. Visitei a caseta, pela primeira vez, com a minha esposa, há cerca de um ano. Ao aproximar-me dela senti saudade e revolta. Saudade porque imaginava os nossos ente-queridos a subir e a descer essas íngremes serranias que até descarregados são difíceis de transpor. Revolta porque me lembrava do Campossano, do e do que ficaram tristemente célebres com alguns tiranos que a história nos relata.
Mas como já referi a caseta situa-se numa paisagem deslumbrante lá para os lados da nascente do rio Côa e da Mesa dos Quatro Bispos. Visto que com os Ayuntamientos vizinhos mantemos, presentemente, um excelente relacionamento e porque pensamos em projectos turísticos conjuntos, vou propor que a caseta possa ser transformada num abrigo para as muitas pessoas que promovem caminhadas por essa zona cujas paisagens são absolutamente deslumbrantes..
É caso para dizer que partiu o ódio e ficou a saudade.
«Nascente do Côa» de José Manuel Campos

jmncampos@gmail.com

Como corolário das históricas relações de vizinhança entre as duas povoações raianas os seus autarcas manifestaram a intenção de proceder em breve à geminação.

Domingos Torrão e Ana Isabel López (foto «Reconquista»)O Presidente da Câmara de Penamacor, Domingos Torrão, e a alcaldesa de Valverde del Fresto manifestaram a intenção de celebrarem em breve um protocolo de geminação entre as duas localidades, em homenagem às fortes relações históricas entre Portugal e Espanha. Ambos os autarcas vêm na geminação uma oportunidade para aprofundar ainda mais a cooperação existente.
O jornal Reconquista, de Castelo Branco, dá destaque na edição de 27 de Julho a este assunto, revelando as expectativas da alcaldesa de Valverde del fresno, Ana Isabel López. A mesma pretende aproveitar a existência de programas transfronteiriços proporcionados pela União Europeia para fazer obra. «Creio que era preciso aprofundar a relação» disse a autarca, lembrando as dificuldades que no passado se colocavam ao relacionamento entre as duas localidades. A autarca destacou o facto de hoje haver uma ponte internacional a ligar as duas margens do rio Torto e o bom estado dos 30 quilómetros de estrada que ligam as duas localidades. «Antes vir a Penamacor era uma aventura», disse a alcaldesa que elogiou o poder local deste lado da fronteira.
O semanário expõem ainda o percurso político de Ana Isabel López, recentemente eleita pelo Partido Socialista Espanhol (PSOE) e revela que da infância e juventude recorda as viagens até Penamacor onde havia quase sempre uma paragem no café Central para comer codornizes assadas. Hoje em dia o sentido é inverso e são mais os penamacorenses que vão até Valverde à procura das famosas gambas do Inocêncio. Valverde del Fresno é uma localidade espanhola com cerca de dois mil e 600 habitantes, estando inserida na província de Cáceres.
Este é um bom exemplo do que se pode fazer no concelho do Sabugal, em que as relações transfronteiriças são também intensas, mas onde apenas os Fóios, geminando-se com Eljas, demonstrou a pertinência da formalização de acordos de relacionamento institucional.
plb

Em todo o fim-de-semana a localidade de Benquerença, no concelho de Penamacor, está a ser animada por mais uma edição do Festival Rock, cujo ponto alto é a actuação da banda Mata Ratos.

Praia Fluvial da Benquerença (foto www.benquerenca.com)Depois do Festival Serra da Estrela, realizado em Valhelhas, concelho da Guarda, entre os dias 12 a 15 de Julho, a festa do rock voltou à Beira Interior neste fim-de-semana com a realização do Festival Rock da Benquerença.
O espectáculo iniciou-se ontem com a actuação das bandas Sequela, New Born Chaos e Gatos Pingados. Terá porém hoje, 28 de Julho, o seu momento alto com a muito esperada actuação da banda Mata Ratos. Ainda hoje actuarão também os Mind Skill e os The Dead Poets. O festival encerrará amanhã com um concurso de bandas.
O Festival Rock da Benquerença pretende tornar-se numa referência cultural na Beira Interior e tem também por objectivo a divulgação do espaço físico onde o Festival decorre, a Praia Fluvial da freguesia. Trata-se de uma bela zona de lazer do Concelho de Penamacor, a meio caminho do Sabugal.
plb

A crise instalada no clube Guarda Desportiva deu lugar ao surgimento, no seu lugar, do Guarda Futebol Clube o qual disputará o próximo campeonato da 2.ª Divisão Distrital.

Estádio Municipal da GuardaA mudança foi votada em Assembleia-Geral realizada na semana transacta, que também elegeu uma nova direcção, presidida por Carlos Chaves Monteiro. Face à ideia de alguns associados no sentido da dissolução do clube, venceu um projecto de continuidade, embora com um novo nome para o clube e com um novo projecto desportivo, que passa essencialmente por recomeçar de imediato com o futebol sénior e competir já esta época na 2.ª Divisão Distrital.
O clube tentará atingir a 1.ª Divisão Distrital recorrendo a uma equipa jovem, que tenha boas condições de competição mas que não tenha elevados custos, pois a situação financeira do clube é difícil.
Em entrevista ao semanário O Interior, na sua edição de ontem, 26 de Julho, o novo presidente da direcção referiu que o maior problema é o facto de não estar garantido que possa utilizar o Estádio Municipal para jogar, na medida em que existem várias colectividades da cidade a utilizá-lo. A Câmara Municipal pediu-lhe mesmo que procure uma alternativa, admitindo que a solução deverá ser negociada com outras equipas da Guarda.
Considerou ainda que a mudança de nome era essencial para o futuro do futebol da cidade de Guarda, já que a inclusão do termo «Desportiva» não traz qualquer valor acrescentado. «Apesar de reconhecermos historicamente valor à Desportiva da Guarda, entendemos que houve um momento em que esse clube perdeu toda a confiança e credibilidade», sustentou.
Recorde-se que a Guarda Desportiva Futebol Clube fora criada em 2004, substituindo a histórica Associação Desportiva da Guarda, que chegou a competir por largo tempo na 2.ª Divisão Nacional mas que acabou extinta depois de uma grave crise financeira que inclusivamente levou à barra do tribunal alguns dos seus últimos dirigentes acusados de fuga ao fisco.
plb

Realiza-se no domingo, 12 de Agosto, a tradicional Tourada da Associação dos Amigos de Aldeia da Ponte. Entre outros conta com o consagrado cavaleiro tauromático Rui Salvador.

Esteves Carreirinha - Ecos da AldeiaTal como vem acontecendo há vários anos, desde a inauguração oficial da Praça de Touros de Aldeia da Ponte, no longínquo ano de 1981, com a realização de duas touradas, uma para jovens promessas e outra com consagrados Cavaleiro e Toureiros, a Associação dos Amigos de Aldeia da Ponte organiza mais uma tourada na Praça de Touros local no domingo, 12 de Agosto, pelas 17 horas.
cartaz-touradaagosto01c.jpgCom touros da Ganadaria de Filipe Falé, o Cartel para a Tourada deste ano é composto pelos Cavaleiros Rui Salvador e Gilberto Filipe, a revelação do ano de 2006. Toureiro a pé: Luís Procuna estando as pegas de caras a cargo dos Forcados Amadores de Coruche.
Será um cartel a condizer, prometendo uma grande tarde, na arena da Praça de Touros de Aldeia da Ponte, tal como nos habituou ao longo dos anos, com uma Praça a abarrotar pelas costuras, como vem sendo habitual acontecer.
«Ecos da Aldeia» de Esteves Carreirinha

estevescarreirinha@gmail.com

Estão marcadas para os dias 3, 4 e 5 de Agosto as Festas de Santo António em Sortelha. O domingo será dia grande com a exibição de cinco ranchos folclóricos incluindo o anfitrião.

cartaz-festasantonio01c.jpgUma das primeiras festas do mês de Agosto está marcada para a Aldeia Histórica de Sortelha. Decorrem de sexta-feira a domingo e têm um programa recheado de interessantes iniciativas.
Os festejos terão início na noite de sexta-feira com uma procissão de velas seguida de um baile com Nuno Figueiredo.
No sábado a missa marcada para as 11 horas será precedida uma hora antes da procissão de Santo António.
Depois de almoço será altura de passear um pouco e ir visitar a Feira de Velharias e Artesanato e ao final da tarde quando o calor apertar um pouco menos os solteiros e os casados encontram-se para um disputadíssimo jogo de futebol.
Às seis e meia da tarde é preciso dar lugar à música e apreciar a Banda Filarmónica da Bendada que servirá com o seu vasto reportório um aperitivo para o jantar.
Na noite de sábado, às 21 horas; destaque para o espectáculo de teatro a cargo do grupo «Os Guardiões da Lua» e quando se ouvirem as últimas palmas do público estará já hora de ir para o bailarico. A organização promete baile pela noite dentro com o trio feminino Cristina, Isabel e Rosária.
No domingo será ainda possível visitar a Feira de Velharias e Artesanato e assistir ao VII Festival de Folclore com a presença do Rancho Folclórico de Sortelha, do Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Movidas (Vila do Conde), o Rancho Folclórico «Os Frieleiros» (Loures), o Rancho Folclórico da Sociedade de Instrução Musical de Francos (Caldas da Rainha), e do Rancho Regional da Juventude de Travanca de Santa Maria da Feira.
O baile a cargo do tocador Filipe Nunes encerrará na noite de domingo as festas de Agosto de 2007 em Sortelha
Com organização do Rancho Folclórico de Sortelha e o apoio da Junta de Freguesia local estão prometidos três dias de festa para todos os gostos.
jcl

Mais de 300 idosos do distrito da Guarda vão receber apoio do Estado para melhorarem as suas casas e evitar que sejam encaminhados para lares.

Ministro Vieira da SilvaDesde que seja viável fazer pequenas obras para melhorar as condições de habitabilidade, os idosos poderão ficar em suas casas em alternativa ao seu internamento em lares. É este o sentido do programa apresentado no dia 25 de Julho, pelo ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Vieira da Silva. O governante esteve na Guarda, onde celebrou protocolos com os 14 municípios do distrito, no âmbito do Programa de Conforto Habitacional para Pessoas Idosas.
O concelho do Sabugal, que é o que no distrito tem mais lares em funcionamento, receberá parte do milhão de euros que o Ministério quer distribuir pelos 14 municípios do distrito.
Trata-se de uma experiência piloto, extensiva aos distritos de Bragança e Beja, que pretende valorizar o apoio social aos idosos numa vertente mais humanista, cujos resultados serão avaliados no final do ano.
O processo de escolha e acompanhamento dos apoios fica da responsabilidade das câmaras municipais e dos serviços de apoio social. As obras nas habitações poderão incluir a consolidação das estruturas e a criação de espaços funcionais, nomeadamente instalações sanitárias, bem como a colocação de rampas para melhoria da mobilidade. Poderá ainda ser adquirido mobiliário de primeira necessidade. De qualquer forma as obras em cada habitação não poderão ultrapassar os três mil e 500 euros.
plb

Duas empresas vão ocupar as instalações deixadas pela Rodhe, criando no imediato 300 postos de trabalho, garante a Rádio Elmo, sedeada em Pinhel.

Antiga Fábrica Rodhe em Pinhel (foto «Nova Guarda»)O grupo BIU – Baraças e Irmãos Unidos, que adquiriu os pavilhões e o terreno envolvente da antiga fábrica de calçado, parece ter garantido a instalação no local de duas outras empresas.
Com o fecho da Rodhe, em Abril de 2006, foram parar ao desemprego 370 operários, quase todos naturais e residentes no concelho de Pinhel. A crise económica e social ficou instalada na cidade e nas terras vizinhas, pois muitas famílias viviam do emprego mantido na fábrica que estava instalada em Pinhel há 16 anos. A Rodhe era a principal empregadora de vários concelhos do Norte do distrito da Guarda. Só em Pinhel, os trabalhadores daquela fábrica representavam entre dez a quinze por cento da população do concelho.
O grupo empresarial BIU, gerido pelo pinhelense António José Baraças lançou mão às instalações, declarando ter como objectivo procurar disponibilizá-las a outras empresas que pretendessem instalar e repor os postos de trabalho destruídos pelo fecho da multinacional.
A Rádio Elmo adiantou agora em primeira-mão que existe já uma solução a curto prazo, sem contudo indicar quais as empresas que se vão instalar no local.
plb

As Cinco Quinas do Castelo do Sabugal recebem sábado, 28 de Julho, mais uma edição do Festival de Acordeão e Tocadores de Realejo. No domingo à noite a orquestra espanhola «Primera Fila» encerra o programa do «Músicas no Castelo».

Músicas no CasteloNo sábado à noite, 28 de Julho, assista a mais uma edição do Festival do Acordeão e Tocadores de Realejo no interior do Castelo do Sabugal.
A torre das cinco quinas do castelo do Sabugal e todos os que se deslocarem ao recinto irão ser testemunhas dos melódicos sons dos acordeonistas Rodrigo Maurício, José Cláudio, Teresa Maurício e Catarina Brilha.
E porque é preciso actuar para ganhar experiência merecem todo o nosso apoio os alunos da «Oficina de Acordeão» e os acordeonistas e tocadores de realejo do concelho do Sabugal que irão actuar para todos os espectadores.
O projecto «Oficina do Acordeão» tem como objectivo a valorização e divulgação do acordeão como instrumento de grande tradição na Beira Alta e muito em especial no concelho do Sabugal.
E para quem se queixa da falta de iniciativas culturais de qualidade no concelho do Sabugal convidamos a assistir à actuação da orquestra espanhola «Primera Fila» que subirá ao palco pelas nove e meia da noite de domingo, 29 de Julho, encerrando o projecto «Músicas no Castelo».
A entrada é livre e a organização está, mais uma vez, a cargo da Câmara Municipal do Sabugal e da Associação Cultural e Recreativa do Sabugal com o apoio da empresa municipal «Sabugal +».
jcl

A quarta caminhada organizada pela Câmara Municipal do Sabugal realiza-se na sexta-feira, 27 de Julho. Inicia-se no Largo do Centro Civico dos Fóios e termina em Navasfrias do lado espanhol depois de percorrer as veredas do contrabando.

Caminhadas pelo Interior - Fóios-NavasfriasPelo quarto mês consecutivo a Câmara Municipal do Sabugal convida todos os sabugalenses e todos os amigos do Sabugal e do Ambiente a conhecer locais por onde, normalmente, não se passa. A feliz iniciativa denomina-se «Caminhadas pelo Interior» e tem juntado um número cada vez maior de participantes.
A quarta caminhada é diferente em tudo das anteriores. Porquê?
– Porque está agendada para uma sexta-feira de lua cheia.
– Porque o local da concentração é no Largo do Centro Cívico dos Fóios (que me perdoe o presidente por rebaptizar o largo) às 20 horas. Sim! Às 20 horas. Será servido um Porto de Honra a todos os participantes antes da partida e a caminhada terá o seu início às 21 horas pelos trilhos do contrabando para que se possam «sentir» as perigosas emoções nocturnas dos nossos antepassados.
– Porque dará a conhecer um dos aspectos mais importantes da nossa história raiana.
– Porque termina em Navasfrias no lado espanhol da Raia onde está prevista uma recepção e um convívio entre todos os caminheiros.
O Capeia Arraiana arrisca que será, porventura até agora, uma das mais interessantes caminhadas do projecto camarário.
E já agora… Apesar de a organização não avisar achamos que uma lanternazinha poderá fazer alguma falta…
jcl

Nos dias 10 e 11 de Agosto, a anteceder a Capeia, que será a 17, a aldeia histórica de Alfaiates, concelho do Sabugal, é palco de um torneio desportivo.

FutebolPara fomento da prática desportiva e promoção do convívio alguns jovens de Alfaiates decidiram organizar um Torneio de Futebol de 5, o qual se realiza em 24 horas.
Será nos dias 10 e 11 de Agosto e haverá bons prémios: a equipa classificada em primeiro lugar receberá 300 euros, a segunda 150 e a terceira 100. Haverá taças para as três equipas melhor classificadas. Está ainda prevista a atribuição dos seguintes troféus: melhor guarda-redes, melhor marcador e fairplay.
Para além da prática desportiva os participantes e a assistência poderão conviver no local, onde existirá serviço de bar permanente.
O torneio iniciar-se-á no dia 10 de Agosto, sexta-feira, pelas 20 horas. As inscrições terão que ser feitas até ao dia 8. Cada equipa inscrita pagará 80 euros e está limitada a inscrever dez jogadores. Os interessados poderão contactar o Beto (962454470), o Sérgio (967698124) ou o Hélder (965502097).
plb

O Picadeiro d’El Rey, em Almeida, receberá entre os dias 4 e 18 de Agosto a iniciativa Jogos de Verão, promovida pela empresa Kebrostress, em parceria com a Câmara Municipal.

Vila de AlmeidaDepois do II Torneio Internacional de futsal de Almeida, realizado no final de Junho, a empresa «Kebrostress – actividades desportivas e culturais», volta à vila amuralhada para organizar os Jogos de Verão, que incluirão múltiplas actividades desportivas voltadas para os jovens. A iniciativa, a decorrer no areal do Picadeiro d‘El Rey, inclui futebol de praia, volei de praia, futvolei, jogos de praia, rugby de praia, para além de outras actividades lúdicas e recreativas.
A Kebrostress tem como objecto organização de eventos culturais e desportivos, de onde se destacam os programas de aventura e desportos radicais, estágios desportivos, programa escolares, campos de férias, organização de actividades de tempos livres. A Câmara Municipal de Almeida formalizou uma parceria com a empresa, sedeada em Sacavém, advindo daí a realização sucessiva de actividades desportivas e culturais que dinamizam a vila.
Em Agosto as actividades programadas contam com a adesão essencial dos jovens que se encontram em férias na região.
plb

Em mais uma iniciativa que pretende trazer pessoas ao concelho, a Câmara Municipal de Almeida realiza nos dias 3, 4 e 5 de Agosto em Vilar Formoso, o II Festival Económico Raiano, que incluirá exposições, espectáculos musicais e a inauguração do Pavilhão Multiusos.

Vilar FormosoDurante três dias Vilar Formoso será palco para a realização de diversas iniciativas que visam a promoção da vila raiana e do concelho de Almeida.
O amplo programa prevê a abertura da exposição no dia 3, pelas 20 horas. Ainda nessa primeira noite haverá a actuação do grupo Polifónico de Vilar Formoso, seguido do grupo musical e Sonhar Flamenco – Lunares, vindo de Espanha e apresentando o cantar Flamenco e danças Sevilhanas. O segundo dia, 4 de Agosto, será marcado pela actuação do grupo «Galandum Galundaina», que apresentará música etnográfica. Ainda nesse dia terá lugar um espectáculo de Tunas Académicas, a que se seguirá, pelas 23 horas, o momento alto do festival musical, com o concerto dos Xutos & Pontapés. . No último dia do certame, 5 de Agosto, haverá animação nas ruas proporcionada por palhaços que realização diversas actividades voltadas para os mais pequenos.
Para além da animação musical terá lugar, no segundo dia do certame, a inauguração oficial do pavilhão Multiusos de Vilar Formoso e a entrega das chaves das Sedes das Associações do Concelho de Almeida.
O festival será encerrado com um espectáculo de circo por «Os Trupilariante & Comp.».
plb

Registada na Associação de Atletismo da Guarda, realiza-se no próximo dia 4 de Agosto no Baraçal, concelho do Sabugal, o II Grande Prémio de Atletismo de S. Sebastião.

Freguesia do BaraçalIntegrada nas festas em honra a S. Sebastião a prova de atletismo consiste numa competição única para «absolutos», estando previstos prémios monetários, troféus, medalhões, medalhas e t-shirts, e ainda um sorteio de prémios-surpresa.
As provas do programa terão início a partir das 17 horas e 30 minutos, estando a participação aberta a atletas federados e não federados, de ambos os sexos e em representação individual.
O Grande Prémio é realizado num circuito com cerca de 7 mil metros, com partida e chegada no Baraçal, sendo o percurso em asfalto, ida e volta, entre a freguesia e o cruzamento com a Estrada Nacional n.º 324 (Cerdeira – Sabugal).
Os interessados deverão inscrever-se até 2 de Agosto para o endereço electrónico lucalages@mail.telepac.pt ou na Junta de Freguesia do Baraçal pelos telefones: 271 753 617 ou 968 057 519.
O Grande Prémio de S. Sebastião é uma Organização da Associação Cultural e Desportiva do Baraçal, contando com a colaboração da Câmara Municipal do Sabugal, Junta de Freguesia do Baraçal, Associação de Atletismo da Guarda, Bombeiros Voluntários do Sabugal e Guarda Nacional Republicana.
plb

A Galeria de Arte do Casino Estoril recebeu entre 16 de Junho e 11 de Julho de 2007 a exposição «O jardim da memória involuntária» da pintora sabugalense Helena Liz. Fomos até lá e estivemos à fala com a ilustre artista raiana.

À fala com… Helena LizÀ hora combinada tinhamos à nossa espera na Galeria de Arte do Casino Estoril a pintora Helena Liz e o marido António Liz Dias. E há dias de sorte. Tivemos o privilégio de ser guiados, com muita simpatia, pela autora ao longo das paredes brancas que faziam sobressair as telas de tons calmos conjugados com vermelhos vivos.
A pintora Helena Liz nasceu no Sabugal. Filha de Fitz Quintela, funcionário da Câmara, sempre gostou de pintar desde pequenina. Antes de frequentar o Colégio do Sabugal despertou para a pintura com Eduarda Lapa uma amiga da família. «Era uma senhora de idade que pintava e que nos visitava na nossa casa no Sabugal», recorda a pintora «mas foi o meu professor, o doutor Rui Agonia Pereira, que me estimulou a pintar em aguarelas e que me surpreendeu com a sua visita a esta exposição».
– O que recorda do Sabugal?
– No dia da inauguração tive a surpresa de ver a Talinha e a dona Lurdes que tinha um café onde ia o meu pai. Vieram-me à memória os cheiros da minha meninice, os cheiros das giestas e dos sabugueiros, o cheiro da nossa terra, um cheiro forte.
– O que sente em Madrid?
– Sinto-me bem. Nasci na Raia e, por isso, sempre falei espanhol. Os meus brinquedos e as minhas bonecas eram comprados, bem perto, do outro lado da fronteira. Agora Madrid é a minha cidade. Respira dinamismo e vida por todo o lado. Todos os meses vou ao Prado. É um dos museus mais intensos do Mundo.
Vive desde 1970 em Madrid, feliz, casada com António Liz Dias, economista, delegado do ICEP na embaixada de Portugal em Espanha, mãe de uma filha e avó de dois netos. «Duas vidas que começam!» exclama assumindo com alegria o papel de avó.
Helena Liz– E como sente o chamamento da tela?
– Sempre gostei de pintar desde pequena. Já em Espanha estudei durante dez anos no IADE e tive a sorte de ser aluna de dois grandes pintores espanhóis, Lucio Muñoz e Amalia Avia. Comecei a trabalhar profissionalmente em 1975.
Os seus apreciadores são gente diversa. Já expôs em galerias portuguesas (incluindo a Galeria Sabugal, da Casa do Concelho em Lisboa) e espanholas, na China, em Macau, na Bélgica… «Nunca tinha ido a África. Fui ao Maputo em 1999 com uma exposição. E não esqueço aquela na Casa da Cultura da Guarda onde foram extremamente agradáveis. Há uma exposição colectiva itinerante de Picasso que anda por Espanha e França que inclui quadros meus»
– Explique-nos como decorre a criação de um quadro…
– Preciso voltar a sentir a necessidade de pintar um quadro. Preciso de sentir o desafio. Só se deve falar quando se tem alguma coisa para comunicar. Esta é a minha maneira de falar. Tanto estou sem pintar nada como estou a pintar vários quadros ao mesmo tempo. Começo uma série com três cavaletes. Depois há um quadro que me está a chamar e depois outro e depois outro… Quando tenho uma série coerente faço uma exposição. Há uma coisa que me agrada. Que os jovens gostem dos meus quadros. O «Groucho» e «A Lagosta» são de particulares que têm mais do que um quadro meu.
– Como é a sua sensação de se separar de um quadro?
– Não lhe sinto a falta porque vai permitir que pinte outro. Um quadro é potencial de energia que se esgota quando está terminado. Quando um dia terminar uma tela e disser – Este é o quadro da minha vida! – deixo de pintar.
A artista gosta de quadros que continuam, inacabados… que obriguem o visitante a descobrir, a pensar e a dar-lhe um final. Quase sempre um final feliz. E Helena Liz fica feliz nesta eterna busca do fim, da saída do labirinto. E porquê? Porque não gosto do perfeccionismo. Gosto da espontaneidade. O fim do labirinto será sempre a tentativa de Helena Liz se conhecer melhor porque a pintura é a forma sublime do conhecimento.
– Quem olha um quadro meu deve participar nele, deve acrescentar a sua própria história. Deve rever-se nele. Sentir e ler alguns momentos da sua vida. Quero que a minha obra incomode. Estes quadros têm mais que uma leitura. Têm mais que uma vida. Um quadro não está acabado. O espectador é que o acaba à sua maneira. A história termina com a interpretação do espectador.
A vida proporciona-nos estar sempre a aprender. Porque como diz Helena Liz agora está na idade de aprender a ser avó, a ver a vida com outros olhos. Rever e voltar à infância na vivência com os netos «que nasceram em Espanha mas que comigo vão falar em português» garante a «nossa» pintora.
jcl

A associação Transcudânia meteu mãos à obra e organizou a segunda edição do Festival de Música Tradicional do Alto Côa, que acontecerá de 7 a 9 de Setembro em Sortelha.

II Festival IberfolkO Iberfolk é um festival de música tradicional complementado com um vasto programa de actividades lúdicas, idealizado e organizado por um grupo de jovens irreverentes que lutam por um Sabugal melhor. A primeira edição aconteceu em 2006, e trouxe ao Sabugal uma lufada de ar fresco face à monotonia dos dias. Músicas e danças antigas e actividades complementares integraram um programa de valia cultural possibilitando o intercâmbio de experiências e o são convívio entre participantes.
Depois de alguns indícios de dificuldades organizativas, eis que o Festival de 2007 surge anunciado. Terá por palco a aldeia histórica de Sortelha, nos dias 7, 8 e 9 de Setembro e será gratuito.
Do programa, constam nomes como Diabo a Sete, Tor, No Mazurka Band, Pé na Terra, Ventos da Liria e Mosca Tosca. Para além da música haverá outras actividades, como caminhadas, workshops de dança, teatro e instrumentos, bem como sessões de ioga e de relaxamento. A organização pretende também modelar a aldeia de Sortelha no Second Life e criar um festival virtual em simultâneo com o real.
Os organizadores do festival contam abrir em breve um programa de voluntariado para obter colaborações e fazer com que o Iberfolk surja como um exemplo maduro de uma cultura participativa e activa.
plb

Em 16 de Agosto a Junta de Freguesia de Vale das Éguas, no concelho do Sabugal, vai inauguar a praia fluvial do rio Côa, que foi sujeita a avultadas obras de melhoramento.

Pormenor da praia fluvial (foto «Sabugal Tarrento»)Após os estragos provocados pelas enchentes de Inverno do rio Côa, que removeram terras e destruíram parte significativa das infra-estruturas, a Junta de Freguesia realizou obras de requalificação da praia fluvial de Vale das Éguas. Para além da reposição da terra levada pela força das águas, procedeu-se ao relvamento da área, foi construído um bar, colocadas mesas e assadores e arranjado o piso do caminho de acesso. Também se procedeu à instalação de iluminação pública do local, alimentada por painéis solares.
Graças às obras recentes Vale das Éguas ficou com uma das melhores praias fluviais da região, permanecendo contudo pouco conhecida entre os residentes no concelho do Sabugal.
A praia fluvial é de facto fabulosa, com bons acessos, excelentes estruturas de apoio, podendo o veraneante aproveitar as belas sombras e contemplar as soberbas paisagens que a Natureza oferece. O principal atractivo é uma excelente piscina natural, que convida a mergulhar nos dias acalorados de Verão.
Embora com inauguração oficial em 16 de Agosto, aproveitando as festas da freguesia, a praia fluvial de Vale das Éguas está já à fruição do público que pode e deve aproveitar para ali fazer uma visita numa tarde de calor.
plb

Segunda-feira é dia de publicar a «Imagem da Semana». Ficamos à espera que nos envie a sua escolha para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com

Autocarro da Carris dos Anos 70 - Imagem da Semana (23-7-2007)Data: Julho 2007
Local: Associação Hípica Amigos do Cavalo Soito
Autor: Cristina Nogueira
Legenda: Cavalo «O Ganhador» com a cavaleira Isabel Nogueira Fernandes – Aluna do António Horta.
Enviada por: Cristina Nogueira (Cascais)
Clique na imagem para ampliar

A Guarda vai ter um centro de estudos dedicado a Aristides Sousa Mendes, Trancoso vai ter um Centro de Interpretação Judaica, enquanto que Belmonte tem o primeiro museu judaico de Portugal e criou também um Centro de Estudos Judaicos.

Museu Judaico de BelmonteNão faltam exemplos de como a região tem aproveitado o legado histórico deixado pela passagem dos judeus por estas terras do Interior. Belmonte deu o tiro de partida assumindo a sua ligação histórica, de muitos séculos, à cultura judaica. Todo o processo de recriação dessa cultura redundou na obra maior que foi a fundação do Museu Judaico, apostando num trabalho especializado, criando um espaço museológico de reconhecido interesse local e regional mas também de âmbito nacional e internacional, que tem atraído visitantes vindos de todo o mundo. Trata-se de um espaço com vocação pedagógica mostrando o que é a cultura do povo judeu e dando especial ênfase à história dos judeus em Portugal.
Para além do museu a Câmara Municipal de Belmonte apostou na criação do Centro de Estudos Judaicos Adriano Vasco Rodrigues, dedicado à investigação e divulgação do judaísmo, pretendendo-se que venha a ter um importante arquivo de documentação histórica e uma biblioteca especializada.
Na senda de se promover a cultura judaica a Guarda apostou também na criação de um centro de estudos dedicado a Aristides Sousa Mendes, o cônsul português que salvou 30 mil judeus do holocausto nazi. O edifício do Solar Teles de Vasconcelos, datado do século XVIII, onde funciona a Biblioteca Municipal da Guarda, vai ser transformado num local de estudo e divulgação da vida e obra do Cônsul.
Dentro da mesma ideia de aproveitra a promover o legado deixado pelo povo judeu a Câmara Municipal de Trancoso anunciou que irá em breve inaugurar o Centro de Interpretação Judaica, dedicado ao médico judeu Isaac Cardoso, cuja primeira pedra foi lançada na passada semana.
plb

Aproxima-se o mês de Agosto e como tem sido hábito nos últimos trinta, quarenta anos o nosso concelho aumenta exponencialmente a sua população e as nossas aldeias por trinta dias recuperam o fulgor de outros tempos, num rodopio de alegria, cor e animação.

José Robalo – «Páginas InterioresSe os da primeira geração estão ligados à terra natal como um íman, os das gerações que se lhe sucederam, adoram a sua terra, têm saudades das suas raízes e teimosamente regressam ao pequeno tugúrio que os viu nascer.
Os emigrantes são a garantia de que o despovoamento e desertificação do Interior tem cura e que se soubermos agir com alguma subtileza, inteligência e tenacidade, estes nossos conterrâneos, poderão ser um excelente aliado nesse combate.
Os nossos emigrantes têm que ser acarinhados.
Compete aos poderes políticos concelhios desenvolver políticas que visem a implementação de dinâmicas de intervenção nesta área, que tenham por objectivo a criação de condições para que estes sabugalenses de primeira, mas residentes nos quatro cantos do mundo, se sintam em primeiro lugar cidadãos do Sabugal de corpo e alma.
O primeiro trabalho a realizar consistirá em saber quantos somos e quem somos. Não seria interessante que alguém se predispusesse para fazer este levantamento? Não seria interessante sabermos onde estão estes nossos conterrâneos, em que trabalham e de que forma poderiam contribuir para o nosso desenvolvimento e o que esperam de nós?
Sendo um trabalho minucioso, onde se exige rigor, não poderiam os nossos Presidentes de Junta nas suas freguesias e sob a orientação do gabinete de apoio ao emigrante do município, proceder a este trabalho?
Como sabugalense de corpo e alma, filho de emigrantes que durante 40 anos em França deram o que de melhor tinham, que era a sua força de trabalho, sinto ter alguma legitimidade para colocar o dedo na ferida e deixar o desafio: neste mês de Agosto vamos receber os nossos emigrantes como mandam as melhores regras da hospitalidade e não olhar de soslaio para quem conduz veículos de matrícula amarela.
Boas férias.
«Páginas Interiores» de José Robalo

joserobaload@gmail.com

É com muita satisfação que o Capeia Arraiana anuncia a «contratação» de mais um opinador. A partir de hoje, de 15 em 15 dias, aos sábados, temos a crónica de José Robalo. Advogado de prestígio com escritório no Sabugal diversifica a sua actividade presidindo à ADES-Associação Desenvolvimento Sabugal. É militante do PSD e pertence à concelhia do Sabugal. Filho de emigrantes naturais da freguesia da Ruvina é uma das personalidades incontornáveis do actual momento sabugalense.
Desejamos ao ilustre causídico boas defesas e melhores julgamentos.
jcl

Aproxima-se Agosto e com este mês, o desejado regresso às nossas origens de todos os que não dispensam a visita anual à sua pequena Aldeia, reencontrando familiares e amigos, que por cá foram deixando, também estes com saudades redobradas.

Esteves Carreirinha - Ecos da AldeiaPor toda a Raia, as aldeias enchem-se de movimento, pois a cada ano que passa, temos a impressão que o número de pessoas, que vêm passar férias, aumenta, preferindo a raia em detrimento das praias, embora sejam muitos os que não dispensam uma boa banhada de sol e água salgada, bem precisa para equilibrar a saúde do corpo.
As atracções nas terras de Riba-Côa são por demais conhecidas de todos e os programas das festas também são aliciantes, quer para os que vêm de longe, bem como os que de mais perto chegam.
Aos que estão envolvidos nos festejos, compete tudo fazer para cativar os conterrâneos ou outros visitantes, que já não dispensam a visita obrigatória às afamadas Capeias da Raia invadindo por completo as praças onde decorre este espectáculo genuíno da raia do Concelho de Sabugal.
È chegada a altura de irmos de férias para a nossa Aldeia, para também podermos viver o reencontro com familiares e outros amigos, que há já um tempo, não temos o prazer de desfrutar a sua presença.
No próximo mês a colaboração com o blogue Capeia Arraiana poderá sofrer algumas perturbações, devido às férias.
Regressaremos mais frescos e aliviados em Setembro com outros motivos de escrita.
Façam o favor de terem umas boas férias, aproveitando o tempo para um retemperar de energias, pois bem precisas são para o resto do ano.
«Ecos da Aldeia» de Esteves Carreirinha

estevescarreirinha@gmail.com

Foi inaugurada hoje, quinta-feira, 19 de Julho, a Imobiliária Habisabugal. A empresa pretende preencher uma lacuna na oferta de serviços na área da comercialização de terrenos e imóveis em toda a região raiana.

HabisabugalUm novo conceito de imobiliário nasceu no Sabugal. A Habisabugal é constituída por cinco sócios sabugalenses: Carlos Nabais, José Carlos Ricardo, António Ricardo, Victor Proença e José Henriques que pretendem que a sua iniciativa tenha um espírito jovem, moderno e dinâmico.
A inauguração, com as instalações a serem benzidas pelo Padre César, teve a presença de mais de 150 convidados que aproveitaram para um primeiro contacto com os objectivos da empresa.
Em declarações ao Capeia Arraiana o sócio Carlos Nabais esclareceu que «a Habisabugal nasceu apoiada na experiência dos seus colaboradores sobejamente conhecidos em toda a região e foi com os conhecimentos e relações humanas adquiridos que decidimos criar uma empresa virada para o ramo imobiliário. Pensamos que nesta actividade é necessário um trabalho sério e de amizade. Os sabugalenses não gostam de atitudes menos sérias nos negócios» acrescentando a finalizar a aposta na «confiança mútua entre o mediador, o vendedor e o comprador para que no fim todos fiquem satisfeitos com o negócio».
O objectivo da empresa imobiliária vai muito para além dos serviços habituais de mediação imobiliária e pretende desenvolver um novo conceito de compra e venda que passa pelo aconselhamento e acompanhamento dos clientes.
Imobiliária HabisabugalA divulgação para compra e venda de bens imóveis como moradias, terrenos, quintas e apartamentos passa pelos métodos tradicionais e pela utilização dos novos meios de comunicação como os portais na Internet como forma de atingir o máximo de interessados possível.
A Imobiliária Habisabugal tem a sede na Rua do Rio Côa, 15-A, no Sabugal e o contacto 271615202.
As iniciativas empresarias são sempre bem-vindas num concelho tão carenciado de investimentos.
plb e jcl

Dentro do programa «Caminhadas pelo Interior», promovido pela presidência da Câmara Municipal do Sabugal, vai realizar-se no dia 27 de Julho, sexta-feira, um passeio nocturno entre Fóios e Navasfrias, fazendo rememorar os tempos do contrabando.

Caminhada de Vilar Maior a AlfaiatesEsta será a quarta caminhada pelo Interior, a qual terá um percurso que inclui a travessia da fronteira, refazendo o percurso que antigamente era usado pelos contrabandistas raianos que viviam da veniaga com os espanhóis. O passeio pedestre será também um momento de convívio entre os participantes que se espera virem a ser muitos, dado interesse que o mesmo poderá despertar.
O ponto de encontro será no largo dos Fóios, defronte ao edifício do Centro Cívico), pelas 20 horas. A Junta de Freguesia receberá os participantes oferecendo um Porto de Honra, após o que a caminhada se iniciará até Navasfrias, onde está prevista uma boa recepção e um convívio entre os participantes.
Quem pretender inscrever-se e colher informação suplementar poderá fazê-lo através dos telefones: 963935277, 961889266, 963935155, 963935135.
O principal objectivo desta inicitiva camarária´lançada em Abril deste ano,é a divulgação do Interior esquecido tal como consta num documento de divulgação editado pelo Municipio. As caminhadas têm lugar uma vez por mês, sempre com novos percursos para descobrir.
plb

Cumprindo uma resolução do Conselho de Ministros, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) está a elaborar o Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT).

CCDRCEstá em curso a elaboração do PROT da Região Centro que deverá concluir-se até 27 de Setembro de 2007. Este plano será um referencial estratégico para o planeamento ao nível municipal e fará a integração das políticas sectoriais no ordenamento e coordenará as intervenções desejáveis ao nível do território.
Os PROT são instrumentos estratégicos que definem as linhas orientadoras do desenvolvimento, organização e gestão dos territórios regionais e enquadram não só os planos de nível municipal e as áreas sujeitas a planeamento especial mas também as grandes intervenções e os investimentos estruturantes a realizar
no espaço regional.
Estando na região Centro quase todos os Planos Directores Municipais (PDM) em início de revisão, a elaboração do PROT representa uma oportunidade para definir estratégias e orientações regionais que enquadrem e dêem coerência aos PDM e contribuam para que estes representem, de facto, uma nova geração de planos.
A elaboração do PROT Centro é uma oportunidade para construir uma nova visão sobre a inserção da região no espaço nacional e europeu e para definir um modelo territorial que reforce o potencial dos seus sistemas urbano e científico-tecnológico, explore as vantagens das novas acessibilidades e promova a protecção e valorização dos seus recursos naturais e culturais.
Os agentes públicos e privados terão que se mobilizar em torno da reflexão sobre o modelo territorial da região do Centro que melhor pode sustentar a nova estratégia de desenvolvimento.
Na comissão mista de coordenação do PROT Centro tem lugar um representante de cada um dos municípios abrangidos.
plb

Ao fim de seis anos saem agora da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior (UBI) os novo licenciados em Medicina, parte dos quais poderão ficar a trabalhar na região.

Universidade da Beira InteriorA entrada no mercado de trabalho só deverá acontecer no final do ano, pois os jovens médicos terão de realizar ainda o exame final que dará acesso às vagas para a realização do internato. Porém desconhece-se ainda quantas vagas existirão nas unidades hospitalares da região e quantos médicos recém-licenciados quererão ficar por cá.
Da parte da UBI existe a convicção de que muitos pretenderão iniciar a carreira em unidades de saúde da Beira Interior. Essa foi uma das razões pelas quais a Covilhã foi escolhida para acolher um novo curso superior de Medicina. Também se sabe que os estudantes estagiaram em hospitais vizinhos, estabelecendo conhecimentos e relações muito próximas com essas unidades e com os profissionais que aí trabalham. Contudo o futuro deles é uma incógnita, pois são quase todos oriundos de outras regiões do País.
Os novos médicos serão incluídos nas listas nacionais dos candidatos ao Internato Médico Comum, submetendo-se às regras gerais do concurso promovido anualmente pelo Ministério da Saúde.
Os hospitais da Guarda, Covilhã e Castelo Branco manifestaram já vontade de acolher os novos profissionais, vendo nisso a normal sequência do projecto regional que consistiu nessas licenciaturas, em que os jovens estudaram na faculdade com o apoio permanente dos hospitais da região.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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