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A Liga dos Amigos de Aldeia de Santo António, freguesia do concelho do Sabugal, tem em fase final a instalação do lar de idosos da freguesia, que dentro de um mês estará em pleno funcionamento.
«Falta apenas mobilar os quartos para que o lar receba os primeiros utentes», informa-nos Joaquim Ricardo, presidente da Liga e grande mentor do projecto do lar. Mesmo sem apoios oficiais de importância, o sonho tornou-se realidade graças ao esforço da população que deu donativos para a construção do edifício. Outra parte do financiamento obteve-se por empréstimo bancário, e o lar aí está pronto a entrar em funcionamento. Os idosos terão ali um local de acolhimento, que aposta no conforto e na dignidade de cada hóspede.
Com um investimento total que rondou um milhão de euros, construiu-se uma casa de grande dimensão, com piso térreo e primeiro andar. Para além do almejado lar, o edifício tem outras valências, como um espaço para ocupação dos tempos livres das crianças da freguesia, refeitório, lavandaria, auditório, gabinete médico, salão de convívio e sede da associação. Na envolvência do edifício há um espaço ajardinado, uma horta e uma pequena mata de carvalhos, onde os idosos poderão passar parte do tempo.
O lar tem um total de 14 quartos, sete individuais e sete duplos, todos com uma varanda exterior privativa e casa de banho. Pintados com cores vivas, os espaços são amplos e acolhedores, com sistema de aquecimento e lugar para guarda de haveres. «Temos a certeza que as pessoas se sentirão aqui bem acomodadas, e para muitas em melhores condições que em suas próprias casas», declarou Joaquim Ricardo, que se mostra satisfeito por ver chegar ao fim uma obra de vulto, que se iniciou em Agosto de 2005.
O seu orgulho é toda a obra, mas gosta especialmente de mostrar o auditório, um espaço onde cabem algumas dezenas de pessoas. «Poderemos exibir aqui filmes e realizar colóquios, mas o que verdadeiramente pretendo é criar neste espaço um local para formação de temáticas ligadas a esta área do apoio social», declara-nos o presidente da Liga, que conta lançar em breve a «última pedra» da construção, numa cerimónia formal e simbólica que marcará o fim dos trabalhos de instalação.
plb
É urgente que a zona urbana da cidade do Sabugal seja alargada para sul e compreenda naturalmente a freguesia de Aldeia de Santo António e até mesmo a freguesia de Quintas de São Bartolomeu.
Continuando a viagem pelas aldeias do concelho do Sabugal, cabe hoje analisar a freguesia que partilha com a sede do concelho uma fronteira comum e um limite natural como é o rio Côa – Aldeia de Santo António, ou a «Freguesia», como carinhosamente é ainda conhecida pelos vizinhos sabugalenses.
As actuais duas freguesias não se limitam somente a partilhar «o risco» no mapa dos limites legais das duas freguesias. Essa partilha é também de espaço que pertence ao território da «Freguesia», como são os casos do Santuário de Nossa Senhora da Graça, cuja administração e veneração é feita pela população dos vizinhos, sabugalenses; Do grande lago e reservatório de água – a Barragem da Senhora da Graça, que abastece o regadio da Cova da Beira e as populações situadas nas cidades vizinhas, através da empresa «Águas do Zêzere e Côa»; O rio Côa com vegetação verdejante dos dois lados das suas margens e por último e em termos políticos partilham também o eleitorado residente na «Freguesia», nos bairros da Ponte, Poldras, S. Pedro, etc., cujos votos são distribuídos para ambas as autarquias locais – freguesias de Sabugal e Aldeia de Santo António. Aliás para quem percorre a estrada nacional nos sentidos Guarda-Sabugal ou Castelo Branco-Sabugal, depara em território ainda pertencente à «Freguesia» com a indicação de que está entrando na cidade do Sabugal.
Pelo exposto, são muitos os pontos comuns e partilhados «amigável e silenciosamente» por ambas as populações residentes nos dois lados do rio. Entretanto, a Junta de Freguesia de Aldeia de Santo António «marcou» bem o seu território, ao construir no caminho de Nossa Senhora da Graça, instalações que abrem portas para as eleições locais e nacionais e onde se realizam, no seu amplo salão, grandes convívios frequentados tanto pelos habitantes de um, como do outro lado do rio – fronteira natural destas populações.
A cidade do Sabugal, tem dentro das suas fronteiras um território e um número de população irrisório, face à realidade nacional, que a torna, quiçá, a mais pequena, tanto em território como em número de habitantes. Por outro lado a cidade tem necessidade de se expandir e naturalmente o sentido dessa expansão é para o lado da «Freguesia», pois é neste território onde já existem pontos claros e naturais de partilha: O curso de água existente – o rio Côa, que carece de ser explorado com zonas de lazer e espaços verdes nos dois lados das suas margens, para promover a qualidade de vida e bem – estar da população local; A Barragem de Nossa Senhora da Graça, lugar que merece um equipamento turístico, que sirva de apoio às actividades de pesca, motonáutica, campismo e caravanismo, etc. Em termos políticos – a partilha de votos e em termos religiosos – a partilha do Santuário de Nossa Senhora da Graça.
Por tudo quanto ficou exposto resulta que é urgente que a zona urbana da cidade do Sabugal seja alargada e compreenda naturalmente a freguesia de Aldeia de Santo António e até mesmo a freguesia de Quintas de São Bartolomeu. Assim se criariam condições para desenvolver projectos mais abrangentes e de outro tamanho; Evitar-se-ia algum atrito injustificado que ainda persista entre as duas populações e naturalmente e dentro do espaço urbano sabugalense caibam todas as infraestruturas que criem desenvolvimento à cidade como, por exemplo, as novas zonas industriais, que se estão a projectar no lugar do alto do Espinhal, com a abertura da via que irá ligar à A23.
«Ideias Soltas», opinião de Joaquim Ricardo
dr_jfricardo@hotmail.com
O concelho do Sabugal tem já ao seu dispor em Aldeia de Santo António um equipamento moderno onde irão ser prestados serviços de qualidade à população sénior.
Localizado em Aldeia de Santo António, tem uma área de construção de cerca de 1300 m2, distribuídos por dois pisos e uma área de cerca de 4000 m2 para jardins, horta, passeios e acessos vários.
A primeira fase – constituída pelas instalações destinadas aos sectores administrativos, apoio domiciliário, centro de dia, ATL, cozinha e refeitório, tratamento de roupas, auditório para formação e gabinete médico – está já em funcionamento desde o dia 3 de Março.
Durante o próximo mês de Maio entra em funcionamento a segunda e última fase destinada ao lar residencial, composto por 14 quartos, com capacidade para 22 utentes, onde o conforto dos utentes constitui a principal preocupação. Com efeito, todos os quartos (duplos e individuais) têm uma varanda privativa, aquecimento central por geotermia e estão equipados com camas articuladas com comando electrico, telefone, acesso à internet e televisão.
As inscrições para as valências do Lar residencial e Centro de Dia estão já abertas e são já muitos os interessados a procurar-nos. Está a ser organizada uma lista de inscrições e os dados relativas a cada pretendente irão ser objecto de análise e decisão por parte da Direcção.
Joaquim Ricardo
Contrariando todos os estudos e estatísticas sobre a má qualidade de vida dos Sabugalenses… abrirá no próximo mês de Março um moderno equipamento de apoio à terceira idade em Aldeia de Santo António, no concelho do Sabugal.
A Liga dos Amigos de Aldeia de Santo António e contrariando todos os estudos e estatísticas sobre a má qualidade de vida dos Sabugalenses, abrirá no próximo mês de Março um moderno equipamento de apoio à terceira idade.
Construído em tempo recorde, tem uma área construída de cerca de 1300 m2, repartida por dois pisos e implantado numa área total de cerca de 6000 m2, devidamente arborizado e em breve ajardinado.
No rés-do-chão, funcionarão os serviços de cozinha, refeitório, lavandaria, auditório para cerca de 50 pessoas, administração, centro de dia, apoio domiciliário, Actividades de Tempos Livres (ATL), fisioterapia e gabinete médico. O 1.º andar será totalmente ocupado pelo Lar residencial, com 14 quartos (7 individuais e 7 duplos), todos eles com televisão, telefone, balneários privativos, acesso à Internet e com varanda privativa estando prevista a sua abertura para o próximo mês de Maio.
Realça-se ainda que o aquecimento deste importante equipamento é feito com o recurso a energias renováveis. Assim, toda a água para banhos e não só será aquecida através de energia solar e o aquecimento e arrefecimento de toda a área será feito com o recurso à mais avançada tecnologia – a geotermia, energia também não poluente e renovável.
Joaquim Ricardo
«Nunca aceitarei que os idosos sejam depositados numa espécie de armazém onde ficam a aguardar o momento da morte», afirma Joaquim Ricardo que luta por um lar em Aldeia de Santo António onde privilegiará sempre o apoio no domicílio porque «as pessoas devem permanecer em casa enquanto puderem».
Estivemos hoje, 22 de Janeiro, na Casa do Concelho do Sabugal, em Lisboa, à mesa com Joaquim Ricardo, presidente da Liga dos Amigos de Aldeia de Santo António, e falámos sobre a associação, o concelho e os sabugalenses espalhados pelo mundo.
Activo defensor da sua terra e das suas gentes, empenha-se em conseguir apoios para a edificação de um lar de idosos, situação que noticiámos a 15 de Janeiro.
Mas para Joaquim Ricardo, mesmo com um lar instalado, fará todo o sentido continuar a apostar no apoio domiciliário a que a associação já se dedica:«Enquanto os idosos poderem estar em suas casas, é aí que lhe iremos prestar amparo.»
Não aceita a ideia defendida por muitos de que já temos lares a mais no concelho. Continua a não haver vagas suficientes nos lares, face à procura. Os idosos, mesmo os que estão fora do concelho, querem passar a velhice entre os seus, junto às suas casas. A ninguém agrada ir para um lar longínquo. Além do mais os lares e centros de dia representam um sector de actividade extremamente importante para o concelho. É neles que muitos jovens encontram emprego e é através deles que os agricultores escoam boa parte da sua produção.
Daí que não baixe os braços na sua batalha, porque a freguesia e o concelho necessitam do lar que já está em construção na Aldeia de Santo António.
Actual dirigente da Administração Fiscal em Lisboa, onde está há um ano, Joaquim Fernando Ricardo fez carreira no Porto, onde foi Chefe de Finanças, e passou pela Covilhã. É autor do livro Direito Tributário - Colectânea de Legislação, obra de grande sucesso editorial, de que actualmente prepara a sexta edição.
plb
Os acordeonistas Rodrigo Maurício e José Cláudio actuam na Aldeia de Santo António, Sabugal, no último sábado de Janeiro.
A Câmara Municipal do Sabugal e a Junta de Freguesia de Aldeia de Santo António promovem no dia 27 de Janeiro, pelas 20.30 horas, um concerto ao som do acordeão com os tocadores José Cláudio e Rodrigo Maurício.
José Cláudio, natural do Fontão, Castanheira de Pera, descobriu o gosto pela música aos quatro anos com uma pequena concertina. «Para tirar maior e melhor proveito decidi aos 11 anos mudar para o acordeão e passei a ter aulas com o professor Fernando Martinho António frequentando em paralelo o Conservatório de Música de Coimbra» esclareceu-nos o acordeonista que destaca ainda os três trabalhos discográficos já editados: os «Dedos Velozes» (2005), a «Graça do Corridinho» (2001) e o«Chilrear do Rouxinol» (2002).
O acordeonista da Lourinhã, Rodrigo Maurício, editou cinco discos desde 2001: «Mar Revolto», «Ao entardecer», «Brisa de Outono», «Noite de Inverno» e «Flores da minha Avó».
O espectáculo realiza-se no Pavilhão Cultural da freguesia sabugalense situado na Estrada da Senhora da Graça e as entradas são gratuitas.
jcl
A freguesia mobiliza-se para conseguir cumprir o sonho de ver construído um lar de terceira idade, para que os mais velhos possam ficar junto dos familiares e amigos e não tenham que partir para longe.
A Liga dos Amigos de Aldeia de Santo António persiste na luta por erigir um lar de terceira idade para servir os idosos da freguesia. Há muito que presta apoio domiciliário a idosos e fornece alimentação aos alunos da escola básica, numa dinâmica que faz inveja a muitas associações congéneres do concelho do Sabugal. Três carrinhas e meia dúzia de funcionários esforçam-se diariamente por dar conforto aos utentes com os recursos já disponíveis.
Com base em donativos e recorrendo a um empréstimo bancário, em que alguns associados se assumiram como fiadores, está em pé uma parte do projecto. O município deu uma ajuda e, num terreno pertencente à associação, ergueu-se a estrutura daquele que será o edifício do futuro lar de idosos. As paredes, as placas e o telhado estão já no lugar, e os restantes trabalhos aguardam por financiamento.
O presidente da Liga, Joaquim Ricardo, não pára na busca de uma solução para o financiamento do projecto, que terá de vir do Ministério do Trabalho e da Segurança Social. Porém o caminho a percorrer parece árduo. Num concelho como o do Sabugal, em que existem já vários lares, o Ministério hesita em financiar novos projectos. A aposta assumida é nos centros de dia, numa opção por um apoio aos idosos que os mantenha em suas casas o maior tempo possível.
A Liga, porém, não desiste porque sente que população quer mesmo um lar, até porque encontrar lugares nos que já existem no concelho se revela muito difícil. A luta prossegue, com empenho e persistência.
plb

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