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O programa «Arte&Emoção» da RTP-2 emite no sábado, 14 de Junho, a reportagem sobre a Capeia Arraiana da Casa do Concelho do Sabugal que teve lugar no Campo Pequeno.
No sábado, 14 de Junho, às 19 horas, o programa «Arte&Emoção», da responsabilidade de José Cáceres transmite a reportagem da XXX Capeia Arraiana realizada no Campo Pequeno.
O destaque sobre a festa arraiana inclui uma entrevista com José Eduardo Lucas, presidente da Casa do Concelho do Sabugal e a reportagem com os touros lidados com o «nosso» forcão.
Os cerca de 2500 aficionados, na sua grande maioria sabugalenses, presentes nas bancadas e no redondel do «novo» Campo Pequeno vibraram com um curro de se lhe tirar o chapéu da Ganadaria de José Dias.
Excelente jornada promocional para o Sabugal com a tradição a mostrar-se em Lisboa com muito sucesso.
jcl
«Está a fronteira em crise?» foi o tema do debate esta terça-feira, 25 de Março, no Fórum Altitude. As intervenções dos convidados abordaram a crise das regiões fronteiriças portuguesas agravada pelas desigualdades fiscais entre os dois países ibéricos.
Fórum da Rádio Altitude debateu esta terça-feira de manhã o tema «Está a fronteira em crise?» tendo convidado para estar presente no estúdio António Baptista, presidente da Câmara Municipal de Almeida.
No lançamento do debate o autarca deu o exemplo de Vilar Formoso que se transformou radicalmente em consequência da abertura das fronteiras no espaço europeu.
«A Guarda Fiscal foi extinta, a estação perdeu movimento, as empresas de despachantes oficiais deslocalizaram-se para as novas fronteiras como Aveiro e a banca com o fim dos câmbios esvaziaram Vilar Formoso de serviços e pessoas Vilar Formoso. Estamos a falar de centenas de funcionários e, por consequência, de famílias com filhos que viviam com solidez económica contribuindo para o progresso local», recordou António Baptista que fez questão de acrescentar mais algumas causas como «a questão do IVA» que foi «drástica para toda a zona mas, mais especialmente para Vilar Formoso, a principal fronteira terrestre portuguesa».
As principais consequências estão à vista para o presidente de Almeida com «os três postos de combustível de Vilar Formoso fechados e nas Fuentes os carros fazem grandes filas para abastecer mas esta crise não se limita aos concelhos mais próximos da Raia, extravasa para o comércio da cidade da Guarda e há pessoas de Celorico da Beira que aproveitam para fazer compras e encher o depósito do lado de lá».
«Temos que nos adaptar. Ainda ontem, segunda-feira, foi um pandemónio em Vilar Formoso porque os camionistas foram impedidos de entrar em Espanha até cerca das nove horas da noite provocando o congestionamento de estradas e restaurantes. Temos que nos adaptar criando condições para que a região não seja um local de passagem. Os atoalhados que os espanhóis consumiam há uns anos está fora de moda. É preciso que os comerciantes portugueses se adaptam aos novos tempos e às novas tendências da sociedade espanhola», lembrou António Baptista concluindo que «já houve muitas crises e sempre as soubemos ultrapassar mas é necessário reclamar o investimento público e sentir vontade na iniciativa privada em parceria com as autarquias».
Na sua intervenção telefónica para o programa o presidente da Junta de Freguesia de Vilar Formoso, Domingos Cerqueira, defendeu que «a fronteira está em crise. É um problema que se arrasta desde a entrada do euro. Deixou de haver peseta, deixou de haver escudo e, acima de tudo, tem a ver com a diferença percentual entre o IVA português e espanhol».
Um bancário que trabalha na Guarda e vive em Vilar Formoso alertou para o facto das viagens esgotadas nas férias das Páscoa serem reflexo do desaparecimento da classe média em Portugal. Para ele «as minas de volfrânio, a guerra civil espanhola, o contrabando e a emigração ajudaram a desenvolver Vilar Formoso mas, agora, as soluções passam por parcerias entre o Governo e os municípios raianos. Há que dar condições favoráveis à Beira Interior para convidar os empresários a virem instalar as suas empresas».
O empresário espanhol proprietário das Galerias Gildo com estabelecimentos dos dois lados da fronteira entrou no programa para dizer que «também sente a crise». «Antigamente havia uns certos produtos que eram mais procurados pelos clientes portugueses. Agora, desde a carne aos congelados compram tudo. Mas a Espanha também está a atravessar um momento menos bom…», alertou.
Paulo Manuel, presidente da Associação Comercial da Guarda interveio apontando soluções: «Temos políticas que não favorecem o investimento no Interior. Vilar Formoso pode ser, pela sua localização, um espaço de oportunidades. O Turismo e o apoio logístico ao transporte de mercadorias são sectores que apontamos como soluções a curto e médio prazo.»
Temos tudo. Quando os da Praça do Comércio em Lisboa dizem que estamos longe devemos ter coragem para dizer que estamos mais perto. Mais perto do mercado ibérico, mais perto da Europa, temos cada vez melhores auto-estradas até à fronteira e uma linha de caminho-de-ferro privilegiada que desde sempre levou e trouxe os nossos emigrantes e mercadorias. Mas mais do que de uma crise temos que saber falar das oportunidades que podem mudar o fado raiano.
jcl
O diário regional «As Beiras» comemora hoje, dia 15, o seu 14.º aniversário com uma edição especial que vai ser distribuída gratuitamente.
A edição especial de hoje, dia 15 de Março, do diário regional «As Beiras» assinala o 14.º aniversário da publicação.
O número de aniversário aumentou o número de páginas de 36 para 88 e a tiragem passou para 66 mil (mais 50 mil exemplares). Inclui um suplemento de Economia e Empresas (16 páginas) com «Um olhar sobre a economia e sobre as empresas que estão a triunfar na região Centro».
O jornal é distribuído hoje, gratuitamente, na Guarda, Castelo Branco, Viseu, Coimbra, Aveiro e Leiria nas grandes superfícies, estações de serviço e bares históricos das seis capitais de distrito.
O Capeia Arraiana endereça os parabéns a todos os colaboradores do diário regional «As Beiras».
jcl
Os jornais lisboetas trazem esta quarta-feira um original anúncio da Brisa a promover um novo produto: a Via Verde com GPS.
Curioso, curioso é o destaque: «O caminho mais rápido para Pousafoles do Bispo». Aqui fica a originalidade e a utilização do nome de uma freguesia do Sabugal. Será que a Brisa tem nos seus planos fazer passar uma auto-estrada pelo nosso concelho? Ou iremos em breve utilizar a Via Verde na A23? Aqui vos deixamos o enigma…
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Um frente-a-frente entre Álvaro Amaro e Fernando Cabral, líderes distritais do PSD e PS da Guarda, marcam o arranque de uma nova rede de programas na Rádio Altitude.
O debate realiza-se no dia 15 de Outubro, pelas 10h30, no programa «Estado da Nação», no qual o presidente da Câmara de Gouveia e o deputado do grupo parlamentar do PS se enfrentarão discutindo a actualidade política distrital. Nas semanas seguintes o programa contará com os restantes dirigentes partidários distritais, que formarão um painel rotativo quinzenal.
A Altitude é a mais antiga rádio regional do País. Reformulou a grelha de programas, na qual a opinião e o debate de ideias passaram a ter um lugar de relevo. Para além do «Estado da Nação» à segunda-feira, haverá o debate semanal «Sexto Sentido», a realizar todas as sextas-feiras, colocando cara-a-cara Crespo de Carvalho e Esmeraldo Carvalhinho. Outro programa de debate será o «Vice-Versa» que também irá para o ar à sexta-feira. No âmbito desportivo o confronto entre adeptos surgirá no programa «Jogo de Mesa» que se realizará todas as segundas-feiras, a fim de analisar os resultados da jornada desportiva do fim-de-semana.
Para a participação dos ouvintes manter-se-á o programa «Fórum Altitude», às11 horas de todas as terças-feiras. No referente à cultura destaca-se o «Café Mondego», às 10 horas de sábado, no qual Américo Rodrigues conduzirá uma tertúlia semanal de reflexão e análise.
Outra aposta da nova grelha são as crónicas diárias, a cargo de vários convidados, dentre os quais Adelaide Campos, Marília Raimundo, Santinho Pacheco e Carlos Baía.
Entretanto Hélder Sequeira foi designado provedor do ouvinte da Rádio Altitude.
plb
A entrevista do «pivot» do Telejornal, José Rodrigues dos Santos, à revista de domingo do jornal «Público» está envolta em polémica. Em comunicado a administração da RTP atribui «a maior gravidade e repudia veementemente» as declarações do jornalista da casa.
O Conselho de Administração da RTP comunicou terça-feira, 9 de Outubro, que «iniciou os procedimentos legais que as circunstâncias requerem para o esclarecimento rigoroso das afirmações que foram proferidas pelo dr. José Rodrigues dos Santos que põem em causa a imagem da RTP, designadamente no que toca à informação prestada aos portugueses».
Em causa estão as declarações do jornalista publicadas na revista de domingo do jornal «Público» onde são feitas acusações de interferências em matérias editoriais e à nomeação da jornalista Rosa Veloso para a delegação de Madrid. Recorde-se, aliás, que essa decisão motivou a demissão da direcção de informação em 2004, liderada na altura por José Rodrigues dos Santos.
Em declarações ao «Diário Económico» José Rodrigues dos Santos diz «não ter medo de nada e que mantém tudo o que disse até à última vírgula. Se for punido por defender o que está certo e é verdade está tudo dito sobre este país».
A edição online do «Expresso» noticia que a estação pública já suspendeu todas as funções do jornalista e prepara o processo de despedimento.
Ao que parece um dos pivots televisivos mais conhecidos dos portugueses resolveu dar um murro na mesa.
jcl
Pedro Santana Lopes recusou na noite de quarta-feira, 26 de Setembro, continuar a entrevista com a jornalista da SIC-Notícias Ana Lourenço depois de ter sido interrompido por um directo que acompanhou no aeroporto de Lisboa o regresso a Portugal de José Mourinho e família.
O deputado Pedro Santana Lopes, ex-líder do Partido Social Democrata e ex-primeiro-ministro de Portugal não gostou de ser interrompido ontem, 26 de Setembro, no Jornal da Noite da SIC-Notícias e abandonou o estúdio a meio da entrevista.
O facto tem contornos inéditos na comunicação social em Portugal e a partir de agora atrevemo-nos a dizer que Santana Lopes já pode ser considerado o «special one» dos directos televisivos.
Tudo aconteceu quando a meio da entrevista a jornalista Ana Lourenço recebeu ordens da régie para passar a emissão para o aeroporto de Lisboa onde acabava de chegar José Mourinho acompanhado da família. O ex-treinador do Chelsea não prestou declarações à comunicação social e o directo limitou-se à imagem de Mourinho a entrar no automóvel e a seguir viagem.
Em declarações à Agência Lusa, Santana Lopes considerou-se desrespeitado pelo canal televisivo porque «a mim não me interrompem com a chegada de um treinador de futebol. Acho que há regras, a SIC tem regras diferentes das minhas. Tenho que ser respeitado», referindo ainda que apesar de se sentir cansado, aceitara o convite da SIC-Notícias para uma entrevista sobre o «estado das coisas» nas Directas do PSD, marcadas para sexta-feira.
A campanha dos candidatos social-democratas baixou de nível durante esta semana com Marques Mendes e Filipe Meneses a protagonizarem episódios lamentáveis de acusações mútuas.
Por um lado o Conselho de Jurisdição do partido está a ser acusado de parcialidade e tendenciosas decisões beneficiando a candidatura do actual líder. Por outro está por explicar a facilidade com que uma só pessoa pode pagar quotas «por atacado» para aumentar o número de militantes com direito a voto parecendo ser acto «normal» e de sempre.
Os critérios editoriais valem o que valem e podem sempre ser justificados como Ricardo Costa fez questão de dizer. Para o responsável editorial da SIC-Notícias «um canal com 24 horas de informação pode e deve fazer este tipo de interrupções sempre que se justificar».
O que fica por explicar é se o entrevistado fosse Pinto Balsemão, Mário Soares, Jorge Sampaio, António Guterres, Durão Barroso ou mesmo o actual presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (irmão de Ricardo Costa) o critério editorial também justificaria a interrupção da entrevista. Gostemos ou não, o deputado Pedro Santana Lopes, também já ocupou lugares de relevo na vida política portuguesa e possivelmente «o País deve estar mesmo doido».
jcl
Sob a direcção de Justo Maria Nabais e com periodicidade trimestral o «Laje da Lancha» é o boletim dos lagarteiros de Aldeia do Bispo, no concelho do Sabugal.
Não nos cansamos de relembrar: um dos papéis fundamentais do Capeia Arraiana é a promoção e divulgação das nossas gentes e das nossas terras. Em tempo de acesso à informação à distância de um clique e de comunicação universal através das várias vertentes da Internet é sempre de saudar publicações que resistem e cumprem os seus objectivos em suporte papel. É este o caso do «Laje da Lancha», o boletim da sabugalense Aldeia do Bispo com periodicidade trimestral e uma tiragem de 500 exemplares.
Fundado por João António Nabais, o boletim tem como director Justo Maria Nabais e a redacção e impressão em Évora na Tipografia Diana Litográfica do Alentejo. Com uma boa apresentação gráfica e com excelente paginação a publicação «vive» das recordações de personagens de outros tempos, das actividades recentes e da opinião dos seus colaboradores.
O número de Agosto traz excelentes artigos como o do Tonho do Enxido sobre as malhas ilustrado por uma pintura a óleo de Alcínio Vicente, um artista da terra, ou a Extinção do Posto da Guarda Fiscal de Aldeia do Bispo, pelo capitão Nabais. A reabertura das piscinas de Aldeia do Bispo tem, também, um merecido destaque.
Os vizinhos Fóios e Forcalhos também coabitam pacificamente as páginas do «Laje da Lancha» dando à estampa o que de mais relevante por lá se vai passando.
O «Laje da Lancha» é com todo o mérito uma publicação raiana de qualidade que merece o nosso destaque.
jcl
O Grupo Vasp é o maior distribuidor português de publicações (jornais e revistas portuguesas e estrangeiras) com mais de metade da quota de mercado. A DPS (Digital Printing Services) é mais recente empresa do grupo, começou a sua actividade no passado mês de Agosto e possui o maior «site» do Mundo de impressão de jornais utilizando tecnologia de impressão digital.
O Grupo Vasp, distribuidor de publicações, é detido em partes iguais pela Impresa, Controlinveste e Cofina e iniciou em Agosto a impressão de jornais estrangeiros através da sua recém-criada empresa DPS.
A DPS utiliza uma tecnologia denominada «impressão digital de jornais» (local printing & distribution) que permite imprimir em Portugal jornais de todo o Mundo, imprimi-los e colocá-los nas bancas à mesma hora que nos seus países de origem.
Ao fim de dois meses estão já a ser impressos nove títulos internacionais com a Vasp a prever acabar o ano de 2007 com cerca de 20 jornais de referência. Actualmente são impressos e distribuídos no mercado português o «Washington Post» (Estados Unidos) e «Folha de São Paulo» (Brasil) que devido à diferença horária saiem em Lisboa quando ainda é madrugada nos respectivos países. O «Tribune de Genéve» e o «24 Heures» (Suíça), o «Evening Standard» (Inglaterra), o «Ekstra Bladet» (Dinamarca) e o «Actualitate Romaneasca» (Roménia) são alguns dos restantes títulos.
Mais um exemplo de uma empresa portuguesa que nasceu em Fevereiro de 1975 e que se adaptou aos novos tempos da comunicação na aldeia global criando o maior «site» mundial de impressão digital em suporte papel de jornais.
jcl
«Sexta sai à Sexta» poderia ser o slogan de mais um jornal gratuito. Mais um? «Sexta» é diferente. É semanário, vai ter a astronómica tiragem de 350 mil exemplares e entra em jogo com uma equipa mista de «A Bola» e do «Público».
As empresas Vicra Desportiva e Sonaecom uniram as sinergias das redacções de «A Bola» e do «Público» e criaram um projecto editorial semanal gratuito.
O semanário «Sexta» tem como director o jornalista João Bonzinho (ex-editor-chefe de «A Bola») e sai à sexta-feira com 32 páginas e a astronómica tiragem de 350 mil exemplares. Acompanha as edições dos dois jornais sendo os restantes 200 mil exemplares distribuídos nas ruas de Lisboa e Porto e nos hipermercados da rede Sonae.
O director-adjunto, Luís Francisco, pertence à equipa do «Público» e o director comercial, Diogo Ferreira, colabora actualmente com o diário gratuito «Destak».
Na apresentação do novo semanário João Bonzinho prometeu um jornal «leve sem ser breve, atraente sem ser cor-de-rosa, sério sem ser chato e sem precisar de levar tudo a sério procurará falar do que os outros falam menos, mostrar o que os outros mostram menos». Um jornal que «será também para guardar, ler e consultar ao longo do fim-de-semana», concluiu.
Assim se confirma a excepção à regra de que aquilo que se pode vender não se dá!
jcl
Os jornais Público e A Bola vão lançar em parceria um semanário gratuito, enquanto que a Global Notícias apresentará um novo diário também oferecido aos leitores.
A moda pegou mesmo e vêm aí mais jornais gratuitos. A Sonaecom e a Sociedade Vicra Desportiva, respectivamente empresas proprietárias dos jornais Público e A Bola, vão juntar-se para apresentar em Outubro um semanário a distribuir gratuitamente aos leitores. O jornal terá 32 páginas a cores e uma tiragem de 300 mil exemplares, que serão distribuídos por encarte na edição de sexta-feira do Público e A Bola, para além da oferta em locais movimentados de Lisboa e do Porto. O nome do semanário permanece contudo em segredo.
Novo título aproveitará os jornalistas dos jornais que o apadrinham para produzir os conteúdos, dando maior ênfase ao desporto, para conseguir ter uma grande popularidade.
Ainda neste mês de Setembro a Global Notícias, empresa proprietária do DN, JN, 24 Horas e O Jogo, lançará um novo diário gratuito, que terá uma tiragem de 50 mil exemplares a distribuir em Lisboa. O jornal chamar-se-á mesmo Global Notícias e pretende tirar mercado aos gratuitos já distribuídos diariamente na Capital, onde lidera o Metro, seguido pelo Destak e o Meia Hora.
plb
Já está disponível o número zero do primeiro jornal gratuito do Interior, o Raia Rural, uma publicação mensal que será distribuída na região de Trás-os-Montes e Alto Douro.
A moda dos jornais gratuitos, vivendo em exclusivo da publicidade, chegou às terras do Interior Norte com a edição do Raia Rural em língua Portuguesa e Castelhana. Trata-se de um projecto transfronteiriço que abrange cinco concelhos dos distritos da Guarda e Bragança e também uma parte da vizinha Espanha. O novo jornal tem 24 páginas a cores e tem também uma versão digital, disponível na Internet.
O director da publicação é Daniel Gil e o subdirector Henrique Silva, sendo o título propriedade da empresa Pantartdesign.
O objectivo dos promotores é, para além de informar, divulgar a região raiana e as suas potencialidades. Numa primeira fase viverá de contribuições, de publicidade e da boa vontade dos vários intervenientes bem como da Direcção não remunerada. Depois espera evoluir para um jornal profissional.
No que toca a Portugal, os concelhos directamente envolvidos no projecto são Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à Cinta, Almeida, Torre de Moncorvo e Vila Nova de Foz Côa.
O projecto pretende estar atento ao que acontece em toda a região transfronteiriça, mas especialmente nas zonas de Riba Côa e Douro Superior.
Curiosamente não é feita referência ao Sabugal pelos promotores do novo título, certamente por considerarem que Almeida e Figueira de Castelo Rodrigo constituem o território de Riba-Côa, ficando o Sabugal em «terra de ninguém».
Muitos sucessos para o novo título.
plb
Com o objectivo de se dar a conhecer o título regional o diário «As Beiras» está a ser distribuído gratuitamente aos emigrantes que chegam a Vilar Formoso.
Os responsáveis do diário «As Beiras» aproveitaram o regresso dos emigrantes no mês de Agosto para promover o título regional na fronteira de Vilar Formoso.
A iniciativa tem o apoio da Caixa Geral de Depósitos, Continente e grupo Visabeira que se juntaram à acção de promoção através da compra de primeiras páginas falsas com publicidade.
Até 4 de Agosto serão distribuídos pelos promotores presentes junto às «cabines amarelas» cinco mil exemplares diários.
O diário «As Beiras» tem como director António Abrantes e é distribuído na Guarda, Castelo Branco, Viseu, Aveiro, Coimbra e Leiria com uma média de circulação paga de mais de seis mil exemplares.
jcl
O Clube de Jornalistas (CJ) distinguiu vários profissionais da comunicação social pelos trabalhos publicados no decurso do ano 2006. De entre os agraciados destaca-se o sabugalense Manuel António Pina, que recebeu o troféu Gazeta de Mérito.
O Grande Prémio Gazeta 2006 coube a Jacinto Godinho, da RTP, pela série televisiva «Ei-los que partem — História da Emigração Portuguesa». Já o Prémio Gazeta Revelação foi para João Pacheco, por um conjunto de trabalhos publicados na revista Pública: «Guardadores de sementes», «O almoço ilegal está na mesa» e «Caça à pedra maneirinha».
O júri atribui ainda o prémio Gazeta de Mérito a Manuel António Pina, redactor e editor do Jornal de Notícias ao longo de três décadas e actualmente colaborador desse jornal diário e da revista Visão. «Cronista brilhante e exemplar, Manuel António Pina é não apenas um dos mais notáveis profissionais da sua geração, mas também uma referência ética e cívica do jornalismo português», justificou o júri.
Outro prémio atribuído foi o Gazeta Imprensa Regional, que foi para a revista Mais Alentejo, com sede em Beja, criada e dirigida por António Sancho.
Os Prémios Gazeta são atribuídos com o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos e têm como objectivo distinguir trabalhos de jornalistas portugueses.
Fazem parte do júri Daniel Ricardo (CJ), Eduardo Gageiro (fotojornalista), Eugénio Alves (presidente do CJ), Fernando Cascais (director do Cenjor), Fernando Correia (jornalista e professor universitário), Guiomar Belo Marques (CJ), Jorge Leitão Ramos (crítico de cinema e de televisão), José Rebelo (professor universitário) e Paquete de Oliveira (sociólogo e professor universitário).
Entretanto foi anunciado que Manuel António Pina vai passar a ser colaborador da revista Notícias Magazine, suplemento do Diário de Notícias e do Jornal de Notícias. O escritor sabugalense, radicado no Porto, passa a assinar de forma intercalada a crónica presente na última página da revista, juntando-se ao novo leque de cronistas: Fernanda Câncio e Sofia Barrocas.
plb
O presidente da Junta Freguesia dos Fóios, José Manuel Campos, distinto colaborador do Capeia Arraiana, prestou um interessante depoimento ao jornal «Diário As Beiras» de Coimbra, onde falou na ligação das gentes da sua terra à aventura da emigração.
Não havendo futuro promissor, o «sonho francês» enraizou-se nas gentes raianas, sendo os Fóios uma das freguesias que mais contribuiu para a aventura da emigração nos anos 50 e 60 do século XX. José Campos contou no jornal, na edição de 6 de Maio, a sua própria experiência enquanto emigrante que foi «a salto» para França, pela mão de um «passador».
«Os emigrantes saíam bichos e vinham mais tarde formados, nem que fosse pela Universidade da Vida, após privações sacrifícios, fugindo de carabineiros e guardilhas», recordou o autarca, que hoje se orgulha do rumo que a aldeia tomou, deixando de ser apelidada de «calcanhar do mundo», porque encontrou os caminhos do progresso. E para isso contribuíram muito os emigrantes de França e de outros lugares que após remediarem a vida regressaram às origens, construíram a sua casa e nalguns casos montaram o seu negócio.
Um testemunho recolhido pelo jornalista guardense José Domingos, que vale a pena ler.
plb
O semanário regionalista de orientação católica, «Amigo da Verdade», comemora na edição de 11 de Março oito décadas de publicações periódicas.
Um meio regional da comunicação social escrita atingir os 80 anos de existência é um feito digno de destaque. Dirigido pelo cónego Manuel Joaquim Gaeda Pinto o semanário é propriedade do Instituto de São Miguel e tem a sua redacção, composição e impressão nas Oficinas do Outeiro de São Miguel, na Guarda.
Apesar da idade «tem acompanhado o progresso e já navega na Internet onde é possível consultá-lo, todos os dias e a todas as horas… Contra ventos e marés continua leal aos seus leitores» pode ler-se no artigo desta semana do «Amigo da Verdade».
Os sabugalenses têm uma relação muito especial com este título. Questões relacionadas com o porte pago obrigaram a mudar de «Amigo do Sabugal» para «Amigo da Verdade» mas todos nós que o recebemos onde quer que estejamos iniciamos sempre a sua leitura pela última página, a página das notícias do Sabugal. Com a edição e orientação jornalística do senhor padre Souta foi aí que, durantes muitos anos, com a chegada do correio à sexta-feira, soubemos em primeira mão as novidades das nossas terras. As festas, as romarias, os casamentos, os baptizados, os escritos e os poemas de ilustres desconhecidos raianos… Foi «À sombra da cruz» que tomámos conhecimento daqueles que foram partindo.
Luz e Vida para mais 80 anos de edição do «Amigo da Verdade» são os desejos do Capeia Arraiana.
jcl
Conteúdos impróprios obrigaram à desactivação das «salas de conversação» (chat) nos teletextos da SIC e da TVI.
As responsáveis técnicos das estações de televisão SIC e TVI desactivaram as «salas de chat virtuais» nas respectivas páginas de teletexto por terem sido detectados «conteúdos impróprios».
De acordo com o comunicado divulgado pela Entidade Reguladora para a Comunicação (ERC) a decisão de encerrar estes serviços surge na sequência de reuniões mantidas entre o presidente do Conselho Regular da ERC, Azeredo Lopes, o presidente do Conselho de Administração da SIC, Francisco Pinto Balsemão e o administrador da TVI, Miguel Gil.
jcl


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