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Se a importância e mediatismo do rio Côa, na sua foz, se deve à descoberta das gravuras rupestres, a importância da sua nascente, deve-se-à persistência e dinamismo do presidente dos Fóios, que há dezasseis anos tem lutado pela sua divulgação, preservação e melhoramento dos acessos á mesma, bem como da freguesia.
Tive a oportunidade no dia 22 do mês passado, de me deslocar, com mais dois familiares, do Sabugal aos Fóios, sempre acompanhado pelo «cicerone» Zé Manuel Campos, habituado a estas «andanças» que faz com prazer e paixão.
Valeu a pena percorrer o trajecto que separa o município desta freguesia cada vez menos longínqua, graças aos recentes acessos. Situada entre elevados montes o seu maior interesse turístico é a nascente do Côa, a 1200 metros de altitude, na Serra das Mesas.
A estrada já alcatroada, financiada pelo Programa «Aldeias do Côa» possibilita um óptimo acesso á nascente do Côa.
De lá, pudemos apreciar uma extensa e grandiosa vista panorâmica inter fronteira. No chamado Lameirão, estão em construção parques de merendas e percursos pedestres.
De volta à aldeia, que vista lá de cima parece um «alguidar», nas palavras do Zé Manuel, visitámos a Igreja Matriz, vimos o chafariz, o cruzeiro e o Lar de São Pedro, a praia fluvial, o restaurante «El Dorado» e finalmente o Centro Cívico, recentemente inaugurado. Situa-se no maior Largo da aldeia, perfeitamente enquadrado no património edificado à sua volta. Compõe-se de dois andares, albergando no rés-do-chão, um belíssimo auditório em que o azul predomina, com capacidade de cerca de100 pessoas, com um pequeno posto de turismo, um bar, uma pequena biblioteca, com livros, em parte oferecidos pelo fogeiro Prof. José Corceiro Mendes e um espaço muito funcional de acesso gratuito à Internet.
No primeiro andar, encontra-se em formação um museu, com 80 m2 de área, onde já se encontram peças e utensílios muito antigos, usados pelas populações nas actividades agrícolas e outras.
A tarde terminou num café tipicamente espanhol implantado em território português mais precisamente nesta espantosa aldeia, onde ainda há ou melhor dito está a crescer população activa e jovem, contrariando a malfadada «desertificação» que grasa em todo o concelho.
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado
morgadio46@gmail.com
O rio Côa é a espinha dorsal da Beira Interior Norte Raiana, constituindo uma das áreas de maior valor natural do país, cujo vale é um corredor ecológico unindo os maciços montanhosos do sistema central, a serra das Mesas e Malcata, com o coração da bacia hidrográfica do Douro. Neste percurso atravessa os extensos planaltos de granito da Beira, formando vales «encaixados» no troço médio.
As condições climáticas e orográficas que caracteriza o seu percurso, entre montanhas, planaltos e vales criam uma elevada riqueza paisagística e biodiversidade especialmente ao nível da fauna.
Podem classificar-se três situações, ecologicamente distintas que reflectem a posição do Rio Côa na sua bacia e a sua ligação à história recente do Côa, a zona de cabeceira, a montante, o troço médio e o percurso terminal, a jusante na sua foz.
Há vinte anos, quando a EDP, decidiu fazer uma Barragem no Côa, logo nesse ano de 1989 o então estudante de Arqueologia, Francisco Sande Lemos, identificou as primeiras gravuras rupestres e delas avisou o IPPAR e a EDP.
Só em 1993, a EDP contrata o arqueólogo Nelson Rebanda, curiosamente do IPPAR, quando já estavam a decorrer as obras.
O património mundial enriqueceu-se em 1994, com o achado mais complexo de arte rupestre do paleolítico, ao ar livre, tendo como contra partida negativa, em termos financeiros, o abandono do projecto da Barragem do Rio Côa.
José Penedos, actual presidente da REN, pertenceu ao núcleo duro de Guterres e este homem da Energia, em nome da cultura, ajudou a travar a construção da barragem de Foz Côa e autor da celebre tirada «as gravuras não sabem nadar».
(continua.)
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado
morgadio46@gmail.com
O rio Côa nasce na Serra das Mesas, no limite dos Fóios (Sabugal-Guarda), percorre 130 quilómetros até desaguar, na margem esquerda do rio Douro em Vila Nova de Foz Côa (Guarda), correndo de Sul para Norte. Não confundir o seu nome com outro rio português, o Alcôa, que nasce em Chiqueda (Alcobaça), e a sete quilómetros em Alcobaça, junta-se ao rio Baça, desaguando no mar, perto da Nazaré.
Mas ao longo dos tempos, nem sempre o seu nome e localização exacta da sua nascente eram correctamente referidos, havendo várias versões.
Quando D. Dinis, confirmou o Foral do Sabugal, como consequência do Tratado de Alcanizes, esse actos registrais, não se tornaram de um momento para o outro do domínio público, pois o povo nas suas igrejas matrizes continuavam a ouvir párocos que dependiam do bispo de Ciudad Rodrigo a cuja jurisdição continuavam a pertencer, até aos princípios do Século XV.
As populações locais por onde o Côa passa só sabiam que a «rebera», como era conhecido o Côa, vem dali e corre para acolá e não um curso de água com principio, meio e fim. «Reberas», muitas, cada aldeia tinha a sua.Só os letrados, eventualmente, conheciam o percurso na generalidade. Para a cultura popular era a «rebera» de Vale de Espinho, «rebera» de Quadrazais, a «rebera» do Sabugal e por aí em diante até á foz, conhecendo assim só fragmentos do rio que correspondiam ao leito do rio, que passava no seu limite.
Os nomes relativos aos cursos de água eram do género feminino e ainda hoje na língua francesa esse arcaísmo persiste, pois o rio Sena, para eles ainda é a Sena.
Por outro lado, dizer «rio Côa ou ribeira Côa» é uma redundância, porque é o mesmo que dizer «ribeira-ribeira», pois «coda» ou Côa, já significa ribeira, caudal e os romanos chamavam-lhe «cuda».
Actualmente é inquestionável dizer rio Côa, mas é repetitivo, pois Côa continua a significar ribeira ou caudal.
O rio Côa, no decurso dos tempos, serviu de «fosso» entre ribacudanos (os da margem direita) e os transcudanos (os da margem esquerda), nos períodos tribais e através da Reconquista, serviu de Raia, entre o Reino Leonês e o Reino de Portugal e finalmente de «fosso» também ao Castelo de Sabugal.
Relativamente á nascente do Côa, alguns geógrafos civis e militares, como Duarte Nunes de Leão e Bernardo de Brito, colocam a sua nascente, junto de Alfaiates e António Brandão e outros eruditos, ao definirem o território de Riba-Cõa, escrevem: «Uma língua de terra de quinze léguas de comprido e de largo quatro, aonde tem mais largura.Está lançada de norte a sul, e cingida da parte de Portugal com o rio Côa, que tendo um nascimento na serra da Xalma, que é uma parte da serra da Gata, faz uma entrada em Portugal, pelos lugares de Fologozinho (erro:quereria dizer, talvez Fojinho), Vale de Espinho e Quadrazais, donde se avizinha de Sabugal, primeira vila acastelada desta comarca».
Num manuscrito de Brás Garcia de Mascarenhas, ilustre escritor e militar: «O Côa desce pelos lugares de Foginho, Vale de Espinho, Quadrazais e Sabugal, que lhe fica a leste» No Século XVII, Fóios era vulgarmente conhecido por Fojinhos e situa-se com rigor a nascente do Côa na Nave Molhada (no Lameiro dos Lourenços ou Curral das Moreiras) e na sua vertente portuguesa. (Continua.)
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado
morgadio46@gmail.com
A Associação de Municípios do Vale do Côa a que o Sabugal pertence apresentou recentemente o Plano estratégico de promoção turística do vale do Côa.
Tenho vindo a afirmar, e mantenho esta minha opinião, que a ligação Côa-Douro é uma ligação a manter, mas nunca será através dela que o Concelho do Sabugal se afirmará como um destino turístico a nível nacional e internacional.
Tal não significa, antes pelo contrário, que não se tire proveito de tudo aquilo que possa contribuir para o desenvolvimento das nossas terras, e por isso, a apresentação deste Plano pode ser vista como uma boa notícia.
Não podendo fazer uma análise muito detalhada do Documento apresentado pela Associação, limito-me a uma breve análise das propostas apresentadas em forma de Projectos Estruturantes.
Naturalmente, e reflectindo aquilo que tenho a vindo a dizer, uma parte significativa destes Projectos, pouco ou nada têm a ver com o Sabugal, antes se centrando nos Concelhos mais a jusante, onde se localiza o Parque Arqueológico do Vale do Côa e o Museu do Côa.
No entanto, a importância para o Concelho de muitos dos Projectos propostos, depende, somente da capacidade que o Município tiver de se afirmar regionalmente e de impor a defesa dos seus interesses no seio da Associação.
Estão neste caso, por exemplo:
– a construção de um aeródromo na confluência da A25 e da A23 apontada para o eixo Almeida-Guarda (e porque não, Guarda-Sabugal?), onde o Concelho deveria ter uma palavra a dizer e que deveria levar a pensar nas ligações rodoviárias de aproximação àquela infraestrutura aeronáutica;
– a realização de eventos de âmbito internacional, referenciados apenas «em sede do Museu do Côa», porquê? Não é possível realizar este tipo de eventos também no Sabugal?
– a revitalização dos centros históricos e requalificação dos castelos medievais, restando saber quais os centros históricos e os castelos medievais do Concelho que serão objecto deste Projecto;
– o reforço das infra-estruturas e equipamentos de visitação – quais os pontos de visitação que serão considerados no Sabugal?
– a definição de uma carta gastronómica da região só com 3 ou 4 pratos – haverá algum tradicionalmente associado ao Concelho?
– a criação da Agência de Desenvolvimento e Marketing Territorial do Vale do Côa – que papel está o Município do Sabugal disposto a desempenhar neste Órgão? (e naturalmente, não me refiro aos actuais eleitos municipais, pois o seu mandato está a terminar…).
Como se percebe para mim o importante não é o melhor ou pior conteúdo deste Plano, pois já vi planos extraordinários darem em nada, e já vi acontecer coisas extraordinárias com maus Planos.
Importante, volto a repetir, é saber o que vai o Concelho do Sabugal fazer com este Plano.
E aqui não posso ficar de bem comigo mesmo se não colocar uma questão: o Documento agora divulgado é um Documento para discussão dos Municípios e dos cidadãos interessados, ou ele já foi aprovado?
É que este assunto, repito o que venho dizendo, é demasiado sério e importante para que a sua aprovação seja um mero acto de expediente, pensando, pelo contrário, que o mesmo merece ser amplamente discutido por todos os interessados.
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos
rmlmatos@gmail.com
O Plano Estratégico de Promoção Turística do Vale do Côa, promovido pela Associação de Municípios daquela região, pretende a criação de uma agência de desenvolvimento que sirva de instituição pivot aos dez municípios do Vale do Côa onde se inclui o Sabugal.
Este plano, executado por uma equipa liderada pelo professor Augusto Mateus, identifica os vectores para o desenvolvimento do território e do turismo propõe ainda uma revisão do modelo de negócio do Parque Arqueológico do Vale do Côa no âmbito da abertura do Museu Internacional do Côa, que deve ser a porta de entrada na região e o centro da sua vivência cultural.
Segundo Augusto Mateus «não vamos a lado nenhum sem uma parceria público privada, e de um conjunto de pessoas novas que venham para cá».
Aquela região é considerada uma das mais pobres e economicamente deprimidas a nível nacional, quando analisado o seu poder de compra sendo constituída por micro empresas, com fracas competências organizacionais e de negócio e onde o modelo de desenvolvimento económico e social até agora prosseguido está centrado em bens não transaccionáveis internacionalmente.
Entretanto Cidadelhe passa a oferecer um Centro Difusor e Pólo de Informação Turística cujo objectivo é receber e encaminhar os visitantes que pretendam conhecer os patrimónios desta freguesia que integra a área do Parque Arqueológico do Vale do Côa.
A Associação de Municípios do Vale do Côa é constituída pelos concelhos do Sabugal, Almeida, Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à Cinta, Mêda, Mogadouro, Pinhel, Torre de Moncorvo, Trancoso e Vila Nova de Foz Côa.
jcl (com agência Lusa)
Elaborar um programa de acção não devia ser demasiada metafísica para qualquer candidato; mas falta em pragmatismo o que sobra em teoria aos programas dos candidatos à Câmara do Sabugal.
Eu, leitor amigo, habituado por formação à liberdade e por dever de ofício a dizer o que penso com clareza, vou direitinho ao assunto:
O concelho só teve peso reivindicativo junto do poder central quando fez lobby na histórica «Irmandade de Riba-Côa», com os restantes concelhos da região. Isoladamente nunca teve voz. Por isso tem que concertar estratégias com os concelhos limítrofes na resolução dos problemas comuns.
E os seus problemas, já toda a gente sabe, são a baixa qualidade de vida, falta de oportunidades de emprego, que levam à emigração e consequente desertificação e envelhecimento da população.
A fixação da população obtém-se pela qualidade de vida. A qualidade de vida surge com mais rendimento disponível. O rendimento com mais emprego e negócios. As oportunidades de empregos e negócios com mais necessidades de consumo.
A população residente tem um baixo rendimento e portanto nenhuma capacidade de consumo, o que torna a actividade empresarial incipiente e de pouca importância. E não existindo actividade empresarial também não há empregos e criação de riqueza. E sem riqueza não há qualidade de vida. É um ciclo vicioso!
Não havendo consumo interno que dinamize a economia do concelho, tem de se captar consumo externo. É uma verdade de la Palisse!
Temos para vender a vizinhança com Espanha, o património cultural (capeia, romaria dos «encoratos» a Sacaparte, etc), gastronómico (bucho, enchidos, castanhas, ciclo do linho, do azeite, do pão), Histórico (os cinco castelos, sítios arqueológicos de Carya Tallaya e Sabugal Velho, aldeias históricas de Sortelha, Vila Touro, Alfaiates, Vilar Maior), natural (rio côa, Cesarão, barragem do Sabugal, trilhos de contrabando).
Os programas dos candidatos falam em combate à desertificação, melhorar a qualidade de vida da população, ajudar as empresas. Isso também propuseram os candidatos e os presidentes anteriores e foi o que se viu. Parra, muita; uva nenhuma! Fogo bonito; no fim, canas…
Pois meus amigos, eu cá se fosse candidato, definiria umas quantas medidas concretas, baseadas nas potencialidades que temos para oferecer, para atrair consumo, gerar oportunidades de emprego e indirectamente aumentar o rendimento disponível da população e por conseguinte a estabilidade demográfica.
Apenas alguns exemplos, de iniciativas que, enquadradas numa estratégia global, poderiam atrair consumo e criar oportunidades de emprego:
– Museu do linho em Aldeia Velha;
– Trajecto eco-turístico em Vilar Maior descendo as fragas do castelo ao rio;
– Oficinas de artes tradicionais em Alfaiates conjugadas com a feira mensal;
– Museu do Azeite em Santo Estêvão;
– Fluviário no Sabugal e praia artificial ou piscinas naturais. Provas de canoagem;
– Dinamização dos pólos arqueológicos de Caria Talaya e Sabugal Velho;
– Uso dos poderes administrativos para recuperar os núcleos urbanos históricos;
– Feira agrícola no Soito conjugada com certame de Capeias divulgado a nível nacional e internacional;
– Prova desportiva de BTT e de hipismo a nível nacional da rota dos cinco castelos;
– Comemorações anuais da batalha do Graveto;
– Feira medieval em Sortelha e feira de gastronomia associada à «Aldeia das sopas»;
– Definição, demarcação e sinalização de alguns trilhos pedestres e para ciclo turismo aproveitando as veredas de contrabando, leitos dos rios e belezas paisagísticas;
– Feira de Gastronomia no Sabugal associada ao bucho raiano;
– Bienal de artes e certame de teatro no Sabugal;
– Revista mensal de qualidade divulgando a cultura e tradições da região;
– Criação e divulgação da marca «Transcudânia» em todos os produtos e actividades ligadas à região;
– Formação de uma equipa multidisciplinar para criação, coordenação e divulgação de projectos turísticos, culturais e desportivos;
– Coordenação de políticas com os restantes concelhos limítrofes, reeditando a antiga irmandade dos concelhos de Riba-Côa, definindo um espaço geográfico próprio no contexto regional, nacional e internacional;
– Campanha agressiva de marketing divulgando todas estas iniciativas e projectos, feita por uma equipa de profissionais.
Isto é, amigos leitores, a diferença entre a teoria e o pragmatismo: Reconhecer que não há recursos e tempo para acudir a tudo; estimular a economia do concelho com iniciativas pontuais e bem orientadas ao consumo externo. A iniciativa privada indo ao encontro às necessidades de consumo, criará o emprego e a riqueza de que precisamos.
Se assim não acontecer… Ramo de oliveira, caldeirinha e água benta, aos pés!
«Arroz com Todos», opinião de João Valente
joaovalenteadvogado@gmail.com
Vila Nova de Foz Côa será palco da apresentação do Plano Estratégico de Promoção Turística do Vale do Côa, numa sessão pública que reunirá membros do governo e autarcas do Vale do Côa.
O plano, que foi elaborado pela Associação de Municípios do Vale do Côa realiza, será apresentado no próximo dia 7 de Julho, no Centro Cultural de Vila Nova de Foz Côa.
O documento define os termos em que se desenvolverá o turismo nos municípios do Mogadouro, Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta, Vila Nova de Foz Côa, Figueira de Castelo Rodrigo, Trancoso, Mêda, Almeida, Pinhel e Sabugal.
A Sessão Pública conta com a participação de governantes, de autarcas.
A apresentação dos resultados alcançados e a estratégia de promoção turística estará a cargo do economista Augusto Mateus, que coordenou a equipa técnica que elaborou o Plano. Nele consta a análise e o diagnóstico da região a que se refere, dos recursos e produtos turísticos e das capacidades de desenvolvimento das actividades do sector do Turismo. Inclui também um aprofundada análise das potencialidades do Vale do Côa enquanto destino turístico de referência.
O Plano Estratégico de Promoção Turística é um dos instrumentos que a Associação de Municípios do Vale do Côa está a promover, no sentido de lançar as bases de um novo ciclo de desenvolvimento desta região, no qual as actividades relacionadas com o Turismo desempenharão um papel fundamental.
A Associação de Municípios do Vale do Côa tem como Presidente do Conselho Directivo Emílio Mesquita, presidente da Câmara de Foz Côa, e como Presidente da Assembleia-Geral António Baptista Ribeiro, presidente do município de Almeida.
plb
Realizou-se no passado dia 24 de Maio, pelo sexto ano consecutivo, mais um convívio de pesca na freguesia de Rapoula do Côa com a presença de cerca de 70 pescadores.
| GALERIA DE IMAGENS – 24-5-2009 |
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A Rapoula do Côa é uma aldeia com tradições na pesca muito por culpa do rio Côa que faz questão de passar bem perto.
A modalidade tem ganho ao longo dos anos novos adeptos e servido de pretexto para alegres convívios.
A jornada de pesca teve início às nove horas da manhã com um pequeno-almoço servido a todos os participantes.
Cerca de 70 amantes da modalidade marcaram presença no convívio, munidos com o material necessário.
Embora, devido à chuva, o dia não estivesse muito convidativo para a pesca no fim «houve peixe no cesto» incluindo algumas trutas.
Ao almoço foi servido porco no espeto e ao lanche peixe frito.
Os participantes no VI Convívio de Pesca da Rapoula do Côa deram por bem empregue o seu tempo.
Marco Capela
Libelinha fotografada nas margens do Rio Côa.
«A Objectiva de…», galeria fotográfica de Pedro Afonso
pmiguelafonso@gmail.com
Pormenor dos olhos de uma libelinha. Foto captada nas margens do Rio Côa.
«A Objectiva de…», galeria fotográfica de Pedro Afonso
pmiguelafonso@gmail.com
«Não se pode entrar duas vezes no mesmo rio», pois ele a cada instante renasce no fluxo que transporta. Provérbio Zen.
Nasceu num tempo sem nomes nem homens. Nas suas margens conheceu lobos que nele beberam, veados, corços, linces, ursos, bisontes e outros seres de eras mais recuadas. Gerado por mil nascentes, ao longo de um percurso que então era seu. Deram-lhe um nome, os que dele se apropriaram.
Veio até nós com pureza, oferecendo a água, os peixes, o aroma dos poejos e a força da corrente, que nos moinhos transformava em farinha, o grão que lá entrava. Regando os cultivos nas suas margens, onde as mulheres lavavam roupas que punham ao sol a corar. De todas as povoações, Coadrazais é a primeira a receber o seu nome, e quem sabe, talvez contenha também no final da palavra um afluente do Côa conhecido por Ribeira de Urjais ou dos Rosais. Não me admiraria que em tempos idos, houvesse nestas paragens gentes conhecidas pelos de Côa dos Urjais ou Côa dos Rosais, a semelhança fonética dá que pensar.
Recordo momentos mágicos passados dentro de água pescando trutas à mão. Em zonas de pouca profundidade, pude aprender com os mais velhos a pratica de uma arte que considero ter valor cultural potencialmente explorável. Delimitando e protegendo zonas do rio especialmente vocacionadas para esta actividade, poder-se-ia considera-la como possível oferta eco cultural e de interacção com a natureza, no meio de várias outras, seria um potencial negócio e singular imagem de marca das Terras do Alto Côa. Apanhar pelas guelras trutas de boas dimensões, apenas com as mãos nuas, é para mim a mais extraordinária experiencia de pesca em rio de montanha. Esta arte piscatória tem ainda um impacto nulo ou até benéfico quando o peixe é retirado da água, já que as trutas de maiores dimensões exercem forte predação nos juvenis.
Este rio, tinha no passado, uma sustentável capacidade de regeneração, aguentando as mais selvagens formas de pesca. Com redes, venenos, bombas de foguetes, esvaziamento de açudes, pistolas submarinas, e até uma outra peculiar só possível em rios de abundância, que consistia em bater com uma marra nas pedras maiores, de forma a atordoar os peixes que por baixo se abrigavam.
Hoje, a nossa truta Fário assim como os grandes cardumes de Barbos, que passeavam rio acima rio abaixo com os maiores à frente e os pequenos atrás, por ordem decrescente de tamanho, aos poucos desaparecem. Pela introdução de achigãs, carpas, trutas de viveiro, alteração dos níveis de oxigénio por acréscimo de matéria orgânica de «proveniências várias»… regularização de um caudal que ao ter menos quedas não favorece a oxigenação, falta de sombreamento das margens útil á diminuição da temperatura da água. E finalmente pela delegação de responsabilidades por parte do Estado, em quem não tem a sensibilidade adequada.
As vacas autóctones desaparecem, os porcos pretos felizmente tiveram refúgio do outro lado da raia. Os corpulentos cães de gado com riscas verticais que segundo li algures eram endémicos desta zona da raia de ambos lados da fronteira, parecem também já ter ido.
Procura-se empreendedorismo e visão criativa. Mas primeiro, temos de perceber porque não gostamos das nossas coisas.
Porque se não gostamos delas
como poderão os outros gostar
quando de tão por nós maltratadas
já nada fazem lembrar
Ou lembrar-nos-ão ainda a miséria?
«Caminho sem Percurso», opinião de António Moura
mouramel@sapo.pt
«Rela Comum» fotografada no leito do Rio Côa com flash lateral.
A «Rela Comum» é um animal de hábitos nocturnos e de pequeno tamanho, raramente ultrapassa os 50 mm.
Essencialmente nocturna, pode também ser vista de dia, junto à água.
Habita as zonas húmidas, charcos, lagos e cursos de água. Em Portugal aparece desde o nível do mar até cerca dos 1800 metros de altitude.
«A Objectiva de…», galeria fotográfica de Pedro Afonso
pmiguelafonso@gmail.com
O rio Côa, o Castelo, o casario, têm sempre um encanto muito especial. O grandioso nevão destes dias decorou a paisagem raiana e proporcionou imagens eternas ao Kim Tutatux. As terras do Sabugal são de beleza sem igual!
| GALERIA DE IMAGENS – 10-1-2009 |
| Fotos Kim Tutatux – Clique nas imagens para ampliar |
«Um Milhão de Sementes para o Vale do Côa» é o nome de uma iniciativa promovida pela ATN, Organização Não Governamental da área do ambiente, sedeada em Figueira de Castelo Rodrigo. A iniciativa está a ser desenvolvida, no âmbito do projecto «Bosques da Faia Brava».
Segundo a agência Lusa, a associação tem como missão trabalhar para a conservação do património natural de Riba Côa. Com esta iniciativa espera recuperar e conservar o «bosque mediterrânico aberto», numa acção que depende em grande parte do apoio de voluntários.
A ATN conta já com 500 hectares de propriedades na Zona de Protecção Especial do Vale do Côa, que foi adquirindo junto às margens do Côa. A esta reserva deu a designação de Faia Brava, nome que a população local dá às zonas de arribas e rochedos em declive.
A exercer o estágio profissional nesta associação encontra-se o técnico florestal Filipe Figueiredo, coordenador desta campanha de reflorestação, que pretende recuperar as extensas áreas e as linhas de águas que foram destruídas pelos fogos dos últimos anos.
O projecto de reflorestação da ATN, tem tido como parceiros municípios, escolas, a Reserva Natural da Serra da Malcata e outras associações como o Colectivo Germinal, uma associação cultural e de protecção do ambiente sediada na Lousã, que desde 2005 já ajudou a ATN a plantar 15 mil árvores.
No último fim-de-semana chegaram à Reserva da Faia Brava 15 jovens voluntários de vários pontos do país, para trabalhar nas acções de reflorestação.
A grande meta desta iniciativa é recolher e semear um milhão de sementes de árvores autóctones nos próximos cinco anos, repondo a flora de antigamente.
Para ajudar à corrida, é ainda possível, desde 2005, uma maior facilidade de acesso a subsídios florestais, com a candidatura efectuada por parte da ATN a uma Zona de Intervenção Florestal – ZIF, que agrupou praticamente todos os proprietários desta zona.
plb
O concelho do Sabugal pertence pela legislação em vigor ao Pólo de Desenvolvimento Turístico da Serra da Estrela.
Em 10 de Abril de 2008 é publicado o Decreto-Lei nº 68/2008 que reorganiza as entidades públicas regionais com responsabilidades na área do turismo. De acordo com este diploma legal é criado o Pólo de Desenvolvimento Turístico da Serra da Estrela ao qual pertencem os seguintes Concelhos: Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Covilhã, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão, Gouveia, Guarda, Manteigas, Meda, Pinhel, Sabugal, Seia e Trancoso. Curiosamente não integra este Pólo o concelho de Penamacor.
Por outro lado, salienta-se uma separação a nível da organização territorial turística, entre os Municípios que integram a Associação dos Municípios do Vale do Côa, ficando a pertencer ao Pólo Douro os Concelhos de Freixo de Espada à Cinta e Torres de Moncorvo, não integrando Mogadouro nenhum destes Pólos.
Entretanto, e através da Portaria 1154/2008 publicada a 13 de Outubro, são publicados os Estatutos do Pólo Serra da Estrela, definindo as regras de funcionamento e a constituição e atribuições dos seus órgão dirigentes.
A publicação da legislação indicada vem colocar uma questão importante quanto ao posicionamento do Concelho do Sabugal. Na verdade, tudo parece indicar que o Município vem apostando no eixo turístico «Côa-Douro», até pela integração na candidatura aprovada no PROVERE, não aprofundando as ligações à Serra da Estrela.
Se esta minha interpretação corresponde à realidade, devo dizer claramente que não estou de acordo.
A ligação Côa-Douro é uma ligação a manter, mas nunca será através dela que o Concelho do Sabugal se afirmará como um destino turístico a nível nacional e internacional.
Tirar partido do fluxo turístico da Serra da Estrela será, no meu entender, sempre mais vantajoso que apostar que os visitantes das gravuras rupestres de Foz Côa, ou das amendoeiras em flor ou da paisagem vinhateira do Douro, descem o rio Côa e vêm visitar as nossas terras.
Já acredito que o turista da Serra da Estrela se alongue até Sortelha, à Serra da Malcata ou mesmo à Albufeira do Sabugal.
Aliás, isto já acontece hoje e já aconteceu no passado quando muitos turistas da Serra da Estrela vinham visitar, comer e dormir no Sabugal.
Esta é uma discussão que tem de ser feita. A minha posição aqui fica: Integrar o eixo «Côa-Douro», mas privilegiar a integração no Pólo de Desenvolvimento Turístico da Serra da Estrela.
ps. Leio na edição do «Diário XXI», de 15 de Outubro, que O Presidente da Câmara da Covilhã afirmou que este Município não entra neste Pólo por razões que parecem pouco claras. Na verdade, o Presidente afirma que tudo foi preparado para pôr na direcção pessoas previamente escolhidas. Ora os Estatutos publicados são claros: a Direcção tem 1 presidente e 4 vogais, eleitos em Assembleia Geral. Esta tem a seguinte composição: 15 representantes das Autarquias, 10 de entidades privadas ligadas ao turismo e 5 representando organismos da Administração Central. Será que o sr. Presidente da Câmara da Covilhã queria que os Estatutos dissessem que o Presidente tinha de ser ele?…
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos
rmlmatos@gmail.com
Segunda-feira é dia de publicar a «Imagem da Semana». Ficamos à espera que nos envie a sua escolha para a caixa de correio electrónico:
capeiaarraiana@gmail.com
| CLASSIFICAÇÃO FINAL – INDIVIDUAL | ||||||
| POS. | NOME | PAÍS | DIA 20 | DIA 21 | TOTAL | PONTOS |
| 1.º | MARINO POLONIATO | ITÁLIA | 35 | 75 | 110 | 2,0 |
| 2.º | Stefano Boschiazzo | Itália | 20 | 56 | 76 | 2,0 |
| 3.º | Simone Cappellin | Itália | 21 | 50 | 71 | 2,0 |
| 4.º | Fabrizio Carrara | Itália | 19 | 69 | 88 | 2,5 |
| 5.º | Franck Laffont | França | 21 | 59 | 80 | 3,0 |
| 6.º | Adriano Rosso | Itália | 17 | 50 | 67 | 3,0 |
| 7.º | Manu Rojodiaz | França | 19 | 35 | 54 | 3,5 |
| 8.º | Patrick Rojodiaz | França | 16 | 49 | 65 | 4,0 |
| 9.º | Jordan Velichov | Bulgária | 11 | 45 | 56 | 5,0 |
| 10.º | Georgi Getov | Bulgária | 14 | 34 | 48 | 5,0 |
| 11.º | Gerard Rebonateau | França | 13 | 40 | 53 | 6,0 |
| 12.º | Plamen Boikov | Bulgária | 20 | 18 | 38 | 6,0 |
| 13.º | Paulo Carvalho | Portugal | 12 | 31 | 43 | 7,0 |
| 14.º | Hélder Correia | Portugal | 9 | 30 | 39 | 7,0 |
| 15.º | Andelo Orac | Croácia | 18 | 18 | 36 | 7,0 |
| 16.º | Sinisa Slavinic | Croácia | 6 | 20 | 26 | 7,5 |
| 17.º | Fernando Borges | Portugal | 17 | 15 | 32 | 8,0 |
| 18.º | Luis Talás | Andorra | 7 | 21 | 28 | 8,5 |
| 19.º | José Carmo | Portugal | 5 | 21 | 26 | 8,5 |
| 20.º | Ivan Totkov | Bulgária | 8 | 30 | 38 | 9,0 |
| 21.º | Joaquim Rapozinho | Andorra | 3 | 29 | 32 | 9,0 |
| 22.º | Zeljko Kljajic | Croácia | 4 | 19 | 23 | 11,0 |
| 23.º | Joan Baron | Andorra | 9 | 12 | 21 | 11,0 |
| 24.º | Miquel Micó | Andorra | 5 | 15 | 20 | 11,0 |
| 25.º | Zlatko Poparic | Croácia | 6 | 11 | 17 | 12,0 |
| 26.º | Pablo Francisco | Andorra | 2 | 8 | 10 | 12,0 |
| 27.º | Pascal Moreau | França | – | 29 | 29 | 3,0 |
| 28.º | Lubomir Bousiev | Bulgária | – | 27 | 27 | 4,0 |
| 29.º | William Cathery | França | 9 | – | 9 | 4,0 |
| 30.º | Amândio Malheiro | Portugal | 6 | – | 6 | 4,5 |
| 31.º | Darko Pazulic | Croácia | – | 23 | 23 | 5,0 |
| 32.º | Todor Kostadinov | Bulgária | 6 | – | 6 | 5,5 |
| 33.º | Damir Habunek | Croácia | 6 | – | 6 | 5,5 |
| 34.º | Diogo Novais | Portugal | – | 17 | 17 | 6,0 |
| CLASSIFICAÇÃO FINAL – PAÍSES | |||||||
| POS. | PAÍS | DIA 20 | DIA 21 | TOTAL | |||
| CAPTURAS | PONTOS | CAPTURAS | PONTOS | CAPTURAS | PONTOS | ||
| 1.º | ITÁLIA | 112 | 6,5 | 300 | 5 | 412 | 11,5 |
| 2.º | França | 78 | 11,5 | 212 | 12 | 290 | 23,5 |
| 3.º | Bulgária | 59 | 18,5 | 154 | 16 | 213 | 34,5 |
| 4.º | Portugal | 49 | 18,5 | 114 | 22,5 | 163 | 41,0 |
| 5.º | Croácia | 40 | 23,0 | 91 | 25 | 131 | 48,0 |
| 6.º | Andorra | 26 | 27,0 | 85 | 24,5 | 111 | 51,5 |
| CLASSIFICAÇÃO – 16.º CAMPEONATO DO MUNDO DE PESCA À TRUTA – RIO CÔA – SABUGAL | ||||||
| POS. | NOME | PAÍS | DIA 20 | DIA 21 | TOTAL | PONTOS |
| 1.º | Marino Poloniato | Itália | 35 | – | 35,0 | 1,0 |
| 2.º | Simone Cappellin | Itália | 21 | – | 21,0 | 1,0 |
| 2.º | Franck Laffont | França | 21 | – | 21,0 | 1,0 |
| 4.º | Stefano Boschiazzo | Itália | 20 | – | 20,0 | 1,0 |
| 5.º | Manu Rojodiaz | França | 19 | – | 19,0 | 1,5 |
| 5.º | Fabrizio Carrara | Itália | 19 | – | 19,0 | 1,5 |
| 7.º | Plamen Boikov | Bulgária | 20 | – | 20,0 | 2,0 |
| 8.º | Andelo Orac | Croácia | 18 | – | 18,0 | 2,0 |
| 9.º | Adriano Rosso | Itália | 17 | – | 17,0 | 2,0 |
| 10.º | Patrick Rojodiaz | França | 16 | – | 16,0 | 2,0 |
| 11.º | Fernando Borges | Portugal | 17 | – | 17,0 | 3,0 |
| 12.º | Georgi Getov | Bulgária | 14 | – | 14,0 | 3,0 |
| 13.º | Gerard Rebonateau | França | 13 | – | 13,0 | 3,0 |
| 14.º | Jordan Velichov | Bulgária | 11 | – | 11,0 | 3,0 |
| 15.º | Hélder Correia | Portugal | 9 | – | 9,0 | 3,0 |
| 16.º | Paulo Carvalho | Portugal | 12 | – | 12,0 | 4,0 |
| 17.º | William Cathery | França | 9 | – | 9,0 | 4,0 |
| 18.º | Luis Talás | Andorra | 7 | – | 7,0 | 4,0 |
| 19.º | José Carmo | Portugal | 5 | – | 5,0 | 4,0 |
| 20.º | Amândio Malheiro | Portugal | 6 | – | 6,0 | 4,5 |
| 20.º | Sinisa Slavinic | Croácia | 6 | – | 6,0 | 4,5 |
| 22.º | Joan Baron | Andorra | 9 | – | 9,0 | 5,0 |
| 23.º | Ivan Totkov | Bulgária | 8 | – | 8,0 | 5,0 |
| 24.º | Zeljko Kljajic | Croácia | 4 | – | 4,0 | 5,0 |
| 25.º | Todor Kostadinov | Bulgária | 6 | – | 6,0 | 5,5 |
| 25.º | Damir Habunek | Croácia | 6 | – | 6,0 | 5,5 |
| 27.º | Zlatko Poparic | Croácia | 6 | – | 6,0 | 6,0 |
| 28.º | Miquel Micó | Andorra | 35 | – | 5 | 6,0 |
| 29.º | Joaquim Rapozinho | Andorra | 35 | – | 3 | 6,0 |
| 30.º | Pablo Francisco | Andorra | 35 | – | 2 | 6,0 |
| 16.º CAMPEONATO DO MUNDO DE PESCA À TRUTA – RIO CÔA – SABUGAL | |||||||
| POS. | PAÍS | DIA 20 | DIA 21 | TOTAL | |||
| CAPTURAS | PONTOS | CAPTURAS | PONTOS | CAPTURAS | PONTOS | ||
| 1.º | Itália | 112 | 6,5 | – | – | 112 | 6,5 |
| 2.º | França | 78 | 11,5 | – | – | 78 | 11,5 |
| 3.º | Bulgária | 59 | 18,5 | – | – | 59 | 18,5 |
| 4.º | Portugal | 49 | 18,5 | – | – | 49 | 18,5 |
| 5.º | Croácia | 40 | 23,0 | – | – | 40 | 23,0 |
| 6.º | Andorra | 26 | 27,0 | – | – | 26 | 27,0 |
Na primeira prova do Campeonato do Mundo de Pesca à Truta no Sabugal que decorreu este sábado, 20 de Setembro, destaque para o italiano Marino Poloniato que segue destacado com 35 capturas. Fernando Borges na 11.º posição é o melhor português
A primeira prova do Mundial de Pesca à Truta que está a decorreu no rio Côa, no Sabugal, decorreu com normalidade com destaque para o italiano Marino Poloniato (Itália) a bater toda a concorrência com 35 capturas. Simone Cappellin (Itália) e Franck Laffont (França) registaram 21 capturas no primeiro dia.
O melhor português, Fernando Borges, está classificado na 11.ª posição. Os restantes elementos da equipa lusa são Hélder Correia (15.º), Paulo Carvalho (16.º), José Carmo (19.º) e Amândio Malheiro (20.º).
A segunda prova terá início amanhã, pelas 9 horas, e estender-se-á até ao meio-dia. Após o final terá lugar um almoço para todos os participantes.
A cerimónia oficial de encerramento do «Mundial» está marcada para as 17 horas na Praça da República (Largo em frente à Câmara Municipal), onde serão apresentadas as classificações das equipas concorrentes.
Àss 20 horas terá início um jantar de gala onde se promoverá o bom convívio entre todos quantos visitaram o Sabugal.
jcl



















Fui para Lisboa porque os meus pais tiveram que daqui sair em busca de melhor sustento, já lá vão 49 anos.
Os terrenos beneficiados com esta intervenção do Ministério da Agricultura, que chega com três anos de atraso em relação ao previsto, situam-se nas freguesias do Sabugal, ao longo do rio Côa até à ponte nova do Sabugal, e nas Quintas de São Bartolomeu, nas zonas da Ínsua, Travessas e Paiã.


































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