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Bilhete Postal de Timor Leste - Por José Bispo
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Remetente: José Bispo

O vereador da Câmara Municipal do Sabugal, Joaquim Ricardo, emitiu um comunicado pormenorizando todo o processo em que se viu envolvido desde a votação e eleição para a presidência do Conselho de Administração da empresa municipal Sabugal+ e que culminou esta quinta-feira, 9 de Dezembro, com a sua demissão do cargo.

Joaquim Ricardo«COMUNICADO
Na sequência do convite que me foi dirigido pelo Senhor Presidente da Câmara para liderar o Conselho de Administração da Empresa Municipal Sabugal+ e que aceitei, disponibilizei-me para, gratuitamente e sem qualquer encargo para a empresa, exercer aquele cargo em acumulação com o exercício das funções de vereador a tempo inteiro.
O procedimento de nomeação, iniciado em 16-06-2010 e concluído em 14 de Julho do mesmo ano, foi objecto de alguma turbulência e até de uma eventual “irregularidade” processual, reclamada pela oposição socialista na vereação do Município.
De facto e num acto que considero anti-democrático e ilegal, os vereadores socialistas presentes “abandonaram” a reunião aquando da votação para a referida nomeação, tendo regressado pouco tempo depois para a discussão dos restantes pontos da ordem de trabalhos. Depois, vieram a terreiro dizer que a nomeação não respeitou a lei! Que o nomeado interveio na votação, quando, na opinião deles, estava impedido legalmente.
O procedimento descrito – ilegal ou não (não o discuto) – nunca fora posto em questão anteriormente. Basta referir que no anterior acto de nomeação, a própria Senhora Vereadora Sandra, estando presente na reunião, foi eleita por “unanimidade”, como vogal e em conjunto com os restantes membros, donde se conclui que os também ali impedidos votaram. Ninguém colocou a questão da ilegalidade do acto, donde se conclui, por isso e mais uma vez, total falta de coerência de atitude, quanto a actos absolutamente iguais.
Porém e não obstante o referido, em 22 de Julho de 2010, em carta que dirigi ao Senhor Presidente da Câmara, coloquei-lhe à disposição o lugar que ocupava no Conselho de Administração da Empresa Sabugal +, EM e, deste modo, contribuir para o restabelecimento do normal funcionamento do órgão principal daquela estratégica instituição ao serviço de todos os Sabugalenses.
Em reunião de Câmara do dia 28 de Julho de 2010 o Senhor Presidente, reiterou-me a sua inteira e incondicional confiança, assim como aos restantes membros do conselho de administração comunicando-me, entretanto, que iria solicitar pareceres jurídicos sobre o processo de nomeação, à CCDR-C e ANMP.
Fiquei-lhe grato pelas palavras de confiança que me dirigiu e bem assim à equipa que aceitei liderar e que aguardava a recepção dos referidos pareceres para depois agir em conformidade.
Logo que tomei conhecimento dos referidos pareceres e que levantam algumas dúvidas quanto ao procedimento de nomeação em causa, comuniquei aos restantes membros do Conselho de Administração, a minha firme intenção de me demitir, com efeitos imediatos e que iria transmitir essa minha intenção ao Senhor Presidente da Câmara.
Comuniquei ainda, não estar disponível para novo processo de nomeação que envolva a minha pessoa, pois entendo não ter condições psicológicas para tal, embora a verificar-se a minha disponibilidade teria, tenho a certeza, a confiança da Presidência para ser reeleito.
Não quero terminar sem deixar aqui uma última palavra de apreço para todos os colaboradores da Sabugal+ aos quais reconheço um grande profissionalismo e uma grande vontade de contribuir para um Sabugal com mais qualidade social, cultural e desportiva.
Não sou homem de meias palavras e não faço do poder a minha profissão.
Os cargos públicos não são propriedade de ninguém e a sua disponibilidade tem que ser efectiva e imediata a todo o momento: Foi o que fiz!
Os sabugalenses podem ter a certeza que continuarei a lutar na defesa das melhores opções para o desenvolvimento do nosso território.
Sabugal, 10 de Dezembro de 2010.
Joaquim Ricardo»

O comunicado foi publicado na íntegra.
jcl

As autoridades encontraram ontem, 10 de Dezembro, o corpo do jovem que se encontrava desaparecido em Penamacor desde a madrugada de quarta-feira.

O corpo encontrava-se dentro da ribeira de Ceife, submerso e preso em arbustos, a pouco mais de uma centena de metros do local onde fora localizado o carro em que viajava.
O jovem Fábio Gaspar, de 23 anos, saiu na quarta-feira de uma festa popular relacionada com a recolha de lenha para a fogueira de Natal em Penamacor. Depois deslocou-se ao terreno próximo do caminho agrícola que liga a zona do recinto religioso da Senhora do Incenso à freguesia de Pedrógão de São Pedro, tendo abandonado o local a meio da madrugada para regressar a casa, mas cerca das 5h30 ligou a uma amiga a pedir auxílio, que por sua vez alertou as autoridades.
O jovem disse à amiga que estava a entrar em hipotermia, sem contudo conseguir dar indicações precisas quanto à sua localização.
O carro que o jovem conduzia foi encontrado horas depois no leito da ribeira, iniciando-se então as buscas na zona envolvente, com a participação da GNR, bombeiros e populares.
O jovem era estudante de enfermagem na Escola Superior de Saúde da Guarda.
plb

A Câmara Municipal do Sabugal abriu concurso público para Concessão da Exploração Comercial e Turística do Balneário Termal do Cró, conforme publicação em Diário da República, de 3 de Dezembro de 2010.

Balneário das Termas do Cró

Os interessados poderão apresentar propostas até 16 de Janeiro de 2011 para a exploração comercial da estância termal.
A concessão terá o prazo de 20 anos, com a possibilidade de renovação por períodos sucessivos de 5 anos, até ao limite de 30.
O concurso agora aberto segue-se à conclusão da construção do balneário termal, adjudicada à empresa SOMAGUE pela Câmara Municipal, bem como da instalação de outras infra-estruturas fundamentais para o futuro desenvolvimento da estância termal. A edilidade apostou ainda na realização sucessiva de tratamentos num balneário provisório, através dos quais se testou o valor terapêutico das águas do Cró.
O Município espera agora pela plena reactivação desta antiga estância termal, a qual poderá conferir um grande impulso à região.
Para além do reconhecido valor terapêutico das águas termais, o projecto pode aproveitar as potencialidades turísticas da região.
plb

Teresa Duarte Reis - O Cheiro das Palavras - Capeia ArraianaEstamos no Advento, tempo de esperança e de vigilância. E, mesmo para as pessoas que não são crentes e eu respeito, esta mensagem pode ser benéfica. A leitura, cada um a fará como o seu coração quiser. Sim, que o coração também lê e tudo o quisermos pode ser por ele gerido. E, a propósito, ouvi um dia destes uma imagem bonita: «O coração não abre por fora, mas sim por dentro e cada um o pode abrir se quiser e para o que quiser.» Pois sugiro que abramos o coração nesta época, se não para o Menino, para um vizinho que vive só, para uma associação de beneficência ou, e porque não, para acabar uma quezília que nos gasta por dentro?

VIGIAR

É hora de vigiar.
Estar atenta ao Menino
Que vem
Para mim,
Para ti.

É hora de vigiar
Abrir o caminho aos outros
No sorriso
No perdão
Na tolerância.

É urgente ser farol
E irradiar luz,
Aquela luz pequenina
Que não quer elogios
Mas dar.
Que não quer destaques
Mas partilhar.
Que não quer ser vista
Mas iluminar.

E, atento,
Vigilante,
Preparo o meu coração
Sem cansaço,
Nem desalento.
Atento, sim
Mas corajoso.
Desperto, sim
Mas confiante.

E isto implica que tenho que estar preparado
Pois ando absorto
Na beleza
Das luzes vivas do progresso.
No desejo
Das coisas belas mas fúteis.
Na ansiedade
Da vitória desmedida.
Na vaidade
Do tão esperado sucesso!

Preciso parar!
Paro um pouco
E revejo a minha vida.
É urgente!
Detenho-me a observar
A simplicidade do Presépio
Na riqueza da partilha,
Na entrega total do Menino.

Então, enfrento os meus egoísmos
E tolero.
Agarro a minha vaidade
E partilho.
Detenho o meu orgulho
E cedo.
Assim, preparo o meu coração
Para a chegada
Do Senhor que vem.
Que vem sempre
Encher de esperança
Corações em sofrimento.
Sarar feridas
Abertas pelo ódio
E pela inveja.
O Senhor vem
Para abraçar a todos
Numa onda de Amor.

«O Cheiro das Palavras», poesia de Teresa Duarte Reis
netitas19@gmail.com

A segunda edição da Taça Hugo dos Santos em basquetebol vai decorrer de 14 a 16 de Janeiro de 2011 no pavilhão municipal do Sabugal.

Taça Hugo Santos - SabugalEste troféu é disputado pelos quatro primeiros classificados no final da primeira volta da fase regular da Liga Portuguesa de Basquetebol (LPB), que jogarão um minicampeonato (todos contra todos, em três dias) para atribuição da taça.
FC Porto, Benfica, Ginásio e CAB são os actuais quatro melhor classificados da Liga, quando faltam realizar quatro rondas para o final da primeira fase da competição que terá lugar a 9 de Janeiro de 2011.
A primeira edição foi conquistada pelo FC Porto que venceu a Ovarense na final por 74-53 num torneio realizado em Lagoa no Algarve num formato de oito equipas por eliminatórias.
O troféu serve de homenagem a Hugo dos Santos, antigo presidente federativo, já falecido.
jcl (com agência Lusa)

Um homem de 75 anos, reformado, residente na freguesia de Quadrazais, concelho do Sabugal, foi detido como presumível autor de um crime de posse de armas proibidas, pelo Núcleo Investigação Criminal (NIC) do Destacamento Territorial da GNR de Vilar Formoso.

A detenção ocorreu hoje, dia 9 de Dezembro, numa operação em que foram também apreendidas nove espingardas caçadeiras de 12 mm (uma das quais em situação legal), uma carabina de 12mm, uma arma branca e centenas de munições de diversos calibres.
A apreensão ocorreu na sequência de duas buscas domiciliárias, judicialmente autorizadas, relativamente a um processo de ameaças em investigação naquele NIC, desde o início do ano.
O suspeito encontra-se numa zona de detenção da GNR, a fim de ser presente no Tribunal Judicial da Comarca do Sabugal, para primeiro interrogatório e eventual aplicação de medidas de coacção.
plb

A Câmara Municipal do Sabugal não renovou o protocolo que mantinha com o Regimento de Engenharia de Espinho para a realização das obras da ligação do Alto do Espinhal ao nó de Belmonte da Auto-Estrada da Beira Interior (A23).

Ligação da auto-estrada ao SabugalCapeia Arraiana soube que a Câmara Municipal do Sabugal comunicou hoje, dia 9 de Dezembro, aos militares a a decisão de não renovação do protocolo, que terminara em 31 de Outubro. Uma avaliação da situação ditou esta decisão, que teve também em conta a situação financeira da autarquia.
A Câmara há algumas semanas que tentava marcar uma reunião com os comandantes militares, com vista à avaliação do protocolo, sem contudo o ter conseguido.
Esta comunicação fez suspender as obras por tempo indeterminado, desconhecendo-se se está prevista para breve alguma reavaliação da situação.
Na reunião do executivo que aconteceu hoje nos Paços do Concelho, este assunto não foi abordado, contudo esta decisão é o culminar de uma disputa política, com a oposição socialista a exigir a imediata suspensão das obras, e com o vereador do MPT, Joaquim Ricardo, a garantir que também se opunha à sua continuação. Também o presidente António Robalo dissera na última reunião do executivo que não havia condições para a execução da obra, a não ser que fosse a Administração Central a suportá-la.
As obras desta estrada iniciaram-se há alguns anos, estando ainda longe de estar concluídas.
plb

O vereador Joaquim Ricardo, eleito pelo Movimento do Partido da Terra (MPT) colocou à disposição o lugar de presidente do conselho de administração da empresa municipal Sabugal+, na sequência de pareceres da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro (CCDRC) que colocam em questão a legalidade da sua eleição para o cargo. O assunto está a ser discutido na reunião quinzenal do executivo municipal.

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(ACTUALIZAÇÃO) Foi eleito um novo Conselho de Administração na Empresa Municipal Sabugal+. O novo presidente é António Robalo mantendo-se os actuais vogais Vítor Proença e Fernanda Cruz.
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Joaquim RicardoA demissão foi anunciada aos demais vereadores do executivo municipal que está a decorrer desde as 10 horas de hoje. Essa foi a reacção do vereador face às manifestas dúvidas que os pareceres colocam quanto à sua eleição para o cargo, ocorrida no seio do executivo. Sem serem absolutamente conclusivos os pareceres apontam contudo para a existência de irregularidades.
O caso remonta a Junho deste ano, quando, na sequência da escolha de Joaquim Ricardo para vereador em permanência, o presidente da Câmara, António Robalo, apresentou a sua demissão de presidente do conselho de administração da empresa municipal, propondo de seguida o nome da Joaquim Ricardo para o substituir no lugar. Na ocasião os vereadores do PS abandonaram a reunião em protesto, tendo votado a nova proposta apenas os vereadores do PSD e do MPT, tendo Joaquim Ricardo saído eleito.
Os vereadores do PS reclamaram depois haver ilegalidade no acto, alegando que, face à lei, o vereador do MPT não poderia ter votado em si próprio para o lugar, devendo antes ter abandonado também a reunião, o que lhe retiraria quórum. Face às dúvidas suscitadas a Câmara Municipal pediu pareceres à ANMP e à CCDRC, que chegou há alguns dias, e que hoje foi analisado na reunião.
A reunião de vereadores vai prosseguir após o intervalo para almoço que agora decorre.
plb

Vindo de Espanha, «Cela 211» é um filme sobre prisões que aborda muito mais do que a simples vida atrás das grades.

Pedro Miguel Fernandes - Série B - Capeia ArraianaNa sua quarta longa-metragem como realizador Daniel Monzón leva-nos a uma prisão onde está prestes a iniciar um motim liderado por Malamadre, um grande vilão, que ficará como um dos grandes personagens do ano, interpretado por Luis Tosar. Ao mesmo tempo a narrativa apanha pelo meio Juan Oliver (o estreante Alberto Ammann), um novo guarda prisional que resolve visitar o seu posto de trabalho na véspera de entrar ao serviço e acaba por ficar do lado errado da prisão.
O que vamos assistindo é a infiltração de Juan Oliver no meio dos presos, onde se faz passar por um deles para não sofrer as consequências de ser uma presa fácil, e a sua evolução que resulta do desespero das notícias que lhe vão chegando do lado de fora. E o que inicialmente parecia ser um jovem tímido ansioso por conhecer os cantos à casa começa a tornar-se outra pessoa, mais vingativa, fruto do meio onde está inserido que o leva a praticar acções necessárias para a sua sobrevivência.
Cela 211Mas além desta evolução, «Cela 211» foca também muitas questões relacionadas com a vida nas prisões e os problemas neste tipo de sítios, que são apontados na lista de pedidos dos amotinados. O filme aborda ainda a forma como os prisioneiros bascos são vistos no meio prisional espanhol: tanto os presos como as autoridades os desprezam, devido às suas ligações ao terrorismo da ETA, (o sentimento é igual na outra parte) mas os três bascos acabam por ser fundamentais para as negociações em curso.
«Cela 211» é um filme forte (a cena inicial de um prisioneiro a cortar os pulsos diz-nos logo ao que vamos) que apesar de ser passado numa prisão acaba por não cair nos clichés do género. A prisão onde decorre maior parte da acção não é um espaço claustrofóbico, pelo menos isso não se sente, e Daniel Monzón conseguiu filmar bem a história, mesmo nas cenas mais movimentadas, onde tudo parece estar no sítio certo.
«Série B», opinião de Pedro Miguel Fernandes

pedrompfernandes@sapo.pt

As eleições na Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Sabugal são um momento de grande importância.

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»Há três anos atrás, recebi um convite que, desde o primeiro momento entendi como uma ordem, para me candidatar a Presidente da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Sabugal.
E uma ordem, primeiro, pelo papel que o meu pai já havia desempenhado, enquanto bombeiro e enquanto dirigente, segundo, porque pertencer aos órgãos dirigentes de uma Associação como esta, é para mim uma honra e um dever.
Nos últimos dias tive, enquanto Presidente da Assembleia Geral um dos momentos mais significativos, com a assinatura do edital que inicia o período eleitoral para a eleição de novos corpos directivos.
A disponibilidade de todos os associados para integrarem os corpos directivos é um dever inalienável e devia ser entendido como o passo mais importante de cada um.
E por isso, espero que os diferentes associados se movimentem para que até dia 20 de Dezembro seja possível contar com mais de uma lista candidata.
Mas se tal não se concretizar, espero e tudo farei para que se registe um elevado número de votantes no dia das eleições.
Estas são, aliás, umas eleições muito importantes, pois os próximos dirigentes continuarão a tarefa empreendida pelos actuais corpos directivos de dotar a Corporação com novas e mais dignas instalações.
Outro momento alto vivi-o na passada sexta-feira, quando acompanhei o Presidente da Direcção da Associação e o Comandante do Corpo de Bombeiros na assinatura do Protocolo de cedência de uma viatura de desencarceramento que, a partir daquele dia, estará ao serviço das populações do Concelho e do Distrito.
Trata-se de um equipamento que vem suprir uma lacuna na capacidade de socorro a veículos acidentados, sendo um veículo de grande qualidade e com equipamento do mais moderno que existe, salientando-se que os Bombeiros do Sabugal, em conjunto com os de Campo de Ourique e os Alcácer do Sal, foram a primeira Corporação do País a receber os novos veículos.
A cerimónia de entrega foi presidida pelo Ministro da Administração Interna que se encontrava acompanhado pelo Secretário de Estado da Protecção Civil, estando ainda presente e connosco partilhando aquele momento o Governador Civil da Guarda, entidade que também contribuiu para a aquisição da viatura.

Ps. Deveria concluir hoje a apresentação do Plano Estratégico para as Áreas de Baixa Densidade do Algarve, o que farei na próxima semana.
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos
(Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal)
rmlmatos@gmail.com

Novembro foi o mês da tradição e dos sabores em terras do Sabugal. Edição de Paula Pinto e Sara Castro com imagem de Sérgio Caetano da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

jcl

A Câmara Municipal do Sabugal e a CôaCaça organizam, com o apoio da Junta de Freguesia de Ruivós, uma batida à raposa e aos saca-rabos na Zona de Caça Municipal do Médio Côa. A concentração, para caçadores inscritos nas zonas de caça municipal, está marcada para as 8.00 horas de sábado, 11 de Dezembro, no Salão de Festas e Sede da Associação dos Amigos de Ruivós.

Batida Raposa Saca-Rabos Ruivós - Sabugal

O pequeno-almoço e almoço são oferecidos pela Junta de Freguesia de Ruivós.
jcl

No Paço da Cultura da Guarda está patente a colecção privada de presépios com cerca de 800 exemplares de Ana Manso. Reportagem de Paula Pinto e Andreia Marques da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

jcl

A Liga dos Amigos da Sacaparte, na freguesia de Alfaiates adjudicou as obras de restauro de paredes, cobertura e tectos da Capela da Sacaparte e apresentou contas da Liga e da Senhora do Carmo. Publicamos, de seguida o comunicado e os relatórios de contas.

Convento Sacaparte - Alfaiates«Alfaiates, 1 de Dezembro de 2010
A Direcção da Liga dos Amigos da Sacaparte deseja a todos um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de Esperança.
Relativamente às obras de Restauro de paredes, cobertura e tectos da Capela da Sacaparte informamos que foram pedidos orçamentos a todos os construtores de Alfaiates. Não houve interessados, pelo que foram pedidos orçamentos a firmas de outros locais, que depois de verificados e analisados, deliberou-se adjudicar a obra à firma «Tijolo Cruzado, Lda.» que apresentou as melhores condições, estando previsto o inicio da obra para 1 de Dezembro de 2010, a executar no prazo de 120 dias.
Agradecemos a todos quantos têm dado o seu contributo para o Santuário da Sacaparte esperando mais uma vez a vossa ajuda, pois o orçamento das obras é superior à quantia existente.
Se quiser dar o seu donativo poderá faze-lo através de envio por correio ou por transferência bancária, para o NIB – 0045 4025 40165780914 13 enviando o respectivo recibo de pagamento para Liga dos Amigos da Sacaparte, Centro Cultural e Recreativo de Alfaiates, 6320-081 Alfaiates, ou pelo e-mail: lasacaparte@hotmail.com
Poderá pedir esclarecimentos através dos contactos: Adérito Alves, 917546070; Francisco António Vaz, 965130273; José Amaral, 966238876; Joaquim Vaz, 962521158; e Justina Baltazar, 966133333.
Com os melhores cumprimentos e amizade,
A Direcção

Relatórios de contas. Aqui.
jcl

O Governador Civil da Guarda, Santinho Pacheco, iniciou esforços junto da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária para que as viaturas circulem obrigatoriamente com correntes quando aparecer a neve na cidade da Guarda. Edição de Paula Pinto e Sara Castro da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

jcl

A APEES – Associação de Pais e Encarregados de Educação do Sabugal reune em Assembleia Geral na sexta-feira, 10 de Dezembro, às 18.30 horas no Auditório Municipal do Sabugal.

APEES

«Convocatória
De acordo com o n.º 6 do Artigo 10.º dos Estatutos da APEES, tenho a honra de comunicar a V. Ex.ª que irá realizar-se uma Sessão Extraordinária da Assembleia Geral, no próximo dia 10 de Dezembro de 2010, pelas 18 horas e 30 minutos, no Salão do Auditório Municipal com a seguinte Ordem de Trabalho:
Antes da Ordem do Dia
Outros Assuntos
Ordem do Dia
1 – Apresentação dos novos Órgãos Sociais.
2 – Informação do Presidente da Direcção acerca da nova gerência.
3 – Apresentação de contas.
4 – Designação e autorização de um elemento para legalização de viatura, marca Citröen.
5 – Apresentação de minuta da alteração de estatutos.
O Presidente da Assembleia Geral,
Liliana Cristina Candeias Nunes»

jcl

A equipa da Rapoula da Côa recebeu e perdeu por 1-6 com o C.F. Lusitânia que lidera, à 7.ª jornada, o Campeonato Distrital de Futsal da Associação de Futebol da Guarda.

Rapoula Côa - Sabugal - Futsal

Uma entrada em jogo sem alma e sem fulgor da equipa da Rapoula do Côa permitiu à equipa adversária superiorizar-se nos minutos iniciais da partida, chegando facilmente à vantagem no marcador.
Num jogo em que nada parecia sair bem à equipa da Rapoula, com erros consecutivos na construção do jogo, sempre muito precipitada a sair para o ataque, a equipa demorou a entrar no jogo e acabou por chegar ao intervalo a perder por 0-3.
A entrada para a segunda metade do desafio, obrigou a equipa da casa a um trabalho maior, dada a desvantagem no marcador, tentando pressionar o adversário. Nos primeiros 10m a Rapoula consegue reduzir por intermédio de Hugo Fernandes, mas pouco tempo depois a equipa sofre mais um golo (1-4).
A equipa da Rapoula acusa, novamente o golo, começa a acumular demasiados erros e a actuar de forma intranquila. Quem aproveita e a jogar bem é a equipa do C. F. Lusitânia, para elevar o marcador para 1-5.
A partir deste momento a equipa da casa, passa a jogar com guarda-redes avançado, na possibilidade de aproveitar a vantagem numérica no ataque, mas sempre sem sucesso, apenas conseguindo enviar uma bola ao poste, mérito também, do Lusitânia que soube defender.
Já perto do final do jogo a equipa da casa sofre mais um golo (1-6), resultado que se manteve até ao final.
O Lusitânia veio ao Sabugal, mostrar porque lidera o campeonato, num jogo em que a equipa da Rapoula do Côa, esteve longe das suas capacidades já demonstradas em jogos anteriores!

Próximo jogo no dia 11 de Dezembro (19.00 horas): Almeida-Rapoula do Côa.
Marco Capela

Na internet nem tudo é verdade nem tudo é mentira. Ao início, a internet, era apenas, um sistema que permitia a pesquizadores de comunicarem entre eles e, lhes permitia um acesso à distância, aos computadores disponiveis para as pesquizas. Pouco a pouco tornou-se num conjunto mundial, de redes de computadores ligados entre eles, dando origem aquilo que conhecemos hoje.

Paulo AdãoNestes passos de gigante, em poucos anos tornou-se (quase) indispensavel para cada um de nós, não podendo passar sem Internet. Entrou pela porta dentro, nas nossas casas e hoje até nos autocarros, nos aviões, nos comboios, em jardins, cafés, etc, por tudo quanto é canto, existe uma ligação à Internet e a possibilidade de estar online, em contacto com qualquer outro canto do mundo.
Segundo a ONU, num relatório recente, no final deste ano, a Internet vai ultrapassar os 2 mil milhões de utilizadores, seja cerca de 30 por cento da população mundial.
Como em tantos outros temas ou asssuntos, no que toca à Internet as disparidades são também, mais que muitas. Segundo o mesmo relatório os países desenvolvidos apresentam indíces superiores a 70 por cento de cibernautas enquanto os países em desenvolvimento apresentam pouco mais de 20 por cento. A Africa, é o continente com menor percentagem de utilizadores apenas com 9,6 por cento enquanto 64 por cento da população europeia está online.
Falar (ou escrever) sobre Internet poderia ser, falar sobre tudo, como tudo aquilo que se pode encontrar na Internet, como tudo o que se pode fazer com a Internet, como tudo o que é bom ou mau na Internet.
Cada um dos utilizadores terá a sua própria opinião, cada um encontrará na Internet uma utilidade diferente. Consoante as nossas profissões, os nossos hobbies, a nossa vida pessoal, consoante a nossa situação, o nosso humor, cada um procura na Internet aquilo que mais lhe convem nom momento.
Há quem encontre na Internet uma resposta para tudo aquilo que procura, quem encontre na internet soluções para tudo. Há quem não faça confiança nenhuma à Internet, quem ache que a Internet se resume a «downloads ilegais», fotografias ou videos para maiores de 18 anos, ou coisas sem interesse e há os jovens, que não imaginam o que seria o mundo sem Internet.
InternetNão se pode falar de Internet, sem se falar das redes sociais. Grupos de «amigos» virtuais de dimensão enorme, redes profissionais, grupos religiosos. Qualquer tema, qualquer hobby, qualquer ideia é boa para lançar na internet, para partilhar, etc. O facebook indicava no verão passado, ter atingido os 500 milhões de utilizadores activos na sua rede.
De bom: o intercâmbio e a troca de ideias, a troca de opiniões, os conhecimentos sobre novas culturas, tradições, costumes. Muitos são os pontos positivos e também aqui cade um encontrará a positividade que lhe convem.
Do outro lado, existe o mau e o perigoso, por exemplo nas informações pessoais ou outras, que se partilham nestas redes. Recentemente, em França, algumas pessoas, foram demitidas das suas empresas, por terem falado mal dos patrões ou das empresas publicamente. Outras empresas, estão a utilizar as informações recolhidas nas redes sociais para selecionar os diferentes candidatos aos postos de trabalho. Da mesma cada um encontrará outros pontos negativos, consoante a sua experiência e utilização.
A comunicação ganhou outras dimensões com a Internet. Não há jornal ou outro meio de comunicação que não tenha o seu site online. Podemos seguir diariamente aquilo que de bom ou de mau se passa nas aldeias ou vilas onde nascemos, nas cidades ou nos países que visitámos ou conhecemos. Se antes da Internet, apenas se conheciam os grandes canais de televisão ou rádio, apenas se conheciam as notícias dos grandes jornais nacionais ou internacionais, hoje com a internet, podemos segiur as emissões das radios ou televisões locais, dando a todos a possibilidade de ser mais activos na vida local das regiões de cada um. Cada um de nós ganhou um espaço para se pronunciar em blogues ou sites, temáticos ou de âmbito geral, privados ou públicos. A internet deu-nos a possibilidade de escrever (como o fazemos aqui neste blogue), sobre aquilo que gostamos, sobre aquilo que criticamos ou gostariamos que fosse diferente. A liberdade de expressão é outra com a Internet.
Como qualquer teia de aranha, a internet não têm limites. Cabe a cada um dos utilizadores encontrar e definir os seus próprios limites nesta teia imensa. Cabe a cada utilizador, fazer boa utilização e saber separar o trigo do joio. Na Internet nem tudo é verdade nem tudo é mentira. A Internet é aquilo que nós quisermos que seja.
«Um lagarteiro em Paris», crónica de Paulo Adão

paulo.adao@free.fr

«Imagem da Semana» do Capeia Arraiana. Envie-nos a sua escolha para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com


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Data: 3 de Dezembro de 2010.
Local: Sabugal.
Autoria: Ana Sofia Tomé.
Legenda: Nevão no Sabugal.
jcl

O assador gigante de castanhas, que a Junta de Freguesia dos Fóios encomendou a um serralheiro de Aldeia Velha, vai até Salamanca, à feira Ecoraia, onde servirá para assar um magusto à portuguesa, que certamente maravilhará os visitantes do certame.

O presidente da Junta de Freguesia dos Fóios, José Manuel Campos, revelou que o assador foi solicitado por «alguns técnicos e políticos da Diputación de Salamanca que, há cerca de quinze dias, jantaram nos Fóios». A Junta aceitou prontamente o desafio e o assador, que já serviu com sucesso para assar as castanhas no magusto anual entre Fóios e Eljas, viajará até Espanha. E José Manuel Campos, não se ficará apenas pela cedência do novo equipamento: «Fóios associa-se ao evento levando trezentos quilos de castanhas, o respectivo assador gigante, dez garrafões de jeropiga, a caruma e a carqueja».
O magusto a servir aos visitantes da feira de Salamanca será portanto inteiramente do concelho do sabugal, mais propriamente dos Fóios, que é uma das freguesias que produzem mais castanha.
O magusto português acontecerá no primeiro dia da feira, no sábado, dia 11 de Dezembro, com o início marcado para as 15h30, hora portuguesa.
A Câmara Municipal do Sabugal vai participar nesta primeira Feira Transfronteiriça, que terá lugar nos dias 11 e 12 do corrente mês de Dezembro, através de alguns produtores do concelho do Sabugal que aí exporão os seus produtos, nomeadamente os enchidos da Rebolosa, os produtos da Colónia Agrícola de Martim Rei e os queijos da Lactibar.
plb

Haja saúde e coza o forno, diz o povo quando tem de se abstrair do acessório, apegando-se ao fundamental. A maior riqueza é o vigor físico e mental, que se obtém primeiramente pela abundância de alimento, desde sempre simbolizado pelo pão. Este sentir era mais vivido nos tempos que já lá vão, quando as nossas aldeias andavam prenhes de gente.

Para que o pão chegasse ao forno era necessário semear o cereal, ceifá-lo no tempo certo e carrejá-lo para a eira onde seria debulhado. A malha, assim se chamava à debulha, era efectuada à custa de força braçal, numa operação que juntava dezenas de pessoas na eira, em árdua e afanosa tarefa. A eira era, via de regra, património de toda a comunidade, usada em adua, segundo regras seculares que todos respeitavam. Em terras pedregosas, onde campeavam os grandes afloramentos graníticos, a eira era uma laja comprida e algo nivelada. O barroco servia de tapete aos molhos de cereal, que eram desatados pelas mulheres e dispostos em fila, com as espigas ao léu, voltadas para o centro. De volta os homens formavam duas alas e manejavam ao desafio o mangual, instrumento de madeira com que sovavam as espigas para que o grão se libertasse.
Em terras menos propensas ao lajedo, a eira era em qualquer lugar, ainda que fosse um lameiro, adaptado ao efeito durante esta fase. Claro que a laja ajudava à função, mas na sua falta a malha não deixava de se realizar, preparando-se de forma conveniente outro local para esse mesmo efeito.
O trabalho nas eiras era duro, mas de forte vivência colectiva. Era para lá que confluía o povo da aldeia durante todo o mês de Julho. Trabalhava-se duro, em sistema de ajuda mútua, e comia-se em abundância, sendo também muito o vinho que corria dos garrafões e borrachas para o bucho dos malhadores. Cantava-se ao desafio e dançava-se no final das jornadas, quando alguém burilava modas em acordeão ou em realejo. Bastas vezes a eira era local de contenda, sempre que zangas e rivalidades vinham à tona, instigadas pelo muito vinho emborcado, britando os pírtigos algumas cabeças.
As eiras, hoje abandonadas, estão em algumas povoações a ser destruídas. As lajas têm sido estoiradas para uso na construção. Nalguns casos foi sobre as pedras das eiras que se ergueram novas casas, num tremendo ataque ao património popular que cada aldeia deve preservar.
Paulo Leitão Batista

A freguesia acastelada de Vilar Maior, no concelho do Sabugal, é uma terra com séculos de história. No dia 5 de Dezembro foram comemorados os 500 anos do Foral Manuelino de Vilar Maior. Reportagem de Sara Castro com imagem de Sérgio Caetano da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

jcl

A I Feira Eco-Raia decorre no fim-de-semana de 11 e 12 de Dezembro de 2010 no Recinto de Feiras de Salamanca. A organização pertence à organização da Comunidade de Trabalho BIN-SAL (Beira Interior Norte – Salamanca) constituída pelos Municípios do Sabugal, Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Guarda, Manteigas, Mêda, Pinhel e Trancoso e pela Diputación de Salamanca.

Eco-Raia - SalamancaA I Feira Transfronteiriça de Produtores Ecológicos e Artesanais – Eco-Raia – pretende dinamizar o tecido produtivo e a coesão social do território, contando a mesma com a participação de mais de 100 produtores de ambos os lados da fronteira.
Durante a mostra serão distribuídos oito catálogos sectoriais (com uma tiragem de 18 mil exemplares) de produtores ecológicos e artesanais do território da BIN-SAL, como o azeite, vinho, queijo e derivados lácteos, enchidos ou mel a fim de realçar o valor deste tipo de produtos.
No recinto da feira de Salamanca realizar-se-ão acções de promoção económica entre produtores, restaurantes e empresas de distribuição deste tipo de produtos, com o objectivo de delinear estratégias conjuntas para o desenvolvimento do mercado transfronteiriço.

Página Oficial da I Feira Eco-Raia. Aqui.
jcl (com C.M. Sabugal)

Se por acaso eu explorar uma mulher sexualmente e disso ganhar dinheiro, perante a sociedade e a lei, não passo de um sórdido proxeneta. Como se chamam então aqueles que nos seus jornais privados publicitam centenas de mulheres que se prostituem, e disso arrecadam milhares e milhares de euros de lucro? Empresários da comunicação social, nem mais…

António EmidioHá um bom par de anos, ao beber uma cerveja num café aqui da nossa cidade, acompanhado de um amigo, cuja profissão está relacionada com a justiça, e que faz parte da diáspora concelhia, abri um jornal diário que estava no balcão e mostrei-lhe as páginas da publicidade referentes à prostituição. Fiz-lhe a pergunta com a qual começo este artigo. Ele respondeu-me tecnicamente e não moralmente, ou seja, segundo a justiça a diferença é abissal. Retorqui que não, com toda a delicadeza disse-me que eu estava a ser radical.
Acontece que presentemente a União Europeia está a tomar medidas para terminar com os anúncios de contactos (publicidade à prostituição), considerando isso proxenetismo. Empresários da imprensa privada, através dos seus lobbys, já conseguiram que governantes nos seus países tenham afirmado que ao eliminar os anúncios de prostituição não vai ajudar em nada a imprensa no actual momento de crise. O negócio dos anúncios de prostituição movimenta em alguns países europeus 40 milhões de euros anualmente.
Os anúncios também têm a sua parte dramática, há mulheres que são fotografadas pelos proxenetas e pelas máfias que as traficam, enviando depois tudo para jornais e revistas, acontece que os familiares delas ao terem acesso a esses meios de comunicação apercebem-se da vida que elas levam e, outras são chantageadas por tipos sem escrúpulos que as ameaçam que mostrarão tudo a familiares e amigos se por acaso não trabalharem também para eles.
Para terminar, querido leitor(a), aqui ficam alguns números referentes a sexo nas páginas da Internet: há 23 milhões de páginas de conteúdo pornográfico. Por segundo, acedem a elas perto de 30 mil internautas. Mas a pornografia infantil é a mais procurada, uma média diária de 120 mil procuras.
O negócio do sexo cada vez movimenta mais gente e dinheiro.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

O escritor Manuel Poppe esteve no Sabugal, onde visitou o castelo das cinco quinas, o que lhe inspirou a crónica publicada na Página de Cultura do Jornal de Notícias de domingo, dia 5 de Dezembro, intitulada «O Castelo e a Arte».

Manuel Poppe e Manuel António PinaO escritor de Lisboa, que cresceu e estudou na cidade da Guarda, e que correu mundo enquanto adido cultural em diversas embaixadas portuguesas, começou a sua crónica falando de um outro escritor português que também se maravilhou com o monumento: «Sant’Anna Dionísio escreveu, a propósito do Castelo do Sabugal: “A fisionomia da fortaleza tem a nitidez de uma iluminura de cancioneiro ou livro de horas”. E aponta-lhe a beleza despida e a harmonia que a imponente torre de menagem coroa.»
Manuel Poppe, revela que esteve recentemente na Casa do Castelo, «espécie de centro cultural, que divulga a cidade», onde almoçou com os proprietários, Natália e Romeu Bispo, visitando depois o castelo onde se impressionou com o facto do monumento estar desaproveitado.
«(…) levaram-me ao Castelo. Deslumbrante! E um lugar me impressionou e surpreendeu: o terreiro interior, espaçoso, elegante. Ali, o eco repete as palavras, prova de excelente acústica. Surpreendeu-me saber que pouco o aproveitam para iniciativas artísticas. Aquilo é um anfiteatro grego! Qual a razão do abandono? Tem, aliás, o necessário: palco, bancadas e camarins. Alguma vez o usaram, mas parece que baixaram os braços. Imaginei um ciclo de espectáculos: teatro, cinema, música. Coisa de relançar o Sabugal e atrair gente. Nada tem de impossível, tudo tem de conveniente. É um tesouro a não ignorar. Fico à espera – e serei o primeiro a querer bilhete. Ou aquela Câmara Municipal despreza a Cultura?»
plb

A adega particular é um espaço de convivência que se vai mantendo desde épocas remotas na generalidade das aldeias, ainda que os tempos a isso já não sejam propícios. A situação prevalece muito especialmente nos povoados que se inserem em regiões vinícolas, onde a vinha se mantém como cultura de apreciado rendimento.

Ao invés, há terras em que a vinha feneceu, transformando-se em matagal. Isso mesmo aconteceu nas terras raianas do concelho do Sabugal, onde antigamente todo o proprietário zeloso tinha a sua vinha, que tratava com o devido primor. Sem subsídios de ajuda à reconversão, nas zonas quedadas fora da orla de terrenos demarcados para a produção de vinho, deixaram apodrecer os pipos, dornas, prensas e demais instrumentos da feitura da pinga, ficando os lagares ao abandono ou transformados em arrecadações. Mas ainda há quem resista à pressão dos novos tempos.
Na adega, junto aos pipos e cubas pejados de vinho, o anfitrião recebia os convidados de sorriso rasgado, enxaguava numa tina o pichorro de barro ou de latão, volteava a torneira de madeira e enchia o recipiente, que depois cada um bebia de golpe e devolvia ao adegueiro que repetia o ritual até que a pinga chegasse a todos.
Se a carava era para durar, os amigos apenas sairiam após enjorcarem meia dúzia de canecos, arrancando depois dali para as demais adegas, porque todos, sucessivamente, queriam mostrar franqueza. Era ocasião para se contarem proezas e facécias, largar-se veredicto sobre a qualidade dos vinhos ou até para aprazar lautas patuscadas.
Os bebedores deambulavam pela aldeia, às noites ou nas tardes dos dias de guarda, numa roda-viva animada. Maior demora era onde o anfitrião decidia complementar a pinga com a oferta de uma mastiga. Podiam ser nozes e amêndoas que se escarcham a martelo. Outras vezes apresentavam-se azeitonas e tremoços (os chochos). Os mais francos traziam chouriças, que partiam às rodelas, ou um naco de presunto, que uma navalha afiada ia cortando em lascas finas.
Contudo, um dos mais apreciados petiscos das adegas era o pimento curtido. O dono da casa lançava a mão a uma malga e mergulhava uma gadanha na tina ou pote de barro onde os pimentos estavam envolvidos em vinagre. A tigela, encimada de pimentos carnudos, era abrangida aos convivas que, num credo, os rasgavam em pedaços e comiam com gosto. Ao lado estava sempre o corcho do sal, de onde alguns retiravam umas pedrinhas que esborralhavam sobre a tira de pimento, para lhe conferir melhor paladar. E ali se passavam momentos especiais, saboreando o precioso néctar que saía da cuba ou da barrica.
Este tipo de convívio já é raro nas nossas aldeias, que, progressivamente, vão ficando carentes de gente e dos bons produtos da lavoura de outrora.

Sabemos que a iniciativa «Rota das Adegas», realizada no sábado, dia 4 de Dezembro, em Ruivós, foi um sucesso. Isso demonstra bem que há tradições que merece a pena preservar, como a de produzir em cada ano alguns almudes de bom vinho «graminês», nem que seja para beber com os amigos nos dias de festa.
Paulo Leitão Batista

No sábado, 4 de Dezembro de 2010, recordaram-se em Ruivós todos os antigos agricultores da aldeia retomando a Rota das Adegas para provar o vinho novo. Há memórias que nunca devem acabar num concelho conhecido pelo contrabando e pela excelência dos seus produtos agrícolas. A solução para o futuro do concelho do Sabugal pode estar na aposta numa agricultura de qualidade com produtos «de contrabando» directamente do produtor para o consumidor. Reportagem de Sara Castro com imagem de Sérgio Caetano da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

jcl

No sábado, 4 de Dezembro de 2010, recordaram-se em Ruivós todos os antigos agricultores da aldeia retomando a Rota das Adegas para provar o vinho novo. Há memórias que nunca devem acabar num concelho conhecido pelo contrabando e pela excelência dos seus produtos agrícolas. A solução para o futuro do concelho do Sabugal pode estar na aposta numa agricultura de qualidade com produtos «de contrabando» directamente do produtor para o consumidor.

Rota das Adegas 2010 - Ruivós

Há momentos da nossa vida que ficam registados para sempre. A Rota das Adegas 2010 agendada para sábado, 4 de Dezembro, reuniu em Ruivós cerca de uma centena de amigos que quiseram passar um dia diferente.
Tudo começou no Sabugal no bar do Tó de Ruivós com uma conversa sobre chocalhos que derivou para uma contagem de quantas adegas tinham aberto a porta na última vindima. «Humm! Ora conta-as lá. Foram cerca de 20», afirmou com aquele ar de certeza absoluta. Ideia puxa ideia e tudo fica logo ali decidido. «Vamos fazer a rota das adegas e proporcionar uma alegria aos velhotes que andam sempre a dizer que agora a malta nova já não bebe vinho», acrescentou o Tó.
A ideia foi apresentada ao Manuel Leitão, alcalde de Ruivós, que desde logo a «apadrinhou» e acrescentou mais alguns pormenores para engrandecer o encontro.
O tempo pregou uma partida aos organizadores. O forte nevão da noite de quinta e madrugada de sexta-feira cobriu com um imenso manto branco a freguesia e invalidou a concentração de cavaleiros preocupados com o gelo que apareceu um pouco por todo o lado. Igualmente o desfile do mundo rural foi remarcado para a segunda edição em 2011.
Ao salão de festas e sede da Associação dos Amigos de Ruivós foram chegando, pouco a pouco, os participantes. Por volta do meio-dia, junto aos assadores, foi içado o marrano preso pelo chambaril e logo ali foi desmanchado com mestria pelo Amândio do Talho do Mini Preço.
Após o almoço teve início a primeira edição da Rota das Adegas de Ruivós ao som da concertina e dos bombos de Badamalos. Com as canecas baloiçando penduradas no pescoço os rotistas visitaram as adegas de Manuel Leitão, Mário Martins, José Caramelo, Amadeu Filipe, Joaquim Pires, Manuel Leitão Caramelo, Joaquim Neves, José Carlos Lages, Joaquim (Quim da Zézinha), José Aurélio Caramelo, Francisco da Rapoula, Lourenço Caramelo, Francisco Vasco, Porfírio Leitão e finalmente Maximino Leitão. A meio do percurso um telefonema de Paris de Gabriel Martins convidava todos os participantes a passarem, também, pela sua adega entretanto aberta por um familiar.
Ao longo do percurso muitos foram os momentos de animação e de camaradagem entre todos numa salutar e bem-disposta atitude de desprendimento e união.
«Pertencemos a uma região de contrabandistas, no entanto, não temos nenhuma região demarcada. É chegado o tempo de fazer contrabando com o nosso vinho e promovê-lo directamente no consumidor», defendeu António Robalo, presidente da Câmara Municipal do Sabugal, na adega de Mário Martins, a segunda do mapa da rota.
O anterior presidente do município sabugalense, Manuel Rito, congratulou-se com a iniciativa e defendeu «a realização em 2011 da segunda edição».
António Morgado que foi, igualmente, presidente da autarquia raiana considerou que «há ideias simples que se transformam em momentos bem passados» acrescentando que deu «o tempo passado em Ruivós por bem empregue».
Registe-se ainda a presença de mais de uma dezena de presidentes de junta de freguesia do concelho do Sabugal e a participação especialíssima de Santinho Pacheco, Governador Civil da Guarda, que correspondeu com muita simpatia ao convite que lhe foi feito durante o Encontro de Tractoristas que decorreu em Pinhel.
A Rota das Adegas tinha um grande objectivo que foi alcançado: recordar e homenagear os que já partiram e que tantas vezes passaram as umbreiras das portas das adegas que agora voltaram a abrir para cumprir um ritual tantas vezes repetido na aldeia. A Rota das Adegas servia em tempos que já lá vão como desculpa para tardes (e noites) de boa disposição, amizade e união em Ruivós.
E agora resta esperar pela segunda edição. Com ou sem neve.

1 – Um bem-haja muito grande a todos os produtores de vinho caseiro de Ruivós que «alinharam» na Rota das Adegas recebendo todos os participantes com muita simpatia.
2 – Um bem-haja a todas as senhoras que colaboraram na cozinha na feitura das refeições.
3 – É tempo de apostar neste vinho caseiro e transformá-lo numa oportunidade. Considero até que a melhor forma de inverter esta desgraçada desertificação do nosso concelho é investir numa agricultura de qualidade. O futuro e a saída da crise passam pela aposta honesta e corajosa na produção agrícola adaptada ao século XXI.

jcl

No sábado, 4 de Dezembro de 2010, recordaram-se em Ruivós todos os antigos agricultores da aldeia retomando a Rota das Adegas para provar o vinho novo. Há memórias que nunca devem acabar num concelho conhecido pelo contrabando e pela excelência dos seus produtos agrícolas. A solução para o futuro do concelho do Sabugal pode estar na aposta numa agricultura de qualidade com produtos «de contrabando» directamente do produtor para o consumidor.

GALERIA DE IMAGENS  – ROTA DAS ADEGAS  –  4-12-2010
Fotos Capeia Arraiana –  Clique nas imagens para ampliar

jcl

No sábado, 4 de Dezembro de 2010, recordaram-se em Ruivós todos os antigos agricultores da aldeia retomando a Rota das Adegas para provar o vinho novo. Há memórias que nunca devem acabar num concelho conhecido pelo contrabando e pela excelência dos seus produtos agrícolas. A solução para o futuro do concelho do Sabugal pode estar na aposta numa agricultura de qualidade com produtos «de contrabando» directamente do produtor para o consumidor.

GALERIA DE IMAGENS  – ROTA DAS ADEGAS  –  4-12-2010
Fotos Capeia Arraiana –  Clique nas imagens para ampliar

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No sábado, 4 de Dezembro de 2010, recordaram-se em Ruivós todos os antigos agricultores da aldeia retomando a Rota das Adegas para provar o vinho novo. Há memórias que nunca devem acabar num concelho conhecido pelo contrabando e pela excelência dos seus produtos agrícolas. A solução para o futuro do concelho do Sabugal pode estar na aposta numa agricultura de qualidade com produtos «de contrabando» directamente do produtor para o consumidor.

GALERIA DE IMAGENS  – ROTA DAS ADEGAS  –  4-12-2010
Fotos Capeia Arraiana –  Clique nas imagens para ampliar

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No sábado, 4 de Dezembro de 2010, recordaram-se em Ruivós todos os antigos agricultores da aldeia retomando a Rota das Adegas para provar o vinho novo. Há memórias que nunca devem acabar num concelho conhecido pelo contrabando e pela excelência dos seus produtos agrícolas. A solução para o futuro do concelho do Sabugal pode estar na aposta numa agricultura de qualidade com produtos «de contrabando» directamente do produtor para o consumidor.

jcl

A fotografia que acompanha esta crónica, embora não muito nítida, refere-se à primeira incorporação de bombeiros do Soito, em 1982. A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Soito foi fundada em 5 de Junho de 1981. Esta fotografia é, presumivelmente, da Primavera de 1982.

Bombeiros Voluntários Soito

João Aristides Duarte - «Memória, Memórias...»Os bombeiros começaram por ter ao seu serviço apenas uma ambulância, a que se seguiu um carro que servia para o transporte de pessoal e de material como pás e enxadas, para combater os incêndios florestais. Não havia, praticamente, mais nenhum equipamento que os primeiros bombeiros do Soito pudessem utilizar.
Para se organizar o corpo de bombeiros no Soito contou-se com a colaboração voluntária de instrutores que vinham da Guarda e do Sabugal, ajudar na formação.
O primeiro comandante dos Bombeiros Voluntários do Soito foi o sr. José Freire, que foi, mais tarde, Presidente da Câmara Municipal do Sabugal.
Como adjuntos do comandante encontravam-se o senhor Ireneu Coelho (que seria, mais tarde, comandante) e outro senhor que no Soito era conhecido por Quintanilha, que era empregado da Cristalina.
O fardamento dos bombeiros era constituído por fato-macaco de cor azul, no que se refere ao combate a incêndios e calças azuis e umas camisas brancas (oferecidas pelas Confecções Univest), no caso do fardamento para cerimónias (que é o que se encontra na fotografia). Nem sei bem se este fardamento era considerado oficial pelas autoridades que supervisionavam os Bombeiros, na época.
Os Bombeiros do Soito foram instalar-se no Pavilhão Gimnodesportivo, construído pelo Povo do Soito, para sede da Associação Cultural e Desportiva do Soito, fundada em 1977 e, nesta época, desactivada. A ACDS chegou a ter pergaminhos numa modalidade chamada luta greco-romana (treinada pelo Zé Freire). Alguns dos praticantes dessa modalidade, no Soito, chegaram a ser campeões distritais e bateram-se bem em torneios de nível nacional.
Na foto pode ver-se o Pavilhão Gimnodesportivo ainda com as paredes em blocos de cimento e o anexo ainda em construção.
Talvez perto de trinta rapazes formaram a primeira incorporação dos bombeiros do Soito.
Alguns já faleceram e outros foram abandonando, por diversos motivos. Hoje, restam apenas cinco ou seis que ainda continuam bombeiros no Soito, entre os quais o actual comandante, sr. Joaquim Barata.
Na foto, em primeiro plano, vê-se uma criança fardada que me parece ser Filipe Frade, que era conhecido pelo Filipe Bombeirinho e nunca chegou, efectivamente, a ser bombeiro a sério.
O autor desta crónica pertenceria ao corpo de bombeiros do Soito na segunda incorporação, em 1983, e passou ao Quadro de Honra em Dezembro de 2009.
«Memórias, Memórias…», opinião de João Aristides Duarte

(Deputado da Assembleia Municipal do Sabugal)
akapunkrural@gmail.com

O Sporting do Sabugal venceu, em casa, o G.C. Figueirense por 3-1 e beneficiou dos empates do G.D.V.N. Foz Côa e do S.C. Mêda.

Sporting Clube SabugalJogou-se no Municipal do Sabugal o desafio que pôs frente a frente o S.C. Sabugal e o G.C. Figueirense, tendo a equipa da casa por três bolas a uma.
Foi um jogo realizado num terreno impróprio para a pratica do futebol devido à neve que se tinha acumulado no dia anterior e somando a chuva intensa que caiu durante o jogo transformou o jogo numa autêntica lotaria. Adiantou-se a equipa visitante fruto de um golo marcado quando iam decorridos os primeiros trinta minutos de jogo tendo o S.C. Sabugal empatado de imediato através de um grande golo de Pedro.
Com o início da segunda parte o S.C. Sabugal tomou as rédeas do jogo tendo num curto espaço de tempo marcado dois golos e a partir daí limitou-se a gerir o tempo. De realçar, que para que o jogo terminasse, foi necessário desde o meio do segundo tempo recorrer à luz artificial. Com este resultado e beneficiando do empate do G.D.V.N. Foz Côa em casa com o U.D. Pinhelenses, e do empate do S.C. Meda em A.D. Vila Cortez, o S.C. Sabugal ficou assim isolado no segundo lugar da tabela classificativa a um ponto do líder Foz Côa.
Devido ao mau tempo não se realizaram três dos cinco jogos das camadas do clube agendados neste fim-de-semana, juniores, iniciados e futebol feminino ficam assim a aguardar nova data para os encontros, os juvenis deslocaram-se a Seia de onde saíram derrotados por 3 bolas a uma.
Na próxima quarta-feira a equipa sénior do S.C. Sabugal desloca-se a Gouveia para defrontar a equipa da casa, a contar para a segunda eliminatória da taça de honra Prof. Dr. Madeira Grilo, este desafio põe frente a frente os dois finalistas da edição anterior 2009-2010.
Cláudia Janela

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FESTA DE SÃO PAULO
25 de Janeiro de 2012

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