You are currently browsing the daily archive for Julho 10th, 2008.
A «Imagem do dia» e a «Imagem da Semana» são dois destaques em imagens sobre acontecimentos, momentos ou recordações relevantes. Ficamos à espera que nos envie a sua escolha para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com
Local: Casa do Concelho do Sabugal.
Legenda: Visita dos ilustres deputados Jorge Seguro Sanches (PS por Penamacor) e João Carloto Marques (MPT por Setúbal).
Enviada por: Capeia Arraiana.
Clique na imagem para ampliar
No dia 14 de Agosto, em Vale de Espinho, na Casa do Povo, pelas 17 horas, será feito o lançamento do livro «Viagens na minha infância – Lembranças romanescas», escrito por Joaquim Tenreira Martins, natural desta terra raiana, em presença de familiares, personalidades portuguesas e espanholas e de amigos provenientes de várias regiões do país.
Pela mesma ocasião, será apresentada a criação da editora Côa-Águeda, com sede provisória no Centro Cívico de Fóios, que, em parceria com a editora O Progresso da Foz, do Porto, pretende dar uma achega ao desenvolvimento desta zona raiana portuguesa e espanhola, através da edição de livros escritos pelas gentes de valor dispersas um pouco por toda a parte.
O livro «Viagens na minha infância – Lembranças romanescas» de Joaquim Tenreira Martins, com o prefácio de João Fatela, será o primeiro das edições Côa-Águeda, esperando que outros autores naturais ou adoptivos desta zona raiana portuguesa e espanhola possam publicar nela as suas obras no capítulo da escrita, seja ela de ficção ou ensaística.
A publicação interessará certamente jovens e pessoas de mais idade. Em companhia calorosa de seu pai, o autor descreve-nos o ambiente fascinante de uma aldeia de há 50 anos, através do olhar admirativo e maravilhado de uma criança.
Os mais idosos recordarão tradições horizontes, lugares, pessoas que nos moldaram ao longo da nossa vida e que continuam a viver connosco onde quer que estejamos.
Para os mais novos a história leva-os para uma ambiente digno de Harry Potter. Não faltam histórias de bruxas, de lobisomens, de anjos maléficos, de senhoras da má-hora, de lobos e de outros medos de carácter universal que também perpassavam naquela aldeia.
O autor, juntamente com o editor, Joaquim Pinto da Silva, escolheram esta altura de Verão em que naturais de Vale de Espinho, provenientes dos mais variados cantos de Portugal e do estrangeiro, se encontram na terra. É o momento de lembrar tradições, que, quer queiramos quer não, construíram o nosso imaginário e nos ajudaram a viver.
No final do livro o autor insere um glossário de perto de mil palavras típicas desta aldeia do interior raiana que ou não se encontram ainda no dicionário ou têm aqui um sentido diferente.
Alguns dados sobre o autor
Joaquim José Tenreira Martins nasceu em 1945, em Vale de Espinho, Concelho de Sabugal, zona raiana, perto da nascente do Côa e da Serra da Malcata.
Fixou-se na Bélgica em 1972 onde fez estudos de Assistente Social. Concluiu a Licenciatura em Ciências Políticas (Universidade Católica de Lovaina) e posteriormente a Maîtrise em Direito (Universidades de Lovaina e de Lille). Foi Professor de português, durante dez anos no ISCID (Institut Supérieur de Commerce International de Dunkerke, Universidade do Litoral, França).
Trabalha no Serviço Social e Jurídico da Embaixada de Portugal em Bruxelas, mas o seu ambiente familiar é essencialmente belga.
Casado, pai de 3 filhas, foi a sua mulher, belga, que lhe sugeriu a ideia de transpor em livro o ambiente da sua infância, esperando que a língua paterna possa também ser transmitida e saboreada pelos seus, na falta de serões, como nos seus tempos de menino.
Joaquim Tenreira Martins
Decorre esta quinta-feira, 10 de Julho, no Salão Nobre da Universidade Aberta (UAb), em Lisboa, a cerimónia de assinatura dos protocolos de cooperação com vista à criação de Centros Locais de Aprendizagem (CLA) nos concelhos do Sabugal, Mêda, Peso da Régua, Ponte de Lima, Abrantes, Coruche, Grândola, Silves e Ribeira Grande nos Açores. O Capeia Arraiana aproveita para destacar a grande importância deste acto solene com uma entrevista ao Reitor da Universidade Aberta, Prof. Doutor Carlos Reis.
– A Universidade Aberta é uma universidade pública de ensino a distância vocacionada para um público adulto e com actividade profissional. Quantos alunos e quantos cursos tem actualmente?
– Actualmente temos cerca de 10 mil alunos, 15 licenciaturas e 19 mestrados.
– O que pretende a Universidade Aberta com os Centros de Aprendizagem Local?
– Os Centro de Aprendizagem Local destinam-se, antes de mais, a reajustar a estrutura de centros de apoio da UAb que, por razões diversas, foram perdendo algumas das suas funcionalidades ao longo dos anos. Não menos importante do que isso, todavia, é fazer dos CLAs estruturas de contacto directo com as populações e, naturalmente, também com os nossos estudantes, numa óptica de aprofundamento da missão social da universidade.
– Qual é o critério para a instalação de um Centro de Aprendizagem Local?
– Procuramos localidades que, dispondo de boas acessibilidades, estejam desprovidas de oferta de ensino superior. Ao mesmo tempo vamos privilegiando locais às vezes situados em espaços de interioridade, por isso mesmo disponíveis para projectos de intervenção académica e cultural como estes.
– Como têm decorrido as conversações entre a Universidade Aberta e a Câmara Municipal do Sabugal?
– O meu Pró-Reitor, Prof. Domingos Caeiro, conduziu as conversações. E pelo que sei, elas transcorreram num clima de grande abertura e espírito de entendimento. A lógica da parceria que subjaz à instalação dos CLAs está a ser integralmente cumprida no Sabugal, graças ao espírito de abertura da Câmara Municipal.
– Já está definida a data de arranque do Centro no Sabugal?
– Em princípio, o Centro do Sabugal abrirá, tal como os restantes, em meados de Setembro, a tempo do início do ano lectivo de 2008-2009.
– O Processo de Bolonha alterou as estruturas dos cursos superiores. Quantas cadeiras vão ser disponibilizadas no Sabugal?
– Não se trata de disponibilizar cadeiras nos CLAs; as nossas unidades lectivas estão todas elas disponíveis para quem procura a UAb. O que o CLA do Sabugal pode (e deve) propiciar é o estímulo e o acompanhamento dos nossos alunos. Os presentes e os futuros.
– E para terminar gostaríamos de saber se conhece as Terras de Ribacôa?
– Confesso que não. Quem sabe se a inauguração formal do CLA do Sabugal não será a oportunidade para colmatar esta lacuna?
jcl
A definição de uma estratégia de desenvolvimento do Concelho é uma tarefa colectiva, para a qual todos temos o dever de contribuir.
Termino hoje a apresentação dos projectos que considero estruturantes para a melhoria da Eficiência da Governação autárquica.
Programa «Parcerias Câmara Municipal – Juntas de Freguesia», assentando em:
– Delegação de amplas competências para as Juntas de Freguesia baseadas em Protocolo Geral a estabelecer entre as partes, completado por Protocolos específicos que atendam às características de cada freguesia;
– Estabelecimento de regras claras e universais de transferência de verbas para as JF, nos termos dos Protocolos estabelecidos;
– Realização de reuniões formais trimestrais entre o Executivo Camarário e as Juntas de Freguesia;
– Afectação de, pelo menos, 10% do Orçamento de Investimento (Plano Plurianual de Investimentos), para execução pela Câmara de obras indicadas pelas Juntas de Freguesia, sendo a distribuição de verbas acordada em reunião conjunta, espressamente convocada para o efeito.
Programa «Parcerias Câmara Municipal – Movimento Associativo», assentando em:
– Estabelecimento pela Câmara Municipal de regras claras e universais de comparticipações financeiras e de outros apoios materiais;
– Protocolização pública dos acordos estabelecidos com o Movimento Associativo;
– Estabelecimento de condições e valores máximos de comparticipação para a construção de instalações pelo Movimento Associativo.
A formalização pública através de protocolos dos acordos estabelecidos pela Câmara Municipal com as Juntas de Freguesia e o Movimento Associativo, contribui para a transparência dos actos cometidos, e para garantir uma posição de igualdade de todos os intervenientes, ultrapassando-se desta forma climas de alguma suspeição de favorecimento.
Esta é também a única atitude que transforma as Juntas de Freguesia e o Movimento Associativo em parceiros privilegiados do processo de desenvolvimento sustentado do Concelho, não ostracizando, nem subalternizando estas entidades.
ps. Quando na última crónica identifiquei como estratégica a simplificação da Administração Local, não sabia da apresentação do Programa SIMPLEX Autárquico. Dada a importância que atribuo a esta questão, a ela voltarei na próxima crónica.
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos
ramiro.matos@netcabo.pt


Clique para visitar a Habisabugal
Clique para ampliar
Clique para ampliar
Clique para ampliar
Clique para ampliar
Clique para ampliar
Clique para ver a página do tocador
Clique para ver a página Tutatux
Clique para ver a página web
Clique para ver artigos relacionados
Clique para ver a página web




Clicar na imagem para aceder
à página principal do Capeia Arraiana
Clicar na imagem para ouvir
a emissão online da Rádio Caria
Clicar na imagem para ver
a emissão online da LocalVisão TV
Comentários recentes