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A Galp Energia assinou hoje um acordo para a aquisição da participação da ExxonMobil Mediterranea na Esso Espanola e na Esso Portuguesa.

Galp EnergiaA transacção, que representa um volume de vendas de cerca de um milhão de toneladas de produtos petrolíferos por ano, inclui a rede ibérica de estações de serviço da ExxonMobil, actualmente constituída por 130 estações de serviço e os negócios de wholesale, GPL, aviação e indústria.
O acordo inclui ainda a transferência para a Galp Energia da maioria do negócio de lubrificantes da ExxonMobil Petroleum and Chemical, BVBA, em Portugal e Espanha. Excluídos do acordo estão os negócios de asfaltos em Espanha, lubrificantes para aviação, marinha, lubrificantes de marca própria, parafinas, white oils e óleos base.
Uma vez que a transacção será realizada através da venda de participações, todos os contratos e acordos comerciais existentes, bem como os contratos de trabalho em vigor, manter-se-ão válidos após a data da conclusão.
As partes acordaram manter sob sigilo o valor da transacção que fica agora sujeita à aprovação das autoridades competentes.
jcl

Os Bombeiros Voluntários de Penamacor organizam no sábado, 26 de Abril, noite de lua cheia, a 1.ª Marcha Nocturna «As Fontes» com passagem pelos mais belos chafarizes da região.

Fonte do Poço Carvalho VelhoImagens da Caminhada

 

 

 

 

 

 

Com o lema «Caminhe pelo seu bem-estar» está agendada mais uma caminhada organizada pelos Bombeiros Voluntários de Penamacor.
Após 11 passeios pedestres com grande adesão a novidade da proposta de mais um evento está no horário.
A organização desafia todos os interessados para uma caminhada nocturna em noite de lua cheia com uma distância de 11,5 quilómetros por algumas das mais belas fontes de Penamacor.
A concentração para a «1.ª Marcha Nocturna As Fontes» está marcada para as 21 horas na sede da Associação.
As inscrições são gratuitas mas limitadas e podem ser feitas através da Central de Rádio dos Bombeiros de Penamacor ou do telefone 277 394 122.
jcl

Os primeiros 30 anos de vida de Churchill foram repletos de aventura: marchas nocturnas, cargas de cavalaria, escaramuças fronteiriças, a fuga de um campo de prisioneiros bóeres e até uma visita às guerrilhas em Cuba.

Aclamado como o seu melhor livro, «Os Meus Primeiros Anos» foi originalmente publicado em 1930 e abarca o período que vai desde o nascimento do autor, em 1874, até ao seu casamento, em 1908. Foi adaptado ao cinema em 1972 por Richard Attenborough num filme chamado Young Winston (O Jovem Leão).
«Só neste Inverno de 1896, quando estava prestes a completar o meu vigésimo segundo ano, cresceu em mim o desejo de aprender. Comecei a sentir que me faltavam conhecimentos, por mais vagos que fossem, sobre muitas das grandes esferas do conhecimento. Reunira um vasto vocabulário e tinha um gosto especial pelas palavras e pela forma como se adaptavam e se encaixavam nos devidos lugares, como moedas na ranhura de uma máquina. Dei comigo a utilizar muitas palavras cujo significado não conseguia definir com exactidão. Admirava essas palavras, mas receava utilizá-las com medo de parecer absurdo. A julgar pelo contexto, pensei que poderia significar «o espírito das escolas privadas», «respeitar as regras do jogo», «esprit de corps», «comportamento honroso», «patriotismo» e coisas semelhantes.» (Winston Churchill).
Mas este livro é mais do que uma história de aventuras. É também um relato elegíaco do período que antecedeu a Primeira Guerra Mundial e um retrato aprofundado de uma das mais brilhantes personalidades do século XX, através das palavras do próprio. Aqui se encontram as raízes de uma incansável energia e ambição nascida de pais ausentes e escolaridade deficiente. Um livro fundamental para quem quiser perceber quem foi afinal essa fascinante personalidade de nome Winston Churchill.
Winston Churchill – Os Meus Primeiros Anos», de Winston Churchill, 392 pgs., Colecção o Passado e o Presente, «Guerra e Paz-Editores», 22.00 euros.
Ana Paula Sousa

– Considerações finais – Quando iniciei os escritos sobre o Colégio tive como primeira intenção, recordar alguns passos da sua história, ainda que superficial, como referi na altura.

Esteves Carreirinha - Ecos da AldeiaÀ medida que fui avançando, também fiquei impressionado, ao recordar algumas das suas peripécias, passadas há muitos anos, muitas outras mais haverá, ainda com grande interesse, mas ficando com uma sensação de algum vazio, ao contemplar o Colégio, de cada vez que nos deslocamos a Aldeia da Ponte.
Para além de todos os factos relatados, é com alguma pena, que verificamos o estado da Igreja, sendo um sentimento partilhado por muitos conterrâneos, que veriam com bons olhos a sua recuperação, cuja degradação poderá vir a constituir um perigo para as casas vizinhas, em caso de uma derrocada, que não se deseja, para bem do património do Colégio e da nossa Aldeia.
Os monumentos, como todas as construções não são eternas, como é fácil perceber, precisam de manutenções ou reparações, que se impõem, devido ao desgaste, ao longo dos tempos. Se, se deixarem degradar e não se acudirem, um dia, poderão desabar. Está neste caso o telhado da Igreja, que ameaça vir abaixo. Quando isso acontecer, vamos contemplar, da nova estrada, uma imagem nada consentânea com a beleza da nossa Aldeia, tornando-a menos atractiva com esta vista menos boa.
Nada nos move contra ninguém, nem podia ser de outro modo, a não ser deixar aqui o meu contributo, ainda que modesto, para um melhor conhecimento da história antiga e alguma mais recente do Colégio, no sentido de apelar a um esforço, dando visibilidade a este assunto, no sentido de se encontrar uma solução, que honre todas as partes envolvidas.
Antigo Colégio de Aldeia da PonteO único interesse, como o de muitos outros, é meramente, chamar a atenção para a realidade do Colégio, sem subterfúgios de ordem nenhuma, tentando que estes escritos sirvam para sensibilizar as famílias que detêm a Igreja, caso tenham oportunidade de os ler, esperando algum eventual acolhimento ou abertura, que estará sempre dependente dos proprietários, como é bom de ver. Estes são a parte mais importante, pois são os detentores do espaço.
Em 2002, com a construção dos Balneários no Vale, existindo aqui um amplo espaço, onde muitas realizações festivas e convívios se efectuam ao longo de todo o ano, talvez se tenham arrefecido os anseios da recuperação da Igreja do Colégio, a manter-se os factores anteriormente descritos, entre os quais, o preço solicitado, considerado demasiado alto, pela Junta de Freguesia.
Aldeia da Ponte já demonstrou, por todas as obras novas e outras recuperações efectuadas, que é bem capaz de levar a bom porto, mais uma recuperação, que face à sua grandiosidade, poderá exigir um esforço hercúleo, nada que não se possa resolver ou amedronte a nossa Aldeia, caso se proporcione a oportunidade, haja alguma boa vontade e permissão de quem de direito.
Depois de várias dissertações sobre o Colégio, aqui expostas, damos por findo, por agora, esta viagem em torno de um emblemático monumento de Aldeia da Ponte e do Concelho de Sabugal, que mexeu um pouco com toda a nossa região, já lá vão mais de cem anos.
As gerações futuras, dificilmente entenderão, como não houve capacidade para se encontrar uma solução para o Colégio, ao longo do século passado, podendo acontecer uma catástrofe, mais ano menos ano, com uma eventual derrocada, fazendo desaparecer uma parte importante da história da nossa Aldeia.
«Ecos da Aldeia», opinião de Esteves Carreirinha

estevescarreirinha@gmail.com

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