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A construção da Barragem do Sabor, as vinhas e as quintas do Douro e uma falha sísmica impedem a actual proposta de ligação dos distritos de Bragança e Guarda pelo IP2, pelo que o Governo anunciou hoje que vai tentar encontrar uma nova solução.
O secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, informou que, face aos imperativos que surgiram, a empresa Estradas de Portugal (EP) suspendeu o estudo de impacte ambiental da nova via. Disse ainda esperar ter para breve uma solução, garantindo que «este processo não impede, nem vai pôr em causa os prazos inicialmente previstos».
O novo troço previsto para o IP2 ligará os distritos de Bragança e Guarda, dentro de um projecto que foi anunciado pelo primeiro-ministro José Sócrates no quadro de estradas prioritárias com conclusão prevista para 2011
O projecto da nova via foi suspenso devido à construção da barragem do Sabor e devido a obstáculos de natureza patrimonial e cultural, que ditariam um impacto ambiental desfavorável. A suspensão do processo e a sua consequente reapreciação e reformulação evitam assim um chumbo oficial.
A continuidade do projecto com o traçado antes definido implicaria a destruição de uma larga área de vinha e de olival, assim como de outras culturas tradicionais que importa preservar. Também resultaria na destruição e desagregação de algumas quintas, pondo em causa a continuação da viabilidade económica das mesmas. Assim, face a uma mais que certa descaracterização e alteração significativa de toda a paisagem e ao previsível abandono de algumas áreas agrícolas, tomou-se a decisão hoje oficialmente conhecida.
Outro problema surgido foi o da nova estrada passar em cima da falha sísmica da Vilariça, facto que, no entendimento dos geólogos poderia vir a originar sismos de alguma magnitude.
plb
A Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC) e o Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) estão a promover a terceira edição do concurso «A minha escola adopta um museu», dirigido a alunos dos ensinos básico e secundário. Os trabalhos dos interessados devem ser entregues até 30 de Maio.
O concurso consiste na elaboração de trabalhos criativos a partir de testemunhos dos acervos dos museus, os quais podem ser entregues até ao dia 30 de Maio de 2008.
O objectivo é estimular o conhecimento da realidade museológica nacional, através do contacto das escolas com museus e de sensibilizar os alunos para a conservação, a protecção e a valorização do património cultural.
Está prevista a entrega de prémios por grupo, professor e escola participantes.
O Prémio Grupo destina-se a cada elemento do grupo concorrente, e é composto por um livre-trânsito familiar nos museus do IMC válido por dois anos, um vale de compras nas lojas dos museus do IMC no valor de 20 euros e material didáctico. O Prémio Professor consiste num livre-trânsito familiar nos museus do IMC válido por dois anos e livros. O Prémio Escola é integrado por livros de arte e material didáctico.
Os resultados do concurso serão anunciados nas páginas electrónicas da DGIDC e do IMC.
Para mais informações poderá consultar-se o regulamento do concurso em:
«A Minha Escola Adopta um Museu»
plb
– 200.000 – O Capeia Arraiana recebeu, esta quarta-feira, 2 de Abril de 2008, o visitante 200.000. A título de curiosidade e de acordo com o Sitemeter (a empresa que regista as estatísticas de acessos na Internet) está registado em Seia o computador que nos fez a visita histórica. Iniciámos este projecto no dia 6 de Dezembro de 2006, atingimos a 7 de Novembro de 2007 os 100 mil visitantes e agora, cinco meses depois, 200.000. Bem-hajam todos quantos nos visitam.

Promover a fixação de novos residentes de molde a travar o fenómeno da desertificação, através da criação de postos de trabalho, deverá ser o principal objectivo estratégico dos responsáveis autárquicos.
Nos termos da Constituição da República Portuguesa, versão de 2005, art. 235º, n.º 2, «As autarquias locais são pessoas colectivas territoriais dotadas de órgãos representativos, que visam a prossecução de interesses próprios das populações respectivas».
Como já tivemos ocasião de deixar escrito as entidades com maior interesse e poder de influência sobre os destinos da região são a própria autarquia e o governo, pois são eles que determinam e controlam as medidas a adoptar para o seu desenvolvimento e têm os recursos financeiros necessários. Numa segunda linha, surgem a população local, as instituições e os comerciantes, estes com um elevado interesse mas com pouco poder.
Por outro lado, conclui-se da análise «SWOT», como elementos claramente potenciadores de oportunidades e inibidores de ameaças, as actividades relacionadas com a agro-pecuária, a floresta, a construção civil e os serviços de apoio à terceira idade. Ao invés, a desertificação, a falta de vias de comunicação e a inexistência de recursos naturais no subsolo, são os pontos fracos que mais potenciam as ameaças e mais inibem o aproveitamento das oportunidades.
Pelo exposto, o objectivo estratégico principal para o concelho, passará por aproveitar as potencialidades ligadas às actividades supra referidas e providenciar a abertura de vias de comunicação, ligando a região aos principais eixos rodoviários nacionais e europeus tendo em vista encurtar as distâncias que a separam dos grandes centros urbanos dos dois lados da fronteira.
Para a satisfação dos novos habitantes é fundamentalmente necessário criar atractivos que satisfaçam os seus legítimos interesses financeiros e de bem-estar social. Por outro lado os potenciais novos investidores vão querer respostas céleres e isentas de burocracias para instalarem as suas unidades industriais no território. Neste particular, caberá aos responsáveis autárquicos fazerem os adequados investimentos na aquisição ou construção de instalações prontas a serem ocupadas por essas unidades, em zona industrial devidamente infra-estruturada, fazendo-se substituir perante a instituição financiadora, logo que o investidor se instale. Para a população em geral é necessário criar condições que potenciem o seu bem-estar. Seria louvável que os responsáveis autárquicos, por exemplo, criassem zonas pedonais e circuitos para bicicleta, em todo o concelho, e muito especialmente junto aos cursos de água mas não só, para que a população as possa utilizar para melhorar a sua condição física e de saúde.
Pelo exposto conclui-se que, promover a fixação de novos residentes de molde a travar o fenómeno da desertificação, através da criação de postos de trabalho deverá ser o principal objectivo estratégico e estar sempre na primeira linha de orientação dos responsáveis autárquicos. É que ninguém muda de residência de ânimo leve! Para trás deixam-se familiares e amigos, costumes e tradições. Por isso só haverá fixação de novos residentes se obtiverem condições melhores que as que detinham anteriormente. Condições essas, que não se limitam à existência de um trabalho mas também às condições relacionadas com a habitação, aos equipamentos sociais públicos, rede viária e ainda pela obtenção de outros incentivos como sejam os ligados à natalidade, protecção da infância (creches) e à terceira idade e ainda os relacionados com o pagamento de impostos, etc.
«Ideias Soltas», opinião de Joaquim Ricardo
dr_jfricardo@hotmail.com

«Qualificar o Turismo Activo» dinamizando o desenvolvimento de actividades turísticas activas a nível nacional e internacional através da criação de uma rede de parcerias que irão promover a marca «WordAdventure».
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