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A taxa do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), actualmente em 21 por cento, vai baixar um ponto percentual a partir de 1 de Julho. O anúncio foi feito esta tarde pelo primeiro-ministro José Sócrates.
«O Governo vai baixar a taxa do IVA de 21 para 20 por cento a partir de 1 de Julho deste ano, foi anunciado esta tarde, 26 de Março, pelo primeiro-ministro José Sócrates. Recorde-se que no início da legislatura o actual Governo tinha aumentado a taxa em dois pontos percentuais.
A redução do IVA será proposta à Assembleia da República depois de aprovada amanhã, quinta-feira, em reunião do Conselho de Ministros.
«O esforço dos portugueses a quem foram pedidos sacrifícios nestes últimos anos» e o trabalho do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que resultou na baixa do défice do Estado foram elogiados pelo primeiro-ministro.
José Sócrates adiantou ainda que «a baixa do IVA é de apenas um ponto percentual porque subsiste uma situação financeira internacional muito crítica».
jcl
Hoje destacamos… «publico.pt». O Público online liga-se à blogosfera através das funcionalidades do Twingly. É o primeiro grande reconhecimento das empresas de Media da importância cada vez maior dos blogues enquanto fazedores de opinião e discussão da sociedade dita civil.
O sítio do Público inaugurou na passada terça-feira, 25 de Março, uma nova ferramenta online que faz a ligações directa entre os conteúdos editoriais do jornal e os blogues que lhe fazem referência.
«As notícias do Público na Internet passam a ter ligações directa para os blogues que as comentam, através de uma nova ferramenta que hoje (25 de Março) entra funcionamento», pode ler-se no sítio do jornal. Ou seja, a partir de agora as notícias da edição online referenciam os blogues que comentaram os respectivos conteúdos.
«A ferramenta informática utilizada é o Twingly que já é usado por alguns jornais europeus, como o Politiken e tem apresentado bons resultados na criação de uma comunidade de leitores mais participativos», acrescenta a notícia editada pela redacção online do Público.
O suplemento da edição papel publica diariamente na rubrica «Blogues de Papel» destaques com referências a opiniões bloguístas.
O sítio do «Público» na Web tem sido desde a sua criação um endereço de referência para toda a Comunicação Social pela capacidade visionária no desbravamento dos caminhos do ciberespaço. Mais uma vez o publico.pt dá um passo em frente inovando e reconhecendo a importância dos blogues enquanto espaço de comunicação e opinião na Web.
O Capeia Arraiana considera o «publico.pt» um dos endereços de referência da comunicação social digital.
jcl
Será neste cenário de forças, interesses e poderes; De pontos fracos e fortes ou de oportunidades e ameaças que se irá desenhar a formulação de uma estratégia de desenvolvimento para o concelho do Sabugal.
Para evidenciar os nossos «clientes», detentores de interesse e poder na nossa região, elaborámos o mapa de análise de stakeholders que conduziu à matriz infra (ver quadro).
Da aplicação dos critérios adoptados, resulta que a autarquia e o governo são quem tem maior interesse e poder de influência sobre a região, na medida em que determinam e controlam as medidas a adoptar para o seu desenvolvimento e têm os recursos financeiros necessários.

Os serviços públicos, por seu lado, têm muito poder e pouco interesse no desenvolvimento da região. Têm poder porque no exercício da sua actividade podem ou não ser colaborantes com as forças locais. A título de exemplo pense-se no registo da propriedade: Se estes forem demasiado demorados e os executores não ajudarem a ultrapassar determinadas dificuldades burocráticas inibem os interessados em executar este tipo de registos ou deslocar-se-ão a outros serviços alternativos ou são obrigados a várias deslocações perdendo tempo e até “paciência”, resultando daí uma má imagem para a autarquia. Por outro lado, do desenvolvimento da região não usufruem directamente dos seus resultados.
As regiões vizinhas e os visitantes, são quem têm menor poder de intervenção e também quem menos beneficia com o desenvolvimento da região.
Por último e por estranho que pareça, quem mais interesse tem no desenvolvimento da região são a sua população local, as instituições e os comerciantes e industriais. E, na prática, estas forças pouco podem fazer para que o poder político leve a cabo medidas que lhes tragam bem-estar e conforto pessoal.
Será neste cenário de forças, interesses e poderes; De pontos fracos e fortes ou de oportunidades e ameaças que se irá desenhar a formulação de uma estratégia de desenvolvimento para o concelho do Sabugal.
«Ideias Soltas», opinião de Joaquim Ricardo
dr_jfricardo@hotmail.com

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