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Na manhã de hoje, 9 de Janeiro, a Guarda Nacional Republicana localizou em Escarigo, concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, um idoso de 84 anos que estava desaparecido há um dia.
Segundo comunicado da GNR, o homem, que residia com a esposa, saíra sozinho de casa e não regressou, facto que levou o filho a informar do sucedido o Posto Territorial de Figueira de Castelo Rodrigo.
Deslocou-se de imediato ao local uma patrulha da GNR, auxiliada pelos Bombeiros Voluntários de Figueira de Castelo Rodrigo e por populares, que realizaram buscas nas proximidades. Apesar dos esforços as buscas foram infrutíferas.
Na manhã de hoje a GNR realizou uma operação de busca com o intuito de localizar o idoso, envolvendo 9 militares e dois cães pisteiros, que contaram com a ajuda de alguns populares e bombeiros. Passadas três horas um binómio (homem e cão) localizou o idoso com vida, num local denominado Olival, freguesia de Escarigo, a cinco quilómetros da sua residência. O homem encontrava-se deitado, apresentando vários hematomas na face, resultantes de uma possível queda. Foi de imediato transportado ao Centro de Saúde de Figueira de Castelo Rodrigo, para observações, ficando entregue aos cuidados médicos.
plb
A primeira caminhada de 2008, organizada pela Câmara Municipal do Sabugal, vai ligar Vila do Touro a Pousafoles do Bispo no dia 20 de Janeiro.
Após oito iniciativas com grande adesão popular durante o ano de 2007 a Câmara Municipal do Sabugal retoma já neste mês de Janeiro a realização mensal das «Caminhadas pelo Interior».
Esta nona edição vai levar os participantes de Vila do Touro até Pousafoles do Bispo através das belezas naturais da nossa região raiana.
A concentração está marcada para as nove e meia da manhã de domingo, 20 de Janeiro, no Largo da Junta de Freguesia de Pousafoles e 10 minutos depois arrancará o autocarro que levará os caminheiros até ao Largo do Coreto em Vila do Touro.
Às 10 horas terá início a caminhada e a chegada do «pelotão e do carro-vasoura» está prevista para duas horas e meia depois.
O almoço para retemperar e recuperar as forças está marcado para a uma da tarde e será oferecido pela Junta de Freguesia de Pousafoles do Bispo a todos os participantes.
Na parte da tarde poderá visitar a Igreja matriz, nichos (alminhas), a capela de Santo Apolónio, os fornos comunitários recuperados recentemente na aldeia e nas anexas, a escadaria da fonte da Sobreira, a fonte de Santo António e a Fonte Velha.
Outro local de visita obrigatória é o miradouro natural do Cabeço das Fráguas, um sítio para limpar a vista com paisagens únicas e onde existe uma laje granítica com inscrições rupestres.
Supreenda os sentidos caminhando pelos paisagens esquecidas do concelho do Sabugal.
jcl
O Vale do Côa estará no Museu D. Diogo de Sousa, em Braga, no próximo dia 12 de Janeiro, numa acção de promoção destinada a vários públicos, designada «Terras, Saberes e Artes do Vale do Côa».
A iniciativa é fruto de uma parceria entre o museu bracarense, a Câmara Municipal da Guarda, o Parque Arqueológico do Vale do Côa, a empresa municipal Fozcôactiva, a Associação Transumância e Natureza e a Associação para a Promoção da Arte e da Cultura no Vale do Côa e Douro Superior.
Nesse Sábado terão lugar quatro oficinas temáticas dirigidas a crianças e jovens, que aos adultos também interessam. Porém a participação no evento, embora gratuita, requer marcação prévia.
A iniciativa começa pelas 15 horas com a oficina dedicada à arqueologia experimental, da responsabilidade do Parque Arqueológico do Vale do Côa. Às 16 horas iniciam-se as outras oficinas, com a Fozcôactiva a apresentar a de geologia activa, sob o lema «a terra sempre a mudar». A Câmara Municipal da Guarda apresenta a mostra de produtos regionais e as restantes entidades envolvidas apresentarão a oficina de projecção multimédia.
plb
Começo a escrever estas linhas exactamente no primeiro dia de trabalho deste ano de 2008. É já noite e em fase adiantada.
As notícias que durante o dia todo nos foram oferecidas pelos os meios de comunicação social são de tal maneira preocupantes que davam já para escrever um romance – o que não irá acontecer, descanse o leitor! Não as vou relatar todas, certamente, mas não resisto a comentar uma: A que se relaciona com o que aconteceu nas estradas portuguesas. São, «apenas» as mortes e os feridos (ligeiros e graves) que ocorreram nestas festas de natal e fim de ano e as inevitáveis estatísticas e comparações? Afinal, ficamos a saber todos que a tragédia deste ano até não foi tão «má» como a dos anos anteriores! É sempre assim? Os números e a sua retórica, depois de bem confeccionados por um bom «cozinheiro» dão-nos resultados fascinantes! Ao jeito do que desejamos! Apetece-me perguntar: mas afinal quando é que os responsáveis nos dizem a verdade e declaram publicamente que afinal são uns incompetentes e que mereciam ser demitidos pois os resultados alcançados pelo organismo que custa «couro e cabelo» aos contribuintes não conseguiu os objectivos prometidos? Mas pronto, a partir de amanhã tudo volta ao normal e tudo se esquece.
Afinal, tudo isto só veio à «baila» porque durante as festividades se mobilizaram dois mil e tal homens e não sei quantas viaturas e não sei quantos litros de combustível e não seis quantas horas extras e ajudas de custo e já agora, não sei quantas horas, em horário nobre, dos quatro ou cinco (pelos menos) canais de televisão e não sei quantas páginas, em destaque de primeira página, na nossa imprensa! Teremos agora pela frente, mais trezentos e sessenta e cinco dias em que não se falará jamais no que aconteceu no final de 2007 nas estradas portuguesas e os responsáveis descansarão à sombra da sua incompetência e da sua falta de ideias para por cobro a esta tragédia nas nossas estradas que, por sinal até estão melhores que nunca? E os automóveis até são bons, quase todos novos ou com a revisão feita!
Afinal qual é a desculpa para não baixar os «números» que todos os anos teimam em aumentar e só o engenho e a arte dos responsáveis conseguem esconder?
Até breve!
«Ideias Soltas», opinião de Joaquim Ricardo
dr_jfricardo@hotmail.com
Joaquim Fernando Ricardo nasceu na Aldeia de Santo António, concelho do Sabugal. É funcionário superior da Administração Fiscal, tendo feito carreira no Porto, onde foi Chefe de Finanças, passando depois pela Covilhã. Durante cerca de dois anos exerceu um cargo dirigente na Direcção-Geral de Contribuições e Impostos, em Lisboa, de onde regressou recentemente à Covilhã, reassumindo as funções de Chefe de Finanças. É autor do livro «Direito Tributário – Colectânea de Legislação», obra de grande sucesso editorial. Sempre dedicado à sua terra, fundou e preside à Liga dos Amigos de Aldeia de Santo António.
Aceitou o repto do Capeia Arraiana e aqui o temos como colaborador convidado, assinando às quartas-feiras a coluna «Ideias Soltas».
Ontem, terça-feira, 8 de Janeiro de 2008, atingimos um novo máximo:
805 visitantes e 1167 páginas lidas (page views) certificados pelo Sitemer. No período entre as 14 e as 15 horas o Capeia Arraiana foi visitado por 70 amigos. O nosso compromisso e responsabilidade aumentam mas estamos todos de parabéns. Bem-hajam!


Na primeira semana do novo ano a GNR da Guarda efectuou cinco detenções por crimes relacionados com a prática da condução de veículos, registou um morto em acidente de viação e diversas ocorrências criminais.
Três das detenções efectuadas pelos militares da GNR ocorreram por crime de condução sob efeito do álcool, uma por desobediência (condução com carta apreendida), e outra por condução sem habilitação legal.
Segundo nota à imprensa assinada pelo comandante do Grupo Territorial, Major Cunha Rasteiro, foram registadas 36 ocorrências criminais, das quais se destacam seis crimes de dano, cinco de condução sob influencia do álcool, quatro de ofensas à integridade física, uma de desobediência à autoridade, uma de condução sem habilitação legal e uma outra de violência doméstica.
No mesmo período registaram-se 23 acidentes de viação, sendo 13 em consequência de colisões e 10 por despistes, de onde resultou um morto e sete feridos ligeiros. A velocidade excessiva e o desrespeito pela prioridade, foram as principais causas da sinistralidade rodoviária neste período, conclui o comunicado.
plb

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